Tenho o péssimo hábito de começar a ler um livro, ver as pessoas falando sobre outro livro ou até mesmo por curiosidade, e começar a ler este. Por isso parei para pensar e percebi quantos livros não li ainda, por causa dessa mistura toda de leitura-mal-resolvida. Então resolvi trazer uma lista com 4 livros ''reservados'' que tenho na minha estante.


1- Dark Divine: O Santo Perdido                                                 

Comprei Dark Divine: O Santo Perdido, na Bienal do Livro em Fortaleza, até então nunca tinha ouvido falar sobre. Depois de uma leve pesquisada - admito que feito agora -, descobri que esse é o segundo livro da trilogia. Dark Divine: O Santo Perdido entrou para a minha lista pelo fato de que quando comprei ele, estava lendo outro, depois outro e assim por diante.

Sinopse: A família Divine está desconsolada com o desaparecimento de Jude, o irmão mais velho de Grace. Por isso, ela sai em busca dele por um caminho obscuro e cheio de surpresas, reunido todas as pistas possíveis para reencontrá-lo. Em meio a esta perigosa procura pelo irmão, Grace conhece Talbot, um homem cheio de mistérios que abalará seu romance com Daniel. Ela terá de ser forte e resistir ao mal contra a maldição do lobisomem. Agora ela terá que decidir entre o bem e o mal para se livrar da terrível maldição.

(P.S: Por que sempre triangulo amoroso?)


2- A Maldição do Espelho 
 A Maldição do Espelho foi outro livro que comprei na Bienal e admito que comprei apenas por ser da Agatha Christie. E novamente admito que não sabia que o livro tem um filme de 1980. Como comprei o livro junto com o Dark Divine, o motivo de está na minha lista de ''reserva'' é o mesmo.                                                                 Sinopse: Num instante, a pobre Heather Badcock tagarelava com seu ídolo, a fascinante atriz de cinema Marina Gregg. No outro, sofreu um ataque fulminante. Mas quem realmente se destinava o veneno mortal? A expressão petrificada de Marina fazia crer que ela fora testemunha de algo terrível. Mas, enquanto os outros procuram uma prova concreta, Miss Marple conduzia uma investigação bem diferente - sobre a natureza humana.






3 - O Filho de Netuno 
4- A Marca de Atena 
 Percy Jackson e todo esse mundo mitológico sempre são minha primeira opção quando tenho em mãos, mas por causa de tempo e outros livro que tive que ler. Mas O Filho de Netuno sempre anda na minha mochila e eu vou acabar e finalmente ler A Marca de Atena, A Casa de Hades e o Sangue do Olimpo.

(Sinopse O Filho de Netuno) 
SinopseA vida de Percy Jackson é assim mesmo: uma grande bagunça de deuses e monstros que, na maioria das vezes, acaba em problemas. Filho de Poseidon, o deus do mar, um belo dia Percy desperta sem memória e acaba em um acampamento de heróis que não reconhece. Agarrado à lembrança de uma garota, só tem uma certeza: os dias de jornadas e batalhas não terminaram. Percy e seus novos colegas semideuses vão enfrentar os misteriosos desígnios da Profecia dos Sete. Se falharem, as consequências, é claro, serão desastrosas. Com início no “outro” acampamento meio-sangue e se estendendo para além das terras dos deuses, esta sequência da série "Os heróis do Olimpo" apresenta novos semideuses e criaturas incríveis, além de trazer de volta alguns monstros bastante conhecidos.

(Sinopse A Marca de Atena) 
Sinopse: Annabeth está apavorada. Justo quando ela está prestes a reencontrar Percy após seis meses afastados por culpa de Hera , o Acampamento Júpiter parece estar se preparando para o combate. A bordo do Argo II com os amigos Jason, Piper e Leo, ela não pode culpar os semideuses romanos por pensarem que o navio é uma arma de guerra grega: afinal, com um dragão de bronze fumegante como figura de proa, a fantástica criação de Leo não parece mesmo nada amigável. Annabeth só pode torcer para que os romanos vejam seu pretor Jason na embarcação e compreendam que os visitantes do Acampamento Meio-Sangue estão ali em missão de paz. Os problemas de Annabeth não param por aí ela carrega no bolso um presente da mãe, que veio acompanhado de uma ordem intimidadora: Siga a Marca de Atena. Vingue-me. A guerreira já carrega nas costas o peso da profecia que mandará sete semideuses em busca das Portas da Morte. O que mais Atena poderia querer dela? O maior medo de Annabeth, no entanto, é que Percy tenha mudado. E se ele já estiver habituado demais aos costumes romanos? Será que ainda precisará dos velhos amigos? Como filha da deusa da guerra e da sabedoria, Annabeth sabe que nasceu para liderar no entanto, também sabe que nunca mais vai querer viver sem o Cabeça de Alga. Na aguardada sequência da série "Os heróis do Olimpo", do best-seller Rick Riordan, Percy Jackson e seus amigos semideuses mais uma vez correm em direção ao perigo para tentar salvar seus acampamentos, os deuses e o mundo inteiro. Narrado por Percy, Annabeth, Piper e Jason, A Marca de Atena é uma jornada inesquecível até Roma, recheada de importantes descobertas, sacrifícios surpreendentes e terrores indescritíveis.


                                                                           




Dizem que na nossa vida sempre teremos um momento maravilhoso para guardar na memória, assim como um ruim. Acredito que só teremos a certeza desses momentos no nosso leito de morte, ou até nunca. Talvez eu tenha presenciado um hoje, mas como diz uma amiga: ''tudo passa''.
Odeio o fato da TPM me deixar frágil e todo o choro contido se derramar, aquele tipo de choro que demora para passar, que se pensa que nunca vai acabar e que a cabeça não aguenta mais de tantos pensamentos negativos. É quando nos permitivos sentir esse gosto de ''o pior momento'', que der repente tudo significa nada, que a palavra amor se torna ódio.
Sinceramente, eu não gostaria de escrever isso aqui, muito menos voltar a esse ponto. O mesmo problema, descrito em palavras diferentes. A mesma boca, recebendo uma dose diferente, em um dia diferente. E olha, a dor sobre os olhos continua, minha garganta fecha mais a cada briga. E a questão é: por que eu ainda não desisti? Pior que sei a resposta. Amor. Quando se ama é difícil pensar em deixar as coisas irem. Mas como hoje mesmo disse: não é por que amo que tenho que aceitar tudo.
As pessoas cometem o erro de pensar que sempre estaremos aqui, que todas as brigas, dores de cabeça, não machucam, não fazem deixarmos as pessoas para trás. A vida nem sempre vai ter um ''Feliz para sempre'', então sinceramente não faça as pessoas desistirem de você. Por que mesmo com o cérebro alcoolizado, as palavras ditas, machucam o coração e as memórias atormentam a mente.
 


Pode ter vários significados,
Assim como é visto de milhares de formas diferentes. O ciúme existe pra isso, para ser incompreensível. E, por isso, é fácil de se compreender quando alguém está com ciúme. Uma coisa tão boba, tão singelo, mas que as pessoas acabam tornando complexo e estrondoso. Que machuca. Que quebra. Pra mim, é um sinônimo de insegurança. O que é estranho, porque só se sente ciúmes daquilo que se ama. E só se ama quando se tem certeza. Pelo menos pra mim é assim. Mas nós insistimos em duvidar, pois nunca estamos satisfeitos com as demonstrações de sentimento do outro. E aí, passamos a encontrar defeito em tudo, e por toda essa desconfiança, os olhares do outro te causam ciúmes até quando são direcionados para o nada.
O ciúme cega e proporciona alucinações nada saudáveis. Das suas várias justificativas, podemos citar: gostar demais; tédio na relação; insegurança. Sobressalto, sobre o primeiro, que vai passar. Tudo vai passar, desde que se compreenda que tudo demais é veneno. Deve-se saber moderar, pôr na balança antes que comece a doer. Pode acontecer de você gostar mais do que o outro, ao ponto de querer que ele goste tanto de você, que o prive de gostar de outras coisas, outras pessoas - não no mesmo nível que você, mas como amigos, por exemplo. No caso do tédio, todo esse ciúme bobo é justificado pelo simples fato de você estar atrás de "sarna para se coçar". Será mesmo que você tem motivos para desconfiar? Será mesmo que você possui razões para achar que o outro gosta menos de você do que realmente gosta? Você tem posto em dúvida os seus próprios sentimentos. E, em relação á insegurança, pode ser que você mesmo não esteja deixando o outro muito seguro nisso tudo. Pode ser que o outro sinta a falta de "eu te amo" ao acordar, ou de um "estou com você" nos momentos ruins, ou de simplesmente um abraço quando não souber o que falar. Sentir ciúmes faz parte disso. E de todos os motivos, não consigo ver um que seja exatamente correto, que me convença que vale a pena sentir esse ciúme doentio.
Mas, e quando é o outro que sente o ciúme? Descubra qual o motivo. Reverta. Faça-o sentir-se único e verá que o ciúme torna-se inexistente. Algo tão inútil e tão destruidor, podia subitamente deixar de existir, desde que você queira, que você faça por onde, que prove que você só tem a sua pessoa no seu mundo, que você só tem os olhos vidrados nela e que ela é a razão dos seus sorrisos mais sinceros, que ela é o motivo do seu brilho no olhar, é a sua motivação de todos os dias para continuar tentando. Ser ciumento faz parte de amar, mas ser demais acaba se tornando ruim. E assim como tudo na vida, o equilíbrio deve existir. Por fim, ainda vale ressaltar que, dependendo do ciúme, de como é e de como acontece, é bom, sabe? Por mais que nos faça sentir muita raiva, que nos faça jurar que vamos parar de amar aquele alguém, ou simplesmente desejamos gostar menos, eu gosto disso. Aquele ciúme que se sente de coisinhas bobas, mas que é resolvido de forma mais boba ainda: um beijo com muito amor e palavras sussurradas com carinho: eu te amo.
Na verdade, a pessoa que diz que não sente ciúme está mentindo. Todo mundo sente ciúme, mesmo que de um amigo, e cabe a nós ver a que ponto chegamos. Tá que aquela colega dele é uma atirada, e aquele amigo só leva ele para beber ou vice-versa, mas não temos direto de tirar nada na pessoa que convivemos, apenas temos que confiar, afinal se ele for te trocar, nada nem ninguém vai impedir isso. Então, nada de paranoia.

       Nota: Essa é uma carta para aqueles que sentem e vêem demais além do real, e que sentir ciúme pode ser saudável ou não saudável - depende da dose. Tudo demais é veneno.                                                                      

                                                                                 

                                  
Sinopse: Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras - e está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o 'Grande Talvez'. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, engraçada, problemática e extremamente sensual, Alasca levará Miles para o seu labirinto e o catapultará em direção ao Grande Talvez.
 

Muitas pessoas já haviam comentado sobre ''Quem é você, Alasca?" comigo, as opiniões se divergiam, então quis ler para ter minha própria opinião.
Como todo filho de John Green, o livro começa despretensioso com uma ideia de objetivo de encontrar o ''Grande Talvez'' - eu viajo muito nas ideias, mas não tanto. Se fosse meu filho eu ia mandar ele fazer algo da vida. Mas eu entendo a ideia desse objetivo, invés de o ''Grande Talvez'' eu diria que é algo como: ''Qual o sentindo da vida?O que eu vou fazer da minha vida? Quem eu sou?'', ai sim conseguimos nos identificar, principalmente
quem ta na adolescência e ta na pilha de concurso/balada/enem/paixões, e não sabe para onde ir e o que ta fazendo/vai fazer.
Então Miles, com poucos amigos e em busca de um significado para a vida, entra para a Culver Creek, um internado, onde conhece Coronel, Takumi e Alasca Young, bem, ai as coisas começam a virar de ponta a cabeça. Para o então Miles ''Gordo'' Halter, festas, bebidas, cigarros, namoros e trotes, nunca haviam sido constantes na sua vida, e quando este entra na Culver Creek, todo o emaranhado chamado de ''juventude rebelde'' cai sobre suas costas com um ''KABUM''. Querido Gordo, antes de aceitar um cigarro de um colega de quarto, que por acaso você mal conhece, pense.
Bem, Miles conhece Alasca Young, e ver tudo de certo e errado em uma garota, claro que ele se encantou pelo seu jeito e peitos e queria ter algo mais, porém para a tristeza de Miles, ela tem namorado, - bom, nunca é bom ser visto como amante-, e Alasca pode ser até aquele tipo de garota que ''fuma para morrer'', mas ela realmente tem seus valores e não ficaria com um magricela enquanto tem um namorado lindo na faculdade.
Não posso me esquecer de citar o Águia, o inspetor do internato que fica correndo atrás dos garotos, quando os trotes invadem o campus, e batendo na porta de infratores que insistem em beber e fumar em ambiente escolar. Águia me proporcionou boas risadas, assim como toda a turma do Coronel, inclusive Laura, que deu uns beijinhos em Miles.
''Quem é você, Alasca?", não é só um livro sobre cigarros e trotes, é um livro sobre como a vida pode mudar num segundo, como nem tudo tem explicações e que as vezes nossas dúvidas nunca serão respondidas. Foi um livro que me surpreendeu com todo o seu ar jovial e catastrófico que as coisas podem ser. Bem, mas claro sem perder aquele tom de humor. Fora que tem ótimos trechos que você para, pensa e dá até aquela pesquisada básica no Google.
Se eu fosse de 0 a 5 estrelas, daria 4 luas. Por quê? Como todo livro de John Green ele acaba de um modo que me deixa pensando, com dúvidas e questões que acredito que não serão respondidas NUNCA, e essa ideia de não obter respondas me deixa insana.



Melhores quotes:
  ''François Rabelais. Era poeta. Suas últimas palavras foram: Saio em busca de um Grande Talvez. É por isso que estou indo embora. Para não ter de esperar a morte para procurar o Grande Talvez.'' - Pág 5 

''Chega uma hora em que é preciso arrancar o band-aind. Dói, mas pelo menos acaba de uma vez e ficamos aliviados.'' - Pág 7.

''Vocês fumam para saborear. Eu fumo para morrer.'' - Pág 45.

''Cruzes! Não posso ser uma dessas pessoas que ficam sentadas falando que pretendem fazer isso e aquilo. Eu vou fazer e pronto. Imaginar o futuro é uma espécie de nostalgia.
Como assim? 
Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em quanto será legal. Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para a frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente." Pág 55 e 56.

'Simples assim. De centenas de quilômetros por hora ao repouso em um nanossegundo. Eu queria tanto me deitar ao lado dela, envolvê-la emaeus braços e adormecer. Não queria transar, como nos filmes. Nem mesmo fazer amor. Só queria dormir com ela no sentido mais inocente da palavra. Mas eu não tinha coragem. Ela tinha namorado. Eu era um palerma. Ela era apaixonante. Eu era irremediavelmente sem graça. Ela era infinitivamente fascinante. Então voltei para o meu quarto e desabei no beliche de baixo, pensando que, se as pessoas fossem chuvas, eu era garoa e ela, um furacão.'' - Pág 91.













   




   O livro de Jojo Moyes, será adaptado para o cinema, com os atores Sam Claflin - conhecido como Finnick Odair na Série Jogos Vorazes -  e Emilia Clarke - que é Daenerys Targaryen, em Game Of Thornes -, como Will Traynor e Louisa Clark.
        A adaptação está prevista para esse ano, mas não há nenhuma previsão ou novidade sobre o filme. Vi que o livro seria adaptado no Adoro Cinema, em uma lista de adaptações para este ano e fiquei impressionada como a indústria anda rápido, pegando livros que mal foram lançados e comprando seus direitos. Um exemplo disso é ''Por Lugares Incríveis'' ,que foi lançado este ano no Brasil, e já tem até uma atriz confirmada para viver a protagonista.
        Mas voltando, não li ''Como eu era antes de você'', mas já tenho ele comigo, e estou ansiosa para o filme, por causa das críticas que o livro recebe e por os livros que a Jojo já escreveu.
        Mais um ponto positivo, é que os roteristas serão Scott Neustadter e Michael H. Weber, os mesmos de ''A culpa é das estrelas''.

Sinopse: Aos 26 anos, Louisa Clak não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia que irá mudar para sempre a história do outro.



Nota: Olá adormecidas, feliz carnaval! Esse meu carnaval não vai ser nada badalado, mas fico muito feliz em poder - finalmente - trazer novos posts para vocês. Li alguns livros nesses dois meses - to no 8 - e vou preparar algumas resenhas para acompanhar essa semana. 

Assim como a tecnologia não fica parada sequer um instante, o universo literário também está sempre mudando. E não me refiro apenas aos livros que todo dias são lançados, mas, sim, às novas edições dos nossos queridos best-sellers que estão sendo lançadas, estão me arrancando suspiros e estão me deixando nervosa, pois possuo as antigas. O mais frustrante é quando as edições estrangeiras são mais bonitas e o sofrimento é ainda maior. 

Harry Potter
Edição americana:


Na primeira imagem, a lateral dos livros. Na segunda, uma comparação entre os novos (primeira fileira) e os antigos (segunda fileira). Não tem como ser potterhead e não pirar com essa edição! Fico imaginando na coisa linda que seria ter Hogwarts na minha estante! <3 Sem falar que eu amo as capas e estou muito apaixonada por esse relança. Não canso de sonhar com essas coisinhas linda acima! Creio que dos livros do post, essas edições são as que foram lançadas há um pouco mais de tempo.

Edição britânica


Essas edições não ficam para trás! São mais recentes que as americanas (2014) e foram criadas pelo artista premiado Jonny Duddle. São capas mais modernas, que, na minha opinião, trazem um ar mais estiloso para os livros - mesmo ar esse que sinto nos livros da saga Percy Jackson e Os Olimpianos. De acordo com J. K. Rowling, o relançamento aconteceria com o intuito de dar uma face diferente para uma nova experiência para uma nova geração de leitores.

Percy Jackson e Os Olímpianos


Sou sincera quando digo que gostei das capas terem meio que um desenho só. Se você prestar bem atenção, o desenho de uma capa é continuação do outro. Achei essas edições bastante elaboradas, com muito mais detalhes nos desenhos. As capas que tenho são bem mais simples, aquelas que todo mundo conhece, de uma cor única cada uma, simples e bonitinhas. Mas essas trazem cor, espelham, de certa forma, a real aventura que são os livros. Há quem não goste, quem ache exagero o lançamento das novas, mas acho interessante que vez ou outra haja essa mudança.

Game of Thrones


Achei as novas capas lindas, é fato. Mas a questão é que, ao contrário das anteriores, não vi aquela mudança radical, sabe? Eu vejo o mesmo tipo de desenho, a mesma fonte no título e a mesma ideia que as capas anteriores me passam. São lindas, sim. Mas não são inovadoras, na minha opinião. É claro que uma capa não muda um conteúdo, mas, diferente das sagas anteriores, essa fora a que eu menos tive aquele desejo de obter. (E o fato de esperar até a morte o sexto livro? Temo que George R. R. Martin tenha matado todos os personagens antes de terminar o próximo livro, e não sobrou ninguém para contar a história, literalmente.)

Nota: Então é isso, esses são alguns livros que estão passando por suas mudanças e dividindo opiniões em todo o mundo. Espero que essa história de relançamento não vire moda e me enlouqueça de vez com a mudança de capas dos meus livros favoritos! xoxo,



          Só quero que as pessoas entendam que a minha dor de cabeça não é passageira; que estou há mais de uma hora parada, olhando pro nada, apenas tentando parar de pensar na causa disso tudo. Eu só não me conformo com a forma como as pessoas conseguem ser tão egoístas ao ponto de querer recolher coisas do passado para infernizar o presente; e que qualquer forma com que me peçam, eu não pedirei perdão. E os outros podem me chamar do que quiserem: boba, rancorosa, infantil. Mas eu já me arrependi. Eu já me desculpei por um erro meu que assumi e que quis me retratar. Contudo, se o egoísmo fora maior do que o não-querer de ficar só, eu não posso fazer mais nada. Eu não sou feita de ferro pra ficar intacta quando algo me afeta de tal forma, como também não sou tão tola ao ponto de aceitar tudo o que me pedem. Por isso, eu não posso mais.
          Tenho sentido dores que não deveria. Tenho chorado, preocupada se a culpa é minha, quando na verdade eu canso de chega à conclusão de que eu sou mesmo muito burra por sentir dor de cabeça por algo que não merece nem um terço da atenção que dou. E acontece que eu odeio esse sentimento de obrigação. Odeio quando me obrigam a fazer qualquer coisa, que dirá pedir perdão. Pedir perdão de novo. Pedir perdão por uma coisa que, hoje, eu já não sinto tanto arrependimento. Às vezes, acho que as pessoas merecem realmente ouvir o que não querem para, de vez em quando, perceber as burrices que andam fazendo. Existe muito aquela questão de "cada um cuida da sua vida"e que, obviamente, cada um sabe das atitudes que toma. Mas e quando essas atitudes passam a mexer com outros? E quando o que você fala, o que você faz e o que você é simplesmente passa a ser incômodo para todos? Continuar com isso não seria um ato de egoísmo? Ok, eu posso estar sendo babaca demais dizendo essas coisas. O que tem a ver se incomodar com a vida do outro, não é verdade? Só que quando há amizade no meio, ou somente os resquícios dela, tudo saí dos trilhos, desanda. 
          Aceito que é tolice me preocupar tanto. Pus na cabeça que não vou me desculpar novamente. Seria muito ridículo, num nível de humilhação que nem sei como explicar. Sei que errei, mas não fui a única. Sei que quem pede desculpas são aqueles que mais possuem conhecimento em relação a vida, mas, sendo assim, prefiro continuar com a minha mesma sabedoria de sempre. Os meus princípios dizem que eu não devo pedir por perdão mais uma vez, não sendo a pessoa que ela é, não sendo aquele tipo de caráter que tenho abominado. Se for pra conviver com a dor, convivo. Se for pra viver com esse assunto indo e voltando à minha vida, tudo bem. Me pedem para virar a página, mas uma hora ou outra irão perceber que buscar coisas no passado é o jeito mais fácil de dizer que tudo o que se vive é uma grande hipocrisia. Por mim, tudo bem. Contanto que essas dores do além passem e que eu possa viver bem. 
- May, 14.
Nota: Às vezes, pedir perdão é uma das coisas mais difíceis a se fazer. E quando se faz e não se é lembrado por isso, é ainda pior. A dor do rancor e a própria raiva criada pela suposta "vítima" são suficientes para tornar tudo ainda mais difícil, trazendo consigo dores de cabeça e outras indescritíveis. Até o próximo diário.



Para a minha mais plena felicidade, Cidades de Papel está encaminhando tudo corretinho para o lançamento do filme previsto para julho de 2015 nos Estados Unidos. E, pra ficar ainda mais feliz, a Intríseca postou algumas fotos dos bastidores das gravações, com a ilustre presença de John Green, autor do livro, que também se fez presente nos bastidores de A Culpa é das Estrelas, incluindo uma participação no mesmo filme. Creio que nesse também haja a participação - no aguardo. 


Na foto, Green e Nat Wolff, que interpretará o protagonista, Quentin Jacobsen. Pra quem ainda não identificou, Nat interpretou Isaac, melhor amigo de Augustus Waters na adaptação cinematográfica de A Culpa é das Estrelas, também de John Green - o que torna tudo ainda mais apaixonante. Eu fiquei encantada com a sua atuação em ACEDE, completamente apaixonada pelo ator, e aí ele me vem fazer o papel principal do filme adaptado do meu livro favorito do Green?! É pra morrer de amor de vez?


Green e Cara Delevigne, que muitos não concordaram em viver Margo Spiegelman. Eu, sinceramente, gosto da Cara e acho que toda essa recusa em relação a ela pode ser da mesma forma em que aconteceu um certo desprezo com o Ansel Elgort quando fora confirmado que ele faria o Augustus, em ACEDE. À princípio, ninguém gostava dele, mas depois de ver o filme, todos se apaixonaram por sua interpretação única de Gus. Assim espero que seja com Cara.


O autor decidiu que apresentaria mesmo todos os personagens, e assim fez. Acima, ele apresenta Jaz Sinclair, que fará Angela, namorada de Radar, que será interpretado por Justie Smith. Achei ela linda e acho que a imaginava mais ou menos assim. Já no caso de Radar... Não sei ao certo se o veria dessa forma, mas não fiquei nem um pouco decepcionada.
Além das fotos com o elenco, também foram liberados vídeos e gifs de muita palhaçada entre eles e algumas outras fotos deles:




Por favor, preciso dizer que amei eles juntos? Nem sei como será a atuação dos próprios, mas só de estarem juntos, só de ver as palhaças dos dois, eu já estou apaixonadíssima e louca pra assistir! 


Cidades de Papel fora o meu favorito porque não sinto aquela apelação pro romance. Margo é louca, e Q quer conhecer essa loucura. Ele quer entrar nessa por ela. Fora um livro que peguei num dia e não consegui mais largar. Preciso ler de novo para relembrar cada partezinha antes de assistir, mas quero que saia logo, e vou estar lá, na estreia, pra xingar qualquer um que venha dizer "ACEDE é melhor", e blá blá blá. Ok... Nada contra você preferir o outro livro, mas Cidades de Papel realmente é do tipo de livro que eu quero ver em filme.


Salvando esse gif na memória, porque ele é um amorzinho só. <3 O diretor escolhido para o longa fora Jake Schreier, e outros veterenos em adaptar livros de Green para o cinema também foram selecionados, tais como os roteiristas Scott Neustadter e Michael H. Weber, assim como os produtores Wyck Godfrey e Marty Bowen
E mesmo que tenha previsão para a estreia nos EUA, aqui no Brasil ainda não há uma data prevista, mas espero que isso se resolva logo, porque estou contando cada minuto para esse filme. Tenho grandes expectativas, grandes esperanças de que seja tão fiel ao livro quanto ACEDE foi. Creio que não tenha como ficar mais apaixonada pelo Nat, mas não duvido nada de que isso aconteça. Mais novidades, postarei aqui. xoxo,

Alguns podem está ansiosos para a estreia de 50 tons de cinza no cinema, assim como outros não. Mas uma coisa que não podemos negar é que a trilha sonora está impecável, para todos os gostos. Sendo assim, resolvi trazer a playlist completa que foi divulgada nessa quinta-feira (05). O lançamento do álbum está previsto para 09/02.
Se quiser conferir, clique em Leia Mais.



Não é só uma dose, 
         Não será provavelmente a última vez. Sabe, você se embriagando nas festas, com seus "amigos", não significa que você é melhor ou especial, não significa que as pessoas vão gostar mais de você, nem mesmo que você vai ganhar alguma coisa gratificante. Significa, apenas, que você está sendo idiota, antecipando uma etapa da sua vida que em pouco tempo chegaria. Mas não. Você prefere ser ansioso demais, passar por cima de tantas outras experiências e momentos que poderia viver, porque não consegue esperar alguns poucos anos para ser um adulto de verdade. E aí, você não vê que pulando todos esses anos a partir do momento em que põe uma gota de álcool na boca, você está deixando de viver. Pode ser divertido na hora, pode te dar uma sensação maravilhosa de adrenalina misturada com finalmente sentir-se livre. Mas e depois? E o que você vai sentir depois? Não me refiro á ressaca do dia seguinte. Me refiro ao resto da vida.
         Você faz da vida o que bem quiser. É sua. Mas entenda que você só tem essa e que se fizer besteira, vai ter que assumi-la pro restante dos seus dias aqui na Terra. Entenda que um copo de cerveja não vai te fazer pegar mais meninas - pra mim, vai te fazer parecer mais babaca. Uma vida a base de álcool vai te tornar doentio, Vai te afastar de quem realmente gosta e se preocupa com você, e vai te fazer se arrepender de cada gole que deu naquele uísque. E esse arrependimento pode te assombrar pro resto da tua vida. Você pode e deve exagerar, desde que saiba no que deve colocar essa intensidade. Seja exagerado no número de sorrisos, no número de amigos, no número de beijos. Exagere no quão é o seu desejo de ser feliz. Seja intenso ao amar, se perca nos seus próprios sonhos e corra atrás daquilo que te faça bem e te faça ser alguém melhor.
         As pessoas têm uma fome pelo que é "proibido", têm um desejo por saber da possibilidade de quebrar a cara, de saber que se pegar no volante pode morrer. "Assim as pessoas se preocupam", eles devem pensar. Enganado! É pura babaquice se embriagar e no outro dia não se lembrar do que houve, olhando para a sua mãe com cara de tacho. Não te faz mais idiota ou "da turma" não fazer isso, eles são os errados, e você vai querer ser? Não é por conveniência que em uma festa todos estão enchendo a cara e você não quer passar de careta, que deva encher também. Muitas vezes, as pessoas bebem para se soltar mais, para esquecer dos problemas. Só que elas não percebem esse ato de soltar, essa tranquilidade quem vem com a bebida, vai embora assim que o efeito passa, ao mesmo passo em que os problemas voltam - bom, na verdade, eles nunca nem se foram, você apenas os esquece por algumas horas. Não seja babaca ao pensar que isso tudo é diversão e que você não sofrerá, não seja idiota de dizer que a vida tem que ser "vivida", quando isso não quer dizer que você estará mais vivo. Seja sincero consigo mesmo e não deixe que a bebida te engane: ela não é sua amiga e não vai te levar à lugar algum, exceto que você tenha escolhido esse jeito para morrer.

Nota:  Uma carta diretamente escrita para aqueles que acham que numa noite dessas de festa, com o intuito de se divertir, devem beber como se não houvesse o amanhã, para que assim, seja alguém melhor ou mais feliz. Esperamos que tenha sido uma grande ajuda, ou que tenha servido apenas para abrir os olhos. Até a próxima!