Talvez seja por acaso. Talvez o acaso nos proteja enquanto andarmos distraídos (Titãs, amo vocês).Talvez não. Talvez a banal e ridícula ideia de que tudo isso seja por acaso, não exista. Talvez um dia todos acordem, e descubram que o tempo que foi gasto com bobagens, se foi. Talvez o escarcéu em que nós vivemos, um dia tenha motivos para nos deixar tão preocupados. Um tempo nostálgico, talvez nos façam lembrar de tudo. Talvez todos percebam que isso não é um sonho, que não estamos dormindo. Talvez percebam que isto é real, que realmente somos deprimentes, negligentes, estúpidos e limitados.
            Não temos conhecimento de nada. Respostas precisam ser estudadas por anos para serem consideradas respostas. Para finalmente acabar com o mistério das perguntas. Mesmo assim, o que temos é pouco. Todo esse conhecimento não é nada em relação ao que está por vir, esse "mundinho", tem muito para ser descoberto. Essa "vidinha" tem muito a ensinar, muito a dar conselhos, ensinamentos. Mesmo assim, somos ignorantes o bastante para dizer que "sabemos de tudo". O ser humano sabe muito, mas não tudo. E nunca saberá. O talvez, as vezes se torna a melhor resposta de todas, principalmente para as perguntas sem respostas.
            Perdoem-me se estou sendo incoerente, difícil de decifrar, mas nesse texto, essa é minha intenção. A satisfação com o resultado disso tudo não existe, pelo menos não em mim, a perfeição jamais alcançada me frustra, mas infelizmente as coisas não resultam como nós queremos. Isso é lamentável. Acredito que a única pessoa que compreende minhas poucas linhas sou eu mesma, minhas incoerências, quebra cabeças, enfim, entendam como quiserem. Criem suas próprias mensagens, não se limitem ao que eu penso, faço, ou deixo de fazer. Um dia, talvez, eu encontre uma resposta para o que estou escrevendo. Meus textos sem sentido, talvez um dia tenham uma explicação, palavras e mais palavras. As palavras certas, não são minhas preferidas.
Nota da autora: texto daquele jeito. Confuso, sincero, e imperfeito. Não tenho "muitas" opiniões sobre ele. Cada um lê, interpreta e cria sua própria mensagem.

                                                                           

           


             Um homem robusto vestindo um sobretudo preto que ia desde o seu pescoço até abaixo de seus joelhos, se preparava para tocar piano. Começou com notas graves, que ecoavam em todo aquele espaço. Prosseguiu com notas mais agudas, que ressoavam um som limpo e vibrante. Olhos cintilantes admiravam a destreza em seus dedos que pareciam deslizar sobre o instrumento, que não deixava-se dominar por qualquer um.
             Um universo paralelo o rodeava, ali em meio a tantas pessoas, ele estava só, incrivelmente concentrado em sua música, mas ao mesmo tempo, brincava com as notas como se criassem vida. Talvez estivesse sonhando, estava tranquilo, pensando em algo que só ele apreciava. Seus olhos fechavam em alguns instantes, o que fazia parecer que ele não tomava conhecimento do que estava tocando, Mozart. Mas ele sabia exatamente a melodia, as notas, o ritmo. A platéia parecia maravilhada. Nenhum olhar sequer, desprezava aquele músico tão talentoso. A música o deixava em paz, o som deixava-o sonhador, em um mundo que só ele conhecia.
             A música seria uma estrada longa a ser percorrida, onde o maior obstáculo seria a frieza. Onde a maior vantagem seria o sentimento. Onde a maior recompensa seriam aplausos. Ele não demonstrava ansiedade, nem ao menos nervosismo, isso não era necessário. No momento em que a melodia terminou, não falou nada, não fez nada além de agradecer aos aplausos e partir. Não contentei-me, precisava aplaudir de pé, como quase todos ali presentes. Não lembro seu nome, nem sua aparência, muito menos o vi novamente. Mas nunca esqueci como tocava divinamente bem.

nota: bom, eu particularmente não gostei, se não fosse nossa amada Isabelle, eu nunca teria postado. Fiz esse texto há alguns séculos atrás e nunca tive coragem de mostrar a ninguém, e bom, prometi a mim mesma que pararia com essas bobagens de só postar o que eu gosto. obrigada, <3
               

#Tag: Doenças Literárias.

Queridos e queridas: Olá! Viemos por meio deste post mostrar para vocês nossas Doenças Literárias. Como isso, produção? Bem assim: escolhemos livros que tenham semelhança com os sintomas de determinadas doenças. Ainda não entendi! Então vamos lá. As doenças escolhidas são: Diabetes - no caso, o livro mais doce que você já leu; Catapora - um livro que você leu uma vez pra nunca mais; Ciclo Menstrual - aquele livro que você sempre está lendo, um trechinho ou ele inteiro; Gripe - o livro que você leu e que logo todo mundo estava lendo; Asma - um livro de tirar o fôlego; Insônia - aquele que não te deixou dormir de tanta curiosidade; Amnésia - um livro que você leu e que não lembra de nada, nadinha; E Doença de Viajem - aquele que você leva para todos os lugares. 
Quem nos indicou a tag foi a Cassia Lima, dona deste blog, e ficamos muito animadas para fazer. Vamos lá?
Nota de entrelinha: Peço paciência á vocês, pois somos três, e no total vocês verão vinte e quatro livros, aproximadamente. Paciência, gafanhotos! Vai dar certo. 
 1ª Doença: Diabetes.
Um livro muito doce.





Letícia diz: Podem me bater, me condenar e tudo mais. Mas, sinceramente, eu não sou hater de Crepúsculo, e também não entendo o motivo de tanto ódio pelo livro. Creio que talvez isso exista pelo 'flop' que foram os filmes. E eu escolho Crepúsculo como minha Diabetes, não no sentido de romance (apesar de até ter), mas no sentido de meigo e calmo. Respeito é bom, todo mundo gosta, e acho extremamente necessário que se conheça a história antes de julgar. 
- Crepúsculo, Stephenie Meyer.


Amanda diz: Um livro doce, mas não ao extremo. Para pessoas "pé no chão", eu não recomendaria. Amo muito esses livros (o meu é edição única - os quatro juntos). E, particularmente, acho que a Fani deveria ficar com o Christian, mais conhecido como Zac Efron da vida.
- Fazendo Meu Filme, Paula Pimenta. 


                                 




Isabelle diz: Comecei a lê-lo há um tempo, mas como estava em época de prova não terminei. Contudo, nas apenas 72 páginas lidas, entrei em uma linha diabética da narradora, pelo assunto ser o sentimento da personagem após um termino, torna-se doce e, admito até, dramático.

- Fora de Mim, Martha Medeiros. 








2ª Doença: Catapora.
Um livro que você leu e não lerá de novo.



Letícia diz: Foto roubada da Isabelle. Li Vida de Droga para um trabalho de escola, gostaria de informar. Li com muito desgosto e não voltarei a ler jamais. Por quê? 1. O autor é Walcyr Carrasco - sendo assim, o livro é quase uma novela tratando de vida real de uma forma muito objetiva e direta; 2. Eu odeio livros assim. Ponto final. Peço sinceros perdões se você já leu e gostou, ou quer ler, pois se interessa pela história, etc. e tal, etc. e tal... Mas eu realmente não gostei. 
- Vida de Droga, Walcyr Carrasco.





Amanda diz: Desculpem falar, mas esse é um dos livros mais chatos que já li. Respeito as pessoas que leram e gostaram, mas eu não leria de novo nem pagando!
- Platão, O Banquete.











Isabelle diz: Tenho um defeito grave, quando começo um livro e não gosto, eu desisto. Não consigo levar a leitura adiante, por isso não tenho nenhum livro que se encaixe aqui. (Se tivesse doença de abandono, a lista seria interminável.)



3ª Doença: Ciclo Menstrual.
Um livro que você relê constantemente. 


Letícia diz: Eu sou muito suspeita para falar sobre essa trilogia. Jogos Vorazes, desde o primeiro ao último livro, é a trilogia que me chama atenção de uma forma... E estou sempre pegando os três para ler uns trechinhos de Peeniss (é, sou shipper) e tudo mais. P.S.: Aqui também se encaixaria perfeitamente Dom Casmurro. Estou sempre lendo e tentando saber a verdade sobre Capitolina. Talvez um dia eu consiga. Talvez não. 
- Trilogia Jogos Vorazes, Suzanne Collins. 







Amanda diz: Bom, Agatha Christie é diva, e nesse livro não foi diferente. Ao invés de apenas um caso para solucionar como de costume, Miss Marple reúne-se com pessoas altamente importantes e resolve vários problemas. Amo de paixão esse livro.

- Os 13 Problemas, Agatha Christie. 









Isabelle diz: Clichê, eu sei. Eu li um pouco antes dessa febre então direito de falar (Letícia está rindo isso, ok? Ok.) A Culpa é das Estrelas é muito presente na minha vida, pois além dos trechos incríveis, toda vez que leio alguma parte, minha opinião muda, ou desenvolve, tentando descobrir coisas escondidas nas entrelinhas. 

- A Culpa é das Estrelas, John







4ª Doença: Gripe.
Um livro que se espalhou como vírus.


Letícia diz: Digam oi pro meu gatinho. Pois bem, sem sobra de dúvidas, A Culpa é das Estrelas tem que ficar nessa doença. Quando comprei o livro, foi bem no início da "febre" e o livro ainda não estava tão na boca do povo. Mas foi só eu terminar de lê-lo, que qualquer um estava á procura do tal. Podem me bater, também, mas tenho uma relação de amor e ódio muito forte por esse livro. Ora amo suas citações, ora odeio seu enredo. É mais ou menos assim todo o tempo.
- A Culpa é das Estrelas, John Green.





Amanda diz: Qual amante de John Green nunca leu A Culpa é das Estrelas? O livro está em alta, todos querem ler, e a maioria se apaixonam pela forma como o livro leva o romance. Gostei do livro, super recomendo. 

- A Culpa é das Estrelas, John Green. 



Isabelle diz: (Imagem pega do Tumblr, e estamos com muita vergonha em relação a isso.) Percebi que não teria infância, ou não seria uma boa leitora, se não lesse. Li e me apaixonei! Esse clássico se encaixa perfeitamente aqui, pois após 70 anos de seu lançamento, ainda continuar fazendo muito sucesso e, oras! Quem nunca leu ou ouviu falar de Le Petit Prince, como Letícia prefere chamar?



- O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry.




 5ª Doença: Asma.
Um livro que te tirou o fôlego. 


Letícia diz: Digam oi para esse metido, novamente. Eu não acharia muito necessário que dissesse o motivo de As Relíquias da Morte estar nessa doença... Mas, se insistem: Fiquei ansiosíssima do início ao fim. Por ser o último, por ser decisivo. Sou potterhead, e não podia faltar HP por aqui! (Inclusive, o meu gato que aparece aqui e na foto anterior se chama Jorge Weasley. Tenho mais 3 gatos com nomes inspirados na saga: Fred Weasley, Sirius Black e Luna Lovegood.)
- Harry Potter e as Relíquias da Morte, J. K. Rowling.




Amanda diz: Um livro muito apaixonante, com um final surpreendente de deixar qualquer um faltando o fôlego. Recomendo muito!
- O Menino do Pijama Listrado, John Boyne.












Isabelle diz: Créditos da foto pro amigo da Letícia, Carlos Iury, obrigadinha <3 Só de lembrar já fico ansiosa. A trama de Suzanne Collins é surpreendente, cheia de ação, e sempre com uma vontade mistériosa que instiga o leitor a devorar as paginas.
- Em Chamas, Suzanne Collins.









6ª Doença: Insônia.
Um livro que te tirou o sono.


Letícia diz: Cidades de Papel estava decidido para essa doença desde que eu soube que faria o post. Comecei a ler quando o comprei, numa tarde, e só parei na manhã seguinte. Sim, virei a noite tentando descobrir os mistérios de Margo Roth Spiegelman. É, sem receio algum, o meu favorito do John Green.
- Cidades de Papel, John Green.








Amanda diz: Todos os livros, sem exceção de nenhum, até os mais chatos, me fizeram passar noites e noites pensando em seu final, no que poderia acontecer etc. Não tenho um livro específico para essa doença, sinto muito.

Isabelle diz: Sou fallenatica. Já li a saga toda há um bom tempo atrás e aguardo agora o filme (porém, na verdade, não estou nem tão feliz por ele ser lançado). Voltando... Fallen é um livro que eu poderia pôr em diversas categorias aqui, mas ele realmente não me deixou dormir. Ficava de madrugada com a luizinha do celular lendo, atrás de descobrir o mistério da historia de amor de Daniel Grigori e Lucinda Prince.

- Fallen, Lauren Kate.







7ª Doença: Amnésia.
Um livro que você não se lembra muito bem. 


Letícia diz: Meu Deus! Tenho uma relação muito enrolada com A Cabana. Primeiro, ganhei um exemplar com dez anos num Amigo Secreto. Ganhei outro, dois anos depois, do meu tio, de Natal. Foi o primeiro livro maior de sete páginas que li. E, pelo o que eu lembro, acho que eu poderia colocá-lo também na doença Catapora. Lembro bem que li por livre e espontânea pressão, e por isso eu não gostei nada, nada! Preciso reler para reavaliar meus conceitos.
- A Cabana, William P. Young. 







Amanda diz: Um dos primeiros livros sérios que li, por isso o efeito "amnésia". Lembro algumas partes, lembro que lembrei muito do livro, também, e ainda gosto. Um livro surpreendente, muito interessante e viciante. Pretendo ler de novo.
- O Homem que Calculava, Malba Tahan.




Isabelle diz: Um paradidático que li há muito tempo. Só me lembrei porque ainda tenho ele, não me recordo da história de forma alguma, vou tentar lê-lo novamente, quem sabe minha cabeça se abre.
- Quem é quem nesse vaivém?, Nelson de Oliveira.








8ª Doença: Doença de Viajem.
Um livro que leva para outro lugar, época ou mundo.


Letícia diz: Tenho que admitir, do fundo do meu coração, que As Vantagens de Ser Invisível foi meu xodó, daqueles de carregar para todos os lados, durante um mês - ou um pouco mais que isso. Por ser fino e de fácil manuseio, até para o mercadinho da esquina, eu o levava. Confesso, também, que foi maravilhoso passar esse tempo na companhia de Charlie. 
- As Vantagens de ser Invisível, Stephen Chbosky.






Amanda diz: Quando soube da "doença de viajem", não pensei em outro livro que se encaixasse melhor. A série viaja por lugares que você jamais imaginaria que iria viajar. Sou apaixonada pelos livros da série, mas até agora só li o primeiro (Um Motim no Tempo) e o segundo (Dividir e Conquistar). Eu particularmente esperava mais do segundo, mas a vida é assim...
- Infinity Ring, James Dashner.













Isabelle diz: Mais um filho de John Green aqui. Sou apaixonada pela escrita de Cidades de Papel. A aventura que a história exala, junto com Quentin, nos proporciona viajens e conhecemos cidades de papel por volta de Orlando, conhecemos histórias que cada pedacinho da cidade conta.
- Cidades de Papel, John Green.

















Fim! Ufa. Então, queridos, agradecendo agora a Cassia Lima por ter nos indicado para fazer a tag. Gostamos muito, muito, muito de fazer, e até algumas amigas ficaram curiosas quanto a ideia. Obrigada! Esperamos que tenham gostado das nossas Doenças Literárias. Demorou mas saiu! Palmas, por favor. Esperamos voltar com mais tags, e comente se você se identifica com alguma doença ou livro daqui. É só isso mesmo, e obrigada por ter tido paciência de ler tudo. Xoxo, kiss, e até logo.



Fortaleza, em um dia não identificado, em um momento inesperado.
     Bom, não sei bem como devo começar, então vou começar da maneira mais fácil, sem complexidades ou incoerências, afinal, já estou cheia dessas coisas.
     Querido diário, minha vida está sendo uma loucura, muitos problemas. Problemas pequenos, grandes, que enchem minha cabeça cada vez mais como uma bomba prestes a explodir. É, essa é minha vida, que há tempos eu venho tentando mudar. Há tempos venho tentando resolver, ou ao menos “organizar” esses problemas. Bom, pelo menos tenho com quem contar, amigos e família. O único impecílio é que eu não sou do tipo que quer conversar sobre seus problemas, prefiro permanecer em silêncio e contando com com a sorte que quase sempre está a meu favor.
     Então, há muito tempo venho tentando me tornar uma pessoa mais sociável, menos tímida, mas tá difícil. Tenho alguns medos idiotas, um deles é medo da reação das pessoas ao me verem como uma pessoa que mudou rápido, tenho medo de mudar minha personalidade, de deixar de ser quem eu era, afinal, arrependimento é um dos piores sentimentos que eu já senti. Algumas pessoas que lerem o que eu acabei de escrever irão se perguntar: "isso é problema?" ou "conheço gente com problemas maiores", e respondendo sua pergunta, não! isso não é problema, são apenas algumas características minhas que eu gostaria de compartilhar com alguém, mesmo esse alguém sendo apenas leitores. Meus problemas de verdade, não vou citar nenhum deles, afinal, não sou do tipo que compartilha suas dores, apenas alegrias.
      Mas enfim, não vou me preocupar com problemas pequenos. A vida vai se encarregar de resolvê-los para mim, da forma mais fácil, tão fácil que eu não perceberei o quanto passou rápido. Sou jovem, tenho todo tempo do mundo para pensar na vida, nas suas complexidades, e principalmente no meu futuro, sou um pouco perfeccionista  eu confesso, mas vejo isso como uma vantagem um pouco particular, e não pretendo mudar essa característica em mim. Prometo a mim mesma que tomarei cuidado, para no futuro não se arrepender e cantar “epitáfio” para o resto da vida. Aproveitarei o máximo os momentos mais importantes, farei amizades novas, mas conservarei as velhas, afinal, sou uma integrante oficial do clube do bolinho.
                                                                                                                        pura sorte, Marya M.
nota: um diário simples, mas que compartilha com a gente, os problemas de uma pessoa que conseguiu superar a timidez, não totalmente (risos), mas boa parte dela. Me identifiquei muito com algumas partes do texto, enfim, mais um diário. continuem a enviar seus textos pra gente, okay? okay. bye bye




                      

         Eu tentei... Eu juro que eu tentei! Mas quando me deparei com uma parede de rejeição, simplesmente desisti de tudo. Ou melhor, desisti apenas do que machucava meus sentimentos. Não sei se fui fraca ao desistir tão facilmente, mas olhar para trás e perceber que eu poderia ter tentado mais uma vez... É frustrante.
         Algumas vezes me pergunto se deveria ser mais fria, ou até mesmo arrogante, mas então lembro que tenho medo de mudar tão bruscamente, esse é um dos meus defeitos. Talvez eu precisasse ser mais forte, mas então lembro que quando chego ao ponto de desistir, eu cheguei ao meu limite.
         A parede de rejeição foi mais forte que eu. Ela chegou em um momento de fraqueza, eu fiquei vulnerável ao medo, medo de se importar com a rejeição e as pessoas me julgarem ridícula, então apenas aceitei passivamente, calada. Meu silêncio me tornou mais fraca, e eu continuei a me importar com o que as pessoas iriam pensar... Mas porque fui tão ridícula? A sociedade não se importa comigo, porque me importaria suas opiniões toscas e hipócritas? Sou idiota, eu sei disso.
         Não deveria ter me importado com opiniões que nem sequer se importam com meus sentimentos confusos, mas o que posso fazer? Se importar com o que a sociedade pensa é um dos meus defeitos.

                                              

Tempo de renovação. Conhecer gente nova, amadurecer mais e mais. Ano novo é sempre um momento importante. Hora de tomar decisões, escolher o que quer pro futuro. Neste 2014, desejamos a todos vocês um ano de muitas realizações. Um ano de conquistas, muita felicidade, amor e paz. ✌
Se 2013 não foi um bom ano para você, nunca desanime. Se 2014 está vindo aí, é por que você tem mais 365 chances para tentar, ser quem você é, e acima de tudo, construir uma história de vida.
Ria. Sonhe. Ame. Viva! A vida não será assim para sempre. Você vai mudar daqui para frente. Aproveite o agora, saia da rotina. Nossa equipe te deseja um próspero ano novo, um ano com festas, brincadeira, diversão, dedicação, desempenho... Tudo de bom para você e sua família! Que seus sonhos se realizem no ano que vai nascer...
E, pra finalizar, também desejamos que junto á você, o blog também cresça. Que coisas boas aconteçam, e tudo de bom. 
FELIZ ANO NOVO!

                          

           Hoje está tudo tão claro, tão certo, você está comigo. Há tanto tempo eu não era tão feliz, e hoje parece que tudo faz sentido, porque você voltou para mim. Meu sorriso se faz tão presente! Antes faltava algo, talvez um pedaço de mim ou do meu coração. Hoje motivos para sorrir são tão simples.
           É tão fácil, a gente percebe que a felicidade é algo muito simples, alcançada através de pequenas coisas, Talvez até ridículo de tão simples. Algum tempo atrás pareciam platônicos, nada fazia sentido. Mas agora faz!
           E lembro você voltando, todo descabelado pedindo desculpas, com um café e um muffin da Starbuks. Lembro como se fosse a coisa mais marcante e ao mesmo tempo mais banal do mundo, tão simples e tão verdadeiro.  Simples como a chuva ou o pôr do sol.
           Sol, calor, chuva, frio, tudo combina com você, você e eu. O seu sorriso, aquele único com aquelas covinhas que invadem suas bochechas, as suas loucuras, o formato do seu rosto. É tão puro, tão “você”... Mas não é só isso, a sua beleza não é nada comparada a pessoa que você é. Quase chega a ser perfeito... Um menininho perdido na pele de um homem. Nada de “o mais popular”, ou algo parecido. Seu jeito tímido, cativa muito mais. Até o seu andar, tímido e engraçado. Tão fofo, nem vou falar do seu coração... Talvez seja a coisa mais linda que você tem – ops... Falei - Na verdade até a sua teimosia é linda, a sua cara de bravo.
           Tenho que admitir que você quase chega a perfeição... Quase, porque um dia derramei lágrimas, lágrimas essas que quebraram meu coração... Defeitos e mais defeitos, mas acho que se você não os tivesse, não seria você, até porque hoje não existem mais lágrimas, apenas um sorriso sincero, afinal, esses defeitos o tornaram único para mim.
-Confuso, clichê, sonhador, mas sincero.

                    
 


Olá pessoas! como vão?
Já estava com saudades de postar no blog, motivos? internet! pois bem, estava sem internet desde semana passada.
Quero começar falando que nesse tempo que eu fiquei sem internet acabei me envolvendo em um relacionamento sério, 240 páginas e 5 volumes: Infinity Ring.
Eu estou apaixonada por essa série!  foi lançado esse ano os dois primeiros livros "um motim no tempo" e "dividir e conquistar". Por enquanto li apenas o primeiro livro, escrito por James Dashner, mas mal posso esperar para ler o segundo, o terceiro, o quarto, o quinto... sonhar é bom né gente?


O livro "um motim no tempo" trata-se de dois melhores amigos: Dak e Sera, dois nerds amantes de experiências científicas, o que acaba levando os dois a descobrirem o anel do infinito, um dispositivo que pode fazê-los viajar no tempo. Porém todos sabem que é muito perigoso mexer com o destino e principalmente com o tempo, pois existe uma organização secreta muito poderosa chamada SQ, na qual pode ser um grande perigo para o futuro do planeta, evitando controlar terremotos, furacões e outros desastres naturais. Dak e Sera precisam salvar o mundo dos planos dessa organização, pois os jovens são a única saída.
Confesso que não esperava muito desse livro, mas quando comecei a ler não parei mais!
"Leia o livro. Siga as pistas. Vença o jogo."

                                  



Eawee pessoas!
Como é bom ficar de férias! sair daquela rotina puxada dos estudos, curso e todos esses compromissos do dia-a-dia. Mas não é fácil se acostumar com o "nada pra fazer". Então o que fazer quando aparece aquele tédio insuportável? aí vão algumas dicas...
- Reúna os amigos e assista um filme legal no cinema. sei que é simples, mas é ótimo estar com os amigos.
- Já chega de ler o mesmo livro várias vezes não é? vá em uma livraria ou biblioteca próxima a sua casa e encontre vários livros interessantes.
- Festa! junte os amigos e planeje uma festinha, pode ser à fantasia, anos 80, neon, máscaras, pijama, você que escolhe!
- É ótimo viajar com a família! fale com seus pais e peça para que vocês façam uma viajem, não precisa ser muito longe, o bom é estar com a família!
- Já que você está de férias, tem bastante tempo livre não é? então que tal usar esse tempo para organizar suas revistas, CDs, fotos, roupas, sapatos, livros, filmes e outros objetos do tipo?
- Pipoca, brigadeiro, sorvete, suquinho... junte tudo isso e assista a seu filme preferido, mas nada de engordar logo nas férias ok? ok.
- Olhar nosso blog (risos), não é uma péssima idéia! aqui você encontra várias novidades literárias e muito mais!