Contém spoilers! 

Havia escrito o post há dias, mas tinha esquecido completamente de postá-lo. Desculpem-nos pela escassez de posts durante a semana, mas estamos voltando.
Acordei hoje na ressaca (não alcóolica!) do Carnaval e resolvi assistir algo na Netflix, quando lembrei-me desta série que toda semana me surpreende um pouco mais - às vezes com coisas boas, às vezes com coisas ruins. Não sei se vocês se lembram, mas o episódio passado fora muito elogiado por mim. As coisas aconteceram de verdade e não me fizera pensar "ah, isso não vai acabar nunca?". Pelo contrário, eu fiquei com ainda mais vontade de assistir. E o episódio termina com uma deixa maravilhosa para o quinto, disponível na Netflix a partir de hoje.
Então, quando lembrei de que hoje havia saído outro episódio, reli o post para relembrar de tudo e fui com muita expectativa para este - o que talvez não tenha sido muito bom. 
O episódio começa com Clary mostrando para Jace o colar que ganhou da mãe e que, com ele, consegue ver onde Jocelyn está e Valentine até conseguiu se comunicar com ela. Alec aparece cumprindo seu papel de chato e pega o colar, guardando-o em um local seguro. Depois disso, Izzy encontra Clary num lugarzinho lá do Instituto e elas começam a conversas sobre Alec, sobre o fato dele ser muuuuito chato e essas coisas, quando o assunto se volta para Jocelyn. Clary começa a falar da mãe e sobre tudo o que faria para encontrá-la e Izzy pede para que ela conte tudo sobre a mãe, como uma forma de se distrair um pouco. Elas caminham até a entrada do instituto e é quando a mãe de Izzy e Alec aparece (como eu havia dito no post passado). Mas é aí que você sente que o negócio ficou sério. A mãe deles vem de Idris (que é a sede da Clave e onde ficam os melhores Shadowhunters), e já chega colocando moral em todo mundo. Ela manda Jace ir com Izzy visitar o Seelie de quem Izzy consegue as informações (e tem um casinho também) e diz para Alec ficar de olho na "garota Fairchild".


Na delegacia, Luke conversa com o "amigo", Alaric, e pede-o para encontrar Clary. Eles conversam sobre os "experimentos" de Valentine depois que surgiram mundanos com a Visão para o Shadow World. 
No instituto, Jace e Alec conversam sobre a visita ao Seelie e Jace pede ao Alec para proteger Clary. Jace questiona o desconforto de Alec e ele tenta falar sobre a cena na casa de Magnus, quando o rosto de Jace apareceu como aquele que Alec mais ama. Jace acaba "consertando" as coisas quando diz que compreende (hahah) que Alec o ame, e que ele o ama também. Ele diz que eles foram criados juntos e são parabatai, então é comum que sintam amor um pelo outro - só que nós sabemos bem o tipo de amor que Alec sente por Jace, né? 
E a partir deste episódio, eu vou começar a titular uma cena de todos os episódios como a Cena Decepção e a escolhida da vez foi a seguinte: Simon está na Construção DuMort, que é onde ficam os vampiros e para onde ele foi levado quando foi sequestrado. O episódio quatro acabou com ele chegando ao local e todos nós esperávamos uma cena muito louca dele entrando lá ou descobrindo que está se transformando em vampiro, sei lá. Mas aí o vampiro que ajudou ele e os shadowhunters a fugir antes (Raphael) apareceu e o mandou ir embora.  Fiquei decepcionadíssima, mas compreendi o porquê de não ter acontecido nada: eles não precisavam de mais uma situação para salvar Simon, mas precisavam de algo que nos desse vontade de assistir ao próximo episódio. Sem falar que o conflito deste não tem ligação com essa cena, então meio que se encaixou direitinho no restante da estória deste episódio.
Voltando ao Instituto, Clary e Alec estão treinando uns golpes e claramente ela está tentando conversar com Alec, se aproximar, criar uma ligação com ele, mas ele continua arredio. Ela pede a ele para ir ao apartamento procurar um baú que Jocelyn guardava muito bem, suspeitando de que ali estaria o Cálice Mortal e que neste baú tem escrito "JC", como se fosse o nome do pai de Clary, Jonathan Clarke. Alec nega, diz que é perigoso e que eles não devem ir sem permissão. Ele recebe uma ligação de Magnus (que está se tornando um dos meus favoritos) e o feiticeiro o convida para tomar uma bebida. E neste momento em que Alec dá as costas para Clary, ela acaba fugindo e só depois Alec percebe a ausência dela, o que já nos faz pensar "é agora que Jace mata Alec".


Surge, então, a primeira cena em um restaurante chinês em uma região próxima a um pier, e Alaric adentra ao restaurante na versão lobo. O líder alfa começa a discursar para os outros lobos ali presentes e ordena-os a encontrar Clary, pois ela é a única maneira de encontrar o Cálice.
A cena corta para Clary em frente ao lugar, como se fosse uma escola, onde ela foi aceita no Piloto, e era lá que ela iria ter aulas de desenho e tal. Mas aí como aconteceu tudo aquilo com a Jocelyn, o estopim para a confusão da estória, ela acabou não dando início às suas aulas. Então ela está na frente do prédio, refletindo sobre, usando uma runa de invisibilidade, quando seu telefone toca e Alec a encontra. No telefone, Simon fala sobre suas sensações pré-transformação e eles resolvem se encontrar no antigo apartamento dela.
Através de um atalho, eles chegam à casa dela e Simon até demonstra algumas habilidades diferentes e incomuns para um mundano qualquer. E, resumindo esta cena, Alec vai até lá fora ver se está tudo bem e quando volta, Clary e Simon são sequestrados pelos lobinhos do mal e levados para aquele restaurante chinês onde eles fizeram a reuniãozinha antes.


Jace e Izzy visitam o seelie e eles descobrem que os vigias estão mortos por Valentine. E de lá, Alec avisa-os de que Clary, além de ter fugido do instituto, foi levada por eles. Eles tentam rastrear Clary e Simon, mas sem sucesso. E é quando Jace quase voa no pescoço do Alec - ceninha que eu queria muito ver acontecer.
Os lobinhos pedem o Cálice e Clary diz que não sabe onde está. Então, levam Simon e ameaçam matá-lo se não tiverem o Cálice em mãos. É aí que ela decide mentir dizendo que sabe onde está, que, no caso, é no apartamento. Quando vi essa parte achei bem tolice da parte dela, mas logo em seguida pensei no quanto isso seria só um ganho de tempo. Além do que Simon tá com uma força sobre-humana, e acaba conseguindo se livrar de suas correntes que o prendiam e arranja um celular no armário da cela que o colocaram. Ele liga para o celular da Clary, que está com Izzy, Alec e Jace. Ele diz onde eles estão e o trio vai atrás deles. Jace manda-o distrair os lobisomens, e o que a mente brilhante de Simon faz? Incendeia o local. Nesse final, tudo acontece o mais rápido possível.
O Alfa leva Clary para o lado de fora e a coloca em uma daquelas caixas enormes de carga para navios. Ela é encontrada por Luke, que obviamente quer ajudá-la, mas ela ainda não confia nele o suficiente para confiar e quando Jace aparece deixando Luke inconsciente, eles fogem de lá. Izzy salva Simon, e ele fica todo bobo quando a vê ().
Eles acabam sendo cercados por toda a matilha, e quando estão prestes a serem atacados, Luke surge na forma de lobisomem e mata o líder deles, tornando-se o Líder Alfa da matilha. Mas devido à briga, ele fica muito ferido e Jace, Clary e Simon resolvem levá-lo ao Magnus, pois somente ele com suas habilidades poderá cuidar das feridas. Alec e Izzy vão ao Instituto para relatar tudo à mãe deles.
Quero o próximo episódio para ver Alec e Magnus juntinhos, Jace sendo superprotetor, Simon se trasformando... Quero tudo isso logo! Muita coisa aconteceu nesse quinto episódio, que chegou até a cansar. E finalmente eu criei vergonha na cara para ler os livros de vez e comentar as divergências e semelhanças entre eles. Até a próxima!


achei essa foto um amor tão gigantesco!





Contém spoilers!

Gente. Socorro, gente. Que episódio. Quem viu o primeiro post, viu que eu não fui lá muito fã de cara da série. Mas agora, que o tempo vai passando e eu vou me acostumando com as coisas ruins... Gente! Esse episódio mudou muita coisa na minha ideia do que está sendo esta primeira temporada.
Começa com a Clary tendo uns sonhos com aquelas memórias dela, e ela escutando o nome do Magnus Bane. Quando acorda, ela vê o Jace sentado ao lado dela, dizendo que está tudo bem, mas na verdade é o Simon. Até aí tudo ok. Os amigos começam a conversar sobre o sonho, e o Simon comenta que a vampira, Camille, que ficou com ele quando ele tava lá com os vampiros, culpou o Magnus quando ele disse que haviam apagado a memória de Clary. Daí a moça resolve ir contar tudo pro Jace, e sai correndo atrás dele, enquanto Simon percebe novamente o quão ele está sendo trouxa ali e umas sensações estranhas acontecem com ele. Ele decide ir embora.
Clary vai atrás de Jace (e quando encontra ele, o rapaz tá sem camisa e todas as meninas deram joinha pra essa cena) e eles tentam encontrar uma maneira de encontrar Magnus para recuperar a memória de Clary. É quando a Izzy aparece (linda e maravilhosa! Nunca vou cansar de dizer isso) avisando que o mundano, vulgo Simon, está indo embora, e Clary vai atrás dele para impedi-lo. Nessa cena rola uma quase treta entre o Simon e o Jace, e eu juro que queria vê-los saindo no murro, mas não aconteceu. Simon vai para casa e Clary fica no Instituto decidida a recuperar suas memórias.
Hodge, Clary, Jace, Isabelle e Alec estão juntos estudando maneiras de encontrar o Magnus, e acabam decidindo por uma festa, que isso atrairia o Magnus, além de um colar bem valioso que fica no Instituto e que o Magnus deseja ter. O Alec continua odiando a Clary e as decisões que ela faz os outros tomarem, principalmente Jace, e sempre citando a tal da Clave que eles nunca explicaram o que é, mas meu amigo disse que é como se fosse um "Conselho" dos Shadowhunters.
É a hora de encontrar o Magnus, e Clary sem nenhuma noção de como se vestir, é ajudada pela diva maravilhosa rainha de tudo Isabelle, que manda ela vestir um vestido preto muito justo que certeza que fez rolar paixão no coração do Jace quando viu ela.



Em casa, Simon começa a apresentar umas atitudes estranhas, como se esconder da luz solar. Aquela amiga dele do início, com a qual ele tem uma banda, aparece lá numa ceninha bem fofa, e ela acaba se cortando com o vidro de um porta retrato e ele se interessa pelo sangue - vai até lá, pega, põe na boca. Essas prévias de que ele está se tornando um vampiro.
Na tal festa, eles já chegam lá encontrando o Magnus e ele é quase atacado por um dos caras do Ciclo quando Alec aparece e mata ele, e é quando começa uns olhares do Magnus em cima dele. E a partir daí, sempre rolam umas coisinhas tipo chamar o Alec de "bonitão" ou quando ele diz que ele tem que aceitar o fato de ser gay, indiretamente. Já tava na hora, não aguento mais o Alec sofrendo pelo Jace, quando claramente não vai rolar nada. E esse Magnus... Sem comentários!


Acaba que o Magnus não quer ajudar a Clary logo de primeira, até porque os caras do Valentine o encontraram e ele precisa ir embora para se esconder, assim como esconder os outros feiticeiros. Ele sai de lá, deixando com Clary um broche, que depois ajuda-os a encontra-lo através de um rastreamento feito com o poder de Shadowhunter. 
Encontram Magnus e convencem-no a ajudá-los depois que eles tiram os homens do Ciclo do esconderijo dele. E é quando tem a melhor cena do episódio.
Eles precisam invocar um Demônio Maior, que é quem guarda a memória de Clary. Clary desenha no chão um pentagrama e eles fazem um círculo em volta deste. Magnus diz que o Demônio pode pedir algo em troca da memória de Clary, e o que ele pede é a memória mais preciosa da pessoa que você mais ama, e você deve ceder, pois se quebrar o círculo, vai acabar com tudo, inclusive a chance de ter a memória de Clary de volta. Primeiro é Izzy, e aparece o Alec rindo; depois, é Clary, que cede a memória da mãe. Mas é na vez de Alec que o negócio desanda: aparece Jace sorrindo e todo mundo fica confuso, mas Alec enlouquece e solta as mãos de Jace e Magnus, quebrando o círculo e fazendo com que o Demônio ficasse bem louco também. Magnus tenta controlá-lo mas não conseguirá por muito tempo, então Alec resolve ir para cima dele quando Jace toma o seu lugar. Izzy começa a puxá-lo, assim como Alec, e é a Clary quem mata o Demônio Maior com uma adaga/espada de lâmina serafim. Jace cai no chão, todo mundo se desespera, mas no final fica bem. 
Izzy fica decepcionada (ou chocada, sei lá) com Alec, mas nada é dito por ela ou por ele. Depois dessa confusão toda, Jace ainda vai até o quarto de Clary "dar uma força" e dizer com outras palavras aquele conhecido "vai dar tudo certo".


Mas o que nos dá vontade para assistir o próximo episódio é exatamente o final: a última cena é o Simon rejeitando a ligação de Clary, em frente àquele lugar em que ele ficou preso com os vampiros. Não vejo a hora de saber o que vem por aí.
Lembram-se de que eu dei 4 luas no episódio passado? Eu não consigo dar 5 para esse, por mais que ele tenha sido muito melhor, eu ainda fico lembrando daqueles efeitos anos 2000 e dá vontade de chorar, mas eu gostei muito, muito mesmo do quarto, então são 4 luas e muitos elogios para este! Até o próximo!


Spoilers extras do quinto episódio: Vi no tumblr uns gifs da mãe de Izzy e Alec aparecendo lá no Instituto e cheia de moral. Medo disso!

Contém spoilers!

E então chegou o terceiro episódio! E a cada novo eu me surpreendo mais com a capacidade dos efeitos de serem tão ruins. Mas, antes da crítica, seguinte: O episódio começa com Clary tentando convencer o grupo a ir atrás do Simon, que está com os vampiros estranhos. Eles decidem ir, mas sempre com Alec contra suas vontades - por mais que ele faça tudo por Jace. Eles decidem ir atrás de armas, e vão à um cemitério buscar algumas em uma tumba. Voltando ao lugarzinho dos vampiros - que eu gostei muito de um específico (Raphael) com todo aquele sarcasmo e que, mais tarde, fez algo bem legal -, Simon procura de várias maneiras sair dali. Eles buscam as armas e então começa o "plano" para ir buscar o bendito amigo. Enquanto Alec volta para o Instituto para buscar seu arco, Izzy vai em busca de descobrir como fazer uma visitinha aos vampiros de uma forma bem peculiar. 


Tem uma ceninha de moto que é horrível: Jace e Clary vão à um bar cheio de vampiros e roubam uma moto modificada com capacidades subumanas. Chegam ao local que os vampiros estão e começam umas ceninhas bem legais de luta até encontrarem com Simon e o carinha legal, Raphael, ajudá-los a sair de lá. E antes disso, aparecem algumas cenas entrecortadas com outras em que, aparentemente, transformaram Simon em vampiro, mas isto não fora dito. Nesse episodio, eu gostei bastante desse Simon, e estou cada vez mais apaixonada por essa Izzy! É a melhor! E fora um episódio em que você viu claramente a indignação de Alec por não conseguir dizer o que sente e fica nesse mimimi incubado. Tá chato, mas sei que faz parte do personagem. 
Já me acostumei com o fato de não ser tão fiel ao livro e pela Clary - eu realmente não gosto dela, mas estou aceitando melhor agora. Até certo ponto, eu estava amando o episódio. Foi só quando começou a lutinha que aqueles efeitos voltam e eu sinto vontade de chorar. Todavia, eu até gostei desse. As coisas estão finalmente acontecendo e eu não vou mentir que estou gostando, sim, tanto que estou ansiosa pelo 4º. 


Então, para este episódio, eu dou 4 luas, o que significa que eu realmente gostei e que para mim as coisas estão melhorando de acordo com que a série vai passando - ou pelo menos eu estou me conformando com isso mesmo. Quem sabe o episódio seguinte não surpreenda, né? Até a próxima!

Pode conter spoilers!

Nesta última quarta (20) chegou à Netflix o segundo episódio da primeira temporada de Shadowhunters, e depois de fazer o post sobre o primeiro, eu quis trazer meus comentários a repeito do segundo, que ainda não veio como uma das coisas mais maravilhosas da vida, mas digamos que eu estou começando a me acostumar com algumas ideias.
Primeiro que eu não aprendi a lidar com o quão diva e maravilhosa está sendo a Isabelle. Sério, estou amando a atriz, a presença dela é uma das partes que até me faz esquecer um pouco da atuação dos outros e dos efeitos horríveis que os dois primeiros episódios nos apresentaram, assim como Simon, que é quase como um alívio cômico. Eles dois juntos, então, não vou nem comentar.
Bom, o episódio começa com Clary partindo em busca de respostas a respeito de si mesma, e Jace leva-a para conversar com o Hodge. Enquanto isso, rola uma ceninha de briga entre Luke e uma mulher pertencente ao Ciclo - o que foi bem legal, porque não tem nada de efeito e até que ficou bem feita. Voltando ao Instituto dos Shadowhunters, Clary faz perguntas a Hodge (que é um gato!) sobre o Ciclo e descobre que Jocelyn fazia parte disso. É aí que mais perguntas brotam em seu cabeça e junto de Jace, finalmente descobrem que suas memórias foram apagadas. Procuram por Dot, a amiga dela que ela acaba descobrindo que é feiticeira, mas não a encontram. Então, o único jeito de ter essas memórias de volta é fazendo uma visita aos Irmãos do Silêncio, mais ou menos como no filme. Ela descobre algumas coisas, mas o que termina o episódio com uma "vontadezinha" de assistir o próximo fora a cena em que vampiros capturaram Simon e o levaram com eles, pedindo em troca o Cálice. E agora, só próxima semana.
Eu não consigo expressar o quanto eu acho a atriz que faz a Clary uma menina de Malhação. Sério. As expressões dela, até a postura, nada me agrada! Pode ser pelo fato de que adoro a Lily Collins, mas eu realmente não gosto dessa menina de agora. Também espero que seja algo que mude com o tempo.
Contudo, olhando para o episódio como um todo, eu o achei bem melhor que o primeiro. Não existem tantas cenas com efeitos quanto o Piloto e até que, como eu disse, estou me acostumando com os pontos negativos que encontrei na série. É importante lembrar que o início ruim não compromete a série inteira; temos Doctor Who, por exemplo (um exemplo muito bom, concordemos), que tem um início horrível, com efeitos horríveis, mas que hoje faz muito sucesso (mesmo que há muito tempo tenha sido lançado o primeiro episódio, e Shadowhunters seja recente). Para esta vez, dou 3 luas, pois vi uma certa melhora. Ainda temos 11 episódios para dar o veredicto final e ter a certeza de que foi bom ou ruim. Até a próxima!




E finalmente chegou a tão esperada estreia de Shadowhunters, a série baseada na história de Os Intrumentos Mortais, de Cassandra Clare. Nós fizemos há muito tempo o post falando que a saga viraria série e fiquei bastante feliz com a notícia - até assistir ao primeiro episódio. A estreia mesmo fora ontem (12) na TV estadunidense, mas ficara disponível na Netflix hoje (13), e é assim que se seguirá: primeiro será lançado o episódio na TV fechada e depois, no dia seguinte, Netflix.
Ao contrário do que eu havia dito, o ator que interpretou Jace no cinema não é o mesmo da série de TV, e isso é um detalhe do qual eu gostaria de comentar: o novo cast. Os meus sentimentos relacionados aos atores da séries são muito diferentes do que eu sentia pelos do filme. O filme foi ruim? Foi sim, foi uma droga. Mas a série, a qual eu torcia tanto para dar certo, não veio com tudo do bom e do melhor que os fãs esperavam com tanto gosto.



Adorei o Magnus e o Alec, mas o Jace não me fez apaixonar de cara - mesmo achando que ele é muito mais gato, lindo e provavelmente cheiroso do que o do filme. Isabelle também é uma diva maravilhosa, e o que falar do cabelo de Clary? Palmas para os cabeleireiros da série. Mas a atuação... Não sou ninguém formada em teatro para saber que não foi das melhores coisas que já passou pela TV. A história do primeiro episódio correu de forma rápida, e creio eu que será assim a série inteira, exceto que eles enrolem bastante pelos próximos episódios. Eu também achei os efeitos bem fraquinhos, mas antes que comecem a me xingar - pois sei que muita gente gostou -, calma! Eu prometo me esforçar para assistir todos os episódios e dar o meu veredicto no final, para dizer se o negócio foi mesmo ruim ou tem uma salvação - eu torço pelo último!


De qualquer maneira, para o piloto eu dou duas luas - e olha que eu nunca faço isso -, mas só porque eu realmente achei algumas coisas bem ruins. E acreditem quando eu digo que sou uma das pessoas que mais torcem para que a série não seja flopada. Iremos torcer para que a primeira temporada não misture as histórias entre os livros, não nos decepcione no final e evolua bastante, para que torne-se uma de nossas favoritas. Veremos no que dará, cruzando os dedos.

Os livros da saga ''Os Instrumentos Mortais'', ganharão novas capas, que estarão disponíveis em setembro nos Estados Unidos. Cada capa trás uma arte de um personagem específico, o que eu acredito - já que não li os livros - que destaque um ponto da personalidade de cada um. 
No canto do livro é possível ver o selo da ABC family, como uma forma de divulgação de Shadowhuters, a adaptação dos livros em forma de seriado, que será exibido no canal em 2016, com 13 episódios. 
Já no Brasil, não há previsão de quando essas capas estarão disponíveis.