Eu ando chorando demais, praticamente todos os dias, e eu sempre prometo para mim mesma tentar não chorar frequentemente. Mas eu sou um coração mole. Choro por coisas tão bobas que rio da situação. Só que acredito que agora está sendo mais difícil, estou numa montanha de sentimentos que me fazem acreditar que estou perdendo pessoas aos poucos. E remotamente fico lembrando de quem deixei para trás, não por escolha. Agora eu quero uma vida mais normal. Quero ficar, poder fazer minhas escolhas. Então, parece que ninguém confia em mim.
Ao mesmo tempo que tem pessoas torcendo por mim, tem outras me relembrando a cada segundo que eu errei e posso errar de novo. Odeio pressão. Me sinto sufocada, como se tudo que eu fizesse não fosse por mim, que eu precisasse de alguém me enchendo o saco, para uma coisa que eu tenho certeza que preciso cumprir, não por ninguém, mas por mim.
É como se eu tivesse sendo retirada da minha caixinha. Perdendo meu eixo. Deixada de lado um pouco, para outras pessoas construírem uma vida. Me sinto um pouquinho sem chão, porquê as pessoas estão falando sobre isso direto comigo e quem mais importa não sentou e conversou. Então eu sento, escrevo meus textos, ponho uma música, coloco tudo para fora, como se fosse um "detox" da minha alma. Pois meu coração anda sendo constantemente apertado e eu frequentemente fico sem ar e lágrimas se derramam sobre mim. Ai eu converso com meu travesseiro, ele e Deus sabem disso tudo, e eu me agarro aos dois, pois eu posso está sendo precipitada e errando. Eu sento na cama, agarrada no meu travesseiro, tentando esquecer disso tudo, formando um universo paralelo na minha mente, e pedindo perdão, pelos erros que cometi e vou cometer. Por fim, sorrio. Ninguém disse que seria fácil.



Nota: A bad invadiu meu 2016. Mas vai melhorar. Como eu já disse em um post, quando estou escrevendo a maioria dos textos eu escuto música. Essa foi a vez de um cover de Believe da Cher pela Madilyn Bailey e Pillowtalk do Zayn. Espero que tenham gostado do texto.


                                                                     

Vimos essa "Book Tag" no canal do youtube da Melina Souza, dona do blog Serendipity. Então pensamos em trazer-la pro blog, afinal, junta duas coisas que amamos: livros e Ed Sheeran. Basicamente é interligar uma música à um livro, pela letra da música e a história do livro.


1. Photograph


                   
"Photograph" é bem amorzinho, e fala como o amor pode ser difícil, e como ele pode curar. E é isso que vemos em "Como eu era antes de você", afinal vemos a relação de Lou e Will e todos os motivos por ela ser difícil e ele cura por causa do efeito de Lou na vida de Will mesmo ele sendo tetraplégico. Se quiser saber mais, só ler nossa resenha.
Curiosamente, eu (Isabelle) e a Letícia escolhemos as músicas da Book Tag, antes do trailer de "Como eu era antes de você" ser lançado, inclusive esse trecho de cima, eu escrevi antes do trailer ser divulgado. Então imagina a nossa surpresa - e choro - quando Photograph começou a tocar no trailer.

                   



                   





2. Don't

                                                   

"Cidades de Papel" já tem adaptação cinematográfica e tudo mais. Mas quando paramos e pensamos, num livro para "Don't", tava na cara que teria que ser essa obra do John Green. Na realidade eu não preciso falar mais nada, apenas leiam esses trechos da música e vejam que tem absolutamente tudo haver com "Cidades de Papel":

"Eu conheci uma garota no ano passado
Ela disse "não se preocupe se eu desaparecer"
Eu disse que não estava procurando por mais um erro
Liguei para uma amiga, achei que a confusão esperaria


Mas aí eu entrei de cabeça
Uma semana depois
Agora sei que ela estava procurando um amor passageiro
Mas eu dei a ela o meu tempo, por duas ou três noites
E dei uma pausa até que o momento fosse certo


Eu fiquei fora por meses, até que nos cruzamos de novo
Ela disse "eu não estava procurando por um amigo
Talvez você possa passar no meu quarto lá pelas 10"
                                               

                                    

3. I'm A Mess 


                                   
"Reconstruindo Amelia" fala exatamente dessa confusão que o Ed canta em "I'm A Mess", seja pela procura da razão da morte de Amelia durante o livro (e isso não é spoiler) e tudo o que Amelia sentia para chegar naquele ponto. Então, o livro é esse desembaraço de linhas soltas, que fazem uma confusão na sua mente e nas dos personagens, falando sobre amor e palavras não ditas. Para saber mais, leia a nossa resenha. Um trechinho da música:
"Eu não consigo me livrar desse sentimento agora 

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Acesse »
Estamos atravessando os sentimentos Na esperança que você pudesse parar"



                        



4. Thinking out loud 


                           

" O Visconde que me Amava" é o segundo livro da série "Os Bridgertons"  da Julia Quinn. E eu acho tudo haver com "Thinking out lound", afinal, um trecho da música diz: " as pessoas se apaixonam de maneiras misteriosas", e é basicamente isso que acontece com Kate e Anthony e outro trecho que retrata bem isso é: "Querida, eu te amarei. Até que tenhamos 70 anos.  Amor, meu coração ainda se apaixonará tão fácil. Quanto quando tínhamos 23". Pois sabemos que Anthony tem um certo problema com idade, afinal, ele crer que vai morrer jovem, igual ao seu pai. Para saber mais, leia a resenha
                       

5. Lego House



 

Quanto tava pensando em "Lego House" e a tradução, logo me veio a mente "A Seleção", por exatamente falar "Vou pegar as peças. E construir uma casa de lego. Se as coisas derem errado, podemos derrubá-la." que me lembra America e Maxon, reconstruindo Illéa, e como eles se amam e como é difícil dizer um ao outro, mas quando dizem não se desgrudam mais.
''E três palavras têm 
Dois significados
Há uma coisa na minha mente
É tudo para você."


        


                   






                                                                                     


Carnaval já está aí e mesmo que não seja lá muito bem visto, é um dos feriados que eu mais gosto. Gosto dos desfiles das escolas de samba, gosto das marchinhas, gosto dos eventos culturais, gosto das festas (com responsabilidade) e minha família sempre gostou também; vamos às festas, nos fantasiamos e nos divertimos durante este dias. Mas eu não me limito apenas às músicas típicas de carnaval; eu escuto de tudo, tudo que me der vontade de dançar eu estou ouvindo. Por isso, trouxe uma playlist curtinha, meio como um resumo do que tem me dado vontade de dançar ultimamente e que com certeza irá compor o meu carnaval muito bem. Vamos lá?

1. Bang - Anitta



Eu tenho certeza mais que absoluta que essa música vai tocar muuuuito no Carnaval, e não é tão ruim, né? É só começar a tocar que dá vontade de dançar, os passinhos iguais e tudo. Eu colocaria várias da Anitta, mas como tinha que escolher uma, foi essa mesmo.

2. Best Day of my Life - American Authors



Essa daqui já é pra quem não curte muito as nacionais e quer curtir um feriado tranquilo. Eu ouço e tenho vontade de sair pela rua dançando, pois só de ouvir eu já me sinto feliz, como se a música exalasse uma alegria que torna as coisas coloridas, já que tudo anda tão preto e branco.

3. Cheap Thrills - Sia



Como a Isabelle disse, é a melhor música dela! Sério! Eu acho muito animada, a cara de baladinha boa, sabe? Saio pela casa como se estivesse fazendo um clipe bem louco, dançando com minha cachorra. Já deu pra perceber que não faço muito a linha normal, né? Desculpa, mãe.

4. Milla - Jammil e uma noites



Essa música marcou alguns carnavais meus, e eu não resisti a colocá-la aqui. Eu adoro essa versão e acho que quanto mais animada, melhor! É típica de Carnaval (talvez uma das únicas na lista que faz bem o estilo) e me faz me sentir realmente dentro deste feriado que gosto tanto.

5. Am I Wrong - Nico & Vinz



Eu duvido estar em um lugar em que essa música comece a tocar e alguém fique parado. É quase impossível. A introdução dela é quase como um convite pra pista de dança, e o resto, ninguém responde por si. Já espero por ela em todas as festas de carnaval - ou tocando altíssimo no som do meu quarto. E já imagino até vários remix dela, fazendo-a ficar ainda mais "dançante".

6. Ela só pensa em beijar/Se ela dança eu danço - Mc Leozinho



Pode ser que eu seja muito julgada por essa aqui, e que me perdoem todos, mas falou em dançar, eu lembro dessa. É daqueles funks das antigas que não tem como você não conhecer! Só de pensar nela dá vontade de dançar sem pensar no amanhã. Sério, eu viro outra pessoa quando toca essa aí. 

7. Can't Feel My Face - The Weeknd



Por fim, essa aqui eu conheci em uma propaganda do Spotify, apesar de já curtir muito o trabalho do The Weeknd. E também não tem como ficar parado. Imagino uma discoteca, ou uma disputa de dança, sabe? Faço várias coreografias na minha cabeça enquanto ela toca - sem falar nesse clipe que eu acho maravilhoso.
Essas serão as músicas mais tocadas no meu Carnaval, além de outras no mesmo estilo, e tenho certeza de que não pararei um segundo nesse feriado. E vocês, o que estão ouvindo ou vão ouvir? Espero que curtam bastante o feriado, com muito cuidado e amor à própria vida. Até a próxima!




Depois do lançamento de Destrua Este Diário, de Keri Smith, os livros interativos viraram uma febre, e o que antes era difícil ou quase impossível de encontrar, se tornou muito comum. E com essa diversidade de livros interativos, decidi fazer mais uma das minhas listas, com 6 livros, que abrangem vários públicos,


1. Termine este livro


"Termine este livro", de Keri Smith, é onde você será preparado para o "Manual de Instrução", e para isso você precisa ser treinado na arte da espionagem. Como "Destrua este diário", a autora comanda tarefas e permiti que você solte a sua imaginação. Infelizmente, não tenho o livro, por isso não sei mais informações.
Tenho que admitir que foi difícil achar fotos das páginas com qualidade que fossem da versão brasileira, por isso a segunda foto é da versão original.
Foto de Livros só mudam pessoas



Desculpem meu inglês, mas em tradução literal e simples, está escrito: "Explore um lugar com seus familiares e conheça novos caminhos. Documente seus resultados. (Há vários métodos de exploração, incluindo fechar seus olhos e usar suas mãos, seu nariz, e suas orelhas.)


2.  Diário da seleção


                                        

"Diário da Seleção'' é o livro interativo, baseado na série "A Seleção" de Kiera Cass, que quem acompanha o blog sabe que somos apaixonadas. O livro tem várias atividades, com páginas que os fãs da série vão se divertir muito fazendo.


     


3. 1 Página de cada vez


                                          

Conheci "1 Página de cada vez", através da Letícia, que comprou o livro e amou. Ele tem um jeito bem do "Destrua este diário", mas com uma pegada mais "amorzinho", como se além de tudo o livro fosse seu amigo, sem desafios mirabolantes. E dona Letícia me contou que gostou mais do que "Destrua este diário".


Foto do blog Fotografia e Coisinhas


Foto do blog Karol Pinheiro
   


4. Desvende meu coração

                                                   

"Desvende meu coração" é um dos meus preferidos da lista, senão o preferido, e eu nem tenho ele! Mas acho a ideia maravilhosa, super engraçada e criativa. Em "Desvende meu coração", você vai escrever como arruinou o seu relacionou e ele/ela arruinou. Vai receber conselhos. Desenhar sua própria lingerie sexy. Falar sobre obsessão e vínculo, e descobrir como paquerar. E com certeza, esse livro merece uma resenha, então, se quiserem me mandar, estou aceitando.



     


Meninices da Vida


Fotos do blog Meninices da Vida




5. O  livro do bem - Coisas para fazer e deixar seu dia mais feliz

                                                

"O Livro do Bem"é um livro brasileiro, da Ariane Freitas e Jessica Grecco, donas do blog e página do faceboook "Indiretas do Bem". É um livro muito mais focado em você e coisas boas que podemos fazer para deixar nosso dia mais feliz. Tem playslists à receita de brigadeiro, e páginas que simplesmente você desabafa. Ele é todo bonitinho e bem editado, chega dá gosto ver algo assim brasileiro.



Indiretas do Bem

Indiretas do Bem
                     
Fotos do blog Indiretas do Bem

6. Eu + você = nós


                                            
"Eu + Você = Nós", é um livro apaixonado, para fazer com o namorado, com a família ou amigos. Logicamente você acaba conhecendo o outro melhor, e descobrindo coisas novas sobre vocês. Além de relembrar coisas do passado, que é sempre muito gostoso.
Também foi muito difícil encontrar fotos de qualidade, por isso peguei uma que esta na versão original.


Foto do blog Vivendo no Infinito


Em tradução livre, primeira página: " O que estarão fazendo daqui a 20 anos?" "Previsão segura'', "adivinhará".
Segunda página: "Ideais para nossas tatuagens combinadas" , " sua", "minha"


welcome
Foto do site da Lisa Currie





Nota: Mais uma listinha, que particularmente me deu um trabalho, mas ficou bonita, Espero que tenham gostado, e comentem seus livros interativos preferidos, Até a próxima. 



Ontem, para a alegria dos corações clichês e apaixonados por estórias românticas, saiu o poster e o trailer de "Como eu era antes de você", do qual nós já havíamos falado da adaptação e ainda de sua sequência, e ficamos apaixonadíssimas por tudo! Veja o trailer:



Isabelle não pôde fazer o post por razões maiores, então eu o fiz. Mas ela pediu para deixar em seu nome: Bem, acho que eu nunca esperei tanto um filme quanto "Como eu era antes de você", que posso considerar o meu livro preferido, e eu simplesmente desabei com o trailer, pois eu senti cada coisinha, o tom humorado, e aquele aperto no coração, só de falar agora eu quero chorar. E poxa, Photograph, eu tinha acabado de organizar um book tag do Ed Sheeran e coloquei o livro nessa música, então me pegou na hora e eu desabei de novo. Achei lindo, maravilhoso e tudo mais. Com um só defeitinho: talvez tenha contado demais.

Esse trailer... Nada a falar, só sentir! Só me fez ter vontade de ter uma meia-calça de abelha! E eles ainda colocam Ed Sheeran para destruir tudo mesmo, de verdade e com toda a força. Não vejo a hora de assistir ao filme e certeza de que vou para o cinema para chorar.




Contém spoilers!

Gente. Socorro, gente. Que episódio. Quem viu o primeiro post, viu que eu não fui lá muito fã de cara da série. Mas agora, que o tempo vai passando e eu vou me acostumando com as coisas ruins... Gente! Esse episódio mudou muita coisa na minha ideia do que está sendo esta primeira temporada.
Começa com a Clary tendo uns sonhos com aquelas memórias dela, e ela escutando o nome do Magnus Bane. Quando acorda, ela vê o Jace sentado ao lado dela, dizendo que está tudo bem, mas na verdade é o Simon. Até aí tudo ok. Os amigos começam a conversar sobre o sonho, e o Simon comenta que a vampira, Camille, que ficou com ele quando ele tava lá com os vampiros, culpou o Magnus quando ele disse que haviam apagado a memória de Clary. Daí a moça resolve ir contar tudo pro Jace, e sai correndo atrás dele, enquanto Simon percebe novamente o quão ele está sendo trouxa ali e umas sensações estranhas acontecem com ele. Ele decide ir embora.
Clary vai atrás de Jace (e quando encontra ele, o rapaz tá sem camisa e todas as meninas deram joinha pra essa cena) e eles tentam encontrar uma maneira de encontrar Magnus para recuperar a memória de Clary. É quando a Izzy aparece (linda e maravilhosa! Nunca vou cansar de dizer isso) avisando que o mundano, vulgo Simon, está indo embora, e Clary vai atrás dele para impedi-lo. Nessa cena rola uma quase treta entre o Simon e o Jace, e eu juro que queria vê-los saindo no murro, mas não aconteceu. Simon vai para casa e Clary fica no Instituto decidida a recuperar suas memórias.
Hodge, Clary, Jace, Isabelle e Alec estão juntos estudando maneiras de encontrar o Magnus, e acabam decidindo por uma festa, que isso atrairia o Magnus, além de um colar bem valioso que fica no Instituto e que o Magnus deseja ter. O Alec continua odiando a Clary e as decisões que ela faz os outros tomarem, principalmente Jace, e sempre citando a tal da Clave que eles nunca explicaram o que é, mas meu amigo disse que é como se fosse um "Conselho" dos Shadowhunters.
É a hora de encontrar o Magnus, e Clary sem nenhuma noção de como se vestir, é ajudada pela diva maravilhosa rainha de tudo Isabelle, que manda ela vestir um vestido preto muito justo que certeza que fez rolar paixão no coração do Jace quando viu ela.



Em casa, Simon começa a apresentar umas atitudes estranhas, como se esconder da luz solar. Aquela amiga dele do início, com a qual ele tem uma banda, aparece lá numa ceninha bem fofa, e ela acaba se cortando com o vidro de um porta retrato e ele se interessa pelo sangue - vai até lá, pega, põe na boca. Essas prévias de que ele está se tornando um vampiro.
Na tal festa, eles já chegam lá encontrando o Magnus e ele é quase atacado por um dos caras do Ciclo quando Alec aparece e mata ele, e é quando começa uns olhares do Magnus em cima dele. E a partir daí, sempre rolam umas coisinhas tipo chamar o Alec de "bonitão" ou quando ele diz que ele tem que aceitar o fato de ser gay, indiretamente. Já tava na hora, não aguento mais o Alec sofrendo pelo Jace, quando claramente não vai rolar nada. E esse Magnus... Sem comentários!


Acaba que o Magnus não quer ajudar a Clary logo de primeira, até porque os caras do Valentine o encontraram e ele precisa ir embora para se esconder, assim como esconder os outros feiticeiros. Ele sai de lá, deixando com Clary um broche, que depois ajuda-os a encontra-lo através de um rastreamento feito com o poder de Shadowhunter. 
Encontram Magnus e convencem-no a ajudá-los depois que eles tiram os homens do Ciclo do esconderijo dele. E é quando tem a melhor cena do episódio.
Eles precisam invocar um Demônio Maior, que é quem guarda a memória de Clary. Clary desenha no chão um pentagrama e eles fazem um círculo em volta deste. Magnus diz que o Demônio pode pedir algo em troca da memória de Clary, e o que ele pede é a memória mais preciosa da pessoa que você mais ama, e você deve ceder, pois se quebrar o círculo, vai acabar com tudo, inclusive a chance de ter a memória de Clary de volta. Primeiro é Izzy, e aparece o Alec rindo; depois, é Clary, que cede a memória da mãe. Mas é na vez de Alec que o negócio desanda: aparece Jace sorrindo e todo mundo fica confuso, mas Alec enlouquece e solta as mãos de Jace e Magnus, quebrando o círculo e fazendo com que o Demônio ficasse bem louco também. Magnus tenta controlá-lo mas não conseguirá por muito tempo, então Alec resolve ir para cima dele quando Jace toma o seu lugar. Izzy começa a puxá-lo, assim como Alec, e é a Clary quem mata o Demônio Maior com uma adaga/espada de lâmina serafim. Jace cai no chão, todo mundo se desespera, mas no final fica bem. 
Izzy fica decepcionada (ou chocada, sei lá) com Alec, mas nada é dito por ela ou por ele. Depois dessa confusão toda, Jace ainda vai até o quarto de Clary "dar uma força" e dizer com outras palavras aquele conhecido "vai dar tudo certo".


Mas o que nos dá vontade para assistir o próximo episódio é exatamente o final: a última cena é o Simon rejeitando a ligação de Clary, em frente àquele lugar em que ele ficou preso com os vampiros. Não vejo a hora de saber o que vem por aí.
Lembram-se de que eu dei 4 luas no episódio passado? Eu não consigo dar 5 para esse, por mais que ele tenha sido muito melhor, eu ainda fico lembrando daqueles efeitos anos 2000 e dá vontade de chorar, mas eu gostei muito, muito mesmo do quarto, então são 4 luas e muitos elogios para este! Até o próximo!


Spoilers extras do quinto episódio: Vi no tumblr uns gifs da mãe de Izzy e Alec aparecendo lá no Instituto e cheia de moral. Medo disso!


Eu nunca acreditei na mudança total. Uma pessoa pode mudar, é claro, mas sua essência fica, e querendo ou não, os defeitos permanecem. Mudar da noite pro dia, então, é impossível.  Sendo sincera, eu nunca me deixei gostar de ninguém justamente por medo de mudar. Isso mesmo, era medo. E eu achava que estava certa. Que sabia de tudo e que estava fazendo o que era certo. Eu só não sabia que seria um garoto de 17 anos, com um rostinho bonito e bom de papo que viraria minha vida do avesso e que esse seria o meu lado certo.
A gente se conheceu quando eu fui fazer um cursinho de pré-vestibular no colégio dele. Ele foi também, na mesma turma. Meu plano era fazer as três semanas de cursinho dessas férias sem me misturar com ninguém. Não precisava conversar nem socializar. Meu foco era apenas estudar e voltar às aulas de terceiro ano do Ensino Médio logo após uma semana do fim do cursinho. Mas é justamente quando a gente decide fazer esse tipo de coisa que a vida vem e quase diz literalmente: “nananinanão!”. Pois bem, de cara ele veio falar comigo. Primeiro dia de aula, professor simpático com aula dinâmica. Mas ele tinha que vir falar comigo. Começou perguntando onde eu estudava, já que nunca havia me visto por ali. Depois perguntou meu nome, minha idade, o que eu queria cursar e só depois questionou se eu me incomodava com a sua presença.
“Não, imagina”, eu respondi. É claro, não ia dizer que sim, me incomodava. Minha mãe me educou muito bem e eu sabia que isso me faria passar por antipática, mal humorada e até mal criada. Mas eu esperava que o fato de não puxar assunto fosse fazê-lo desistir de mim. Pelo contrário, ele insistiu. Os dias se passaram, e todo dia ele se sentava ao meu lado, perguntava coisas como “tudo bem?” e “o que você vai fazer hoje depois daqui?”. Na segunda semana, ele já até falava da família e perguntava da minha. Falou-me de seus filmes favoritos e das bandas também. Nos intervalos, eu conversava com ele sobre tudo, não exatamente porque eu queria – ou pelo menos eu achava que não –, mas porque ele falava sem parar sobre tudo, e me fazia várias perguntas.
Na terceira semana, eu confesso que me peguei pensando em como seria não ter alguém me perturbando o tempo todo. Foi pouco tempo, mas eu tenho certeza de que aquele garoto sabia mais sobre mim do que outras pessoas que há anos convivem comigo, simplesmente porque ele queria saber. Se importava e perguntava mesmo, sem medir a língua. Até que o último dia chegou, e estranhamente ele estava calado. Chegou e me desejou bom dia. Mas ficou calado, apenas escrevendo no seu caderno e me olhando vez ou outra, dando um sorrisinho triste. Devo dizer que algo em mim achou aquilo bem fofo e eu até tive vontade de inverter os papéis e lhe fazer diversas perguntas. Mas eu não consegui. Não sei e nunca soube puxar assunto.
O intervalo passou e ele não falou muito. Voltamos para a aula e entre a troca de professores, o que demorava mais ou menos 10 minutos, ele se virou para mim e disse: “eu vou sentir sua falta, mesmo que você não goste de falar muito”, e eu sorri para ele de uma forma fraterna. A verdade é que eu queria abraçá-lo, queria dizer que sentiria sua falta e que gostaria de manter contato, pois mesmo que ele tivesse forçado uma amizade, funcionou e eu gostei muito de conhecê-lo. Mas antes que eu tivesse coragem de dizer qualquer coisa, ele disse: “Sabe por que eu falei com você no primeiro dia?”, e eu acenei negativamente. “Eu gostei do seu olhar perdido e do seu cabelo caído por cima dos olhos; gostei do seu jeito calado e da forma como você só sorria educadamente após todo o meu monólogo. Eu gostei de você, um tipo de paixão à primeira vista. Me desculpa pelo meu jeito, tá? Eu só gostei de você.”, disse como quem informa as horas. E eu não sabia como responder àquilo. Eu nunca soube.
Depois daquele dia, do último dia, nós trocamos os números e nos falávamos todos os dias. Na primeira semana de aula, ele foi até me visitar na minha escola depois da aula. E ele foi participando da minha vida, preenchendo espaços vazios desde sempre e que eu nem sabia que existiam. Ele foi sendo ele mesmo, sempre falante, sempre alegre e disposto a me fazer sorrir. E eu fui aprendendo a ser menos rabujenta. Fui me acostumando a dizer bom dia para todo mundo, a me importar com as pessoas. Em pouco tempo, eu já até conseguia dizer que eu realmente gostava dele também. E a gente foi se gostando, se adorando, se amando. Até ele me dizer, em alto e bom som: “você quer namorar comigo?”. Nós já tínhamos vivido tanto. Por que não? Eu disse sim. E foi como oficializar algo que já existia. Além de namorado, eu tinha um melhor amigo. E há dois anos e quase três meses eu sou a pessoa mais feliz do mundo.
Antes, eu achava que sabia de tudo. Eu só não sabia que seria um garoto de 17 anos, com um rostinho bonito e bom de papo que viraria minha vida do avesso e que esse seria o meu lado certo. 

Nota: Vez ou outra eu acabo escrevendo estes textos e no fim eu gosto do que sai deles. Desse aqui eu gostei bastante; onde andam os garotos assim, hein? Resolvi postar também porque há tempos não postava nada parecidos, então aqui está. Espero que gostem, até a próxima!



                  

A cama estava fria, e uma tempestade trovejava, fazendo o vidro ranger com as gotas grossas. O teto estava escuro e eu  me sentia perdido. Sentia suas mãos passearem no meu cabelo, enquanto cantava trechos errados da música inglesa que gostava, só faltava levantar e começar a pular na cama. E apesar de sentir a maioria do tempo que estava perdido, ali me sentia parte de algo. Mesmo que fosse para rir das suas danças descontroladas, ou da sua falta de jeito e a sua falha em tentar ser sensual. Ela era minha, não no sentido literal da palavra, ela sempre dizia que ela era dela. Eu concordava. Percebi, que além de dona de si, ela tinha me tomado como seu.
Havia acontecido muitas coisas ruins. Lágrimas demais, e aquele eterno zunido no ouvido dizendo que nada ia dar certo. Por acaso deu. Lembro que olhamos dentro do olho do outro e falamos a verdade, cada coisa que estava guardada em nosso coração. Seus óculos estavam embaçados, seu cabelo molhado da chuva e havia uma espinha em sua testa, que você cansou de esconder com o cabelo. Apontou o dedo na minha cara e me xingou. Foi terrível e bom ao mesmo tempo. Perceber que estávamos sendo tóxicos um ao outro, mas que não conseguíamos sair um da vida do outro. Aquele era o normal. Gostamos das mesmas coisas, mas temos opiniões totalmente diferentes. E isso faz meu dia ter graça. Você fez um inferno na minha vida, e passou a tesoura no meu cabelo. Gosto que você não é nem um pouco light e só procura a data de validade nos produtos do super mercado. Gosto das suas celulites e estrias, afinal, eu nunca de fato reparei nelas. Gosto de estar com você e sorrir, seja das suas piadas sem graça ou do seu jeito explosivo. Gostamos de errar e concertar no próximo segundo. Deixamos o céu chorar e gritar, permanecendo no abraço do outro. Eu não ligo mais para o que os outros dizem. Desde que eu possa terminar o dia assim, com você agarrada a mim, falando sobre o último livro que leu e das contas que temos que pagar.

Nota: Por acaso eu ando romântica esses dias, estou escutando e cantando Sia e Adele demais. Espero que esse texto tenha aquecido o coração dos apaixonados e não-apaixonados. E por curiosidade, esse gif é do clipe de Fire meet Gasoline, da Sia. Até a próxima. 
                                                                  


Senti a necessidade de trazer um post sobre esta série depois que falei de Suits, pois querendo ou não, eu sempre traço semelhanças entre as duas quando estou assistindo a uma ou a outra. A como eu havia prometido, aqui estou eu. Quando eu descobri que tenho a capacidade de assistir séries, passei a dedicar várias frações do meu dia para assistir todas as temporadas incansavelmente. E dentre as minhas descobertas, estava ali, na Netflix, simplesmente esperando por mim para ser devorada: White Collar!


Sinopse

"White Collar conta a história da improvável parceria entre o vigarista Neal Caffrey (Matt Bomer) e o Agente Federal Peter Burke (Tim DeKay). Quando Neal escapa da prisão se segurança máxima para encontrar seu amor perdido, Peter o recaptura e, ao invés de ir para a prisão novamente, o criminoso propõe um acordo: ele dará assistência ao FBI, utilizando toda a sua experi~encia em golpes para ajudar a agência a resolver os casos mais complicados. Peter, então, logo percebe que a ajuda de Neal  e a sua intuição não seriam encontradas do lado dos homens da lei."


Neal é um criminoso, mas não um criminoso qualquer. A série se trata de crimes do colarinho branco, que envolvem roubo de quadros famosos, falsificações de títulos, dentre outra coisas que somente quem é bom pode se dar ao luxo de fazer. E Neal não é apenas bom: ele é o melhor - o que não é exatamente motivo de orgulho para outros (pois para ele é), mas ajuda-o a garantir um lugar ao lado do agente do FBI. Peter também não fica atrás na lista dos melhores; ele fora o único que conseguiu capturar Neal, portanto, sabe de tudo sobre a vida dele. Eles começam a trabalhar juntos, com a condição de Neal usar uma pulseira de rastreamento da polícia.
A partir da ligação que criam, a cada episódio eles têm um novo caso para solucionar e apreender os criminosos. Peter utiliza toda a sua experiência como policial federal e Neal, como criminoso. As temporadas possuem um tema geral, que é solucionado durante todos os episódios, e geralmente envolvem a vida pessoal de Neal - que muito interessa Peter.


Lembram-se das semelhanças que eu citei com Suits? Dentre elas, eu vejo a ligação entre os dois protagonistas. Em Suits, isso não é verbalizado (em White Collar também não, mas podemos notar claramente), mas eles se tornam essenciais um para o outro, quase como se fizesse parte da família. Outra semelhança é a confiança ser sempre algo que é trazido como assunto entre os protagonistas: existe a dúvida, a incerteza se deve confiar ou não, mas eles acabam confiando, e no caso de Neal e, em Suits, Mike, seus chefes são praticamente as únicas pessoas em quem eles confiam. Também existe um certo sentimento de paternidade entre eles, fazendo-os serem tão queridos. E por fim, além de outras características, a forma com que outros personagens vêm e vão, mas os dois principais são os únicos que ficam firmes e fortes, como uma verdadeira equipe. 
Infelizmente a série chegou ao fim em sua sexta temporada depois que a audiência caiu muito e eles resolveram dar um fim à série com uma temporada de 6 episódios, em 2014. Mas, independente disso, White Collar fora uma das primeiras séries que assisti com total emoção e nunca vai deixar de ser uma das minhas favoritas. Indico para o mundo inteiro assistir!