E finalmente chegou a tão esperada estreia de Shadowhunters, a série baseada na história de Os Intrumentos Mortais, de Cassandra Clare. Nós fizemos há muito tempo o post falando que a saga viraria série e fiquei bastante feliz com a notícia - até assistir ao primeiro episódio. A estreia mesmo fora ontem (12) na TV estadunidense, mas ficara disponível na Netflix hoje (13), e é assim que se seguirá: primeiro será lançado o episódio na TV fechada e depois, no dia seguinte, Netflix.
Ao contrário do que eu havia dito, o ator que interpretou Jace no cinema não é o mesmo da série de TV, e isso é um detalhe do qual eu gostaria de comentar: o novo cast. Os meus sentimentos relacionados aos atores da séries são muito diferentes do que eu sentia pelos do filme. O filme foi ruim? Foi sim, foi uma droga. Mas a série, a qual eu torcia tanto para dar certo, não veio com tudo do bom e do melhor que os fãs esperavam com tanto gosto.



Adorei o Magnus e o Alec, mas o Jace não me fez apaixonar de cara - mesmo achando que ele é muito mais gato, lindo e provavelmente cheiroso do que o do filme. Isabelle também é uma diva maravilhosa, e o que falar do cabelo de Clary? Palmas para os cabeleireiros da série. Mas a atuação... Não sou ninguém formada em teatro para saber que não foi das melhores coisas que já passou pela TV. A história do primeiro episódio correu de forma rápida, e creio eu que será assim a série inteira, exceto que eles enrolem bastante pelos próximos episódios. Eu também achei os efeitos bem fraquinhos, mas antes que comecem a me xingar - pois sei que muita gente gostou -, calma! Eu prometo me esforçar para assistir todos os episódios e dar o meu veredicto no final, para dizer se o negócio foi mesmo ruim ou tem uma salvação - eu torço pelo último!


De qualquer maneira, para o piloto eu dou duas luas - e olha que eu nunca faço isso -, mas só porque eu realmente achei algumas coisas bem ruins. E acreditem quando eu digo que sou uma das pessoas que mais torcem para que a série não seja flopada. Iremos torcer para que a primeira temporada não misture as histórias entre os livros, não nos decepcione no final e evolua bastante, para que torne-se uma de nossas favoritas. Veremos no que dará, cruzando os dedos.


Talvez, com pouquíssima sombra de dúvida, você que vive e respira na internet já ouviu falar no excelentíssimo canal do YouTube JoutJout Prazer. A dona do canal, Júlia, é uma mulher fantástica que eu conheci através de uma amiga e tem me inspirado bastante em diversos assuntos devido ao seu jeito de pensar e principalmente a forma com que ela expõe sua opinião. Por motivo de querer, JoutJout nunca mostrou o rosto do seu namorado, Caio, de quem sempre ouvíamos a voz no fundo dos vídeos. Acontece que em um vídeo anterior, Caio apareceu de alguma forma e começara uma discussão - que eu achei bem desnecessária - sobre a cor da pele de Caio. Algumas pessoas apontando-o como negro, outras defendendo-o por não ser negro, mas, sim, pardo; outras exalando o preconceito, dizendo até que JoutJout não mostrava-o em vídeo por ele ser negro. E eis a sua resposta:



A discussão que aconteceu após o vídeo fora o que me deixou ainda mais espantada. Eu me fiz a mesma pergunta que ele: o que determina o fato dele ser negro ou não? Quer dizer, a vida inteira eu me considerei parda. Nasci branca, mas com o tempo, com a exposição ao sol, ganhei cor, e me considerava parda tal qual Caio. Mas e se alguém achar que sou negra por algum motivo? E se eu nem mesma me considerar mais de cor alguma? 
Foi então que eu descobri o porquê de ter ocorrido tal discussão; mesmo que já estejamos no décimo sexto ano do século XXI, o Brasil ainda é um país racista. O que ainda é assustador porque se você sai na rua, obviamente você não vai encontrar uma maioria de brancos, negros, ruivos, albinos ou qualquer tipo. Você vai encontrar uma mistura de raças, de cores, de jeitos. Canso de repetir que somos um povo miscigenado e por incrível que pareça ainda somos muito racistas. E sabe qual é o problema maior? O colorismo brasileiro. O problema não é ele ser negro, pardo, whatever. O problema é querer rotulá-lo como alguma coisa. Mas quem se importa?


Hoje em dia, as pessoas confundem liberdade de expressão com libertinagem, assim como sinceridade é confundida com falta de educação. Você não precisa ir muito longe para entender: em qualquer blog de moda, procure por uma postagem mostrando uma roupa ou um acessório para corpo, muito provavelmente haverá um comentário do tipo: "linda a sua bolsa, mas se você emagrecesse um pouco, ficaria ainda mais linda". Opa? Desculpa? Entende o que quero dizer? A blogueira está vendendo o produto, não o seu corpo. Outro exemplo que pode ser utilizado são os comentários mais absurdos que existem nas fotos das mulheres que assumem seus cachos, black power, cabelão solto e com atitude. Coisas do tipo: "você é bonita, mas penteia esse cabelo".



O mundo precisa entender de vez que algumas pessoas, graças a Deus, já possuem identidade própria e não ligam pro que os outros acham. Algumas pessoas já amam seus próprios corpos sem precisar da aprovação de ninguém; usam seus cabelos da forma que querem, as roupas que quiserem usar, independente do que a mídia e os meios de informação dizem ser o mais bonito, o ideal.
Por fim, voltando ao foco do vídeo, que diferença faz ele ser negro ou não? Que diferença faz rotular qualquer pessoa de qualquer coisa? De uma forma arrogante, eu diria que a diferença é que o olhar muda. A pessoa racista, incapaz de entender que cor não define caráter, pensa que todo negro é ladrão e todo branco é mocinho; acha que negro só quer vagabundagem e branco foi feito pra estudar, ser bem sucedido. Essa é a verdade, querendo ou não, na forma bruta mesmo.
Sinceramente, do fundo do meu coração, eu ingenuamente achava que as pessoas já tinham superado essa coisa de encaixar todo mundo em um padrão. A evolução faz parte de todos nós, e a padronização não se encaixa nela.



Querida eu do futuro,
Fique tranquila. Estou organizando tudo por aqui. Hoje mesmo, no décimo dia do ano, tirei minhas algemas que me prendiam ao meu eu do passado - aquela de quem nós duas sentimos vergonha. Definitivamente deixei tudo para trás, todas as mágoas, as lágrimas, os dias sofrendo, as lembranças boas que remetiam aos momentos ruins de nostalgia. Hoje renasci, como uma fênix. Das minhas cinzas, surgi e joguei tudo pro alto. Decidi que nunca mais gastaria minhas lágrimas por bobagem, nunca mais deixaria qualquer otário me fazer de trouxa. Relaxe, o nosso futuro será muito melhor.
Eu prometo agora mesmo para nós duas que este será o meu ano. Eu não vou deixar de sorrir para quem quer me ver mal, nem mesmo me mostrarei fraca na frente dos que querem me diminuir. Jamais abaixarei a cabeça para pessoas menores do que eu, e em nenhum momento permitirei a humildade deixar de ser a maior das virtudes. Fique tranquila, vou preparar tudo para que quando chegue a hora, você não se arrependa nunca de quem eu sou e do que eu fizer. Estou fazendo isso por mim, por você, por todas as "eu" que já fui, pelo que eu quero ser e pelos risos que quero dar sem culpa, sem lembrar em seguida de motivos que me tirem-o do rosto. 
Até as minhas músicas do dia-a-dia eu estou tentando mudar. Os livros que leio, as conversas que tenho, as festas que vou, as coisas que faço; tudo isso fará você ser alguém muito, muito feliz. Querida eu do futuro, tenha a certeza de que você será feliz, pois eu já estou sendo agora mesmo. Estou sorrindo de orelha à orelha, estou leve e realizada. Nunca acreditei naquele "ano novo, vida nova", você sabe disso, mas de alguma forma eu sinto que este ano deve ser o nosso ano. Deve ser uma chance de mudar as coisas de verdade, consertar alguns defeitos e não repetir o que deu errado antes. Sorria, querida eu... O que o futuro nos guarda é muito melhor do que tenho planejado. Em quase dois anos de mesmice de sentimentos e atitudes, até minha cabeça está cansada da repetição de desistências e lembranças. Mas confie em mim, a mudança pode não acontecer da noite pro dia, e mesmo que demore mais dois anos, eu vou continuar firme e forte. Por você, por nós. Farei de tudo para tudo do melhor e do que depender de mim vai te acontecer. 
Com carinho e amor (próprio),
Sua eu do presente.

                        


Sinopse:

A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.
Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.
Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele.
Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.
Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.


Resenha: 

"O Visconde que me Amava" é o segundo livro da série "Os Bridgertons", da autora Julia Quinn. Ele conta a história de Anthony e Katherine. A história consegue ser bem diferente  de "O Duque e Eu", o primeiro livro da série, o que torna a história melhor ainda, pois não fica estereotipada.
Já tivemos um gostinho de Anthony em "O Duque e Eu" e definitivamente nos apaixonamos por ele em "O Visconde que me Amava". O livro começa com um prólogo que conta sobre a morte do pai da família Bridgerton, e quais consequências isso causou na vida do filho mais velho. Depois se volta para o presente, e vemos as jovens da temporada: Edwina e Katherine. Que não vivem exatamente bem financeiramente, e estão apostando suas cartas em um bom casamento para Edwina. Mas claro, apesar de precisarem do dinheiro, elas querem um homem que mereça Edwina. E quem faz a tarefa de afastar e investigar os pretendes, é Kate, que sempre se viu como a segunda opção, mas nunca se importou com isso.
Obviamente tudo muda quando Anthony conhece as duas damas. Primeiro investe em Edwina, mas se ver prendido pelo jogo de Kate, que não confia em dá a mão de sua irmã, para um libertino. No fim, Anthony começa a ter pensamentos libidinosos com Kate e eles se veem em situações que não há fulga para o desejo. 
De certo modo, Julia Quinn montou uma fórmula para desenvolver os livros da família Bridgerton, com algumas exceções. Vemos isso, no começo, quando ela sempre coloca um problema, na maioria das vezes no personagem masculino, não sendo de cunho maior, mas pessoal, com dúvidas do próprio personagem. Então ela parte para a atração sexual, o casamento, e o depois, onde esse problema é desenvolvido e muitas vezes eliminado. E basicamente, a formação de "O Visconde que me Amava" é essa. Mas sem perder a graça em sequer um minuto. A autora sabe coordenar bem os personagens, e fazer que a história não fique repetitiva, acompanhado por um toque de humor, que dá leveza a história. Fora que os personagens principais são bem desenvolvidos, os secundários também, e conseguimos criar um vínculo rapidamente com eles. Mas creio que faltou aquele "que" a mais para a história se tornar inesquecível.


                                            


A dona do blog Livros e blablablá tem um canal no Youtube e está sempre gravando novas tags. Dentre várias delas, encontrei a "O que você prefere?", e achei as perguntas muito interessantes, divertidas de serem respondidas, então trouxe-as para respondê-las, já que há muito tempo não fazia nenhuma tag. São perguntas em que só se pode escolher uma alternativa, e confesso que fora bastante difícil de decidir:

1. Ler apenas trilogias ou livros únicos?

Essa é bem difícil, pois leio de tudo, sem preconceitos. Apesar de que a maioria dos livros que eu tenho são trilogias, até séries, eu escolho os livros únicos, já que gosto muito das histórias que têm fim em um volume só. 

2. Ler apenas autores homens ou mulheres?

Também não tenho preconceitos quando a isso, acho bastante irrelevante, mas escolho mulheres, porque um mundo onde não se possa ler um Agatha Christie vez ou outra não é bom para se viver (graças a Deus que essa decisão não é para a vida toda).

3. Comprar na livraria física ou online?

Por mais que eu adore passar tarde e tardes em livrarias - sou daquelas que senta no chão mesmo para ver aqueles livros que ficam escondidos nas estantes - e ter sempre um livreiro disponível para me auxiliar, não há nada melhor do que comprar livros na internet mesmo e recebê-los em casa. Faz parte da minha lista de prazeres da vida.

4. Todos os livros virarem filmes ou séries de TV?

Essa pergunta é bem difícil de ser respondida. Se pudesse, eu diria que os livros únicos deveriam virar filmes, pois é mais fácil para manter a história. E diria que as sagas deveriam virar séries, para que o filme não precisasse ser resumido. Mas, como é para escolher um só, eu escolho filme, para que a margem de erro não seja tão grande e a história não se perca.

5. Ler 5 páginas por dia ou 5 livros por semana?

Lógico que 5 livros por semana! Imagina ter que demorar mais de dois meses para ler um livro de 370 páginas, enquanto que nesse período eu poderia ler muito mais? Nem pensar.

6. Ser crítico de livros ou um autor?

Ser autor. Mesmo que boa parte das obras dos escritores sejam movidas pelo sucesso que fazem (ou não) nas opiniões dos críticos, eu prefiro ser a pessoa criticada do que ser a que critica. Tenho dificuldades em julgar quantas luas vou dar para cada livro nas resenhas, dirá avaliar uma obra inteira, apontando seus "defeitos" e dando uma nota final. 

7. Apenas ler os seus 20 livros favoritos favoritos para sempre ou somente ler livros novos que eu nunca li antes?

Somente ler livros novos. Se eu fosse obrigada a ler somente os meus 20 livros favoritos, chegaria um momento em que eles deixaria de ser os meus favoritos porque eu simplesmente iria cansar deles e jamais poderia saber se existem outros no mundo que poderiam ser os meus favoritos, também. 

8. Ser um bibliotecário ou um vendedor de livros?

Vendedor de livros, por milhares de motivos. Mas me limitando apenas a dois: primeiro porque eu já falei o quanto eu gosto do auxílio dos livreiros na loja física, em ter suas opiniões e sugestões em casos de dúvida e segundo porque as bibliotecas já não são mais tão valorizadas como antes. Agora que existem os e-books, os livros em pdf e online, as pessoas dificilmente vão à bibliotecas alugar livros para ler por prazer - geralmente são para fins de estudo.

9. Ler apenas o seu gênero favorito ou poder ler todos os gêneros exceto o seu favorito?

Eu sinceramente não consigo responder a essa pergunta, pois eu não tenho um gênero favorito. E, por isso, escolheria ler todos os gêneros, pois não teria que escolher ler um só - mesmo motivo da sétima pergunta.

10. Ler apenas livros físicos ou e-books?

Não tenho nada contra e-books, eu mesma já leio muito hoje em dia no Kindle. Não cansa a vista e não há diferenças em relação ao livro físico, exceto pelo fato de ser mais leve. Se todos os livros do mundo - ou pelo menos todos pelos quais eu me interesso - já estivessem disponíveis para download, eu facilmente ficaria apenas com os e-books.

Então é isso, gostei bastante de responder a essa tag e talvez traga algumas outras para o blog. Até a próxima!




Bliss

Autora: Kathryn Littlewood
Editora: Salamandra
Edição:
Número de páginas: 406
Narração: 3ª pessoa, onisciente

As pessoas muito confundem fantasia com ficção científica. A nossa saga favorita que traz a fantasia como sua principal base é Harry Potter, cuja magia constitui o fantástico mundo em que nossos personagens favoritos vivem. E destas sagas favoritas que fazem sucesso hoje, poucas são as que trazem a magia assim, algo fantástico que nos faz querer viver naquele mundo. Mas eu venho até aqui apresentá-los à trilogia Bliss, de Kathryn Littlewood, com a resenha do primeiro dos três livros desta história empolgante e muito, muito doce. 
Encontrei este livro na estante da minha tia, perdido, mas lembro-me bem de quando ela o comprou e muito me recomendou. Eu não havia o lido antes por sei lá qual motivo, e por isso eu me arrependo. Peguei-o agora e li mais rápido que achei que conseguiria. É tão fácil, uma leitura tão leve e gostosa que eu não podia deixar de comentá-lo aqui.

Sinopse

"Todo mundo na pequena cidade de Calamity Falls adora a confeitaria Bliss. E por uma razão: as receitas da família Bliss são mágicas. Elas vêm de um livro da família - o Tomo de Culinária Bliss - que vem passando de geração em geração desde a Idade das Trevas. As receitas mágicas do livro são tão poderosas que os produtos da confeitaria são responsável pela felicidade que reina na cidade.
Isto é, até o dia em que papai e mamãe Bliss são chamados para resolver um problema em outra cidade, e as quatro crianças da família ficam sozinhas com a confeitaria por uma semana. Uma semana apenas, mas que acaba virando a vida da cidade de cabeça para baixo. 
Uma misteriosa e sedutora tia Lily aparece, e as crianças ficam até felizes em receber uma ajudinha. Mas parece  que essa charmosa tia não veio bem interessada em ajudar..."


O livro traz a história da família Bliss, narrada principalmente na confeitaria Follow Your Bliss ("Siga Seu Deleite"), propriedade da família Bliss, composta pela mãe, pelo pai, dois filhos e duas filhas, sendo uma delas Rosemary Bliss, a principal personagem, ou seja, é nela o foco maior do narrador. Rose, como é chamada, é uma garota de treze anos com todos os conflitos que uma pré-adolescente pode conter: crises existenciais, carência por atenção, dúvidas a respeito de seu próprio corpo e primeira paixão. 
No início, devo confessar que a história é um pouco lenta. Depois que os pais viajam, e as crianças devem cuidar da confeitaria, torna-se um processo lento para que as coisas comecem a acontecer, mas sempre deixando esse ar misterioso e mágico do qual a história é bastante recheada. Achei bastante criativo, pois o livro lida com receitas de doces mágicos, e a cada nova receita, os ingredientes mais diferentes e incomuns são inseridos à história e te faz imaginar mil e uma aparências para os doces produzidos. 


Não posso estender muito o assunto a respeito do livro, senão acabo dando alguns spoilers. Bliss é o primeiro da trilogia, e os seguintes são "Uma pitada de magia" e "Um bocado de magia", respectivamente. Pelo que li dos dois últimos, percebi que a história parece ser mais corrida, menos apegada à detalhes desnecessários, mas sem perder esse jeito mágico com que Littlewood perceptivelmente colocou e exagerou (de uma forma positiva) na dose do primeiro livro.
A história é bastante criativa, nunca vi nada igual ou sequer parecido em outros livros, mas dou 4 luas devido à lentidão em momentos que poderiam ser mais rápidos, mais resumidos. De qualquer maneira, eu gostei bastante e pretendo ler os outros para trazer suas resenhas. Até a próxima!





Finalmente chegamos ao primeiro dia do ano depois destes 69 anos que demorou para acabar 2015, o qual eu tenho gostado de chamar de "ano 8 ou 80": ou você amou, ou você odiou. Para mim, devo confessar, não foi um dos melhores, principalmente porque vim de um 2014 fantástico. De qualquer forma, este fora definitivamente um ano com retrospectivas preocupante, mas digna de ser vista, lida e mostrada. Trouxemos o que encontramos de mais interessante neste 2015:

Não tente negar: você com certeza já viu algum destes perambulando por aí. Trata-se dos chamados "livros de colorir para desestressar". Fora o ano em que surgiram tais criações, e eu mesma aderi à moda: comprei todos, inclusive o último lançado - Oceano Perdido. De tudo rolou a respeito dos livros: de memes ironizando o "antiestresse" até pessoas competindo para saber quem seria o primeiro a terminar de colorir tudo. Querendo ou não, hoje, se você entra em uma livraria qualquer, existem pelo menos 5 tipos de livros diferentes, com desenhos diferentes e temáticas mais variadas.



Você não faz parte do mundo da internet se você não viu o tamanho crescimento do feminismo durante este ano de 2015. Sim, fora um ano maravilhoso para o movimento, um ano em que as mulheres ganharam voz de uma forma surpreendente. Enquanto uns utilizaram as redes sociais para exalar o seu preconceito e fobias com as diversas raças, as mulheres a favor do movimento marcaram presença em diversas rodas de discussão, o que nos enche de orgulho. Chega de aceitar calada o bando machista criminalizando Fabíola, chega de ficar ouvindo mimimi de homem que se deu muito mal no ENEM porque já iniciou-se sua redação verbalizando o seu preconceito. 2015 fora marcado por essa forte aparição, e 2016 promete ser ainda mais. Iniciativas como #MeuPrimeiroAssédio e #MeuAmigoSecreto foram apenas algumas das maneiras de demonstrar que não são uma ou outra que sofrem com o machismo da sociedade atual. Boa parte das mulheres, a maioria, já sofreram devido a isso, e não vamos mais aceitar quietas. É apenas o começo, devo dizer.


Enquanto umas utilizaram o Facebook como um meio de denúncia, outras pessoas descobriram que publicações no Facebook não doem tanto quanto falar na cara de alguém todas as barbaridades que lemos durante este ano. As pessoas resolveram, do nada, destilar seu veneno pela rede social mais comum e a cada nova publicação, descobríamos um novo machista vivendo entre nós, uma nova pessoa contra a corrupção, mas que fura fila no caixa do supermercado. Ou descobríamos o religioso que critica o novo "modelo" de família (que na verdade existe há muito tempo), mas que trai a esposa. Eu gosto de dizer, inclusive, que 2015 foi o ano da hipocrisia. 


Antes de mais nada, gostaria de ressaltar que este concurso já deu o que tinha que dar. O Miss Universo fará 64 anos de existência e eu não consigo entender como depois de 10 anos as pessoas ainda acham graça nisto: ver várias mulheres lindas, que se prestam ao papel de estar ali, mostrando seus corpos como expositores para serem julgadas e premiadas como a mais bonita. Anyway, fora em 2015 que aconteceu pela primeira vez a coisa mais constrangedora que poderia acontecer: chegara a hora de anunciar a vencedora do concurso, e o apresentador confundiu-se com a ficha que trazia o nome das finalistas e a Miss Colombiana (que muito lembra a Sofía Vergara - Gloria, de Modern Family) recebera a coroa, as flores e a faixa de Miss 2015. Recebera os aplausos, deu tchauzinho para todo mundo e até balançou a bandeirinha da Colômbia, orgulhosa por ter ganhado o título. Alguns poucos minutos depois, o apresentador retorna ao palco pedindo desculpas, claramente envergonhado pela situação, e anuncia que, na verdade, a vencedora do Miss Universo 2015 fora a Miss Filipina. Gostaria, ainda, de fazer um adendo a respeito do ocorrido: houveram boatos de que fora tudo planejado, apenas para dar uma animada no concurso que já está ficando repetitivo e chato. Por fim, a colombiana com certeza ficara mais famosa do que a moça de Filipinas, que ganhou o concurso.


Querendo ou não, a ideia ficar 48 horas sem o aplicativo causara pânico em boa parte da população internáutica. Não dava pra imaginar como lidar com o aplicativo mais utilizado como meio de comunicação entre as pessoas hoje em dia. Não fora nem um dia inteiro, e todas as pessoas recorreram aos outros meios: Telegram, Viber, ou o próprio Messenger do Facebook. O aplicativo ficou fora do ar para os usuários de Tim, Oi, Claro e Vivo devido à uma intimação judicial, que corre sobre sigilo e o autor da ação não pode ser informado. O sindicato ainda informou que nenhuma empresa de telefonia faz parte da ação que levou à intimação. De qualquer forma, já sabemos que temos outras meios para recorrer caso caia novamente.



E enfim chega acaba este demorado, conturbado e preocupante 2015. Tanto para os que amaram o ano quanto para os que odiaram, só resta o sentimento de esperança e desejo por um novo ano melhor, com muitas realizações, coisas boas acontecendo, sonhos a serem realizados, que o nosso blog possa prosperar! E que todos nós possamos ser pessoas melhores a cada novo dia, independente de ser um ano novo ou não. Nós, Adormecidas, desejamos a todos um próspero 2016! Um grande beijo, e até a próxima. 


Não que eu precise dizer para alguém os porquês de assisti-la, mas durante esta semana eu me dispus a devorar, por assim dizer, a primeira temporada inteira - com muita vontade para assistir à segunda temporada. E confesso que só me dediquei a tal porque estava sem fazer nada e vi, passeando pelo Netflix, a série como uma das mais populares. Já havia visto algumas cenas no canal em que a série é transmitida (Canal Sony), mas nunca havia entendido realmente o seu propósito. Agora sim, posso dizer, essa é uma das melhores séries que eu já vi, não só pelo simples fato de ter paciência para vê-la.

How To Get Away With Murder

Sinopse: 

"Michaela, Wes, Laurel, Connor e Asher são ambiciosos calouros de Direito da prestigiada academia East Law School onde apenas os melhores alunos podem participar de casos reais. Eles competem entre si para conseguir a atenção da carismática e sedutora Professora Annalise Keating, na aula de Direito Criminal 1, também conhecida como "Como Se Livrar de Um Assassinato".


Eu ficaria horas aqui falando sobre cada personagem, mas não há nada melhor do que assistir à série e ir descobrindo mais e mais sobre cada um deles - isto a série não deixa a desejar: cada personagem tem o seu momento detalhado pela sua visão, pelo seu lado da história. A medida que o tempo vai passando, você vai entendendo e encaixando cada detalhe perfeitamente.
Bom, a primeira temporada é basicamente o seguinte: As aulas acabam de começar e você de cara já percebe o quão maravilhosa Annalise Keating consegue ser. A mulher é poderosa, não há uma pessoa que não note sua presença quando é feita. E a série destaca bastante isso, a força dela em momentos precisos. Contudo, ao mesmo tempo, também mostra seus momentos de fraquezas, os momentos em que ela se mostra como um "ser humano" também. 



A primeira temporada trata-se de um caso que Annalise precisa resolver, mas que envolve conflito de interesses, ou seja, não é tão fácil assim de se desenrolar. Os episódios são compostos por flashbacks intercalados com cenas do tempo real em que a história se passa, e não é difícil de acompanhar o tempo dos acontecimentos. Mesmo com este caso maior para ser resolvido, outros casos são assumidos pela professora, e desdobrados pelo seu grupo de alunos. 
Não há um segundo na série em que não haja tensão, dúvida e milhões de perguntas a serem respondidas. Aconselho, inclusive, que se caso se disponha a assistir, tire um tempo livre, um final de semana, até, pois a partir do momento em que se inicia, não dá para parar de assistir um segundo. 


Certas coisas eu acho interessante de se ressaltar, como o fato de que não há, em nenhum momento, um mocinho na história. Nem mesmo há um vilão específico. Todos erram, todos são hipócritas, todos julgam uns aos outros mesmo tendo lá os seus segredos. E com isso, cada um possui o seu papel importantíssimo na história, que mesmo não sendo revelado de cara, ao longo do tempo você acaba compreendendo o espaço daquele personagem em determinados cenários. 
Por fim, resolvi resumir em 5 tópicos as principais razões para se assistir HTGAWM:
  1. O tema: Eu descobri que aquilo que eu dizia ser falta de paciência com as séries é, na verdade, ansiedade para saber como as coisas vão desenrolar e quando a série não tem aquele gostinho de "quero mais", sinceramente, eu realmente não consigo lidar. Isso não acontece aqui. O tema da série muito me interessa. Todo o drama, o suspense, as investigações... Tudo isso me proporciona sede por querer mais e mais. E sem falar que você acaba acompanhando o dia-a-dia dos tribunais, das acusações, da vida dos advogados de defesa. E isso é demais.
  2. O enredo/desenrolar da coisa: Não tem como não se prender à série. Ela é muito bem contada, muito bem mostrada, e você fica abismado com o como as coisas são perfeitamente encaixadas. De acordo com que os acontecimentos vão se entrelaçando e você vai percebendo que tudo foi planejado propositalmente, acaba se tornando uma série de descobertas, de revelações a respeito de todos os personagens e você, querendo ou não, se prende a cada um deles.
  3. Os personagens: Não tem como não se apegar! Confesso que eu acho todo mundo ali um bando de louco, na forma mais coloquial da coisa. Todo mundo tem um parafuso a menos, um defeito absurdamente importante para o enredo, problemas e confusões que envolvem todo o grupo, mas mesmo com todas as divergências entre eles, não dá para imaginar o grupo se desfazendo de forma alguma. 
  4. A protagonista:

Eu já falei o quanto esta mulher samba? Ainda não aprendi a lidar com tanto glamour em uma pessoa só. E a forma como Annalise Keating (Viola Davis) é apresentada, a maneira com que vemos o quão errante ela é, a quantidade de defeitos que a tornam uma mulher completamente imperfeita, mas que não desce do salto nunca (não na frente de pessoas mais baixas que ela). Annalise nos encanta por ser um exemplo significativo de mulher forte que erra e aprende com seu erro de cabeça erguida. 

  1. O bônus:
 

Respectivamente, Connor Walsh (Jack Falahee) e Frank Delfino (Charlie Weber). É, eu também não sei como lidar com esses dois monumentos divinos desfilando pelo cenário da série! Definitivamente não sei. Eu precisava falar dos dois, mesmo que alguns os achem os mais apagadinhos da série, eles preenchem meu coração a cada vez que aparecem e fazem a cena ser mais completa para mim. Se vocês assistirem, entenderão a minha total e incondicional paixão.



Não vejo a hora da segunda temporada chegar ao Netflix (bora lá, né?) e apreciar mais, muito mais, de todo o drama e suspense que HTGAWM pode me proporcionar. Ficou claro que eu adorei, né? Então, nada mais justo que 5 luas para a primeira temporada da série!


Logo que assistir à segunda, trago para o blog o meu veredicto. Um beijo e até a próxima!


              Querido Noel,
              Então é Natal. Mais uma vez. Mais um ano vestindo aquela roupa nova que comprei especialmente para ficar algumas horas sentada no sofá ouvindo meus familiares com aquele famoso "é pavê ou pacomê?" e com aquelas incansáveis enquetes a respeito da minha vida; "e os namorados?", "você ainda não decidiu o que vai fazer? O ENEM já está aí!", e tantas outras perguntas que as únicas respostas cabíveis seriam olhos revirados, mas por educação à família eu apenas sorrioo amarelo e continuo comendo, pois não há nada melhor para fazer nestas ocasiões. Escuto todos os meus amigos desejando-me um feliz natal, sendo que ainda é dia 24. Vejo todo mundo com seus familiares, e eu, que já não aguenta mais comer, só quero que aconteça logo o amigo secreto para presentear um amigo com um presente pensado com todo o amor e carinho e acabar ganhando um par de meias para o dia se concretizar como apenas mais um infortúnio. 
              Daí chega meia noite. É hora de trocar os presentes. Depois dormimos até tarde no dia seguinte, almoçamos o que sobrou da ceia e fim. Começam agora os preparativos para o ano novo. Isso me intriga profundamente. Pessoas que nos outros 11 meses e 29 dias do ano são hipócritas, críticas e abusivos, chegam neste dia desejando felicidades a todos como se isso pudesse deixá-la com a consciência limpa apesar de tudo que fez no ano.
              E aquela sua perguntinha, querido Noel, "você foi um bom menino?"? Defina "bom menino", querido. O que é ser bom hoje em dia? É criticar tudo o que quiser na internet, pois não é preciso olhar nos olhos de alguém para fazer tal? É julgar as inúmeras Fabíolas que existem por aí e esquecer que "quem nunca pecou que atire a primeira pedra"? É colocar um problema acima de outro como se isso fosse resolver algo? Diga-me, então, se ser uma boa pessoa é ignorar problemas mais sérios por todo o mundo e se preocupar mais com futilidades que não o levarão a lugar nenhum. Que me perdoe você, bom velhinho, e todos aqueles que em você acreditam, mas este ano você não irá distribuir muitos presentes. Não, eu mesma não fui uma boa menina. Não de acordo com que a sociedade, hoje, dita. Eu decidi que sou contra aquilo que a família brasileira impõe, sou contra calar-me em frente de opressores e sou contra dar respeito a quem não merece. Desculpe-me, mas eu não fui uma menina. Não deixei me tocarem sem o meu consentimento, mesmo que eu estivesse com uma roupa um pouco mais curta que intitulam como o famoso "estava pedindo". Não permiti que falassem barbaridades contra o sexo feminino e quisessem que depois continuasse tudo bem. Não permiti uma mãe bater na própria filha, desobediente, pois achei que já passava dos limites. Não consegui ouvir meu tio falando repetidas vezes o quanto odiava aquela mulher do tempo do jornal da noite simplesmente por ela ser negra. Eu não consegui ficar calada, querido Noel. 
              E mesmo assim, se você ainda me achar digna de um presente, eu venho pedir o fim disso tudo. Fim do machismo, fim do preconceito entre raças, sexos e gostos. Ou apenas me dê paciência, se não for possível atender ao meu primeiro pedido, para suportar tudo isso. Por todo o mundo, Noel, eu peço paz. Peço consolo às mães que perdem seus filhos para a guerra. Peço lucidez e verdade para aqueles que estão no poder e precisam tomar decisões difíceis. Peço paz para as regiões conturbadas asiáticas. Eu peço clemência por aqueles que não reconhecem seus erros. Peço informação e estudo para aqueles que falam sem nada saber. Desculpe por pedir demais, mas para você, depois de tudo aquilo que eu já o vi fazer, este presente seria dos mais fáceis, não?
              Um feliz natal!

Nota: Não dava para fazer um textinho de natal comum, não é mesmo? Apesar dos pesares, um feliz natal a todos! Aproveitem bastante com suas famílias, peçam paz para este mundo! Um beijo, até logo.


Estamos no século XXI, onde gays, lésbicas, bissexuais e transexuais tem o seu espaço de direito(ou pelo menos é para ter). E com isso a liberdade para criar sobre esse tema cresceu gigantescamente, seja na indústria cinematográfica quanto na literatura, mesmo assim o mais comum é encontrar livros e filmes de romance heterossexual. E apesar de ser não meu tipo de livro favorito, já tive a experiência de ler uma história que mesmo não sendo o foco central, mostrava duas meninas em uma relação, e o livro era fantástico (só não vou falar o nome dele aqui. Pois ela ser lésbica é spoiler). E que muito provavelmente nós, deixamos de ler histórias fantásticas por não necessariamente nos identificarmos com a história de amor dos personagens. Por isso, hoje trouxe 3 livros com essa temática que são realmente famosos, mas claro, existem muitos outros, desde contos a romances.


1. Dois Garotos se Beijando

                      
David Levithan, é um dos maiores autores em relação a temática LGBT, ele está sendo muito importante nesse meio, se voltado para o público adolescente. Eu ainda não li nenhum de seus livros, mas já dei uma pesquisada e a maioria das críticas são positivas, principalmente para o seu título mais recente: "Dois Garotos se Beijando".


Sinopse: Do mesmo autor do best-seller Will & Will e Todo Dia. Do lado de fora da escola, ao ar livre, rodeados por câmeras e por uma multidão que, em parte apoia e em parte repudia o que estão fazendo, Craig e Harry estão tentando quebrar o recorde mundial do beijo mais longo. Craig e Harry não são mais um casal, mas já foram um dia. Peter e Neil são um casal. Seus beijos são diferentes. Avery acaba de conhecer Ryan e precisa decidir sobre como contar para ele que é transexual, mas está com medo de não ser aceito depois disso.
Cooper está sozinho. Passa suas noites em claro, no computador, criando vidas falsas online e seduzindo homens que jamais conhecerá na vida real. Mas quando seus pais descobrem seu passatempo proibido, o mundo dele desaba. Cada um desses meninos tem uma situação diferente. alguns contam com o apoio incondicional da família, outros não. Alguns sofrem bullying na escola, outros, com o coração partido.
Mas bem no centro de todas as histórias paralelas está o amor. E, através dele, a coragem para lutar por um mundo onde esse sentimento nunca seja sinônimo de tabu.


2. Azul é a cor mais quente.


                       
Azul é a Cor Mais Quente com certeza é o livro mais famoso dessa lista, por causa do burburinho que foi a adaptação cinematográfica. O que mais me interresa no livro é por ele ser graphic novel, ou seja, em quadrinhos, e pela forma que é feita, com o visual todo em preto e branco e só o azul do cabelo da Emma (creio eu que seja ela) se destacando.

Sinopse: O livro conta a história de Clementine e, uma jovem de 15 anos que descobre o amor ao conhecer Emma, uma garota de cabelos azuis. Atráves de textos do diário de Clementine, o leitor acompanha o primeiro encontro das duas e caminha entre as descobertas, tristezas e maravilhas que essa relação pode trazer. A novela gráfica foi lançada na França em 2010, já tem diversas versões, incluindo para o inglês, espanhol, alemão, italiano e holandês, e ganhou em 2011, o Prêmio de Público do Festival Internacional de Angoulême. Em tempos de luta por direitos e de novas questões políticas, AZUL é a COR MAIS QUENTE surge para mostrar o lado poético e universal do amor, sem apontar regras ou gêneros.

       



3. Will & Will

                             
Will & Will também é um dos livros mais famosos nesse meio, principalmente por ter o John Green em colaboração com o David Levithan. Algumas amigas minhas já leram e as opiniões são bem dívidas, umas dizem que amaram e outras que odiaram.

Sinopse: Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra...Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes complementes diferentes, os dois estão prestes a embarcar em uma aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.