O mundo precisa entender de vez que algumas pessoas, graças a Deus, já possuem identidade própria e não ligam pro que os outros acham. Algumas pessoas já amam seus próprios corpos sem precisar da aprovação de ninguém; usam seus cabelos da forma que querem, as roupas que quiserem usar, independente do que a mídia e os meios de informação dizem ser o mais bonito, o ideal.
Por fim, voltando ao foco do vídeo, que diferença faz ele ser negro ou não? Que diferença faz rotular qualquer pessoa de qualquer coisa? De uma forma arrogante, eu diria que a diferença é que o olhar muda. A pessoa racista, incapaz de entender que cor não define caráter, pensa que todo negro é ladrão e todo branco é mocinho; acha que negro só quer vagabundagem e branco foi feito pra estudar, ser bem sucedido. Essa é a verdade, querendo ou não, na forma bruta mesmo.
Sinceramente, do fundo do meu coração, eu ingenuamente achava que as pessoas já tinham superado essa coisa de encaixar todo mundo em um padrão. A evolução faz parte de todos nós, e a padronização não se encaixa nela.

Sinopse:
A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.
Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele.
Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.
Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.
Resenha:
"O Visconde que me Amava" é o segundo livro da série "Os Bridgertons", da autora Julia Quinn. Ele conta a história de Anthony e Katherine. A história consegue ser bem diferente de "O Duque e Eu", o primeiro livro da série, o que torna a história melhor ainda, pois não fica estereotipada.1. Ler apenas trilogias ou livros únicos?
2. Ler apenas autores homens ou mulheres?
3. Comprar na livraria física ou online?
4. Todos os livros virarem filmes ou séries de TV?
5. Ler 5 páginas por dia ou 5 livros por semana?
6. Ser crítico de livros ou um autor?
7. Apenas ler os seus 20 livros favoritos favoritos para sempre ou somente ler livros novos que eu nunca li antes?
8. Ser um bibliotecário ou um vendedor de livros?
9. Ler apenas o seu gênero favorito ou poder ler todos os gêneros exceto o seu favorito?
10. Ler apenas livros físicos ou e-books?
Bliss
Sinopse
How To Get Away With Murder
Sinopse:
- O tema: Eu descobri que aquilo que eu dizia ser falta de paciência com as séries é, na verdade, ansiedade para saber como as coisas vão desenrolar e quando a série não tem aquele gostinho de "quero mais", sinceramente, eu realmente não consigo lidar. Isso não acontece aqui. O tema da série muito me interessa. Todo o drama, o suspense, as investigações... Tudo isso me proporciona sede por querer mais e mais. E sem falar que você acaba acompanhando o dia-a-dia dos tribunais, das acusações, da vida dos advogados de defesa. E isso é demais.
- O enredo/desenrolar da coisa: Não tem como não se prender à série. Ela é muito bem contada, muito bem mostrada, e você fica abismado com o como as coisas são perfeitamente encaixadas. De acordo com que os acontecimentos vão se entrelaçando e você vai percebendo que tudo foi planejado propositalmente, acaba se tornando uma série de descobertas, de revelações a respeito de todos os personagens e você, querendo ou não, se prende a cada um deles.
- Os personagens: Não tem como não se apegar! Confesso que eu acho todo mundo ali um bando de louco, na forma mais coloquial da coisa. Todo mundo tem um parafuso a menos, um defeito absurdamente importante para o enredo, problemas e confusões que envolvem todo o grupo, mas mesmo com todas as divergências entre eles, não dá para imaginar o grupo se desfazendo de forma alguma.
- A protagonista:
- O bônus:
Nota: Não dava para fazer um textinho de natal comum, não é mesmo? Apesar dos pesares, um feliz natal a todos! Aproveitem bastante com suas famílias, peçam paz para este mundo! Um beijo, até logo.
Estamos no século XXI, onde gays, lésbicas, bissexuais e transexuais tem o seu espaço de direito(ou pelo menos é para ter). E com isso a liberdade para criar sobre esse tema cresceu gigantescamente, seja na indústria cinematográfica quanto na literatura, mesmo assim o mais comum é encontrar livros e filmes de romance heterossexual. E apesar de ser não meu tipo de livro favorito, já tive a experiência de ler uma história que mesmo não sendo o foco central, mostrava duas meninas em uma relação, e o livro era fantástico (só não vou falar o nome dele aqui. Pois ela ser lésbica é spoiler). E que muito provavelmente nós, deixamos de ler histórias fantásticas por não necessariamente nos identificarmos com a história de amor dos personagens. Por isso, hoje trouxe 3 livros com essa temática que são realmente famosos, mas claro, existem muitos outros, desde contos a romances.
1. Dois Garotos se Beijando
David Levithan, é um dos maiores autores em relação a temática LGBT, ele está sendo muito importante nesse meio, se voltado para o público adolescente. Eu ainda não li nenhum de seus livros, mas já dei uma pesquisada e a maioria das críticas são positivas, principalmente para o seu título mais recente: "Dois Garotos se Beijando".
Sinopse: Do mesmo autor do best-seller Will & Will e Todo Dia. Do lado de fora da escola, ao ar livre, rodeados por câmeras e por uma multidão que, em parte apoia e em parte repudia o que estão fazendo, Craig e Harry estão tentando quebrar o recorde mundial do beijo mais longo. Craig e Harry não são mais um casal, mas já foram um dia. Peter e Neil são um casal. Seus beijos são diferentes. Avery acaba de conhecer Ryan e precisa decidir sobre como contar para ele que é transexual, mas está com medo de não ser aceito depois disso.
Cooper está sozinho. Passa suas noites em claro, no computador, criando vidas falsas online e seduzindo homens que jamais conhecerá na vida real. Mas quando seus pais descobrem seu passatempo proibido, o mundo dele desaba. Cada um desses meninos tem uma situação diferente. alguns contam com o apoio incondicional da família, outros não. Alguns sofrem bullying na escola, outros, com o coração partido.
Mas bem no centro de todas as histórias paralelas está o amor. E, através dele, a coragem para lutar por um mundo onde esse sentimento nunca seja sinônimo de tabu.
2. Azul é a cor mais quente.
Azul é a Cor Mais Quente com certeza é o livro mais famoso dessa lista, por causa do burburinho que foi a adaptação cinematográfica. O que mais me interresa no livro é por ele ser graphic novel, ou seja, em quadrinhos, e pela forma que é feita, com o visual todo em preto e branco e só o azul do cabelo da Emma (creio eu que seja ela) se destacando.
Sinopse: O livro conta a história de Clementine e, uma jovem de 15 anos que descobre o amor ao conhecer Emma, uma garota de cabelos azuis. Atráves de textos do diário de Clementine, o leitor acompanha o primeiro encontro das duas e caminha entre as descobertas, tristezas e maravilhas que essa relação pode trazer. A novela gráfica foi lançada na França em 2010, já tem diversas versões, incluindo para o inglês, espanhol, alemão, italiano e holandês, e ganhou em 2011, o Prêmio de Público do Festival Internacional de Angoulême. Em tempos de luta por direitos e de novas questões políticas, AZUL é a COR MAIS QUENTE surge para mostrar o lado poético e universal do amor, sem apontar regras ou gêneros.
3. Will & Will
Will & Will também é um dos livros mais famosos nesse meio, principalmente por ter o John Green em colaboração com o David Levithan. Algumas amigas minhas já leram e as opiniões são bem dívidas, umas dizem que amaram e outras que odiaram.
Sinopse: Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra...Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes complementes diferentes, os dois estão prestes a embarcar em uma aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.








































