Contém Spoilers 




Sexta-feira passada, 18, foi lançada a 2° temporada de "Demolidor". Eu literalmente maratonei e acabei a temporada no outro dia de manhã. Nessa temporada, as coisas acontecem muito mais rápido que a anterior, e é dividida em basicamente 3 arcos: Justiceiro, Elektra e A Mão.



                            

Eu sinto falta da normalidade. Sinto falta de conversar com a minha amiga olhando no olho dela, enquanto a gente esperava o transporte. Sinto falta dos risos altos que outra amiga me causava, e ainda causa. Da bagunça tão feliz que era minha vida. Não que eu seja infeliz. Mas, eu costumava gargalhar mais. Costumava abraçar mais. E todas as minhas tardes eram uma comédia. E Deus, como eu sinto falta.
Mesmo das brigas que muitas vezes não faziam o menor sentindo. Amava o fato de todo mundo não ter vergonha e tirar as fotos mais sem noção possível. Porém as coisas mudam e é difícil saber que nem todos serão como você costumava ver e ter. As pessoas evoluem e coisas do tipo.
O conforto sempre é mais fácil. Então a vida vai lá e te dá sequências de tapas na cara, mostrando que não, não é fácil. Que vamos ter que engolir sapos e suprimir a vontade de mandar todo mundo tomar naquele lugar. As pessoas confundem gentileza, e já querem derrubar você. As pessoas ultimamente só vivem no seu mundinho e pensam que opinião e algumas brincadeiras não machucam, é, machucam, e ninguém é obrigado a ouvir certas coisas, então fecha a boquinha. Só por que você é grossa ou algo do tipo, não quer dizer que as pessoas sejam obrigadas a lhe aguentar, pois não são. Falta de educação é o que definitivamente caga com esse país. E às vezes eu me vejo sendo trouxa e passada pra trás, pois sou educada demais, e o mundo tá tão corrupto que todos querem subir em cima dos outros, eu sou obrigada a ser chata, falar que sinto falta de uns tempos atrás, pois tudo agora tá meio podre, e eu já estou no meu limite de educação. É ridículo dizer que colocamos sorrisos na cara e dissemos: Não! Imagina, tá tudo ótimo. Sendo que seu rosto bonito não passa de quilos de maquiagem, sua vida na internet é maravilhosa, e no fim, você está jogada na sua cama, pensando no que de fato está acontecendo com a sua vida.


                                                                           

                    

Eu quase tive uma arma apontada para a minha cabeça. Pegaram o meu celular e foram embora. Eu fiquei ali, parada, não acreditando no que tinha acabado de acontecer. Posso parecer muito corajosa e uma pessoa que tem opinião forte, - e eu realmente tenho - , mas não tenho um pingo de coragem. Não vou bater boca com ninguém armado ou que eu ache que está, eu sempre posso ser estuprada, assassinada, alguém da minha família sofrer. E pode não parecer, por essa minha capa de revoltada, que fala de tudo, como se fosse realmente da esquerda, - e não querendo generalizar, pois tem muitos da direita que são - , mas grande parte deles não acredita em Deus ou tem dúvidas, e eu por outro lado tenho muita fé, daquelas que fala nem que seja um pouquinho todos os dias com o cara lá de cima. E na minha visão ele é quem decide quando a hora de alguém chega, não qualquer pessoa que passa na rua, nunca nem te viu, nem conhece sua história, seus planos para o futuro e simplesmente tira a sua vida, seja por um celular de 600 reais ou uma carteira. Uma vida por acaso tem valor?
É ridículo estarmos reféns disso, e há horas que queremos que os direitos humanos vá para o espaço e enfiarmos balas na cara daqueles que só nos aprisionam. Mas então, quem somos nós para julgar o prazo de vida de alguém? Eu nem quero me meter nisso, pois é muito relativo e de cada um. Porém,
acho muito mais produtível alguém passar o resto da vida só do que levar um tiro na testa, pronto, acabou. Quem vai pagar os pecados daquele na realidade vai ser a família.
As pessoas são muito mal educadas, e não falo de educação acadêmica, digo no geral. Todo mundo gosta de meter o dedo na vida dos outros, batendo e agredindo como se isso fosse ser melhor, cometendo pequenas corrupções todos os dias. Seja por esse bixinho maléfico que está presente em cada um dia de nós, que nos torna capaz de fazer absurdos em situações extremas. É por mentirmos para nós mesmos, dizendo que tá tudo tranquilo, e completar com uma música besta, como se a cada passo dado que damos fora de casa não fosse uma virada de cabeça, um andado mais rápido. É o medo que milhares de mulheres sentem quando saem de casa de manhã cedo e voltam ao entardecer ou a noite, de ser violada, de ser imprensada na parede e alguém nunca visto passar a mão nos seios, na intimidade e simplesmente se enfiar no corpo de outro ser, por simplesmente querer, por simplesmente ser louco e não ter respeito por si próprio. É ver as pernas sangrando e saber que aquilo será um trauma para a vida toda.
Há bombas sendo lançadas e criadas a todo momento, os países criando grandes lacunas entre si, sorrindo para foto, mas com uma arma apontando na realidade.
Eu quero o direito de viver. Viver em paz e não ter que esconder meu celular no sutiã toda vez que eu for almoçar fora. Ver minha vó conversar com a vizinha no portão e não ter nenhum medo. Poder ir para os lugares e realmente aproveitar. Pelo menos é o que quero para mim e pros meus futuros filhos.
A arma está de novo quase sendo apontada na minha cabeça. Eu entrego o celular. Mas no fim eu durmo tranquila, eu continuo tentando ser feliz, pois sei que não fiz nada de errado, e essas pessoas que tentam roubar nossas vidas, nunca serão felizes de fato.



Nota: Sim, eu realmente fui assaltada. E acredito que estava na hora da nossa menina agir novamente. Sinceramente eu tô bem cansada de toda essa violência, e nós que vivemos no Brasil sabemos muito bem como é isso, por isso que eu não julgo quem diz que preferiria morar em outro país, pois eu também sou uma delas. Não é falta de patriotismo. Eu amo meu país, mas aqui aos poucos está virando um campo de guerra. 





                                                                 

    
 Autor(a): Gayle Forman
 Editora: Novo Conceito
 Páginas: 224 


Sinopse:

A última coisa de que Mia se lembra é a música. Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera...e o seu amor luta para ficar perto dela. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas. 





Resenha: 

Já faz algumas semanas que li Se eu ficar, e nessa semana assisti de novo o filme que curiosamente tava passando no Telecine (não, não é merchan) e pude ver claras diferenças. que eu logicamente não tinha visto antes, quando assisti a adaptação pela primeira vez. E estou falando isso pois a minha relação com a duologia de Gayle Forman é bem complicada, pois eu assisti o filme primeiro, depois li o segundo livro e só agora li Se eu ficar.
Definitivamente eu posso dizer que prefiro o livro mil vezes, apesar que não senti todas as coisas que todo mundo diz que sentiu, não escorreu nenhuma lágrima, nem no filme, e olha que eu sou coração mole. Acontece que nada especificamente me pegou de surpresa.
O livro definitivamente é mais violento, principalmente na cena do acidente, onde Mia descreve que metade do cérebro de seu pai está num canto, que sua mãe bateu a cabeça tão forte que ficou de outra cor, e que uma grande mancha de sangue está sobre o corpo de Mia, sua perna tão machucada que é possível ver o osso.
O mais importante da história em si é a família de Mia, com lembranças que me fizeram me afeiçoar com seus parentes, trazendo uma certa tristeza pois sempre há a imagem que poderia ser nossos pais. O irmão, Teddy, também é uma importante parte disso, e vemos ele crescer conforme as memórias e nos apegamos cada vez mais.
Adam se torna apenas mais uma parte, não o centro como no filme, e eles nunca se separaram, ele não tem problemas com a família nem nada do tipo. Ele é apenas um garoto normal, e é muito natural como eles se envolvem, como se sempre fossem um casal, mas nada que nos faça ter uma embatia direta com o Adam. A presença de Kim também é muito maior, e vemos diferentes conflitos que ocorrem que lembraram muito minhas amigas e como a nossa média de namoro parece ser na faculdade mesmo.
O livro eu poderia classificar como muito mais indie do que pop, no caso do filme, e ele realmente mexe com você. Sobre perspectivas de morte e vida, questionamentos sobre o que valem realmente a pena.





Nota: Ah Isabelle por que você deu só 3 luas? Bem gente, eu acho Se eu ficar um livro bom, que eu li rápido, consegui entrar na história, mas é só isso: bom. Mas futuramente tentarei postar a resenha de Pra onde ela foi, o segundo livro, que maravilhoso. É isso, espero que tenham gostado. 


                                                                       


  


Sinopse:

 Matthew Michael Murdock (Charlie Cox) é um jovem atleta e excelente aluno. Ainda na adolescência, um acidente envolvendo um caminhão que carrega lixos tóxicos o deixou cego e fez com ele desenvolvesse vários sentidos. Quando Matt decide vestir o uniforme e adotar o nome "Demolidor" (Daredevil), leva uma vida dupla: é advogado durante o dia, e, à noite, protege as ruas de Hell's Kitchen, seu bairro em Nova York. 


                                                         Demolidor 


Sim, a primeira temporada de "Demolidor" estreou no ano passado, e está prestes a lançar sua 2° temporada, em 18 de março. Eu também já assisti há um tempo, mas não tinha parado para escrever sobre.
"Demolidor" foi uma grande surpresa para mim. Logo de cara, por ter censura 18 anos e por ter um tom que nunca tinha visto numa adaptação de HQ. A série possui 13 episódios com uma média de 50 minutos até 60 por episódio. Logo no primeiro episódio eu me assustei com o jeito que a violência é explicita, e não, isso não é ruim na série. A forma como o primeiro episódio apresenta Karen Page (Deborah An Woll) mostra como a violência se torna um objeto de tensão e o tom que os outros episódios irão ter.
Charlie Cox está perfeito na pele de Matthew Murdock, e sou apaixonada por ele desde Stardust - O Mistério da Estrela (sim, eu gosto), Elder Henson como Foggy Nelson, dá um ótimo alívio cômico, mas com claras cenas tensas.

                    

Rosario Dawson fez Claire Temple, mais conhecida como "A Enfermeira Noturna" nos quadrinhos, e ela se torna o interesse amoroso de Matt nessa primeira temporada. Mas provavelmente ela não irá voltar como personagem fixa da 2°temporada.
E chegamos ao vilão, Rei do Crime, ou Wilson Fisk, interpretado por Vincent D'Onofrio, que com certeza foi um dos elemento que fez a série funcionar tão bem. Já que vemos a criação do verdadeiro vilão e do Demolidor ao correr dos episódios, vendo a história de cada um. Quero ressaltar o episódio 8 "Sombras com reflexo" que conta mais a história de Fisk, e é simplesmente sensacional.
Todos os personagens são muito bem desenvolvidos, e gosto desse tipo de hierarquia de vilões que a série tem até chegar ao Wilson.
Os personagens secundários são muito bons, todos de certa forma envolvidos com os perigos de Hell's Kitchen, como vemos acontecendo com Karen e o jornalista Ben (Vondie Curtis-Hall). Os vilões além de Fisk, impressionam com toda a sua violência e influência, como vemos nos mafiosos da Yakusa, o assistente do Rei do Crime, James Wesley (Toby Leonard Moore), e os irmãos russos.


     

     

As lutas foram bem coreografadas e foi muito legal ver que o o Demolidor não é igual aos outros super-heróis que só ficam com um machucado no olho, ele definitivamente fica acabado, e teve momentos que jurei que ele ia ser pego.
Ah, quase ia esquecendo. A série é recheada de easter eggs e fazem aquele fan service que a gente adora. Não vejo a hora de fazer maratona da 2° temporada.

     

          





Esse gif é sensacional! Meus três amores lacradores. 
                     



Nota: Mil desculpas pelo tanto de gifs, mas eu não consegui me controlar! Demolidor se tornou uma das  minhas séries preferidas e você definitivamente precisa assistir. 


       
                                                                           

                     


Afogada. A água ao redor de mim. Oxigênio acabando. Tudo que vejo é azul. Dou uma braçada e outra, levanto a cabeça e procuro ar, depois entro na água novamente. Nos minutos que estou fora, o sol me cega, e eu volto para a água. Eu não enxergo o fundo da piscina direito, tenho miopia, 2,0 graus em um 2,25 ou 2,50 no outro. Não importa quantas vezes eu levante a cabeça e respire, ainda me sinto sem ar. Parece que meus braços e pernas perderam as forças e eu poderia afundar. Mas eu luto, mesmo sabendo que alguns chegaram na minha frente. Eu luto. Pois meu pulmão se apertou e nem pensei no tal diafragma. Parece que a borda da piscina nunca chega. Fico tentando cantar uma música na minha cabeça para ver se chego mais rápido, mas só me cansa. Por fim, eu chego.
Bato na borda e levanto a cabeça. Ainda há pessoas nadando. No fim, só passou 16 segundos. Parecia uma infinidade. Coloco as mãos na borda e tento subir, estou sem forças. Passo a perna desajeitada pela borda mesmo com a grande possibilidades das pessoas verem minha bunda mais do que deveriam. Quando se está no limite não dá pra ser sexy. Consigo subir e caminho para a outra borda, a toca sai do meu cabelo e eu ajeito. O mundo parece meio torto, ainda estou no ritmo da água.
Me apoio e salto novamente. Todo aquele ciclo volta. E os 16 segundos parecem infinitos de novo.


Nota: O texto ficou pequeno, mas ele ganhou um toque especial no meu coração. Lembrei das minhas tardes na piscina fazendo natação, e como aquilo tudo me ajudou na vida em si. O texto pode ser meio confuso, mas é para dá trabalho para as suas cabecinhas. Beijos 

                                                                          


Contém spoilers! 

Havia escrito o post há dias, mas tinha esquecido completamente de postá-lo. Desculpem-nos pela escassez de posts durante a semana, mas estamos voltando.
Acordei hoje na ressaca (não alcóolica!) do Carnaval e resolvi assistir algo na Netflix, quando lembrei-me desta série que toda semana me surpreende um pouco mais - às vezes com coisas boas, às vezes com coisas ruins. Não sei se vocês se lembram, mas o episódio passado fora muito elogiado por mim. As coisas aconteceram de verdade e não me fizera pensar "ah, isso não vai acabar nunca?". Pelo contrário, eu fiquei com ainda mais vontade de assistir. E o episódio termina com uma deixa maravilhosa para o quinto, disponível na Netflix a partir de hoje.
Então, quando lembrei de que hoje havia saído outro episódio, reli o post para relembrar de tudo e fui com muita expectativa para este - o que talvez não tenha sido muito bom. 
O episódio começa com Clary mostrando para Jace o colar que ganhou da mãe e que, com ele, consegue ver onde Jocelyn está e Valentine até conseguiu se comunicar com ela. Alec aparece cumprindo seu papel de chato e pega o colar, guardando-o em um local seguro. Depois disso, Izzy encontra Clary num lugarzinho lá do Instituto e elas começam a conversas sobre Alec, sobre o fato dele ser muuuuito chato e essas coisas, quando o assunto se volta para Jocelyn. Clary começa a falar da mãe e sobre tudo o que faria para encontrá-la e Izzy pede para que ela conte tudo sobre a mãe, como uma forma de se distrair um pouco. Elas caminham até a entrada do instituto e é quando a mãe de Izzy e Alec aparece (como eu havia dito no post passado). Mas é aí que você sente que o negócio ficou sério. A mãe deles vem de Idris (que é a sede da Clave e onde ficam os melhores Shadowhunters), e já chega colocando moral em todo mundo. Ela manda Jace ir com Izzy visitar o Seelie de quem Izzy consegue as informações (e tem um casinho também) e diz para Alec ficar de olho na "garota Fairchild".


Na delegacia, Luke conversa com o "amigo", Alaric, e pede-o para encontrar Clary. Eles conversam sobre os "experimentos" de Valentine depois que surgiram mundanos com a Visão para o Shadow World. 
No instituto, Jace e Alec conversam sobre a visita ao Seelie e Jace pede ao Alec para proteger Clary. Jace questiona o desconforto de Alec e ele tenta falar sobre a cena na casa de Magnus, quando o rosto de Jace apareceu como aquele que Alec mais ama. Jace acaba "consertando" as coisas quando diz que compreende (hahah) que Alec o ame, e que ele o ama também. Ele diz que eles foram criados juntos e são parabatai, então é comum que sintam amor um pelo outro - só que nós sabemos bem o tipo de amor que Alec sente por Jace, né? 
E a partir deste episódio, eu vou começar a titular uma cena de todos os episódios como a Cena Decepção e a escolhida da vez foi a seguinte: Simon está na Construção DuMort, que é onde ficam os vampiros e para onde ele foi levado quando foi sequestrado. O episódio quatro acabou com ele chegando ao local e todos nós esperávamos uma cena muito louca dele entrando lá ou descobrindo que está se transformando em vampiro, sei lá. Mas aí o vampiro que ajudou ele e os shadowhunters a fugir antes (Raphael) apareceu e o mandou ir embora.  Fiquei decepcionadíssima, mas compreendi o porquê de não ter acontecido nada: eles não precisavam de mais uma situação para salvar Simon, mas precisavam de algo que nos desse vontade de assistir ao próximo episódio. Sem falar que o conflito deste não tem ligação com essa cena, então meio que se encaixou direitinho no restante da estória deste episódio.
Voltando ao Instituto, Clary e Alec estão treinando uns golpes e claramente ela está tentando conversar com Alec, se aproximar, criar uma ligação com ele, mas ele continua arredio. Ela pede a ele para ir ao apartamento procurar um baú que Jocelyn guardava muito bem, suspeitando de que ali estaria o Cálice Mortal e que neste baú tem escrito "JC", como se fosse o nome do pai de Clary, Jonathan Clarke. Alec nega, diz que é perigoso e que eles não devem ir sem permissão. Ele recebe uma ligação de Magnus (que está se tornando um dos meus favoritos) e o feiticeiro o convida para tomar uma bebida. E neste momento em que Alec dá as costas para Clary, ela acaba fugindo e só depois Alec percebe a ausência dela, o que já nos faz pensar "é agora que Jace mata Alec".


Surge, então, a primeira cena em um restaurante chinês em uma região próxima a um pier, e Alaric adentra ao restaurante na versão lobo. O líder alfa começa a discursar para os outros lobos ali presentes e ordena-os a encontrar Clary, pois ela é a única maneira de encontrar o Cálice.
A cena corta para Clary em frente ao lugar, como se fosse uma escola, onde ela foi aceita no Piloto, e era lá que ela iria ter aulas de desenho e tal. Mas aí como aconteceu tudo aquilo com a Jocelyn, o estopim para a confusão da estória, ela acabou não dando início às suas aulas. Então ela está na frente do prédio, refletindo sobre, usando uma runa de invisibilidade, quando seu telefone toca e Alec a encontra. No telefone, Simon fala sobre suas sensações pré-transformação e eles resolvem se encontrar no antigo apartamento dela.
Através de um atalho, eles chegam à casa dela e Simon até demonstra algumas habilidades diferentes e incomuns para um mundano qualquer. E, resumindo esta cena, Alec vai até lá fora ver se está tudo bem e quando volta, Clary e Simon são sequestrados pelos lobinhos do mal e levados para aquele restaurante chinês onde eles fizeram a reuniãozinha antes.


Jace e Izzy visitam o seelie e eles descobrem que os vigias estão mortos por Valentine. E de lá, Alec avisa-os de que Clary, além de ter fugido do instituto, foi levada por eles. Eles tentam rastrear Clary e Simon, mas sem sucesso. E é quando Jace quase voa no pescoço do Alec - ceninha que eu queria muito ver acontecer.
Os lobinhos pedem o Cálice e Clary diz que não sabe onde está. Então, levam Simon e ameaçam matá-lo se não tiverem o Cálice em mãos. É aí que ela decide mentir dizendo que sabe onde está, que, no caso, é no apartamento. Quando vi essa parte achei bem tolice da parte dela, mas logo em seguida pensei no quanto isso seria só um ganho de tempo. Além do que Simon tá com uma força sobre-humana, e acaba conseguindo se livrar de suas correntes que o prendiam e arranja um celular no armário da cela que o colocaram. Ele liga para o celular da Clary, que está com Izzy, Alec e Jace. Ele diz onde eles estão e o trio vai atrás deles. Jace manda-o distrair os lobisomens, e o que a mente brilhante de Simon faz? Incendeia o local. Nesse final, tudo acontece o mais rápido possível.
O Alfa leva Clary para o lado de fora e a coloca em uma daquelas caixas enormes de carga para navios. Ela é encontrada por Luke, que obviamente quer ajudá-la, mas ela ainda não confia nele o suficiente para confiar e quando Jace aparece deixando Luke inconsciente, eles fogem de lá. Izzy salva Simon, e ele fica todo bobo quando a vê ().
Eles acabam sendo cercados por toda a matilha, e quando estão prestes a serem atacados, Luke surge na forma de lobisomem e mata o líder deles, tornando-se o Líder Alfa da matilha. Mas devido à briga, ele fica muito ferido e Jace, Clary e Simon resolvem levá-lo ao Magnus, pois somente ele com suas habilidades poderá cuidar das feridas. Alec e Izzy vão ao Instituto para relatar tudo à mãe deles.
Quero o próximo episódio para ver Alec e Magnus juntinhos, Jace sendo superprotetor, Simon se trasformando... Quero tudo isso logo! Muita coisa aconteceu nesse quinto episódio, que chegou até a cansar. E finalmente eu criei vergonha na cara para ler os livros de vez e comentar as divergências e semelhanças entre eles. Até a próxima!


achei essa foto um amor tão gigantesco!






                    


Eu ando chorando demais, praticamente todos os dias, e eu sempre prometo para mim mesma tentar não chorar frequentemente. Mas eu sou um coração mole. Choro por coisas tão bobas que rio da situação. Só que acredito que agora está sendo mais difícil, estou numa montanha de sentimentos que me fazem acreditar que estou perdendo pessoas aos poucos. E remotamente fico lembrando de quem deixei para trás, não por escolha. Agora eu quero uma vida mais normal. Quero ficar, poder fazer minhas escolhas. Então, parece que ninguém confia em mim.
Ao mesmo tempo que tem pessoas torcendo por mim, tem outras me relembrando a cada segundo que eu errei e posso errar de novo. Odeio pressão. Me sinto sufocada, como se tudo que eu fizesse não fosse por mim, que eu precisasse de alguém me enchendo o saco, para uma coisa que eu tenho certeza que preciso cumprir, não por ninguém, mas por mim.
É como se eu tivesse sendo retirada da minha caixinha. Perdendo meu eixo. Deixada de lado um pouco, para outras pessoas construírem uma vida. Me sinto um pouquinho sem chão, porquê as pessoas estão falando sobre isso direto comigo e quem mais importa não sentou e conversou. Então eu sento, escrevo meus textos, ponho uma música, coloco tudo para fora, como se fosse um "detox" da minha alma. Pois meu coração anda sendo constantemente apertado e eu frequentemente fico sem ar e lágrimas se derramam sobre mim. Ai eu converso com meu travesseiro, ele e Deus sabem disso tudo, e eu me agarro aos dois, pois eu posso está sendo precipitada e errando. Eu sento na cama, agarrada no meu travesseiro, tentando esquecer disso tudo, formando um universo paralelo na minha mente, e pedindo perdão, pelos erros que cometi e vou cometer. Por fim, sorrio. Ninguém disse que seria fácil.



Nota: A bad invadiu meu 2016. Mas vai melhorar. Como eu já disse em um post, quando estou escrevendo a maioria dos textos eu escuto música. Essa foi a vez de um cover de Believe da Cher pela Madilyn Bailey e Pillowtalk do Zayn. Espero que tenham gostado do texto.


                                                                     

Vimos essa "Book Tag" no canal do youtube da Melina Souza, dona do blog Serendipity. Então pensamos em trazer-la pro blog, afinal, junta duas coisas que amamos: livros e Ed Sheeran. Basicamente é interligar uma música à um livro, pela letra da música e a história do livro.


1. Photograph


                   
"Photograph" é bem amorzinho, e fala como o amor pode ser difícil, e como ele pode curar. E é isso que vemos em "Como eu era antes de você", afinal vemos a relação de Lou e Will e todos os motivos por ela ser difícil e ele cura por causa do efeito de Lou na vida de Will mesmo ele sendo tetraplégico. Se quiser saber mais, só ler nossa resenha.
Curiosamente, eu (Isabelle) e a Letícia escolhemos as músicas da Book Tag, antes do trailer de "Como eu era antes de você" ser lançado, inclusive esse trecho de cima, eu escrevi antes do trailer ser divulgado. Então imagina a nossa surpresa - e choro - quando Photograph começou a tocar no trailer.

                   



                   





2. Don't

                                                   

"Cidades de Papel" já tem adaptação cinematográfica e tudo mais. Mas quando paramos e pensamos, num livro para "Don't", tava na cara que teria que ser essa obra do John Green. Na realidade eu não preciso falar mais nada, apenas leiam esses trechos da música e vejam que tem absolutamente tudo haver com "Cidades de Papel":

"Eu conheci uma garota no ano passado
Ela disse "não se preocupe se eu desaparecer"
Eu disse que não estava procurando por mais um erro
Liguei para uma amiga, achei que a confusão esperaria


Mas aí eu entrei de cabeça
Uma semana depois
Agora sei que ela estava procurando um amor passageiro
Mas eu dei a ela o meu tempo, por duas ou três noites
E dei uma pausa até que o momento fosse certo


Eu fiquei fora por meses, até que nos cruzamos de novo
Ela disse "eu não estava procurando por um amigo
Talvez você possa passar no meu quarto lá pelas 10"
                                               

                                    

3. I'm A Mess 


                                   
"Reconstruindo Amelia" fala exatamente dessa confusão que o Ed canta em "I'm A Mess", seja pela procura da razão da morte de Amelia durante o livro (e isso não é spoiler) e tudo o que Amelia sentia para chegar naquele ponto. Então, o livro é esse desembaraço de linhas soltas, que fazem uma confusão na sua mente e nas dos personagens, falando sobre amor e palavras não ditas. Para saber mais, leia a nossa resenha. Um trechinho da música:
"Eu não consigo me livrar desse sentimento agora 

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Acesse »
Estamos atravessando os sentimentos Na esperança que você pudesse parar"



                        



4. Thinking out loud 


                           

" O Visconde que me Amava" é o segundo livro da série "Os Bridgertons"  da Julia Quinn. E eu acho tudo haver com "Thinking out lound", afinal, um trecho da música diz: " as pessoas se apaixonam de maneiras misteriosas", e é basicamente isso que acontece com Kate e Anthony e outro trecho que retrata bem isso é: "Querida, eu te amarei. Até que tenhamos 70 anos.  Amor, meu coração ainda se apaixonará tão fácil. Quanto quando tínhamos 23". Pois sabemos que Anthony tem um certo problema com idade, afinal, ele crer que vai morrer jovem, igual ao seu pai. Para saber mais, leia a resenha
                       

5. Lego House



 

Quanto tava pensando em "Lego House" e a tradução, logo me veio a mente "A Seleção", por exatamente falar "Vou pegar as peças. E construir uma casa de lego. Se as coisas derem errado, podemos derrubá-la." que me lembra America e Maxon, reconstruindo Illéa, e como eles se amam e como é difícil dizer um ao outro, mas quando dizem não se desgrudam mais.
''E três palavras têm 
Dois significados
Há uma coisa na minha mente
É tudo para você."


        


                   






                                                                                     


Carnaval já está aí e mesmo que não seja lá muito bem visto, é um dos feriados que eu mais gosto. Gosto dos desfiles das escolas de samba, gosto das marchinhas, gosto dos eventos culturais, gosto das festas (com responsabilidade) e minha família sempre gostou também; vamos às festas, nos fantasiamos e nos divertimos durante este dias. Mas eu não me limito apenas às músicas típicas de carnaval; eu escuto de tudo, tudo que me der vontade de dançar eu estou ouvindo. Por isso, trouxe uma playlist curtinha, meio como um resumo do que tem me dado vontade de dançar ultimamente e que com certeza irá compor o meu carnaval muito bem. Vamos lá?

1. Bang - Anitta



Eu tenho certeza mais que absoluta que essa música vai tocar muuuuito no Carnaval, e não é tão ruim, né? É só começar a tocar que dá vontade de dançar, os passinhos iguais e tudo. Eu colocaria várias da Anitta, mas como tinha que escolher uma, foi essa mesmo.

2. Best Day of my Life - American Authors



Essa daqui já é pra quem não curte muito as nacionais e quer curtir um feriado tranquilo. Eu ouço e tenho vontade de sair pela rua dançando, pois só de ouvir eu já me sinto feliz, como se a música exalasse uma alegria que torna as coisas coloridas, já que tudo anda tão preto e branco.

3. Cheap Thrills - Sia



Como a Isabelle disse, é a melhor música dela! Sério! Eu acho muito animada, a cara de baladinha boa, sabe? Saio pela casa como se estivesse fazendo um clipe bem louco, dançando com minha cachorra. Já deu pra perceber que não faço muito a linha normal, né? Desculpa, mãe.

4. Milla - Jammil e uma noites



Essa música marcou alguns carnavais meus, e eu não resisti a colocá-la aqui. Eu adoro essa versão e acho que quanto mais animada, melhor! É típica de Carnaval (talvez uma das únicas na lista que faz bem o estilo) e me faz me sentir realmente dentro deste feriado que gosto tanto.

5. Am I Wrong - Nico & Vinz



Eu duvido estar em um lugar em que essa música comece a tocar e alguém fique parado. É quase impossível. A introdução dela é quase como um convite pra pista de dança, e o resto, ninguém responde por si. Já espero por ela em todas as festas de carnaval - ou tocando altíssimo no som do meu quarto. E já imagino até vários remix dela, fazendo-a ficar ainda mais "dançante".

6. Ela só pensa em beijar/Se ela dança eu danço - Mc Leozinho



Pode ser que eu seja muito julgada por essa aqui, e que me perdoem todos, mas falou em dançar, eu lembro dessa. É daqueles funks das antigas que não tem como você não conhecer! Só de pensar nela dá vontade de dançar sem pensar no amanhã. Sério, eu viro outra pessoa quando toca essa aí. 

7. Can't Feel My Face - The Weeknd



Por fim, essa aqui eu conheci em uma propaganda do Spotify, apesar de já curtir muito o trabalho do The Weeknd. E também não tem como ficar parado. Imagino uma discoteca, ou uma disputa de dança, sabe? Faço várias coreografias na minha cabeça enquanto ela toca - sem falar nesse clipe que eu acho maravilhoso.
Essas serão as músicas mais tocadas no meu Carnaval, além de outras no mesmo estilo, e tenho certeza de que não pararei um segundo nesse feriado. E vocês, o que estão ouvindo ou vão ouvir? Espero que curtam bastante o feriado, com muito cuidado e amor à própria vida. Até a próxima!