Parece que eu já vivi está história, mas dessa vez ela parece mais bonita e com outros capítulos, mas o formato é o mesmo.
Eu ainda não disse a mim mesma que me apaixonei, pois isso ainda não aconteceu, mas sei que isso está a um passo de se tornar realidade, basta ele chegar um pouco mais perto. E dessa vez, não estou pondo uma armadura envolta do meu coração, estou deixando as coisas simplesmente acontecerem.
Então existe aquele que já chegou há muito tempo e é amigo de todo mundo. Mas é só isso: amigo. O problema é que o coração aperta ao saber que ele pode se machucar. Mas é melhor ele se machucar por uma verdade do que por uma mentira, certo? A diferença da história anterior, é que todos tossem por esse.
Então, você vai falar: Por que você não dá chance a ele? Por que fica nessa enrolação com o outro?
É, a gente nunca faz o que é dito "certo". Gostamos do difícil. Daquele jeito que insista todos os dias, que você se ilude, mesmo sabendo que isso não é o mais saudável. Então do que vale estar com um, pensando em outro? Só vai servir para magoar todo mundo.
É engraçado como a vida prega peças e temos que aprender a lidar com elas. Eu aguento o fado, se nada dê certo, mas não sei se outros aguentam. Então eu aceitei, dando esse tempo de liberdade para mim, deixando que os outros falem, mas sabendo muito bem da minha decisão. Durante esse tempo todo, me peguei fazendo perguntas para mim mesma, até perceber que a coisa mais linda em mim é minha confiança. Já duvidei de muitas coisas, e fui menos espalhafatosa, e me toquei que não deveria fazer isso por senhor ninguém. Encontrei uma nova faceta minha, me permitindo dançar mais, ri mais, ser tão expansiva quanto já era, além de falar pelos cotovelos.
Então, aquele primeiro carinha, que vive me encarando, serviu de alguma coisa. Por um período fiquei acoada e com vergonha de todos os meus defeitos, agora me sinto desejada - mesmo que não seja - e isso me fez mudar, brotou uma confiança que nunca tive, e estou muito feliz com isso, obrigada. Então, mesmo que nunca aconteça nada ou ele parta meu coração, serei grata por a confiança que me proporcionou.
No final, todo esse texto só quer dizer que não viverei de mentiras ou em uma falsa estabilidade. Me perderei nas verdades e no que realmente sinto, pois agora percebi que a minha felicidade deve vim em primeiro lugar.
                                                                              
                   




Eu queria matá-lo naquele momento. Queria jogar suas coisas pela janela, rasgar as cartas, quebrar o quadro que ele me deu com quase cem fotos nossas. Queria bater na cara dele de tanta raiva que eu tava sentindo. Naquele instante, eu só pensava em como nós não dávamos certo, em tudo o que já havia me dado a certeza disso. Foram tantos términos... Por que eu ainda insistia em tentar de novo? Por que eu ia atrás pedir perdão ou acreditava quando ele dizia que nós íamos tentar de novo e que desta vez daria certo? Nunca demos certo. 
Aquela coisa de "os opostos se atraem" aconteceu conosco, mas me mostrou que nem sempre a atração vai ocasionar algo bom. O nosso acaso não foi algo simples. Somos dois complexos sozinhos que quando se encontram, não conseguem organizar as ideias. O nosso mundo entra em colapso quando a gente se encontra. Eu sou muito carinhosa, e ele, muito desligado. Eu detesto rotina e posso estar o mais cansada possível, na sexta à noite eu sempre vou querer sair; ele é metódico e caseiro até demais. O gênero favorito dele é rap e eu curto uma coisa mais Cícero e Rubel. Eu escrevo poesia; ele curte mais as rimas e batidas que faz. Ele é calmaria e eu sou um furacão. Ele é pé no chão, pé atrás, realismo puro; eu voo, flutuo, se pudesse, morava em uma nuvem. São tantas as diferenças... Se eu estivesse disposta, ficaria aqui listando todas elas, se é que eu conseguiria. 
Mas foi naquela hora da raiva que eu lembrei do porquê de tentarmos tanto. O nosso amor é forte. A gente tenta uma, duas, três vezes se for preciso. Eu não ligo para o que dizem sobre ele. "Toma cuidado...", "ele é assim", "ele é tal e tal coisa". Ninguém se toca que pra mim ele é incrível. É complicado, desajustado... A única coisa que se encaixa entre nós é o beijo e a vontade incessante de ficar um com o outro. Inclusive, ele foi embora com raiva há pouco mais de 20 minutos e eu já estou com saudade. Eu sempre lembro, depois da raiva, o porquê de tentar de novo: eu amo esse menino. E por mais que as pessoas sejam viciadas em dizer que nós nunca daremos certo, importa muito mais pra mim que, para nós, esse "nunca" está bem longe. 
Está pra nascer um casal mais complicado que nós. Ele é difícil e eu sou ainda mais. Mas ele nunca vai deixar de ser o meu desafio favorito.

Ouça seus amigos. Quem te diz o que fazer, fala sobre quem você ama e ainda quer dar opinião desnecessária no seu relacionamento não é amigo. Beijo e tchau. ✨



                      

             Há muito tempo eu não escrevo com palavras tão bonitas quanto antigamente, ando soltando uns palavrões no meio dos textos e isso sou eu quando não consigo me expressar de outra forma. Faz tempo que não uso um "tu","tua", "face". Faz tempo que não falo de amor,  pelo menos o carnal. Afinal, eu nunca senti isso. Talvez eu apenas tenha idealizado demais.
De fato eu nunca falei sobre mim. Nunca coloquei as cartas na mesa. Nós sempre falamos sobre você se amar, dá oportunidade a si mesmo e não ter medo de se arriscar, não é? Mas e quanto a nós? E quanto a mim? Eu escrevo isso porque é o que as pessoas precisam ler. Mas faço tudo o que digo nos meus textos para não fazer. Me olho no espelho e não gosto das espinhas, das sobrancelhas e do nariz. Você pode muito bem dizer: o que importa é o conteúdo, bem, sei disso, mas as dúvidas nunca pararão de existir.
Não gosto dessa superficialidade das pessoas passarem um quilo de maquiagem na cara e serem denominadas como "as lindas", tudo se trata de um reboco da cara para se tornar uma máscara, e eu já usei, e não vou dizer que é ruim de fato, é bom olhar no espelho e ficar satisfeito, mas ficar só nisso é ridículo. E eu tento, olho no espelho e falo que eu sou bonita e gostosa e muitas vezes funciona. Também prometi não me apaixonar fácil, falhei. Falhei por uma, talvez duas vezes. Porém aprendi que faz parte do ser humano. A gente é estupido tantas vezes na vida que passa a ser normal.
Hoje, senti um buraco enorme no peito, como se alguma pecinha tivesse faltando, e juro que não sei te dizer qual. Mas é assim, parece que eu toda sou uma loucura, um enorme quebra-cabeças que se renova a cada estação, adquirindo novas peças e jogando algumas fora. Alguns cantos permanecem vazios, mas buracos sempre iram existir, sempre irá existir aquele problema que apesar de não incomodar agora, uma hora vai. É como se fossemos sendo arranhados pela vida e a cada novo passo nos enchêssemos de band-aid,  logo depois a ferida é perfurada novamente e permanecemos nesse ciclo vicioso como se fosse uma droga. Algumas pessoas são assim: uma droga. Nessa imensidão tanta de gente, de tanto carro e tanto motel em cada canto da cidade e até no meio do nada, me caracterizo como cricri, daquelas loucas bem chata, que fala tanta coisa que tanta gente entende tão pouco, alguém que chora demais, mas sorrir demais também, como se a bipolaridade estivesse no meu cérebro, lutando entre si como EUA e URSS, quando até o mundo era meio louco. E boto tudo pra fora, vomitando versos bem nada haver, mas que fazem parecer que algumas pecinhas nunca faltaram.


Nota: Bem, esse é o resultado de uma noite bem ruim, onde fiquei martelando muita coisa e acabou saindo esse texto, que particularmente amo. O texto foi revisado, mas um erro sempre pode passar.

                                                                        


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CONTÉM SPOILERS!


De fato foi um episódio mil vezes mais leve do que o primeiro. Servindo para os fãs darem uma respirada e conhecerem um novo grupo, que no caso é O Reino.
O episódio é praticamente inteiro focado na Carol, com algumas partes no Morgan - esse que explica para Carol o que é aquele lugar enquanto a leva para o Rei Ezekiel, que serve tanto de explicação para ela quanto para o público.
Apesar de não ter lido os quadrinhos, eu pesquiso muito e escuto a opinião de quem já leu ou mesmo vejo imagens e disso tudo tirei que o Rei Ezekiel está uma cópia do que ele é nas HQs, só para vocês terem noção, observem essa imagem:
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Até a blusa é igual! Fora que sua personalidade também é fiel aos quadrinhos em relação a teatralidade, e de como ele realmente se porta como se fosse da realeza e obvio carisma que o personagem tem, fazendo com que o público se deixe envolver por ele e seu jeito pomposo.
Outro ponto é a Shiva, a tigresa de Ezekiel, que vemos que é computação gráfica, mas não atrapalha e ela na realidade é linda e seria muito complicado trabalhar com um tigre de verdade, nessa a equipe de The Walking Dead mandou bem.
Finalizando essa parte, o episódio também foca nos problemas de Carol, como no começo do episódio que ela começou a ver os zumbis como pessoas e todo o seu complexo agora de: "quero ficar só, blá, blá" e claro, vemos um possível envolvimento dela com Ezekiel. Isso pode levar há dois momentos nos quadrinhos, que são:
1. Nas HQs a Carol já morreu há um tempo, no período do arco da prisão, quando ela começou digamos que ficar louca e se lançou para os zumbis como se eles fossem suprir toda aquela vontade de encontrar o seu lugar, e nisso podemos levar ao que está acontecendo na série. Nos levando a crer que é possível haver uma futura morte dessa personagem, mas são apenas teorias.
2. Nas Hqs quem se envolve com Ezekiel é a Michonne, mas como ela está com o Rick agora, provável que essa trama passe para a Carol.
No fim, foi um episódio bom, apesar de muita gente ter reclamado, esclarecendo várias coisas sobre O Reino, a relação que ele tem com Os Salvadores  (uma ótima cena aliás) e como esse novo grupo se comporta.
Agora temos quatro grupos diferentes: Alexandria, O Reino, Hilltop e Os Salvadores. Nesses quatro grupos podemos ver diferentes sociedades e isso engradece demais a série.

Nota: Tirem algumas informações do canal no youtube Foxwalkerbr, que fala sobre twd e outras coisas.