Sinopse:

 Matthew Michael Murdock (Charlie Cox) é um jovem atleta e excelente aluno. Ainda na adolescência, um acidente envolvendo um caminhão que carrega lixos tóxicos o deixou cego e fez com ele desenvolvesse vários sentidos. Quando Matt decide vestir o uniforme e adotar o nome "Demolidor" (Daredevil), leva uma vida dupla: é advogado durante o dia, e, à noite, protege as ruas de Hell's Kitchen, seu bairro em Nova York. 


                                                         Demolidor 


Sim, a primeira temporada de "Demolidor" estreou no ano passado, e está prestes a lançar sua 2° temporada, em 18 de março. Eu também já assisti há um tempo, mas não tinha parado para escrever sobre.
"Demolidor" foi uma grande surpresa para mim. Logo de cara, por ter censura 18 anos e por ter um tom que nunca tinha visto numa adaptação de HQ. A série possui 13 episódios com uma média de 50 minutos até 60 por episódio. Logo no primeiro episódio eu me assustei com o jeito que a violência é explicita, e não, isso não é ruim na série. A forma como o primeiro episódio apresenta Karen Page (Deborah An Woll) mostra como a violência se torna um objeto de tensão e o tom que os outros episódios irão ter.
Charlie Cox está perfeito na pele de Matthew Murdock, e sou apaixonada por ele desde Stardust - O Mistério da Estrela (sim, eu gosto), Elder Henson como Foggy Nelson, dá um ótimo alívio cômico, mas com claras cenas tensas.

                    

Rosario Dawson fez Claire Temple, mais conhecida como "A Enfermeira Noturna" nos quadrinhos, e ela se torna o interesse amoroso de Matt nessa primeira temporada. Mas provavelmente ela não irá voltar como personagem fixa da 2°temporada.
E chegamos ao vilão, Rei do Crime, ou Wilson Fisk, interpretado por Vincent D'Onofrio, que com certeza foi um dos elemento que fez a série funcionar tão bem. Já que vemos a criação do verdadeiro vilão e do Demolidor ao correr dos episódios, vendo a história de cada um. Quero ressaltar o episódio 8 "Sombras com reflexo" que conta mais a história de Fisk, e é simplesmente sensacional.
Todos os personagens são muito bem desenvolvidos, e gosto desse tipo de hierarquia de vilões que a série tem até chegar ao Wilson.
Os personagens secundários são muito bons, todos de certa forma envolvidos com os perigos de Hell's Kitchen, como vemos acontecendo com Karen e o jornalista Ben (Vondie Curtis-Hall). Os vilões além de Fisk, impressionam com toda a sua violência e influência, como vemos nos mafiosos da Yakusa, o assistente do Rei do Crime, James Wesley (Toby Leonard Moore), e os irmãos russos.


     

     

As lutas foram bem coreografadas e foi muito legal ver que o o Demolidor não é igual aos outros super-heróis que só ficam com um machucado no olho, ele definitivamente fica acabado, e teve momentos que jurei que ele ia ser pego.
Ah, quase ia esquecendo. A série é recheada de easter eggs e fazem aquele fan service que a gente adora. Não vejo a hora de fazer maratona da 2° temporada.

     

          





Esse gif é sensacional! Meus três amores lacradores. 
                     



Nota: Mil desculpas pelo tanto de gifs, mas eu não consegui me controlar! Demolidor se tornou uma das  minhas séries preferidas e você definitivamente precisa assistir. 


       
                                                                           


                     


Afogada. A água ao redor de mim. Oxigênio acabando. Tudo que vejo é azul. Dou uma braçada e outra, levanto a cabeça e procuro ar, depois entro na água novamente. Nos minutos que estou fora, o sol me cega, e eu volto para a água. Eu não enxergo o fundo da piscina direito, tenho miopia, 2,0 graus em um 2,25 ou 2,50 no outro. Não importa quantas vezes eu levante a cabeça e respire, ainda me sinto sem ar. Parece que meus braços e pernas perderam as forças e eu poderia afundar. Mas eu luto, mesmo sabendo que alguns chegaram na minha frente. Eu luto. Pois meu pulmão se apertou e nem pensei no tal diafragma. Parece que a borda da piscina nunca chega. Fico tentando cantar uma música na minha cabeça para ver se chego mais rápido, mas só me cansa. Por fim, eu chego.
Bato na borda e levanto a cabeça. Ainda há pessoas nadando. No fim, só passou 16 segundos. Parecia uma infinidade. Coloco as mãos na borda e tento subir, estou sem forças. Passo a perna desajeitada pela borda mesmo com a grande possibilidades das pessoas verem minha bunda mais do que deveriam. Quando se está no limite não dá pra ser sexy. Consigo subir e caminho para a outra borda, a toca sai do meu cabelo e eu ajeito. O mundo parece meio torto, ainda estou no ritmo da água.
Me apoio e salto novamente. Todo aquele ciclo volta. E os 16 segundos parecem infinitos de novo.


Nota: O texto ficou pequeno, mas ele ganhou um toque especial no meu coração. Lembrei das minhas tardes na piscina fazendo natação, e como aquilo tudo me ajudou na vida em si. O texto pode ser meio confuso, mas é para dá trabalho para as suas cabecinhas. Beijos 

                                                                          



Contém spoilers! 

Havia escrito o post há dias, mas tinha esquecido completamente de postá-lo. Desculpem-nos pela escassez de posts durante a semana, mas estamos voltando.
Acordei hoje na ressaca (não alcóolica!) do Carnaval e resolvi assistir algo na Netflix, quando lembrei-me desta série que toda semana me surpreende um pouco mais - às vezes com coisas boas, às vezes com coisas ruins. Não sei se vocês se lembram, mas o episódio passado fora muito elogiado por mim. As coisas aconteceram de verdade e não me fizera pensar "ah, isso não vai acabar nunca?". Pelo contrário, eu fiquei com ainda mais vontade de assistir. E o episódio termina com uma deixa maravilhosa para o quinto, disponível na Netflix a partir de hoje.
Então, quando lembrei de que hoje havia saído outro episódio, reli o post para relembrar de tudo e fui com muita expectativa para este - o que talvez não tenha sido muito bom. 
O episódio começa com Clary mostrando para Jace o colar que ganhou da mãe e que, com ele, consegue ver onde Jocelyn está e Valentine até conseguiu se comunicar com ela. Alec aparece cumprindo seu papel de chato e pega o colar, guardando-o em um local seguro. Depois disso, Izzy encontra Clary num lugarzinho lá do Instituto e elas começam a conversas sobre Alec, sobre o fato dele ser muuuuito chato e essas coisas, quando o assunto se volta para Jocelyn. Clary começa a falar da mãe e sobre tudo o que faria para encontrá-la e Izzy pede para que ela conte tudo sobre a mãe, como uma forma de se distrair um pouco. Elas caminham até a entrada do instituto e é quando a mãe de Izzy e Alec aparece (como eu havia dito no post passado). Mas é aí que você sente que o negócio ficou sério. A mãe deles vem de Idris (que é a sede da Clave e onde ficam os melhores Shadowhunters), e já chega colocando moral em todo mundo. Ela manda Jace ir com Izzy visitar o Seelie de quem Izzy consegue as informações (e tem um casinho também) e diz para Alec ficar de olho na "garota Fairchild".


Na delegacia, Luke conversa com o "amigo", Alaric, e pede-o para encontrar Clary. Eles conversam sobre os "experimentos" de Valentine depois que surgiram mundanos com a Visão para o Shadow World. 
No instituto, Jace e Alec conversam sobre a visita ao Seelie e Jace pede ao Alec para proteger Clary. Jace questiona o desconforto de Alec e ele tenta falar sobre a cena na casa de Magnus, quando o rosto de Jace apareceu como aquele que Alec mais ama. Jace acaba "consertando" as coisas quando diz que compreende (hahah) que Alec o ame, e que ele o ama também. Ele diz que eles foram criados juntos e são parabatai, então é comum que sintam amor um pelo outro - só que nós sabemos bem o tipo de amor que Alec sente por Jace, né? 
E a partir deste episódio, eu vou começar a titular uma cena de todos os episódios como a Cena Decepção e a escolhida da vez foi a seguinte: Simon está na Construção DuMort, que é onde ficam os vampiros e para onde ele foi levado quando foi sequestrado. O episódio quatro acabou com ele chegando ao local e todos nós esperávamos uma cena muito louca dele entrando lá ou descobrindo que está se transformando em vampiro, sei lá. Mas aí o vampiro que ajudou ele e os shadowhunters a fugir antes (Raphael) apareceu e o mandou ir embora.  Fiquei decepcionadíssima, mas compreendi o porquê de não ter acontecido nada: eles não precisavam de mais uma situação para salvar Simon, mas precisavam de algo que nos desse vontade de assistir ao próximo episódio. Sem falar que o conflito deste não tem ligação com essa cena, então meio que se encaixou direitinho no restante da estória deste episódio.
Voltando ao Instituto, Clary e Alec estão treinando uns golpes e claramente ela está tentando conversar com Alec, se aproximar, criar uma ligação com ele, mas ele continua arredio. Ela pede a ele para ir ao apartamento procurar um baú que Jocelyn guardava muito bem, suspeitando de que ali estaria o Cálice Mortal e que neste baú tem escrito "JC", como se fosse o nome do pai de Clary, Jonathan Clarke. Alec nega, diz que é perigoso e que eles não devem ir sem permissão. Ele recebe uma ligação de Magnus (que está se tornando um dos meus favoritos) e o feiticeiro o convida para tomar uma bebida. E neste momento em que Alec dá as costas para Clary, ela acaba fugindo e só depois Alec percebe a ausência dela, o que já nos faz pensar "é agora que Jace mata Alec".


Surge, então, a primeira cena em um restaurante chinês em uma região próxima a um pier, e Alaric adentra ao restaurante na versão lobo. O líder alfa começa a discursar para os outros lobos ali presentes e ordena-os a encontrar Clary, pois ela é a única maneira de encontrar o Cálice.
A cena corta para Clary em frente ao lugar, como se fosse uma escola, onde ela foi aceita no Piloto, e era lá que ela iria ter aulas de desenho e tal. Mas aí como aconteceu tudo aquilo com a Jocelyn, o estopim para a confusão da estória, ela acabou não dando início às suas aulas. Então ela está na frente do prédio, refletindo sobre, usando uma runa de invisibilidade, quando seu telefone toca e Alec a encontra. No telefone, Simon fala sobre suas sensações pré-transformação e eles resolvem se encontrar no antigo apartamento dela.
Através de um atalho, eles chegam à casa dela e Simon até demonstra algumas habilidades diferentes e incomuns para um mundano qualquer. E, resumindo esta cena, Alec vai até lá fora ver se está tudo bem e quando volta, Clary e Simon são sequestrados pelos lobinhos do mal e levados para aquele restaurante chinês onde eles fizeram a reuniãozinha antes.


Jace e Izzy visitam o seelie e eles descobrem que os vigias estão mortos por Valentine. E de lá, Alec avisa-os de que Clary, além de ter fugido do instituto, foi levada por eles. Eles tentam rastrear Clary e Simon, mas sem sucesso. E é quando Jace quase voa no pescoço do Alec - ceninha que eu queria muito ver acontecer.
Os lobinhos pedem o Cálice e Clary diz que não sabe onde está. Então, levam Simon e ameaçam matá-lo se não tiverem o Cálice em mãos. É aí que ela decide mentir dizendo que sabe onde está, que, no caso, é no apartamento. Quando vi essa parte achei bem tolice da parte dela, mas logo em seguida pensei no quanto isso seria só um ganho de tempo. Além do que Simon tá com uma força sobre-humana, e acaba conseguindo se livrar de suas correntes que o prendiam e arranja um celular no armário da cela que o colocaram. Ele liga para o celular da Clary, que está com Izzy, Alec e Jace. Ele diz onde eles estão e o trio vai atrás deles. Jace manda-o distrair os lobisomens, e o que a mente brilhante de Simon faz? Incendeia o local. Nesse final, tudo acontece o mais rápido possível.
O Alfa leva Clary para o lado de fora e a coloca em uma daquelas caixas enormes de carga para navios. Ela é encontrada por Luke, que obviamente quer ajudá-la, mas ela ainda não confia nele o suficiente para confiar e quando Jace aparece deixando Luke inconsciente, eles fogem de lá. Izzy salva Simon, e ele fica todo bobo quando a vê ().
Eles acabam sendo cercados por toda a matilha, e quando estão prestes a serem atacados, Luke surge na forma de lobisomem e mata o líder deles, tornando-se o Líder Alfa da matilha. Mas devido à briga, ele fica muito ferido e Jace, Clary e Simon resolvem levá-lo ao Magnus, pois somente ele com suas habilidades poderá cuidar das feridas. Alec e Izzy vão ao Instituto para relatar tudo à mãe deles.
Quero o próximo episódio para ver Alec e Magnus juntinhos, Jace sendo superprotetor, Simon se trasformando... Quero tudo isso logo! Muita coisa aconteceu nesse quinto episódio, que chegou até a cansar. E finalmente eu criei vergonha na cara para ler os livros de vez e comentar as divergências e semelhanças entre eles. Até a próxima!


achei essa foto um amor tão gigantesco!







                    


Eu ando chorando demais, praticamente todos os dias, e eu sempre prometo para mim mesma tentar não chorar frequentemente. Mas eu sou um coração mole. Choro por coisas tão bobas que rio da situação. Só que acredito que agora está sendo mais difícil, estou numa montanha de sentimentos que me fazem acreditar que estou perdendo pessoas aos poucos. E remotamente fico lembrando de quem deixei para trás, não por escolha. Agora eu quero uma vida mais normal. Quero ficar, poder fazer minhas escolhas. Então, parece que ninguém confia em mim.
Ao mesmo tempo que tem pessoas torcendo por mim, tem outras me relembrando a cada segundo que eu errei e posso errar de novo. Odeio pressão. Me sinto sufocada, como se tudo que eu fizesse não fosse por mim, que eu precisasse de alguém me enchendo o saco, para uma coisa que eu tenho certeza que preciso cumprir, não por ninguém, mas por mim.
É como se eu tivesse sendo retirada da minha caixinha. Perdendo meu eixo. Deixada de lado um pouco, para outras pessoas construírem uma vida. Me sinto um pouquinho sem chão, porquê as pessoas estão falando sobre isso direto comigo e quem mais importa não sentou e conversou. Então eu sento, escrevo meus textos, ponho uma música, coloco tudo para fora, como se fosse um "detox" da minha alma. Pois meu coração anda sendo constantemente apertado e eu frequentemente fico sem ar e lágrimas se derramam sobre mim. Ai eu converso com meu travesseiro, ele e Deus sabem disso tudo, e eu me agarro aos dois, pois eu posso está sendo precipitada e errando. Eu sento na cama, agarrada no meu travesseiro, tentando esquecer disso tudo, formando um universo paralelo na minha mente, e pedindo perdão, pelos erros que cometi e vou cometer. Por fim, sorrio. Ninguém disse que seria fácil.



Nota: A bad invadiu meu 2016. Mas vai melhorar. Como eu já disse em um post, quando estou escrevendo a maioria dos textos eu escuto música. Essa foi a vez de um cover de Believe da Cher pela Madilyn Bailey e Pillowtalk do Zayn. Espero que tenham gostado do texto.


                                                                     


Vimos essa "Book Tag" no canal do youtube da Melina Souza, dona do blog Serendipity. Então pensamos em trazer-la pro blog, afinal, junta duas coisas que amamos: livros e Ed Sheeran. Basicamente é interligar uma música à um livro, pela letra da música e a história do livro.


1. Photograph


                   
"Photograph" é bem amorzinho, e fala como o amor pode ser difícil, e como ele pode curar. E é isso que vemos em "Como eu era antes de você", afinal vemos a relação de Lou e Will e todos os motivos por ela ser difícil e ele cura por causa do efeito de Lou na vida de Will mesmo ele sendo tetraplégico. Se quiser saber mais, só ler nossa resenha.
Curiosamente, eu (Isabelle) e a Letícia escolhemos as músicas da Book Tag, antes do trailer de "Como eu era antes de você" ser lançado, inclusive esse trecho de cima, eu escrevi antes do trailer ser divulgado. Então imagina a nossa surpresa - e choro - quando Photograph começou a tocar no trailer.

                   



                   





2. Don't

                                                   

"Cidades de Papel" já tem adaptação cinematográfica e tudo mais. Mas quando paramos e pensamos, num livro para "Don't", tava na cara que teria que ser essa obra do John Green. Na realidade eu não preciso falar mais nada, apenas leiam esses trechos da música e vejam que tem absolutamente tudo haver com "Cidades de Papel":

"Eu conheci uma garota no ano passado
Ela disse "não se preocupe se eu desaparecer"
Eu disse que não estava procurando por mais um erro
Liguei para uma amiga, achei que a confusão esperaria


Mas aí eu entrei de cabeça
Uma semana depois
Agora sei que ela estava procurando um amor passageiro
Mas eu dei a ela o meu tempo, por duas ou três noites
E dei uma pausa até que o momento fosse certo


Eu fiquei fora por meses, até que nos cruzamos de novo
Ela disse "eu não estava procurando por um amigo
Talvez você possa passar no meu quarto lá pelas 10"
                                               

                                    

3. I'm A Mess 


                                   
"Reconstruindo Amelia" fala exatamente dessa confusão que o Ed canta em "I'm A Mess", seja pela procura da razão da morte de Amelia durante o livro (e isso não é spoiler) e tudo o que Amelia sentia para chegar naquele ponto. Então, o livro é esse desembaraço de linhas soltas, que fazem uma confusão na sua mente e nas dos personagens, falando sobre amor e palavras não ditas. Para saber mais, leia a nossa resenha. Um trechinho da música:
"Eu não consigo me livrar desse sentimento agora 

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Acesse »
Estamos atravessando os sentimentos Na esperança que você pudesse parar"



                        



4. Thinking out loud 


                           

" O Visconde que me Amava" é o segundo livro da série "Os Bridgertons"  da Julia Quinn. E eu acho tudo haver com "Thinking out lound", afinal, um trecho da música diz: " as pessoas se apaixonam de maneiras misteriosas", e é basicamente isso que acontece com Kate e Anthony e outro trecho que retrata bem isso é: "Querida, eu te amarei. Até que tenhamos 70 anos.  Amor, meu coração ainda se apaixonará tão fácil. Quanto quando tínhamos 23". Pois sabemos que Anthony tem um certo problema com idade, afinal, ele crer que vai morrer jovem, igual ao seu pai. Para saber mais, leia a resenha
                       

5. Lego House



 

Quanto tava pensando em "Lego House" e a tradução, logo me veio a mente "A Seleção", por exatamente falar "Vou pegar as peças. E construir uma casa de lego. Se as coisas derem errado, podemos derrubá-la." que me lembra America e Maxon, reconstruindo Illéa, e como eles se amam e como é difícil dizer um ao outro, mas quando dizem não se desgrudam mais.
''E três palavras têm 
Dois significados
Há uma coisa na minha mente
É tudo para você."


        


                   






                                                                                     



Carnaval já está aí e mesmo que não seja lá muito bem visto, é um dos feriados que eu mais gosto. Gosto dos desfiles das escolas de samba, gosto das marchinhas, gosto dos eventos culturais, gosto das festas (com responsabilidade) e minha família sempre gostou também; vamos às festas, nos fantasiamos e nos divertimos durante este dias. Mas eu não me limito apenas às músicas típicas de carnaval; eu escuto de tudo, tudo que me der vontade de dançar eu estou ouvindo. Por isso, trouxe uma playlist curtinha, meio como um resumo do que tem me dado vontade de dançar ultimamente e que com certeza irá compor o meu carnaval muito bem. Vamos lá?

1. Bang - Anitta



Eu tenho certeza mais que absoluta que essa música vai tocar muuuuito no Carnaval, e não é tão ruim, né? É só começar a tocar que dá vontade de dançar, os passinhos iguais e tudo. Eu colocaria várias da Anitta, mas como tinha que escolher uma, foi essa mesmo.

2. Best Day of my Life - American Authors



Essa daqui já é pra quem não curte muito as nacionais e quer curtir um feriado tranquilo. Eu ouço e tenho vontade de sair pela rua dançando, pois só de ouvir eu já me sinto feliz, como se a música exalasse uma alegria que torna as coisas coloridas, já que tudo anda tão preto e branco.

3. Cheap Thrills - Sia



Como a Isabelle disse, é a melhor música dela! Sério! Eu acho muito animada, a cara de baladinha boa, sabe? Saio pela casa como se estivesse fazendo um clipe bem louco, dançando com minha cachorra. Já deu pra perceber que não faço muito a linha normal, né? Desculpa, mãe.

4. Milla - Jammil e uma noites



Essa música marcou alguns carnavais meus, e eu não resisti a colocá-la aqui. Eu adoro essa versão e acho que quanto mais animada, melhor! É típica de Carnaval (talvez uma das únicas na lista que faz bem o estilo) e me faz me sentir realmente dentro deste feriado que gosto tanto.

5. Am I Wrong - Nico & Vinz



Eu duvido estar em um lugar em que essa música comece a tocar e alguém fique parado. É quase impossível. A introdução dela é quase como um convite pra pista de dança, e o resto, ninguém responde por si. Já espero por ela em todas as festas de carnaval - ou tocando altíssimo no som do meu quarto. E já imagino até vários remix dela, fazendo-a ficar ainda mais "dançante".

6. Ela só pensa em beijar/Se ela dança eu danço - Mc Leozinho



Pode ser que eu seja muito julgada por essa aqui, e que me perdoem todos, mas falou em dançar, eu lembro dessa. É daqueles funks das antigas que não tem como você não conhecer! Só de pensar nela dá vontade de dançar sem pensar no amanhã. Sério, eu viro outra pessoa quando toca essa aí. 

7. Can't Feel My Face - The Weeknd



Por fim, essa aqui eu conheci em uma propaganda do Spotify, apesar de já curtir muito o trabalho do The Weeknd. E também não tem como ficar parado. Imagino uma discoteca, ou uma disputa de dança, sabe? Faço várias coreografias na minha cabeça enquanto ela toca - sem falar nesse clipe que eu acho maravilhoso.
Essas serão as músicas mais tocadas no meu Carnaval, além de outras no mesmo estilo, e tenho certeza de que não pararei um segundo nesse feriado. E vocês, o que estão ouvindo ou vão ouvir? Espero que curtam bastante o feriado, com muito cuidado e amor à própria vida. Até a próxima!





Depois do lançamento de Destrua Este Diário, de Keri Smith, os livros interativos viraram uma febre, e o que antes era difícil ou quase impossível de encontrar, se tornou muito comum. E com essa diversidade de livros interativos, decidi fazer mais uma das minhas listas, com 6 livros, que abrangem vários públicos,


1. Termine este livro


"Termine este livro", de Keri Smith, é onde você será preparado para o "Manual de Instrução", e para isso você precisa ser treinado na arte da espionagem. Como "Destrua este diário", a autora comanda tarefas e permiti que você solte a sua imaginação. Infelizmente, não tenho o livro, por isso não sei mais informações.
Tenho que admitir que foi difícil achar fotos das páginas com qualidade que fossem da versão brasileira, por isso a segunda foto é da versão original.
Foto de Livros só mudam pessoas



Desculpem meu inglês, mas em tradução literal e simples, está escrito: "Explore um lugar com seus familiares e conheça novos caminhos. Documente seus resultados. (Há vários métodos de exploração, incluindo fechar seus olhos e usar suas mãos, seu nariz, e suas orelhas.)


2.  Diário da seleção


                                        

"Diário da Seleção'' é o livro interativo, baseado na série "A Seleção" de Kiera Cass, que quem acompanha o blog sabe que somos apaixonadas. O livro tem várias atividades, com páginas que os fãs da série vão se divertir muito fazendo.


     


3. 1 Página de cada vez


                                          

Conheci "1 Página de cada vez", através da Letícia, que comprou o livro e amou. Ele tem um jeito bem do "Destrua este diário", mas com uma pegada mais "amorzinho", como se além de tudo o livro fosse seu amigo, sem desafios mirabolantes. E dona Letícia me contou que gostou mais do que "Destrua este diário".


Foto do blog Fotografia e Coisinhas


Foto do blog Karol Pinheiro
   


4. Desvende meu coração

                                                   

"Desvende meu coração" é um dos meus preferidos da lista, senão o preferido, e eu nem tenho ele! Mas acho a ideia maravilhosa, super engraçada e criativa. Em "Desvende meu coração", você vai escrever como arruinou o seu relacionou e ele/ela arruinou. Vai receber conselhos. Desenhar sua própria lingerie sexy. Falar sobre obsessão e vínculo, e descobrir como paquerar. E com certeza, esse livro merece uma resenha, então, se quiserem me mandar, estou aceitando.



     


Meninices da Vida


Fotos do blog Meninices da Vida




5. O  livro do bem - Coisas para fazer e deixar seu dia mais feliz

                                                

"O Livro do Bem"é um livro brasileiro, da Ariane Freitas e Jessica Grecco, donas do blog e página do faceboook "Indiretas do Bem". É um livro muito mais focado em você e coisas boas que podemos fazer para deixar nosso dia mais feliz. Tem playslists à receita de brigadeiro, e páginas que simplesmente você desabafa. Ele é todo bonitinho e bem editado, chega dá gosto ver algo assim brasileiro.



Indiretas do Bem

Indiretas do Bem
                     
Fotos do blog Indiretas do Bem

6. Eu + você = nós


                                            
"Eu + Você = Nós", é um livro apaixonado, para fazer com o namorado, com a família ou amigos. Logicamente você acaba conhecendo o outro melhor, e descobrindo coisas novas sobre vocês. Além de relembrar coisas do passado, que é sempre muito gostoso.
Também foi muito difícil encontrar fotos de qualidade, por isso peguei uma que esta na versão original.


Foto do blog Vivendo no Infinito


Em tradução livre, primeira página: " O que estarão fazendo daqui a 20 anos?" "Previsão segura'', "adivinhará".
Segunda página: "Ideais para nossas tatuagens combinadas" , " sua", "minha"


welcome
Foto do site da Lisa Currie





Nota: Mais uma listinha, que particularmente me deu um trabalho, mas ficou bonita, Espero que tenham gostado, e comentem seus livros interativos preferidos, Até a próxima.