Quem me conhece, nem que seja só aquele básico de preferências literárias, musicais, cinematográficas etc., sabe que eu não sou a maior fã de séries. Eu não tenho muita paciência para acompanhar, fico entediada quando as coisas não acontecem logo e geralmente não passo do quinto episódio (quando consigo chegar até ele). Mas na qualidade em que me encontro, de férias e num completo ócio, decidi dar uma olhada na lista interminável de coisas que a maravilhosa Netflix tem a nos oferecer, e me deparei com Sense8, uma nova série original.
Não fora a primeira vez que eu havia a visto perambulando pelo site, mas ignorei (como pude ser tão tola!?). Depois, vendo alguns comentários no Twitter, até que cheguei a me interessar um pouco mais. Fora quando, num desses momentos de tédio, decidi ver o primeiro episódio só para saber se era tudo aquilo o que diziam. Comecei a ver ontem (29) e só parei quando cheguei ao último episódio, hoje (30). Será que viciei? Sim ou claro?
E como raramente eu me apego à séries, decidi escrever sobre esta e destacar o porquê de ter me apegado tão rápido à ela.



Sinopse: A série foca em oito personagens espalhados pelo mundo que se ligam mentalmente e emocionalmente após uma morte trágica. Eles podem não só conversar entre si como ter acessos aos mais profundos segredos de cada um. Juntos eles precisam não apenas entender o que aconteceu e o porquê, como também fugir de uma organização que está atrás deles para capturá-los e estudá-los.

Cada personagem é de um lugar do mundo (e isso é uma das coisas que me encantam na série, eles mostram a cultura de cada lugar, os problemas de cada um). Os principais são oito:


Seria o maior prazer para mim dizer quem são cada um, falar sobre suas personalidades e os problemas que cada um tem, mas além de temer dar spoiler, não teria graça para você saber por mim. Basta saber que, da esquerda para a direita, eles são: Wolfgang (por Max Riemelt), Kala (por Tina Desai), Riley (por Tuppence Middleton), Nomi (por Jamie Clayton), Will (por Brian J. Smith), Sun (por Doona Bae); Lito (por Miguel Ángel Silvestre) e Capheus (por Aml Ameen). Cada um é de um lugar do mundo, e a série retrata de forma realista (bem realista, até) cada cultura, que vai de americana LGBT até indiana, mas sem perder o tom de sobrenatural que seu enredo traz.
Ao longo da história, os personagens conseguem não só sentir as emoções um do outro, mas vez ou outra conseguem assumir o corpo do outro, agindo por ele. É como se fossem uma pessoa só.


A primeira temporada é composta por 12 episódios, e a cada episódios, novas dúvidas são esclarecidas, novos conflitos ocorrem, mais ligados eles ficam. É do tipo de série que a todo momento algo está acontecendo, e não exige a sua paciência para compreendê-la. Ela vai além do simples, do que possa ser explicado através da razão. É algo muito mais complexo, assim como a personalidade de cada um deles. Eles podem sentir um ao outro, mas através de cada atuação, lágrima, riso, diálogo, eles me fizeram sentir também. Sofri, chorei, ri, senti vergonha quando os personagens sentiam e isso é simplesmente fantástico.
Para você que não aguenta uma violência ou uma cena um pouco mais forte, não é recomendável assistir a série. Eu fiz a proeza de assistir a série inteira e só depois descobrir que a classificação indicativa é de 18 anos. Bem, seja lá quem for que possa me julgar por isso, terá de me perdoar, mas vamos fingir que eu tenho uns três aninhos há mais para poder assistir.
Eu não preciso dizer o quanto eu gostei da série, e o quanto estou sofrendo por ter que esperar até 2016. Percebi que o motivo de gostar tanto é que Sense8 não segue exatamente todas as características de séries comuns. Há uma crítica a respeito da série (e é a única com a qual concordo) que li no Omelete, por Aline Diniz. Ela diz que essa série pode ser uma das primeiras produções de TV que se encaixam no molde de um "filme grande", e eu acho que é exatamente por isso que eu consegui assistir, e consegui gostar tanto.


Sim, eu dou cinco luas, e pode ser que enlouqueça até a segunda temporada sair. É isso, então. Durante as férias, pode ser que eu venha com mais alguma série/filme/livro que me surpreenda. Até a próxima!
Um disparo. Uma morte. Um instante no tempo em que oito mentes em quatro continentes são interligadas para sempre. Oito pessoas que viram suas vidas, segredos, dons e ameaças compartilhadas entre si. Pessoas comuns, unidas pelo destino e caçados por um inimigo misterioso.



      Delicadeza? Educação? Um "boa noite" para ajudar? Onde foram parar os bons costumes? Lembro-me bem daquela época em que íamos à qualquer lugar e recebíamos um "bom dia", e que havia uma reposta equivalente. Lembro-me ainda quando dizíamos "por favor", "obrigada" e tínhamos sorrisos prontos e sinceros para aqueles que também utilizassem das boas maneiras. Mas hoje, com todo o estresse que as pessoas alimentam todos os dias com todas as coisas, desaprendemos aqueles velhos ensinamentos que nossos pais nos deram quando ainda éramos crianças. "Qual a palavrinha mágica?", era o que eu sempre ouvia quando pedia algo; hoje, as pessoas simplesmente mandam, ordenam, e ai de você se não fizer.
      E ainda tem gente dizendo que uma reestruturação da família brasileira é ferir o tradicionalismo. Para mim, tradicional mesmo é a boa educação, aquela em que as pessoas tratam bem umas às outras independente de seus problemas pessoais. Ninguém é culpado se você está com raiva de algo, se seus problemas estão cada vez piores. Mais do que isso: ninguém é obrigado a aturar o seu mau humor, a sua expressão hostil ou a sua antipatia. Mas se você ainda insistir em manter essa carrasca, não tem problema; só não fique de mimimi depois de "fui largado" ou "me esqueceram".
      Como alguém que já passou por tudo isso, mas que hoje vê o mundo de uma forma diferente, eu posso dar-lhe a seguinte dica: tente sorrir um pouco. Pode ser para a mulher que você viu na fila do supermercado, ou para o senhor que atravessava a rua no sentido oposto ao seu. Sorria para quem quer que for. Diga um "bom dia", pergunte se está tudo bem. As pessoas hoje em dia tem a grande e horrível mania de reclamar sempre que ninguém quer ouvi-las, mas nem mesmo elas praticam o hábito. De vez em quando, é bom parar para ouvir o outro, saber do que se passa em seu coração, tornar-se algo útil, algo além de um ser altamente rude que só sabe reclamar de tudo.
      Ser carrasco não leva ninguém à lugar nenhum, hostilidade só te traz ódio e isso ninguém quer. Por isso, mais uma vez, tente sorrir, tente mostrar-se bem apesar de tudo. Nada é tão ruim a ponto de não se ter solução; exceto a morte. Mas, meu bem, enquanto a sua hora não chega, não se prive de sorrir e de ser feliz, muito menos de ter pessoas de bem ao seu redor. E, para isso, você precisa ter em mente que ninguém tem o dever de aguentar você 24 horas por dia de cara fechada. Ria um pouco, nem que seja de si mesmo. Fará bem aos que estarão à sua volta e, principalmente, a você. 
Nota: Detesto gente que se acha no direito de tratar mal os outros só porque o seu dia está ruim, e eu digo isso porque já o fiz e me detesto por tal ato. Mas a questão é que, ao perceber que fazia isso, decidi mudar. E hoje, fico extremamente indignada com quem faz. Não só a questão do mau humor, mas a questão do tratamento, mesmo. Sai pra lá, antipatia! A vida passa rápido demais para ter gente mau humorada ao meu redor. Até a próxima!


                 


Existem vários textos sobre o amor, a maioria deles é sobre a dor que ele pode causar, outros são sobre como estamos carentes e queremos alguém, a outra parte são romances que lemos e pensamos que nunca irá acontecer com a gente, pelo menos não daquela forma. Mas é difícil encontrar um texto que diz que o amor é gostoso, que apesar de todos os conflitos, não há abraço mais reconfortante daquele alguém. As coisas claramente são complicadas, mas é isso que faz valer a pena. Lembro claramente de como senti ciúme quando vi ele, mandando mensagem para aquela...acho que é óbvio o que eu ia dizer. Só que ele logo veio atrás de mim, pedindo perdão e dizendo que não era nada demais, e é lógico que eu não acreditei, mas logo cedi.
Ele sorrir gostoso e me aperta de um jeito que escuto seus batimentos cardíacos soando alto no meu ouvido. E mesmo ali, com tantos conflitos, eu acredito em nós, não fico com aquela neura de: qualquer coisa, termina. Acredito que isso não seja amor de verdade, amor é esse, que quando tudo parece que ta errado, temos para quem voltar. E não essas coisas que a TV passa , ou mesmo os filmes e agora até os livros, não se passa apenas de toque ou desejo, é muito mais que isso. É cuidado, é o riso frouxo e as lágrimas. É o que eu sinto falta. Da distribuição do amor, não importando da fonte, e não essa banalizam que as pessoas acham que descreve sentimento.
Nem tudo é um corpo, ou um rosto. Um dia eles literalmente caíram, mas ficará na nossa mente as boas histórias da vida. Aquele aperto no peito dá simples ideia de ver aquele alguém partindo. De ver ele indo para longe de mim, e não saber se voltará. Quando ele telefona e tá com aquela voz de doente e pareço uma mãe preocupada. E quando ele me beija apertado, falando coisa com coisa, e soltando aquela gargalhada tão característica, eu me sinto em casa, tendo a plena certeza de onde eu pertenço. É ficar de madrugada recebendo mensagem, com tantos erros ortográficos que dá vontade de mandar ele ler uma gramática, e quando eu digo ele me diz pra deixar de ser chata. É ele rir das minhas danças loucas pela casa, cantando a música toda errada com as minhas amigas. É ele me aceitar como eu sou, e fazer cara de emburrado quanto tá com ciúme ou saudade.
É além de tudo não ser perfeito, tendo os seus dias de raiva. Quando eu tenho vontade de encarnar aquelas mulheres de novela e jogar nele um vaso. É ser um clichê, sem ser. É tentar ser estiloso e sempre acabar sendo brega. São os apelidos ridículos, por mais que nós neguemos. Os lábios apressados, procurando um pelo outro, enquanto o corpo rebola silenciosamente, numa dança harmoniosa.
É saber que vai dá errado, mas que será bom.


Nota: Texto nem um pouco meloso! Tava com saudade de escrever apaixonada, sem está apaixonada. Confuso, eu sei. Mas quando escrevo texto assim sempre escuto música, para encarnar a personagem. Hoje fiz ao som de ''Good For You'' que é meu novo vício! Quase esqueci! Esse texto é para a Vicky, que ''encomendou'' ele.
                                                            


Esse papel branco, é por que o livro é da biblioteca, e a minha mão rabiscada não é pesca,
 são as minhas respostas pra comparar com as pessoas da minha sala. 

Sinopse: 

Entrar em um relacionamento não estava nos planos de Nora Grey. Pelo menos até a chegada de Patch. Seduzida por seu sorriso despretensioso e pelo olhar que parece enxergar através dela, Nora se sente incapaz de pensar com clareza.
É quando uma sucessão de acontecimentos assutadores começa a cercá-la. Enquanto isso. Patch parece surgir em todos os lugares e mostra que sabe absolutamente tudo sobre sua vida. É impossível decidir entre atirar-se nos braços dele ou fugir do perigo que o ronda. Na busca de respostas, Nora se aproxima de uma verdade ainda mais avassaladora que seus sentimentos por Patch. De repente, ela está no centro da eterna batalha entre anjos caídos e seres imortais - e quando chegar a hora de escolher um dos lados, a decisão errada poderá custar sua própria vida.


Faz exatamente 2 anos que coloquei Sussurro na minha lista, por indicação de um professor que disse que ia me emprestar e nunca me emprestou. E cá estou eu, sofrendo de abstinência, na bela espera que a minha reserva de "Crescendo" seja liberada na biblioteca.
Mas agora vamos para a resenha. Vamos dividir por partes. Primeiro vou falar sobre a mitologia que a Becca trabalhou em cima da angeologia. Achei super criativa, com ela se preocupando com os mínimos detalhes, como o fato das cicatrizes das asas terem um ponto de ligação com a história de Patch, como é imposto...bem, eu acho que isso seria um baita spoiler. Resumindo, adorei como ela trabalhou todo o lado da angeologia e conseguiu trazer um mistério sem uma solução óbvia. 
Apesar de que quando vemos a capa (que por sinal é lindíssima) e sabemos o tema, pensamos que o livro vai ser bem "dark". Eu até imaginava que seria mais "dark" que Fallen. Mas não, pelo menos para mim. O livro perde esse lado tenebroso, pelo o humor, que deixa a escrita mais leve, e é colocado nos lugares precisos. 
Os personagens principais, não são nada depressivos, e agem com naturalidade e são cômicos, o que é o caso de Patch, que apesar de ser a "representação do perigo" para Nora, tem o seu tom de humor malicioso, que fica testando ela, como se gostasse de vê-la com vergonha (Mais um homem que nunca vai casar comigo!).
O que eu gostei também foi que a Nora, não descobre que o Patch é um anjo caído por deduzir ou ir na biblioteca, apesar que ela faz uma rápida pesquisa no Google e chega a se perguntar. -  E já eu me pergunto, por que essas personagens entre tantas possibilidades, pensam que as pessoas tem laços sobrenaturais? - Mas a forma concreta como ela descobre faz muito mais sentindo e não fica com aquela negação de : Você só pode ta mentindo pra mim. 
Os personagens secundários são bem desenvolvidos e fazem toda a diferença na história, e já ouvi alguns spoilers que uma certa amiga será uma peça importante nos próximos livros. 
A dinâmica entre o Patch e a Nora tem uma forte tensão sexual, e é engraçado de ver as investidas dele. E eu tenho que dizer: o primeiro beijo demora! Mas quando vem é lindo, e logo depois dele vem uma informação bem impactante e um dos quotes que eu mais amei, - mas que não achei.
Uma parte importante é ação, que foi super bem desenvolvida, junto com a mitologia, e algumas coisa aconteciam e eu ficava: mas gente...como assim? 
Sinceramente não tem como fazer uma resenha sem muitos spoilers, então estou segurando os meus dedos para não contar tudo que ocorre no livro. 
O que eu posso dizer sobre o livro é: simplesmente maravilhoso. E é viciante! Sério, se você for comprar, compre logo todos, por que vai ser uma tortura esperar os outros se você não tiver. E é exatamente o que eu estou passando, me segurando com todas as forças para não acabar lendo em pdf. 



Quotes: 


''- Também está com um perfume gostoso - disse Patch.
- Chama-se chuveiro. - Eu estava com o olhar fixo para a frente. Como ele não respondeu, virei-me de lado - Sabão. Xampu. Água quente.
- Nua. Sei como é.'' Pág  46

''- Você acha que eu sou um sujeito mau? 
- Você possui...o corpo de outras pessoas.
Ele aceitou a afirmativa com um aceno de cabeça;
- Você quer possuir meu corpo? 
- Quero fazer muitas coisas com o seu corpo, mas isso não.'' Pág 210 e 211 

''Preciso voltar ao trabalho - disse Patch. Ele me deu uma conferida que demorou um pouco abaixo dos quadris. - Saia de matar. Pernas de matar.'' Pág 126.

''- O veredito? Meu médico é um babaca. Parece muito com um Umpa-Lumba. Não faça esta cara, Da última vez que passou por aqui, começou a fazer a dança da galinha. E não para de comer chocolate. Principalmente bichinhos de chocolate. Sabe aqueles coelhos de chocolate que estão vendendo para a páscoa? Foi o jantar do Umpa-Lumpa. Almoçou um pato de chocolate com uma guarnição de docinhos de marshmellow amarelo amarelo em formato de pintinhos. '' Pág 109

''- Não é verdade - pronunciei as palavras de forma instintiva. Só depois de dizer-las me questionei quanto seriam verdadeiras. Nunca tinha me interresado seriamente por alguém. Isso é assim tão bizarro? - Não tem a ver com os caras. É o...amor. Ainda não encontrei.'' Pág 34.



Nota: Voltei! O mês de Junho foi super parado, por motivos de: me mudei e estou sem internet, e minha mãe não quer que eu encoste no notebook dela. Mas boas novas: Finalmente o meu notebook foi mandando pro concerto e aí eu vou conseguir atualizar o blog sempre. Então mil perdões, mas são coisas que acontecem. Beijos. 


                                                                           






Eu sei o que vou fazer amanhã, mas não faço a mínima ideia do que durante minhas atividades vá acontecer. Não sei o que tipo de conversas vou ter, o que vou apreender de novo, e uma infinidade de coisas. Dai tiramos que temos uma visão bem embaçada do futuro, como se usássemos um óculos de 15 graus sem precisar. Mas mesmo assim planejamos o futuro. Escolhemos idades para sair de casa, de viajar, casar e mesmo ter filhos, às vezes nossos planos são totalmente ao contrário. Só que, bem: nunca vai acontecer como queremos. Podemos idealizar morar sozinha aos 18 anos, mas não pensamos em como a casa tem que estar limpa, a comida pronta e como será se sustentar. Não é nada simples. Por isso me recrimino um pouco quando penso na minha vida daqui à 10 anos, pois sempre acabo meio angustiada. Por que na verdade não é o que vai acontecer em si que importa, é com quem eu vou estar que realmente significa. Pois fico logo preocupada quando começa a maratona de brigas, pois tenho medo das amigas que conquistei se perderem no tempo. E não são os anos que importa, são os momentos. E é tão difícil encontrar alguém que você mesmo não querendo, acaba contanto tudo, e no fim o nosso maior medo é de perder aquela pessoa. E o futuro é isso: com infinidades incertas e planos que nunca vão sair da maneira correta.
São por essas coisas que fecho os olhos por alguns segundos e me permito relaxar, não pensando em todos os problemas de amanhã, são tantas preocupações que se for parar e acumular aquilo tudo eu explodo, por isso fecho os olhos e me acalmo, nada vai mudar se eu me afobar.
Então eu decidi sonhar, tendo a absoluta certeza que nada vai sair daquele jeito, mas mesmo assim me permitindo imaginar uma vida que quero. Afinal, eu posso chegar lá, apenas não vou saber como o caminho será.


                                                                  




Há bastante tempo eu estava querendo escrever sobre Homofobia, mas não sabia como abordar o assunto sem parecer repetitiva, até porque hoje em dia todo mundo já tem seus argumentos formados sobre o assunto, e são até muito parecidos. Mas, aproveitando o acontecimento de ontem (26), decidi fazer a postagem. A Suprema Corte dos Estados Unidos legalizou o casamento gay em todo o país, e o fato não foi comemorado apenas por ativistas que estavam do lado de fora do tribunal, mas por todo o mundo. Como as pessoas não se expressam mais no "mundo real", me contive a observar as redes sociais. No Twitter, a hashtag #LoveWins ("amor vence") surgiu e ficou em primeiro lugar nos assuntos mais comentados, e no Facebook, vimos fotos de perfis coloridas (e lindas) por toda a timeline.
Mesmo que eu tenha visto bastante hipocrisia (pessoas com fotos coloridas mas que mantém aquele discursinho de "não tenho nada contra gays, desde que meu filho não seja um"), fiquei muito feliz com algumas postagens e a maioria delas me trouxeram a ideia para os seguintes tópicos:
  • Primeiramente, uma imagem vale mais que mil palavras:
mais explicativo não há.
  • É importante lembrar que a legalização no Brasil existe desde 2013, e eu não consigo entender como ainda tem gente batendo nessa tecla. Em 2011, o Supremo Tribunal Federal passou a reconhecer a união homoafetiva. 
  • Isso não é uma blasfêmia. Seria se estivessem legalizando o casamento religioso. Entendo que religião não é algo com que se possa mexer, e acredito que se determinada religião não aceita que a pessoa seja homossexual, ela não tem nada o que fazer ali. É simples, e facilmente explicada através de uma metáfora: se você está num grupo de amigos onde não aceitam quem você é, simples: saia de perto deles. Funciona da mesma maneira.
  • Você não precisa ser gay para defender a causa, basta que você acredite que o amor é algo gratuito, livre, uma das únicas coisas que ainda não perdemos (não totalmente). É como o feminismo: não precisa ser mulher para querer a igualdade de gêneros, para defender que as mulheres também têm o seu espaço na sociedade. Não existem diferenças entre o hétero e o homo; cada um tem o seu lugar, tem os seus direitos e deveres, são seres humanos! 

  • O amor é livre de preconceito. Ele não se priva a gênero, raça ou nacionalidade. O amor é simples, é gratuito e não precisa da aprovação de outros para existir. Eu acredito que não haja mais o que falar, apenas saber que ser contra o amor torna o ser humano frio, baixo e calculista. Apenas cresça e aprenda que todos somos livres para fazer o que bem quisermos, amarmos quem bem quisermos e cabe a você não julgar, apenas respeitar.

Por fim, eu nunca vou conseguir dizer tudo o que eu queria dizer sobre o assunto, mas o que eu disse aqui é uma boa parte. Fiquei muito feliz com a notícia, ontem foi um dia realmente inspirador. E eu espero que ainda hajam mais acontecimentos como esse, que o ser humano possa crescer ainda mais assim, fazendo com a humanidade caminhe à frente e veja que realmente não existem motivos para reprimir algo tão bonito quanto o amor. Até para saber que, no final, o amor sempre vence.

Para finalizar a postagem, ficamos com uma das melhores imagens surgidas ontem. É isso, o choro é livre, beijinho para os homofóbicos e até a próxima!






Olá pessoas (não, ets). Hoje trago uma tag, indicada do blog Um Novo Roteiro. Eu não poderia está mais feliz! Primeiro pois, mostra que o blog está crescendo, e essa é a nossa primeira indicação. Muito obrigada, Natasha!

Vamos a tag!

Como ela funciona:

- Você é escolhida para compartilhar 11 fatos sobre você.
- Responder 11 perguntas pela blogueira que te indicou.
- Elaborar 11 perguntas para 11 blogs escolhido por você.

Fatos:

- Eu sou muito desastrada.
- Sou apaixonada por música, e perco realmente muito tempo dançando pela casa.
- Já morei em 3 cidades diferentes.
- Não lembro exatamente quando comecei a escrever pois parece que eu sempre fiz isso.
- Sou apaixonada pela cultura pop, e sempre to lendo algo relacionado a isso.
- Já pensei em me formar em várias áreas, desde dentista à arquiteta, e no final parei em jornalismo.
- Mas atualmente estou fazendo curso técnico de telecomunicações junto com o ensino médio, e eu odeio exatas.
- Sou chocólatra. Se você quiser me mandar um brownie de presente, eu aceito.
- Já fui voluntária de um abrigo de animais.
- Não sei nadar, só que atualmente estou fazendo natação.
-  Além de ler, escrever resenhas e textos, também escrevo histórias e um grande sonho seria um dia publicar-las.


Perguntas:

1. Qual livro você está lendo?
Maze Runner: Prova de Fogo.

2. Quando criou o blog e da onde surgiu o nome?
O blog foi criado em 7 de dezembro de 2013. No começo o nome era ''My Dreams Stay Here'', mas quando nós fomos dá uma mudada na layout e várias outras coisas, decidimos trocar o nome. Queríamos algo fácil, original, que fosse em português e nos representa-se bem. Então em uma conversa a Letícia teve a ideia do nome "Adormecidas". Que tem tudo haver com nós duas, que valorizamos o sono mais que qualquer coisa, e tem todo o lance que remete a ''Bela Adormecida'', que nos lembra contos de fadas e como esse cantinho é o nosso próprio conto de fada.

3. Já viajou para fora do país? Se sim, foi pra onde?
Infelizmente, não.

4. Tem quantos anos? Qual o seu signo?
14. Virgem. (PS: Letícia faz 15 quarta-feira, PARABÉNSSS)

5. É formada em alguma coisa ou ainda é estudante?
Estudante. E como disse a cima, quero me formar em jornalismo.

6. Qual o seu perfume favorito?
Sinceramente, eu não tenho. Mas se fosse para bancar a rica eu diria: Ah! Adoro o Chanel n:5. Mas entrando na minha realidade, gosto muito do 212 Sexy (roubava da minha mãe).


7. Conte dois sonhos, um que foi realizado e um que está em construção.
Acredito que passar no IFCE foi a grande realização de um sonho pra mim, não só por mim, mas pela minha família e no que aquilo ia ajudar. O sonho em construção com certeza é o blog, e tudo o que ele me remete e pode alcançar.

8. Mora em que cidade? Tem ou já teve vontade de se mudar?
Fortaleza - CE. Não, nunca tive. Ficar longe da família e amigos não é algo que me agrade tanto.

9. Prefere ler com ou sem música?
Sem música, apesar de adorar ler algumas cenas com uma música embalando.

10. Conte um (ou mais) blog que você acompanha e gosta muito.
Gosto muito do ''Livros, a Janela da Imaginação'' e estou viciada no ''MilkShake de Palavras''.

11. Para finalizar, uma meta que pretende concluir até o final de 2015.
Quero muito que até o final de 2015 o blog faça sucesso. Pois o retorno dos leitores é a melhor parte do meu dia.

Blogs Indicados:

Memórias de Leitura
MilkShake de Palavras
Seguindo o Coelho Branco
Desbrava(dores) de livros
Memórias de uma Leitora
Apenas um Vício
Livros, a Janela da Imaginação
Vivendo um sonho por dia 
Livros e Chocolate Quente
Séries, Livros & Afins
Apenas uma Garota Melancólica

 Minhas Perguntas:


1. O que você mais odeia nos livros?
2. Qual a música que você está viciado?
3. Como você iniciou a escrever/blogar?
4. O último livro que você deu nota máxima.
5. Um momento que viveria novamente.
6. O que mais incomoda você nos dias atuais?
7. Um sonho de criança não realizado.
8. O que faz você sorrir?
9. Qual a sua reação quando um post completo se apaga?
10. Uma mania irritante
11. O seu blog é...

Nota: E é isso. Espero que tenham gostado da tag e das minhas perguntas - estava totalmente sem criatividade -, e comentem o que se identificaram ou não. Essa tag só eu respondi, pois se fosse eu e a Letícia, o post seria maior e demoraria mais. Quem sabe numa próxima tag, seja ela a responder. Beijos. 

                                                                     


(imagem retirada do Google. Na ausência do livro... É isso. Sinto muito.)

Livro: Minha vida fora de série
Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutemberg
Narração: 1ª pessoa
Sinopse: Mudar de cidade sempre é difícil, mas fazer isso na adolescência é algo que deveria ser proibido. Como começar de novo em um lugar onde todos já se conhecem, onde os grupos já estão formados, onde ninguém sabe quem você é? A princípio, Priscila não gosta da ideia, mas aos poucos percebe que pode usar isso a seu favor, tendo a chance de ser alguém diferente. Mas será que o papel escolhido é aquele que ela realmente quer representar? Aos poucos, Priscila percebe que o que importa não é o lugar e sim as pessoas que vivem nele. E que, além da nova cidade, há algo mais importante a se conhecer: ela mesma. (...)
Encontro-me numa fase "menininha" da minha vida, e eu precisava, mais: eu necessitava ler algo como este livro. Meu interesse em conhecer um pouco mais de Paula Pimenta existe desde que alguma amigas leram e se apaixonaram perdidamente por Fazendo meu filme, que fizera bastante sucesso. Resumidamente, FMF conta a história de Estefânia (cujo nome é odiado pela dona, que prefere ser chamada de Fani), apaixonada por filmes e pelo seu professor de Biologia. Já Minha vida fora de série conta a história de uma das amigas de Fani, Priscila, desde o comecinho dela em BH.
Enquanto Fani é completamente apaixonada, viciada, apegada à filmes, Priscila ama mesmo seriados. Eles foram grandes válvulas de escape quando, ao separar-se de seu pai, sua mãe e ela se mudam de São Paulo para Belo Horizonte, onde a família materna mora. Das semelhanças que vejo entre elas, às vezes me deixa bastante indignada a forma como elas são mimadas, mas isso não vem ao caso agora.
Ela vive crises adolescentes mesmo que tenha acabado de completar seus 13 anos. Sai com as amigas, vai à festas, apaixona-se por pessoas sem nem mesmo conhecê-la... E que, mais tarde, lhe trará grandes problemas. Mas o que me encantou de verdade na história fora a forma com que a Paula trata de assuntos complicados para a fase de uma forma tão fácil de explicativa. Depois que se começa a ler, é quase impossível conseguir parar.
Mas, voltando à história, ao voltar às aulas, Priscila se depara com um garoto. Não, não um simples garoto. Acho que se eu pudesse eu materializava um daquele jeitinho mesmo para mim! Não vou ficar comentando sobre minha paixão incondicional pelo Rodrigo, menino que mexe com o coração de Priscila de uma forma única, por mais que outros digam que ele não é o certo, que ele é isso e aquilo, que ela não deve se aproximar. Menino que escreve poesia e que reserva sua vida para coisas úteis como participar efetivamente de uma organização não governamental para cuidar de animais maltratados: <3
Ela tem

Ela tem estrelas nos olhos
E a lua crescente no sorriso
Se eu fosse astronauta no seu céu
Eu iria ao paraíso

Ela tem o sol nos cabelos
E um caleidoscópio no rosto
O vermelho da sua boca
Eu quero tanto saber o gosto

Ela tem um jeito de fada
E um porte de princesa
Mas quando passa não enxerga
Que me deixa sem defesa

Ela tem sonhos secretos
E um corpo que vicia
Me tira o juízo e o sono
Me maltrata, me angustia

Ela tem tudo a seus pés
E consegue seja o que for
Eu não tenho mais que o desejo
De um dia ser seu amor.

Me diz se não é para se apaixonar? Me diz se não dá para sentir a mais profunda sensibilidade e carinho que este menino tem por ela? É fantástico como os livros da Paula são daqueles que você só consegue largar quando leu a última página. 
Com esse, não foi diferente. Eu ri, chorei, gritei, fiquei com muita raiva da Priscila e quis jogar o livro na parede, ao mesmo tempo que não conseguia nem viver direito até conseguir terminar. De acordo com que o tempo vai passando, você vai percebendo como os personagens vão mudando, a forma com que eles vão se adaptando ao que são impostos, vão aprendendo mais e mais sobre a vida. Em 408 páginas eu pude li uma temporada intensa, cheia de mudanças drásticas e conflitos que pareciam não ter fim, mas que deixa no final aquele gostinho de: não vejo a hora para os próximos episódios.
Minha vida fora de série une exatamente aquilo que mexe com meu coração de forma a me deixar repleta de lágrimas: músicas, poesia e amor. Muito amor. Além de, é claro, identificar-me muito bem com as confusões da vida de Priscila e todas as inclinações a atos totalmente sem noção, como eu. Só não bato tanto com ela porque, no caso filmes vs. seriados, eu sou mais parecida com a Fani, mas de resto... Conflitos, problemas, gostos e paixões muito parecidas. E agora, compartilhamos também de um amor absoluto pelo Rodrigo. Não tem como não amar.


Dou 4 luinhas porque, veja, não se deve esperar por uma literatura clássica, com um vocabulário vasto e complicado de se compreender; mas, sim, de capítulos grandes com fáceis compreensões, facilidade em se apegar ao livro e só conseguir largar ao chegar no fim. Não vejo a hora de ter em mãos a 2ª temporada! E, logo que a tiver, venho até vós com uma resenha cheia de amor ao cubo pelo Rodrigo e desavenças com Priscila... É assim que funciona minha relação com os personagens de livros. 
Logo, logo, Paula Pimenta estará rodando pelo Brasil inteiro com o lançamento da terceira temporada. Tenho que correr para estar em dia com a leitura e ir ao lançamento, que com certeza farei post sobre. Até a próxima!






           Eu prometi para mim mesma que passaria um bom tempo sem escrever sobre amor, não só porque, afinal, eu só era lembrada por assuntos derivados, mas também porque ninguém aguenta ficar lendo palavras de alguém que nada sabe sobre isso. Foi aí que, contraditoriamente, eu resolvi escrever sobre amor, pois hoje posso. Contudo, não sobre o amor que eu sinto e que já projetei de diversas formas. Eu resolvi falar sobre o amor que eu vejo por aí, ou que procuro ver, já que as pessoas andam pondo em risco o sentimento mais precioso que existe. Em pouco tempo, acredito eu, tal sentimento estará ocupando os primeiros lugares da lista "extintos".
           De uma forma geral, as pessoas esqueceram-se de como é amar. Já não sabem mais como o estômago embrulha ao caminhar lado a lado, de mãos dadas; não sabem como é beijar a testa de alguém ao invés de dizer "eu te amo"; muito menos sabem como é sentir-se amado. Saem por aí falando que amor destrói tudo, acaba com o seu ser, mas, senão o amor, nada seria eu, porque mesmo que nunca tenha tido a oportunidade de amar de verdade uma pessoa que me completasse, que me tornasse única, eu sei exatamente como é amar um amigo, amar um parente, amar a mim mesma. Por incrível que pareça, eu sinto amor. E cada partezinha do meu ser se enche de felicidade ao ver um casal que projeta - perceba: não só diz - que ama. 
           Sorrio sem pensar quando vejo um casal realmente feliz, sem um aparelho eletrônico ou quaisquer interrupções humanas entre eles. É lindo de se ver pares perfeitos sendo formados. Não são pessoas perfeitas, claro que não. Mas são pessoas que, quando juntas, são tão completas quanto qualquer equação exata. E por estas pessoas que ainda deixam que a essência do amor prevaleça, eu ainda acredito em significados para dias como hoje. 
           Pelo homem que vi entregando uma rosa a sua mulher; pelos dois rapazes que vi que não temem todas as críticas que recebem diariamente, assim como a opressão do preconceito; pela menina que escreveu uma carta ao menino cujos sonhos são voltados à eternidade; por cada pessoa que ainda faz com que o amor exista: um feliz dia dos enamorados, não simplesmente dos namorados. Feliz dia dos apaixonados, dos "fora de si", dos completamente loucos - um pelo outro. Deixando toda a melancolia do dia que é para os que estão sozinhos, seja feliz por saber que eu acredito que alguém um dia vai olhar para você e vai dizer: "eu te amo". Ou melhor: eu acredito no mais fundo do meu coração que todo mundo um dia terá alguém que não só dirá, como irá demonstrar que lhe ama e que você é tudo para ela. E enquanto o dia da chegada desta pessoa não nos dá o ar da graça, desejemos todo o amor do mundo à todo mundo!

Nota: Apenas um pedido de socorro em meio à todo este caos: resgatem, recriem, revivam o amor!




Naquele universo maravilhoso chamado Twitter não existe apenas bobagem. Se você é alguém que, como eu, não se prende às babaquices que o site oferece, talvez se interesse por este assunto. Um dos assuntos mais comentados na rede durante estes dias era: #FamíliaNãoÉSóHomemEMulher. Após muito ler sobre, as próprias postagens sobre o tema, até mesmo depois de me posicionar em meu perfil, decidi que tenho muito mais opinião sobre o assunto do que cabe em 140 caracteres. Lembrei-me desta fabulosa ferramenta que possuo e vivendo eu num país livre, decidi trazer aqui minha visão sobre a intolerância, a cegueira e todos os outros fatores que impedem as pessoas de respeitar que os tempos já são outros.
  • Família não é uma estrutura imutável. Odeio mesmo quem considera família uma estrutura. Pai, mãe, filhos e um cachorro chamado Marley. Seja pai e mãe, mãe e mãe, pai e pai, só mãe, só pai, tio, tia, avô e avó. Não interessa a quem, se tem amor, se é o seu porto seguro a quem você recorre quando tudo está perdido, é família; aquele esquema de que só homem e mulher podem formar uma família é algo tão ultrapassado! "Dois iguais não fazem filho", mas adotam e cuidam dos que os dois diferentes não são capazes. "Gosto, bem longe de mim", "você apoia, mas se for com seu filho você não vai gostar" ou "eles vão influenciar a nova geração" são argumentos tão vazios, pois 1. você não tem que gostar, mas respeito é o mínimo que você deve ter; 2. só alguém sendo muito babaca para repreender o filho por ele decidir ser homossexual; e 3. que eu saiba, os pais da maioria dos homossexuais são héteros. Cadê a influência? E nem preciso dizer que isso é só uma das coisas que nos provam o quanto nenhuma família é igual. Existem milhões de casos de crianças que vivem somente com sua mãe, com a avó, tio e tia e tantos outros. 
  • O seu preconceito não te levará à lugar algum. Você que olha torto para essa nova fórmula familiar, repreenda a si mesmo! Preceituar o que quer que for é algo muito baixo e eu tenho certeza de que ninguém quer ser/fazer algo assim. Seja mais do que isso; eu sei que você consegue.
  • Chega de intolerância! Não será um comercial de TV que irá ferir a imagem da família tradicional brasileira. Abra seus olhos. Ser intolerante torna a vida chata e curta. Abra sua mente para o que já é fato aceito pelas pessoas inteligentes: os tempos são outros. Você é tão intolerante que chega a não aceitar a mudança até quando ela não te afeta. Se importa com a vida dos outros e, me diz uma coisa, a sua deve estar arrumadinha, não? Nenhum problema, nenhuma conta para pagar, nenhuma decepção amorosa? Olhe-se no espelho antes de levantar a voz e apontar o dedo para alguém.
No mais, o meu objetivo aqui não é ofender ninguém; venho por meio destas palavras expressar a minha opinião que estava presa na ponta da língua há tanto tempo. Se você se ofendeu, sinto muito dizer, mas acho que é melhor pensar um pouco no porquê disso. E depois, se você ainda procurar razões para se ofender, desculpe-me de novo, mas você é um caso perdido.
Viva a mudança, viva o amor, viva a igualdade! Viva ser feliz. Viva!
Nota: Estou começando hoje o [agora é sério!] por motivos de: cansei de escrever sobre amor. Venho com essa nova proposta no intuito de escrever sobre coisas sérias, assuntos que vejo pela internet e fico chocada com o quão as pessoas conseguem se fazerem de cegas, surdas e mudas, até que algo venha a "ferir" sua moral. E aí elas se fazem de cegas, surdas e mudas para aquilo que costumo chamar de realidade. É isso e até a próxima.


Nada de Christian Grey! Nada de distopia! Vamos falar de romance de verdade. Aqueles que nos faz derramar lágrimas de sangue, onde queremos matar a autora e nos descapelar. Fiz um post de especial de dia dos namorados, para solteiros, se quiser ver, clique aqui. Mas agora faremos para os apaixonados! E como eu disse: essa lista vai ser puro romance.


1. Para Onde Ela Foi


É, eu sei, ''Se Eu Ficar'' é o primeiro livro, mas, pasmem: eu não li. Só que eu li ''Para onde ela foi'', e adoro ele. Principalmente pois ele é narrado na voz do Adam, e eu amo quando o livro é narrado em voz masculina. Esse é aquele tipo de livro que dá aquele aperto no peito e o frio na barriga.

2. Como eu era antes de você

''Como eu era antes de você'' é um tiro no peito! Sabe, quando o amor é tão lindo que você fica gritando em casa quando algo dá errado. Bem, sinceramente, eu me derramei em lágrimas. Só lembro da minha vó perguntando: ''Menina, o que foi? e eu: ''Vó, o Will...o Will..''. SEM SPOILERS. 


3. Simplesmente Acontece

Tá, eu não li o livro, mas assisti o filme. E antes que falem " o livro não é igual ao filme'', eu sei! Só que as críticas ao livro são maravilhosas, e baseado no que eu li e assisti, é uma linda história de amor entre amigos, daquela que parece que nunca vai dá certo. Gente, se eu já chorei igual um bebê no filme, imagina no livro. 

4. Diário de uma Paixão

Eu não podia esquecer um clichê. ''Diário de uma Paixão'' é um dos maiores clichês dos romances, e ele é maravilhoso. Todo mundo já assistiu o filme ou leu o livro, e derramou suas lágrimas. É aquele tipo de amor que queremos para a nossa vida, e acabamos como loucas apaixonadas suspirando pelos cantos. 

5. Anexos 


''Anexos'' se você reparou, é o único que não tem uma adaptação (pois ''Para onde ela foi'' tem a adaptação do primeiro livro, ''Se Eu Fica'', e provavelmente não vá demorar pra adaptarem a continuação), mas não duvide, em breve talvez poderemos ver ''Anexos'' na telinha. ''Anexos'', eu também não li, mas adoro a premissa e as críticas são positivas. Então queria trazer um desejo meu e torna-lo o de vocês também. 


Nota: Oi pesssoas. O blog tá de cara nova, mas ainda precisa de muitos ajustes. Espero que tenham gostado.

                                                                              



                                                                         




      Li.ber.da.de. S.f. 1. Condição daquele que não se acha submetido a qualquer força constrangedora física ou moral. 2. (em minha própria e preferida definição) Sentir sem que maiores lhe impeçam, viver sem temer e ser quem você é sem ser julgado.
         Eu sempre acreditei que posso ser livre. E eu não me refiro apenas àquela liberdade ligada à rebeldia; estou falando da liberdade de escolha, de fazer jus ao seu livre-arbítrio. Eu estou falando mesmo de ser livre de qualquer rótulo que prenda você nessa sociedade intimidadora. Sentir-se solta para enfrentar qualquer medo que me viesse, isso sim é ser livre. Só acontece que estão tentando me tirar minha liberdade. Todos os dias me impõem novas regras, me ensinam o que é certo e o que é errado (porém, não necessariamente aprendo) e quando questiono, sou revoltada, mal-criada e devo "respeitar os mais velhos". E onde fica a minha vontade? Onde coloco o meu querer nessa história?
         Sei exatamente toda aquela ladainha de que isso tudo é para o nosso bem, que fazem isso para que não nos machuquemos, nem nada disso. Mas, cá entre nós, o que eu queria mesmo era ter a chance de errar. Queria poder fazer o que me visse à mente, errar, consertar, mas não ser incriminada por isso. Eu quero amar quem eu quiser, sem ser impedida pela desigualdade social e de gênero. Eu quero achar que aquele curso é o curso da minha vida, arrepender-me e escolher outro, sem que me considerem uma perdida. E se querem saber: eu sou mesmo uma perdida. Não estou, nem nunca deixarei de estar. Eu sou! Não vai ser engolindo novas regras e obedecendo padrões que eu vou achar meu lugar. Provável que o meu lugar seja qualquer um onde eu possa ser eu mesma: perdida, confusa e sonhadora.
         Li numa placa dessas de rua algo mais ou menos assim: "Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida." e eu não faço a mínima de quem tenha dito isso, mas eu acho esta pessoa extremamente inteligente; ela tirou as palavras da minha boca. Não quero perder a minha oportunidade de viver porque instalaram em mim o medo do que tem lá fora. Não quero deixar de falar e escrever o que me vier à mente porque tudo é censurado. Não quero me arrepender de não ter vivido e para isso é preciso se quebrar tabus, afastar-se de quem faz mal a você e tocar sua vida em frente. Não se preocupar com o que segundos irão dizer. Acredite naquilo que a sua intuição diz e siga. A vida é como uma caixinha de som; os momentos são como músicas e, infelizmente, o botão de repetir não está funcionando. E se você deixar o tempo passar, sua vida será composta por uma playlist de músicas tristes que só serão ligadas aos arrependimentos e à saudade que você tinha de quando podia viver. Não deixe que seja tarde demais.
Nota: Na maioria das vezes, estes textos são mais uma forma de me abrir os olhos. Este daqui foi mais um destes textos. Até a próxima!





                  

Sinopse: Joias significam riqueza, são sinônimo de encanto. A Joia é a própria realeza. Para garotas como Violet, no entanto, a Joia quer dizer uma vida de servidão. Violet nasceu e cresceu no Pântano, um dos cinco círculos da Cidade Solitária. Por ser fértil, Violet é especial, tendo sido separada de sua família ainda criança para ser treinada durante anos a fim de servir aos membros da realeza. Agora, aos dezesseis anos, ela finalmente partirá para a Joia, onde iniciará sua vida como substituta. Mas, aos poucos, Violet descobrirá a crueldade por trás de toda a beleza reluzente - e terá que lutar por sua própria sobrevivência. Quando uma improvável amizade oferece a Violet uma saída que ela jamais achou ser possível, ela irá se agarrar à esperança de uma vida melhor. Mas uma linda e intensa paixão pode colocar tudo em risco! Em seu livro de estreia, Amy Ewing cria uma rede de intrigas e reviravoltas na qual os ricos e poderosos estão mais envolvidos do que se possa imaginar, e onde o desejo por saber o destino de Violet manterá o leitor envolvido até a última página.
  

Bem, eu acabo de perder metade da resenha, então estou super feliz. Eu já tinha visto A Joia antes, e achado a capa linda, mas foi só quando li uma resenha que falei para mim mesma que precisava ler esse livro. E aqui estou eu, ainda não muito recuperada da leitura dessa obra. São tantas coisas para assimilar que eu não sei por onde começar. Então, primeiro vou explicar a mitologia da história para vocês. A autora não diz se o livro se passa num mundo pós-apocalíptico, - que é bem comum em distopias - então eu deduzi que ela criou o próprio mundo. A Cidade Solitária é divida em cinco círculos, cada um com uma muralha, para o mar não invadir a ilha. As substitutas existem pois a realeza não consegue produzir os próprios filhos e para que a linhagem real não acabe, existe as substitutas, uma espécie de barriga de aluguel. Não vou explicar mais, por que senão perde a graça.
A vida de substituta é a mais difícil para mim de todas as distopias que eu já li, pelo simples fato que elas são literalmente compradas, não podem ter uma relação com outra pessoa, sua família é afastada e ela simplesmente tem que carregar o filho de alguém, fazendo ele ser da forma que a mulher quer. A substituta perde a liberdade e não tem a oportunidade de lutar, como outras protagonistas. 
Violet é a substituta que acompanhamos na história. Vemos como ela perde a identidade quando é vendida para a Duquesa do Lago e passa a ser apenas o lote 197. Conhecemos o lado sujo da Joia. Percebemos que são as mulheres que mandam, e os homens são apenas as peças de um vasto quebra-cabeça. É triste ver como as mulheres exibem as substitutas, a forçam em competições, com inveja de não poderem fazer aquilo. É angustiante ver como as substitutas, no caso , a amiga de Violet fica durante o processo, não vou dizer isso, por que pode ser um spoiler.
Bem, acredito que todos sempre esperamos o romance. E em A Joia, ele demora para vim, mas vale super a pena, desde a primeira cena à última. No princípio eu pensei até que o par romântico de Violet fosse Garret, o filho atrevido da Duquesa, mas me enganei, não é. E sim, Ash (eu sempre vou pensar em Pokemon), que é um acompanhante, para no caso a sobrinha da Duquesa, que precisa aprender como conquistar um homem, digamos. A história de ambos, substituta e acompanhante, é algo que dói muito, principalmente se você é sentimental como eu, e é visível como a autora pegou elementos atuais, como tráfico de mulheres e até prostituição.
Então seguimos numa jornada, onde meninas morrem, uma possível fuga, um amor proibido, e uma reviravolta no final que eu não segurei o palavrão. Estou me segurando para não soltar spoilers, pois você descobrir a história aos poucos é maravilhoso, e quero que alguém sofra como eu! Uma coisa que eu terei que dizer, e isso torna a história totalmente diferente de outras distopias, é que em nenhum momento eu senti raiva da Violet, NENHUM! E eu simplesmente me apaixonei pelo Ash, pelo Lucien, por Anabelle, senti um odeio e empatia pela Duquesa e sinceramente, passei a odiar a realeza. 
O único problema disso tudo, é que o segundo livro será lançado só em 2016, e eu já estou morrendo por que o final de A Joia foi digno de pulos. 
Não duvido nada que em breve a noticia de que os direitos de a série A Cidade Solitária foi comprado por algum estúdio, venha a tona. Isso é só o começo. 

                                                       

Quotes: 

"Esperança é algo precioso, não é? No entanto, não damos a ela o devido valor até que perdemos." 

"- Sim. Mas você me faz sentir como uma pessoa outra vez. Você me enxerga, Violet. Isso faz sentindo?"

''Apoio-me à parede da casa e olho para o céu da noite cravejado de estrelas. Seja qual for o lugar para onde me levarão, pelo menos estaremos embaixo do mesmo céu. Hazel e eu sempre olharemos para as mesmas estrelas." 

"[...] Não interessa se é verdade o que eu digo. Elas não se importam comigo. Não me veem, não me conhecem. Para elas, sou só uma propriedade, alguma coisa para usar em um salão de baile. Posso não ter passado pelo Leilão, mas sou comprado e vendido o tempo todo do mesmo jeito." 

''Só consigo tocar as primeiras notas antes de a dor ficar insuportável. Minha barriga se contrai severamente, minhas costas parecem pegar fogo. Ao sentir a umidade entre minhas coxas, o arco escapa da minha mão, arranhando a corda e caindo no chão."



Nota: Espero que tenham gostado da resenha e que leiam o livro, sério, você precisa ler. A minha próxima leitura começa hoje mesmo, com ''Maze Runner: Prova de Fogo'', e sim, eu sei que não tem a resenha do primeiro livro aqui, mas bem, eu não li. Ops..


                                                               



        
  
SinopseJoias significam riqueza, são sinônimo de encanto. A Joia é a própria realeza. Para garotas como Violet, no entanto, a Joia quer dizer uma vida de servidão. Violet nasceu e cresceu no Pântano, um dos cinco círculos da Cidade Solitária. Por ser fértil, Violet é especial, tendo sido separada de sua família ainda criança para ser treinada durante anos a fim de servir aos membros da realeza. Agora, aos dezesseis anos, ela finalmente partirá para a Joia, onde iniciará sua vida como substituta. Mas, aos poucos, Violet descobrirá a crueldade por trás de toda a beleza reluzente - e terá que lutar por sua própria sobrevivência. Quando uma improvável amizade oferece a Violet uma saída que ela jamais achou ser possível, ela irá se agarrar à esperança de uma vida melhor. Mas uma linda e intensa paixão pode colocar tudo em risco! Em seu livro de estreia, Amy Ewing cria uma rede de intrigas e reviravoltas na qual os ricos e poderosos estão mais envolvidos do que se possa imaginar, e onde o desejo por saber o destino de Violet manterá o leitor envolvido até a última página.



 Hoje, começei a ler "A Joia" de Amy Ewing, que foi lançando em janeiro desse ano. Eu simplesmente estou encantada! E não podia deixar de falar isso, pois talvez eu poste a resenha só na próxima semana. 
Quando você ver a capa é impossível não se recordar de "A Seleção", mas quando se começa a ler é visível que não tem praticamente nada haver além do visual. O livro tem referências de muitas coisas. Senti um pouco de "Jogos Vorazes" com o modo mais violento que a história é levada, um que de atualidade, lembrando do tráfico de mulheres, e até o mapa da "Cidade Solitária" me lembra o anime Attack of Titan. Então de cara você percebe que autora pegou várias coisas para criar a própria mitologia. E tem um tema e ideias que eu nunca vi em outros livros. Diferente de outros histórias que você imagina logo o romance, esse você fica naquela apreensão com a Violet, a cada segundo se peguntando o que irá acontecer. E, sim, eu estou apaixonada! 
Uma coisa que eu reparei, é que essa distopia parece que realmente vai ser bem crua, com uma violência fazendo parte da trama, coisa que é visível em outras distopias, mas acredito que não seja tão agressiva. 
Lembrando que em breve sai a resenha de "A Joia", esse foi só o meu ataque literário! E que no final de semana ou mesmo durante semana, eu posto a resenha de "O Filho de Netuno". Agora eu vou voltar a ler e prevejo polêmicas!!