Autor(a): Becca Fitzpatrick
Páginas: 304
Editora: Intrínseca 



Sinopse:

Nora Grey não consegue se lembrar dos últimos cinco meses. Depois do choque inicial de acordar em um cemitério e descobrir que ficou desaparecida por semanas, ela precisa retomar sua rotina, voltar à escola, reencontrar a melhor amiga, Vee, e ainda aprender a conviver com o novo namorado da mãe.
Em meio a tudo isso, Nora é assombrada por constantes pensamentos com a cor preta, que surge em sua mente nos momento mais improváveis e parece conversar com ela. Alucinações, visões de anjos, criaturas e sobrenaturais. Aparentemente, nada disso tem a ver com sua antiga vida.
A sensação é de que parte dela se perdeu. É então que o caminho de Nora cruza o de um sexy desconhecido, a quem ela se sente estranhamente ligada. Ele parece saber todas as respostas...e também o caminho até o coração de Nora. Cada minuto a seu lado confirma isso, até que Nora se dá conta de que pode estar apaixonada. De novo.

Resenha: 

Com certeza Silêncio é um dos livros da série Hush, Hush com mais reviravoltas. Para começar do prólogo, que nos explica um pouco o que aconteceu depois da última página de Crescendo, e garanto que saiu um sonoro ''não'' da minha boca quando o li. 
O livro já começa com uma grande surpresa: Nora foi raptada por Hank (e isso pode ser spoiler se você está nos livros anteriores), Patch está louco a sua procura, e ela não lembra absolutamente de nada, desde Abril (se eu me recordo), o que quer dizer: ela não se lembra de Patch. 
Ela acorda em um cemitério, não lembra dos últimos 3 meses, e isso poderia ser uma chance dela sair de toda a confusão envolvendo anjos caídos e nefilins. Mas como sabemos que Nora é insistente, ela está sempre tentando lembrar do que aconteceu. E claro, fica com uma pulga atrás da orelha. quando ver que Hank Millar é o novo namorado de sua mãe, e pelo fato dele ser pai de Marcie, a ''bitch'' que inferniza a vida de Nora desde a infância. 
Com o passar do livro, Nora escuta referências ao nome de Patch e todo seu corpo ficava tenso, digamos. Ela também tem uma espécie de atração pela cor preta, como se a mente dela tivesse captado essa cor em referencia a algo, o que é bem estranho, tratado apenas como uma cor, por isso prefiro tratar como uma alucinação que fechava a mente dela para a escuridão (filosofei, me contratem). Ela chega até ter um sonho com Patch, só que ele apaga o momento da memória dela. Mas em uma determinada situação Nora se ver rodeada de nefilins, pois ela quer bancar a super-heroína e não saiu correndo, e és que aparece nosso lindo e maravilhoso Patch, para tirar Nora daquela confusão, só que ele não se apresenta como Patch e sim como Jev. Sério, é muito estranho ver ela chamando ele de Jev até ela descobrir que ele é o Patch.
Nesse volume, admito que a Vee me irritou um pouco, e não foi realmente utilizada na história. E tenho que admitir de novo, que apesar de gostar da personagem, entendi que ela não cabia muito no contexto. O vilão do livro é bem construído e principalmente seus ideais, deixando um gancho para os acontecimentos do próximo e último livro, Finale. 
(Eu realmente não quero dá spoilers, por isso tô me segurando e não sabendo mais o que escrever, mas vou tentar). Acredito que se a Becca tentou puxar o Scott para um triângulo amoroso, falhou miseravelmente, pois é bem estampado com quem a Nora ficaria, mas ela conseguiu o estabelecer como amigo e realmente ele me cativou mais ainda. Nas últimas páginas do livro quando Nora já tem a sua memória de volta, muita coisa acontece, e muda de novo a trama, caminhando para fazer o desfecho da série no próximo livro. E eu de novo não quero dá spoiler, mas se você leu Crescendo, já sabe. Me surpreendi muito com a história de Hank, ou melhor, o Mão Negra, e como ele conseguiu montar um plano praticamente perfeito, mesmo se ele chegasse a morrer. E o jeito que a Nora se sente em relação a ele é bem desenvolvido, pois ela não lembra de nada, mas sentimos aquela antipatia, e como nós, leitores, sabemos o que realmente aconteceu, ficamos loucos, pois parece que tudo tá passando e no final ele irá ganhar, por que ele é acima de tudo um bom manipulador, seja com os poderes dele ou com a fala mesmo. 
E não posso esquecer de ressaltar que Nora e Patch estão tentando dá um outro passo na relação deles, e isso logicamente implicar em como percebemos que eles não querem ser simples namorados. Sendo que tem todo a história do Patch não ter o sentido do tato, e como mesmo não sentindo a Nora fisicamente, aquilo emocionalmente, importa para ele. 

                       


Quotes: 

"Anjo. O simples som da palavra provocava uma onda de calor que lambia minha pele. De novo, a cor preta me envolveu como um laço quente, mas agora havia mais. Um toque físico tão real, que eu parei onde estava. Senti alguma coisa se movendo por meu rosto, como se dedos invisíveis me acariciassem seguidos pela sedutora pressão macia nos lábios...Você é minha, Anjo. E eu sou seu. Nada pode mudar isso."

"Os lábios dele roçaram minha orelha. - Em quem está pensando? Fechei os olhos por um instante, mergulhando na sensação. Em como me sinto quente. Em como cada centímetro do meu corpo fica inacreditavelmente vivo, vibrante e irracional quando estou com você. Sua boca se curvou num sorriso sexy, quase imperceptível. - Hummm."           
                                                                                                
                                 


"- Amo você. - A declaração foi direta, carregada de afeto. - Você me faz lembrar quem eu era. E me faz querer ser aquele homem outra vez. Neste momento, com você em meus braços, sinto que temos uma chance de conseguir superar tudo juntos. Sou seu...se você me quiser."


Nota: Me desculpem se a resenha tem algum erro, e vocês ficaram meio confusos, mas eu tô bem apressada. Qualquer coisa, comentem as dúvidas de vocês.
                                                                      

                             


Acabei de assistir o filme ''Um Dia'' (depois de sofrer muito para fazer ele carregar) e chorei, ainda quero chorar. E no momento estou louca para ler o livro no qual o filme se baseou e chorar mais um pouco. Por isso, para o fim dessa quarta-feira trouxe um quote do livro e um do filme.


   

"Acho que você merece mais do que isso. Você é inteligente, engraçada e legal (muito legal, se quer saber) e, de longe, a pessoa mais inteligente que conheço. E (a esta altura vou tomar mais uma cerveja... e respirar fundo) é também uma Mulher Muito Atraente. E (mais cerveja), sim, eu também quero dizer 'sensual', embora me incomode um pouco escrever essa palavra. [...] Você é linda, sua velha rabugenta, e se eu pudesse te dar só um presente para o resto da sua vida seria este. Confiança. Seria o presente da Confiança. Ou isso ou uma vela perfumada."                                                                    Pág 51                                                                                                                









                                                                         
                 

                                                                    


                   
                    

Sou brasileira sim, e isso não quer dizer que sou puta. Sou nordestina sim, e isso não me faz menos inteligente que você, e nem quer dizer que falo errado. Sou cearense sim, isso não me dá vergonha, pelo contrário, tenho orgulho, orgulho de nascer em um lugar que o sorriso é o mais importante, e não importa a sua raça, a sua religião ou que você é. Sou de um lugar com muitos problemas e coisas que me fazem ter vergonha, mas eu sei que não é apenas aqui. Vi hoje no jornal que uma transexual foi esfaqueada, então você se pergunta: por quê? Por que ela não tem vergonha de admitir o que é, que fez uma cena na parada gay para mostrar que todos os transexuais estão sangrando. Se você se sentiu ofendido ou não, o problema é seu! Nossas opiniões e argumentos não vão mudar, mas em nenhum momento ela nos deu permissão para agredir alguém, fisicamente ou verbalmente. Nessa mesma matéria fui olhar os comentários e encontrei: "Isso não é nada", "Merecia morrer". E usam argumentos, falando de Deus, e eu realmente me pergunto: Deus ia querer um filho dele ser esfaqueado e humilhado? Tenho certeza que não. Quem é você para falar que alguém merece morrer? São idiotas que se acham os fodas, que nunca vão ser punidos, só por estarem atrás de computadores. E eu fico realmente puta, e não, não tem como diminuir os palavrões, por ver que é essa é uma cultura do país, sabe, sempre querer ser melhor que o outro. Porquê as pessoas não olham pro próprio umbigo e veem que quem ela está xingando, por algum motivo, ele faz algo muito pior. E não lembra que quando te xingam, ou alguém te bate, você fica revoltado e se sente mal, então por qual razão você quer causar isso nas pessoas? Se tão usando o argumento de Deus, eu contraponho com um argumento do mesmo: "Ame ao próximo como a si mesmo", e definitivamente isso não é amor ao próximo. E pelo contrário, você deseja a morte de alguém e o mal, te torna muito menos "ser humano", pois não percebe que esse alguém podia ser seu pai, seu filho. Não aponte o dedo na cara de alguém pra dizer que é melhor, pois aquele cara pode ser melhor que você. Não é estudo, gênero, raça, é o que somos, a nossa essência, o nosso coração. Gostar de quem somos é essencial, e não importa os inúmeros dedos apontados para a nossa face, pois temos a convicção de saber que não somos nada do que escutamos ou lemos. Então, o que falta é respeito! E enquanto você não respeita o outro, nunca terá voz para pedir o mesmo.

Nota: Então, vi uma matéria no Extra, - que no momento não sei o link, mas depois coloco aqui - falando sobre esse transexual que foi esfaqueado, e depois vi um menino na internet falando sobre nordestino, negros e gordos. E sinceramente, eu precisava colocar isso para fora, pois eu não aguento mais essa injustiça que vem acontecendo. 

                                                                               



       Talvez você não saiba, mas "eu te amo" não é a única forma de demonstrar o que se sente. Aquele seu amigo que mandou você ouvir uma música, uma música específica e especial, com certeza quer algo mais do que a sua amizade, e você só pode ser muito idiota de não ter percebido a cada verso da canção. Aquele dia em que seu pai deixou de ver o filme que ele tanto queria para ir assistir com você um longa adolescente, que você sabia que ele dormiria antes de chegar no meio do filme, mas ele foi, perguntou sobre o assunto e ainda fingiu se interessar. Aquele buquê de flores de aniversário, que continham as suas flores favoritas e você não ligou muito, pois não curte este tipo de presente. Aquele abraço que ele te deu, aquele ele, e que foi tão bom que você não queria largar de jeito nenhum mesmo que após isso o silêncio tenha constrangido tudo, tinha mais amor do que muita gente por aí. 
       Eu sempre preferi as ações. Minha memória fotográfica é boa, mas palavras eu esqueço rápido e logo, logo todas as declarações vão parar no buraco negro da minha cabeça e é como se não tivesse acontecido nada. Mas ações são tão memoráveis para mim, ficam tão gravadas no meu cérebro que eu chego até a pensar se isso é bom ou ruim - bom, por poder lembrar disso sempre, e ruim, pelo mesmo motivo -; é como se elas estivessem gravadas em um lugar tão especial, tão intocável, que independente do que a pessoa possa fazer depois daquilo, eu ainda vou lembrar do que de bom ela fez, ainda vou pensar nos bons momentos.
       Se eu pudesse ter um poder (que não fosse tão sobrenatural quanto, por exemplo, invisibilidade), escolheria poder ler as pessoas. Eu sei que isso não é algo impossível, e que algumas pessoas até conseguem com uma habilidade absurda que me deixa impressionada e assustada, mas eu realmente gostaria de saber o que a pessoa está sentindo só de olhar para ela. Acho que isso facilitaria muito as coisas, pois apesar de que hoje eu tenha este pensamento de que atitude é mais importante do que palavras jogadas ao vento, antigamente eu já sofri demais, querendo ouvir o que desejava ouvir, mas não conseguia simplesmente enxergar as coisas ao meu redor, e pessoas que diziam o que queriam sem usar a própria voz. Seja através da música, através de um filme, de um abraço, um sorriso de repente... Tudo isso pode ser interpretado de mil e uma formas diferentes, e confesso que antes eu achava simplesmente que eram coisas frívolas, sem nenhum valor real.
       E foi querendo ouvir demais que eu acabei percebendo onde estava errando. Foi querendo ouvir demais que eu me magoei, que chorei sem escrúpulos e me vi naquele momento em que nos olhamos no espelho e sentimos a obrigação de dizer a nós mesmos: "está na hora de mudar". Então, uma dica que dou e que eu mesma tento seguir: ao invés de querer que outros digam o que você quer ouvir, e que isso seja exatamente como você deseja, silencie um pouco e tente escutar o coração do outro, pois talvez ele possa estar aos prantos e você nem mesmo se dá ao trabalho de ouvir.

Nota: Gosto de fazer textos após alguma observação que fiz em algum longo período, e a de hoje em conjunto com o momento me inspiraram isso. Espero que gostem e até a próxima!


A garota que você deixou para trás, é um livro que estou desejando há seculos, mas não me encontrei ainda para lê-lo. Mas eu amo a temática, e todas as críticas que li e ouvi foram positivas. Por isso trouxe um quote que achei em uma resenha, para atiçar vocês e eu a ler esse livro. Infelizmente não encontrei a numeração da página do quote.


"Tentei me lembrar de quando eu tinha sido mais que uma coisa, quando até numa cidade cheia de alemãs eu tinha dignidade, inspirava algum respeito, mas era difícil. Meu mundo todo agora se parecia com aquele caminhão. Aquele chão frio de aço. Aquela manga de lã manchada de vermelho,"
     
                                                                           



      A cada ano que passa, colecionamos pessoas. Viajamos, mudamos, crescemos física e psicologicamente, mas onde quer que você vá, sempre haverá uma pessoa que lhe fará lembrar de tudo. São pessoas que constroem as minhas memórias, e são elas as responsáveis pelos bons momentos que eu não poderia ser capaz de fazê-los sozinha. Não existe nada melhor no mundo do que ter alguém com quem você possa contar sempre, que você sabe que aquela pessoa só quer o seu bem e nada mais do que isso. É muito, muito bom sentir alguém próximo de você sempre, que até vem aquele pensamento de como podemos dar tudo isso que recebemos em troca. Pois já dizia Chico: "Viver é sempre dizer aos outros que eles são importantes, que nós os amamos, porque um dia eles se vão e ficaremos com a impressão de que não os amamos o suficiente", e todo mundo sabe que se existe algo com o qual não podemos contar é o tempo. E devido a isso, hoje, eu vim lhe pedir algo especial.
      Dedique alguns minutos de hoje para agradecer ao seu pai. Sendo ele o seu melhor amigo ou alguém com quem você nem mesmo convive, agradeça por ele ser o seu pai. Pode ser que isso seja algo muito difícil para algumas pessoas que nem sabem onde seus pais estão, mas, sendo assim, tente fazer essa pausa como uma forma de refletir sobre isso. Pense um pouco no bem que você quer a ele, mesmo que ele esteja do outro lado do mundo. Lembre-se que apesar de tudo, ele ama você, tanto quanto você o ama incondicionalmente. Amor de pai é algo especial, grandioso e insubstituível, não importa o quão difícil seja. E para aqueles cuja mãe faz o papel de pai: agradeça-a, também. Diga a ela o quão fantástica ela é fazendo os dois papéis, e que você não poderia ter alguém melhor. 
      Não sou a melhor pessoa para falar sobre relacionamentos com pais, mas se tem algo que meu pai ensinou-me é que as palavras realmente valem mais do que qualquer bem material, mas não qualquer palavra jogada em um pedaço de papel de forma coerente, e, sim, palavras vindas do coração. Ele me ensinou que todos os dias, em casa ou não, devemos ver o quanto o mundo não valoriza mais as boas ações, os valores sentimentais que envolvem as pessoas de forma fraterna. Um outro pai meu ensinou-me que você não precisa ter o sangue daquela pessoa para considerá-la sua família, aquele ente que eu havia citado que só quer o seu bem. Um terceiro pai, ainda, me ensinou que independente de onde eu esteja, eu sempre posso tocar a alguém com um simples olhar sincero de gratidão. 
      Sem importar o que seu pai tenha feito a você, agradeça-o simplesmente por você estar vivo. O mundo anda difícil demais e às vezes as pessoas que mais amamos tomam escolhas que não sabem em que resultado dará, mas que nem sempre é bom; precisamos mostrar a elas que apesar disso, o nosso coração é capaz de perdoar. Não temos tempo para errar, nos magoar e permanecer com rancor. Meu último pedido para hoje é que você procure aquela pessoa que você considera ser o seu pai, o ser que cuida de você e que te ama tanto que faria tudo para te ver bem, e abrace-o, ou diga o quão importante ele é, ou simplesmente o agradeça por estar ali por você. Essa gratidão é que torna quem quer que for o seu verdadeiro pai

Nota: Quis escrever algo durante a semana que não fosse colocando todos os pais do mundo em pedestais, com títulos de heróis e coisas assim - esse tipo de texto já não fazem mais sentido desde os meus nove anos de idade. Eu realmente sou a pior pessoa para falar sobre bons relacionamentos com pais, mas não existe nada melhor para descrever o meu sentimento pelos meus do que "gratidão", e é o que eu acho que todos deveriam sentir por seus pais, independente do que eles façam ou tenham feito. Aproveitem o dia de hoje para dizer tudo aquilo que queriam aos seus pais, mas que nunca encontravam um momento certo para dizer. Para você e seu pai, um feliz dia dos pais! Até a próxima.



Foto da Web. Por motivos de: o livro que eu peguei estava muito velho.
Autor(a): Paula Pimenta
Editora: Gutenberg 
Páginas: 336 

Sinopse:

Tudo muda na vida de Fani quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima.
"Fazendo meu filme" nos apresenta o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seus inesperado novo amor, ou se aventurar em um outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades.

Resenha:

Fazendo meu filme foi uma série super indicada pelas minhas amigas, e finalmente li o primeiro livro da história de Fani. Há muito tempo eu não lia um livro nacional com esse desenvolvimento tão complexo, só tinha lido Princesa Adormecida que é uma adaptação da Bela Adormecida, que a Paula fez, e Pássaro contra a vidraça, pois era um paradidático da escola, e admito que as duas experiencias não foram as das melhores.
O bom de Fazendo meu filme, é por que encontramos a nossa realidade nas páginas, diferente do usual colegial americano. Eu lia e ria, lembrando que eu fazia e faço, muitas coisas mostradas. Como ler horóscopo do menino que gostamos, - só faltou a parte de combinar os signos - além de que teve a parte dos testes, e o nome da revista era CAPRICHOSA!
Durante um bom tempo do livro eu senti muita raiva da Fani, afinal, ela ficava sofrendo pelo professor, enquanto o Leo tava ali, e só ela não percebia que ele gostava dela, nisso eu percebi em como somos burras! Pois somos exatamente assim, demoramos séculos para perceber que aquele cara realmente gosta de nós.

Foto da Web 
                               
No começo do livro, tem uma lista de filmes, e em cada capítulo, tem um quote de um filme dessa lista. E todos são maravilhosos, e é muito legal esse cuidado da autora e da editora, pois faz que o leitor compreenda mais a paixão de Fani pelo cinema. Detalhe, ela é rica. Sério, nunca que um intercambio ia ser tão fácil, e ela simplesmente vai TODA SEMANA pro cinema. Me sinto muito ofendida.
Os amigos de Fani são bem presentes, mas a que mais se destaca é a Gabi e muitas vezes a Natália (outra burra por causa de menino). É legal ver esse tipo de amizade no Brasil, pois eles andam em turma, tem aquelas festinhas no condomínio, tem o pai ciumento, e sempre tem aquela briga básica entre os universitários e os meninos da escola. Claro, não posso esquecer de Vanessa e sua trupe do mal, ela é aquela tipo estereotipado de ''bitch'' que faz os nossos nervos tremerem, e sempre tem na nossa escola, aquela, que você bate o olho e tem vontade de arrancar todos os fios do seu cabelo.
Sinceramente, teve uma hora que eu já tava no final do livro e realmente pensei que ela viajaria para Londres e não aconteceria nada com o Leo. Pois quando os dois implicitamente assumiram que se gostavam, absolutamente tudo parecia dá errado.
A única coisa que me incomodou no livro foi a escrita, não o tipo, pois eu gosto do tipo de escrita fácil, que faz você acabar o livro em um piscar de olhos. Mas a linguagem dos personagens fugiu muito de adolescentes de 16 anos, seja pela forma às vezes exagerada de expressar carinho, ou a falta de elementos que lembrasse a adolescência, e não digo nem palavrões, pois entendo que o proposito do livro é que todo mundo possa ler, porém eu tiraria o diminutivo, alternaria os tipos de gírias, e não estereotiparia tanto a linguagem de cada um. Só que como eu disse, é um livro light, de uma vida comum, que provavelmente não vá envolver bebedeira, drogas ou uma chuva de palavrões.  Por isso super indico o livro. É uma leitura gostosa e divertida. Quero muito ler o segundo livro e descobrir o que a Fani vai aprontar em Londres (inveja).
                                                                                                                                                                               
                                


Quotes: 

"É tão estranho como uma pessoa fica diferente aos nossos olhos quando o sentimento da gente muda...Eu já vi o Leo milhões de vezes, mas de repente ele ficou muito mais bonito! É certo que eu sempre o achei uma gracinha, o sorriso dele é um dos mais charmosos que eu já vi, mas de uma hora pra outra parece que ele ficou iluminado.." 

"Na minha cabeça só vinha um pensamento. A porta tinha sido fechada, trancando todos os meus sonhos. E quando eu abrisse de novo, não teria mais nada do lado de fora. Só o vazio"



Angústia 

E seu eu olho e não me olha, 
Não sei vem se isso convém...
Descobrir se é bola, ou fora.
Se é pra ir ou não, além.

Essa falta de certeza, 
Que a paixão, no inicio, tem.
Ora seduz, ora angustia, 
...Confunde medo com desdém. 

A vontade atiça e machuca.
Sem ter-te. Perto. Ter sem. 
E eu me declaro, só no pensamento...
Vê se fica esperto, meu bem.

Fani Castelino Belluz 




                                                                      




Seguindo os rumos que a Letícia traçou (tag dela aqui), decidi também fazer está tag, para mostrar o que 14 músicas me lembram, fazem sentir etc.
Espero que gostem, e indico essa tag para todo mundo! Quem quiser, deixa seu comentário ai embaixo dizendo as músicas que se encaixam em cada pergunta, ou quais você se identificou.


1. A música que me faz rir (feliz)
Keane - Somewhere only we know

                                            Sinceramente eu adaptei essa pergunta, pois não me lembro de ter uma música que realmente me faça rir. Então escolhi uma que me faz feliz. Sowhere Only We Know, é aquele tipo de canção que a gente escuta desde pequeno e nunca enjoa, afinal, a música foi lançada em 2004 e esteve em várias trilhas sonoras. E sério, é impossivel não ouvi-la e sentir aquele conforto no peito, uma vontade de sair e ser feliz. É, pelo menos para mim.


2. A música que me motiva
Snow Patrol - Open Your Eyes

                   
Muito difícil fazer uma tag ou lista sobre música e não colocar Open Your Eyes. Com certeza essa é a canção que me motiva. Também é antiguinha, foi lançada em 2006, e eu já tinha escutado mas nem lembrava o nome. Escuto ela em todos os momentos: quando estou triste, com raiva, feliz, é como se ela literalmente abrisse os meus olhos e dissesse: pegue minha mão, e vamos seguir em frente. Sem falar, que a música tem um dos melhores trechos, pra mim, que se fosse pra tatuar uma frase, seria ela, diz assim: ''Get up, get out, get away from these liars, cause they don't get your soul or your fire", que quer dizer: "Levante, vá embora, saia de perto desses mentirosos, porque eles não entendem sua alma ou seu fogo".



3. A música que me faz lembrar alguém que amo.
Calvin Harris feat John Newman - Blame

                     
Acredito que ninguém pensaria nessa música para essa pergunta, mas é. Apesar de ter todas essas mulheres sensualizando e a batida eletrônica, Blame me lembra muito a minha mãe, pois ela entrou no mundo eletrônico e adora as músicas do Calvin Harris. Sério, ela me fez fazer uma playlist nesse estilo!

4. A música que eu gostaria de ter escrito.
Chico Buarque - Eu te amo 

                       
Sou muito suspeita para falar de Chico Buarque. Adoro suas músicas e a história que ela nos trás, bem, eu sou muito mais de ler o que ele escreve do que escutar. Conheci ''Eu te amo'' durante uma aula de literatura, e me encantei em como o Chico conseguiu se expressar sobre a perda de alguém. E com certeza ele é um dos meus ídolos da literatura brasileira, e queria muito chegar aos pés da sua genialidade, o que é meio impossível, mas tudo bem. Queria realmente ter escrito ''Eu te amo'', ela tem um dos trechos mais bonitos que já li sobre rompimentos de relacionamento, é assim:
Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir



5. A música que me lembra a infância
Britney Spears - I'm not a girl, not yet a woman.

                      
Sim, Britney fez parte da minha infância, lembro da época que ela raspou a cabeça e eu fiquei triste.Quem não lembra do filme Crossroads, de 2002, que passava na sessão da tarde? Lembro que eu e minhas amigas enterramos uma caixa com algumas coisas, igual a cena do filme. Eu adoro esse filme! E só de lembrar, penso nas minhas tardes cantando I Love Rock n' Roll, e I'm Not A Girl, Not Yet A Woman. E bem, descobri hoje que quem escreveu o roteiro foi a Shonda Rimes! Sim, a vaca que mata todo mundo em Grey's Anatomy!

 6. A música que me lembra minha adolescência

Legião Urbana(Cover Tiago Iorc)- Tempo Perdido 

                    

Apesar de que ainda estou na adolescência, Tempo Perdido já a representa. Sou apaixonada por Legião Urbana, e amo esse cover que o Tiago Iorc fez. Gosto dessa ideia de revolução, e o que é ser jovem de verdade, que a música trás, o que infelizmente acho que se perdeu nesses novos tempos.


 7. A música da qual eu gosto da letra

Ed Sheeran - Small Bump 

                    
Quem ouve Ed Sheeran, sabe que suas músicas sempre trazem uma história. E Small Bump é aquele tipo de história, que nos surpreende com o final, pois ninguém esperava, mas ao mesmo tempo é muito realista. Só para vocês terem noção, Small Bump, significa pequena saliência, e a música fala exatamente sobre uma gravidez, e no final, sobre a perda do bebê.


8. A música que eu admito gostar, mas com vergonha

Anitta feat Projota - Cobertor  

                    
Eu não sou de sentir vergonha do que eu escuto. Só que realmente tem umas músicas que eu sei que não são exatamente boas, e tenho vergonha de admitir que gosto. Esse é o caso de Cobertor, da Anitta feat Projota, pois o refrão dela não faz o MENOR sentido, e eu gosto. É o tipo de música que você escuta uma vez e fica infernizando a sua cabeça. É, eu sei cantar ela todinha.


9. A música com qual eu gosto de acordar.

Maroon 5 - In Your Pocket 

                   
O novo álbum do Maroon 5, V, é simplesmente maravilhoso, sei praticamente todas as músicas, e In Your Pocket é uma das minhas preferidas. Tanto que provavelmente escuto ela todo dia, principalmente quando estou indo para a escola. Ela me dá energia, e consigo tirar o sono de mim.

10. A música que lembra minha melhor amiga.

Bruno Mars - Count on me 

                   
Não sou do tipo que ver uma coisa e pensa: Ai, minha melhor amiga ia querer isso! Não costumo intitular, pois já tenho amigas maravilhosas e nunca parei para pensar: Quem é minha melhor amiga? Pois no final, todas acabam sendo minhas melhores amigas. E sempre que eu escuto Count On Me do Bruno Mars, lembro de todos os meus amigos, pois a letra da música fala exatamente sobre amizade.


11. A música que me faz chorar.
Let It Go - James Bay 

                   
Conheci Let It Go, do James Bay, em um episódio da 6 temporada de The Vampire Diaries, episódio este que me fez chorar muito. Let It Go tem uma melodia linda, e uma letra igualmente, a voz de James me embala e é impossível não chorar. A música me faz pensar em muitas coisas e meu coração sempre se aperta.


12. A música que eu adoro cantar.
Maroon 5 - Sugar  

                   
De novo Maroon 5 aqui! Eu simplesmente amo Sugar, e ainda quero ir numa festa para cantar com minhas amigas e receber o título de louca. Sério, é impossível não se empolgar com essa música e não cantar junto.


13. A música que marcou um momento da minha vida
Oasis - Wondewall 

                   

 Jason Mraz - 93 Million Miles 

                  
Escolhi essas duas músicas, pois elas marcaram a mesma situação da minha vida. Eu estava me mudando de cidade, e realmente foi muito sofrido para mim, pois tinha brigado com uma amiga e tava ''deixando'' outros. Então, no último dia do meu curso de inglês antes que eu fosse embora, meu professor passou 93 Million Miles, e a música diz exatamente que você sempre irá poder voltar pra casa, que temos que ficar um pouco no escuro, e aquilo tudo me deu um baque muito grande, principalmente por que meu professor não sabia que eu ia embora. Nesse mesmo dia, minha amiga, me mostrou o texto que ela fez para mim, e tinha a referência a Wonderwall, pois a gente dizia que era a nossa música, ela era minha protetora e eu a dela.


14. A música que você dançaria agora.
Natasha Bedingfield - Unwritten 

                 
Esse é o tipo de música que eu já ouvi tanto que nem lembro mais como conheci. É o tipo de canção que me faz pular pela casa e querer tomar um banho de chuva, cantar e cantar com meus amigos.


                                                                 







Estava pensando e percebi que a palavra ''coisa'' está muito presente naquilo que não sabemos explicar, então fui pesquisar o seu significado. Coisa. Def.:1. Tudo o que existe ou possa existir, de natureza corpórea ou incorpórea. 2. Qualquer ser inanimado. A primeira opção diz muito o que essa palavra significa para mim, simplesmente é algo que não sabemos intitular. E acho que chega nesse ponto: que sentimos tantas coisas que não há uma palavra para definir isso tudo concretamente, ou às vezes apenas não queremos admitir o que está acontecendo conosco. Tentamos mascarar sentimentos com inúmeros ''não' na nossa mente, dizendo que tudo aquilo é uma besteira e vai passar. Mas como aquilo vai passar, se você não consegue dizer o que é?

Nossa mente é um grande plano que qualquer coisinha pode ocorrer um curto circuito, ou um defeito de estrada. Somos imperfeitos e não conseguimos controlar o que nós somos, com as constantes mudanças de opinião, de visão pro futuro e do coração. Já falei que coração é um bicho muito complicado? Parece que de dentre todos os nossos órgãos ele é o mais atrevido, aquele que não aceita nenhuma ordem além de bombear sangue. Muitas vezes isso pode ser bom, e a maioria ruim. Não temos controle também das nossas lágrimas, sempre teimando aparecer nos momentos mais indevidos, gerado aquele ar de pena que ninguém quer sentir. Às vezes são só tantas coisas que nosso cérebro e corpo não aguenta mais, mudamos do sorriso para a cara fechada num instante e só queremos colocar aquilo tudo pra fora. Mas ai chega a questão: O que é isso tudo? E vem aquele sementinha na mente: É só uma coisa que eu tô sentido. Por mais que tentemos explicar, não há como, pelo menos naquele momento. Não tem aquela coisa que para a alegria surgir, precisamos de um pouco de tristeza? E por mais que eu diga que isso vai passar, ou que virá algo bom, eu estaria apenas falando aquele mesmo clichê idiota e verdadeiro, de uma coisa que no momento não conseguimos compreender, pois simplesmente parece que tudo está perdido. Só queremos esquecer o "eu" um pouco e ser outra pessoa, nos permitindo chorar sem motivo, sem alguém perguntar o porquê, e você não saber explicar.
E nessa conclusão eu chego a um fato: Nossa vida é um paradoxo de sensações, e sinceramente, não precisamos compreender todas. Choramos sem motivo? Sim. Rimos sem motivo? Sim. Só que isso são inconstâncias da nossa vida, e não precisamos saber o motivo naquele momento. Pois é certo, uma hora você compreenderá a razão de todos os seus sorrisos e lágrimas.


Nota: Um texto definitivamente confuso, mas eu ultimamente tô muito confusa, então aproveitei um tempo antes da aula e escrevi. Espero que gostem. 

                                                



Autora: Becca Fitzpatrick
Páginas: 288
Editora: Intriseca 

Sinopse:

 A vida de Nora Grey está longe de ser perfeita. Sofrer uma tentativa de assasinato não foi a melhor das experiências, mas, pelo menos, Nora ganhou um anjo da guarda: Patch, que de angelical não tem absolutamente nada. Ele é lindo, irresistível, misterioso...e está com ela. O problema é que ele tem sido cada vez mais evasivo, e o pior: parece muito interresado na grande inimiga de Nora, Marcie Millar. Não fosse isso, Nora jamais teria notado Scott Parnell, velho amigo da família que acaba de voltar para a cidade. Ainda que Scott a deixe furiosa na maior parte do tempo, é impossível não se sentir atraída. Lá no fundo, porém, ela tem certeza de que ele guarda um segredo. Atormentada por repetidas visões do pai, inexplecavelmente assasinado anos antes, Nora começa se pergunta se haveria alguma conexão entre a morte dele e o fato de pertencerem a uma linhagem de nefilins. Ela quer descobrir o que realmente aconteceu, mas isso é muito arriscado. Algumas verdades ficam melhor mortas e enterradas - do contrário, podem destruir tudo o que você acredita.


Resenha: 

E finalmente consegui ler Crescendo, a sequência de Sussurro (resenha aqui) e admito que demorei a fazer a resenha, pois sim, eu consegui ler todos. E com certeza analisando todos os 4 livros, Crescendo foi um dos com mais reviravoltas e que formulou um caminho para a série Hush, Hush, ao começar por expandir mais a mitologia e reforçar que não se deve confiar nas pessoas.
No começo, Patch e Nora estão só flores e amor, só que claro que isso não ia durar muito. E é quando Nora está lá, sentada no colo de Patch, numa boa sessão de amassos dentro do carro, que ela solta as seguintes palavras: ''Eu te amo'', desde então a relação dela com Patch se estremeceu, mas não por que ele é um canalha que tem medo do amor, são outros problemas que eu não vou contar pois seria spoiler. Mas Nora, pensou exatamente isso e por um bom tempo não queria nem olhar em sua cara, principalmente quando ele começou a se envolver com Marcie Millar, e ela, logicamente ficou possessa de ciúme, querendo plantar uma bala na testa de Marcie (e bem, quem não queria?). Admito que nesse período fiquei me perguntando o que Patch estava fazendo com aquela vaca, e ri muito dos ataques de Nora. Como entrar no quarto de Marcie, e roubar o diário e o boné de Patch.
E nesse meio tempo, conhecemos Scott, que no começo não é uma das melhores pessoas do mundo, e logo descobrimos que ele é um nefilim, envolvido com um tal de Mão Negra. O que definitivamente não é uma coisa boa. E ai, em um momento refletivo da vida, eu paro e penso: por que, quando você conhece alguém sobrenatural, surgem vários! E é bem isso que ocorre em Crescendo. Como em Sussurro, o mundo dos anjos caídos e nefilins foram apresentados, nesse segundo livro as coisas são aprofundadas e podemos ver realmente como é esse mundo. Por essas razões, Becca meio que me mostrou, que eles simplesmente não ''surgiram'', mas já estavam lá, só que a Nora não percebia.
O livro também trás uma jornada de auto-descoberta, e descobrimos coisas que é difícil acreditar sobre o passado da família Grey. A cada página virada era mais um ''BUM'' na sua mente, e dessa vez vou conseguir esconder os spoilers.
A relação de Patch e Nora, por mais que ela insista em dizer que acabou, ele sempre está lá ao redor, para ajudar-la. E apesar dela criar certas desconfianças contra ele, e o leitor também, já que a narração é em primeira pessoa, é impossível deixar de gostar de Patch, e com o passar do livro percebemos que foi tudo um jogo e quem achamos que não tem nada haver com isso, é o real vilão.
Vee continua a graça de sempre, e começa a se envolver com Rixon, amigo de Patch. Em Crescendo também conhecemos um pouco mais de Hank Millar, pai de Marcie, que vai render muita história.



Quotes: 

 "Anjo.
Levantei os olhos quando Patch disse meus pensamentos.
Estar perto de você, da forma que for, é melhor que nada. Não vou perdê-la.'' Pág 43

"- Todo mundo sabe que Patch é encrenca. Ele tem aquela aura de bad-boy que precisa ser salvo, mas o problema é o seguinte: a maioria dos bad-boys não quer ser salva. Eles gostam de ser maus. Adoram o poder de encher de medo e pânico os corações das mães em toda a parte." Pág 94

"Estar com você nunca me pareceu errado. É a única escolha certa que fiz. Você é minha única escolha correta." Pág 160

"- Você está seguro comigo - murmurou Patch, acariciando meus braços;
Depois de um segundo de silêncio, falei:
- E onde é que estamos?
- Juntos
Ele ergueu as sobrancelhas com ar indagador e cruzou os dedos, como se implorasse boa sorte.
- Brigamos muito.
- Também fazemos muito as pazes. - Patch pegou minha mão e tirou o anel de meu pai da ponta de seu dedo, até cair na palma de minha mão, e fechou meus dedos sobre ele. Ele beijou minha mão.- Eu ia lhe devolver antes, mas ainda não estava pronto.
Abri a palma da mão e segurei o anel. O mesmo coração estava gravado na parte de baixo, mas agora com dois nomes dentro dele: NORA e JEV.
Ergui o olhar.
- Jev? Este é seu nome verdadeiro?
- Há muito tempo ninguém me chama por este nome." Pág 283

"- Minha mãe vai chegar logo - avisei. - Nós deveríamos ir para sua casa.
- Tenho regras sobre quem posso levar até lá.
Eu estava ficando cansada daquela resposta.
- Se você me mostrasse onde é, teria que me matar? - supus, combatendo a vontade de ficar irritada. - Se eu entrar, não vou poder sair?
Patch me estudou por um momento. Depois pôs a mão no bolso e tirou uma chave do chaveiro e a colocou no bolso da frente do casaco do meu pijama. 
- Se você entrar lá, vai ter que voltar." Pág 283