Eu odeio cigarro, não gosto do cheiro que deixa meu nariz irritado, e com o álcool é o mesmo sentimento. As pessoas se entopem com uma substância para serem outros, e ficam com aquele bafo nojento, tentando esquecer todos os problemas e se afogar no limbo. 
O meu estereótipo seria querer ser "livre", querer beijar mais de uma boca numa festa, provar vodca, e me permitir. Só que isso nunca foi ser livre ou me permitir, prefiro estar consciente e rir naturalmente, lembrar de momentos bons e dançar até não querer mais, passar a maquiagem que quero, com a roupa que escolhi. Não para ninguém, mas para mim. 
É uma longa jornada que quero percorrer, e apesar de todo o discurso girl power, ainda sou frágil, emotiva, e não acho que ser feminista tira isso de mim. Mas essa emoção muitas vezes me leva a ser travada, fechada e receosa, com medo de amar e não ser correspondida, tentando de forma falha não me machucar. Tirar o time de jogo e seguir a vida, mesmo um pouco quebrada. Tenho medo de admitir pra mim mesma que gosto daquele alguém, tentando prever que nunca daria certo. Às vezes só não apareceu o cara certo, e eu não tenho pressa ou me preocupo com isso, sou feliz do jeito que sou. Só tenho medo de ficar tão travada e perder o cara que podia mudar minha vida, que podia ser meu parceiro e me fazer sorrir. E nestas horas que eu calo minha boca, tiro todos os medos e acredito que se for pra realmente acontecer algo, acontecerá.
Eu vejo que eu sou assim. Fingido ser casca grossa, mas uma manteiga derretida por dentro. E com um tempo que muita gente contesta casamento, filhos, morar na mesma casa, brigas, e ter alguém para buzinar no seu ouvido, eu sou antiga. 
Acho que todo mundo se precipita demais, falando coisas que nunca chegarão a ser concretas. E eu faço tudo isso, mas sou romântica barata e gosto da ideia de ter um lugar para me reconfortar, alguém pra cuidar de mim nas minhas crises de garganta, alguém para ler todas as coisas que escrevo e apontar os erros, alguém pra viajar e tirar inúmeras fotos comigo. Assim como eu quero inúmeras outras coisas, e continuo sendo essa revoltada que é inconveniente, que sou.

Nota: Acredito que esse seja um dos textos mais ''eu''. E isso envolve muitas questões que estavam na minha cabeça e eu precisava colocar para fora. Espero que tenham gostado. 



Amamos de paixão tags e músicas, então quando unimos as duas é muito bom! Queríamos fazer uma tag sobre músicas e eu andei pesquisando em alguns blogs, e encontrei a tag A música que... no blog Hey, é a Laysa. Na postagem da tag, ela explica que viu a tag em outro lugar, e até tem o link, mas a postagem é de uns dois anos atrás e acho que o link está desatualizado, então não achei os dados da criadora da tag. A Laysa disse que mudou algumas perguntas, e eu pesquisei um pouco para achar as originais. São 18 perguntas, mas optei por deixar 14, e deixar algumas que a Laysa fez. Vamos lá?

1. A música que me faz rir


Eu achei essa pergunta uma das mais difíceis, já que não é como se eu buscasse músicas que me fizessem rir. Não é como se me fizesse gargalhar de achar graça, mas eu acho esta música muito divertida. Soulstripper tem músicas muitos boas, e eu gosto da letra desta. Vai contando a historinha de um garoto que gostava de uma garota, mas ela não dá a mínima para ele. Eu também acho o clipe um dos mais criativos que eu já vi. 

2. A música que me motiva


A música é originalmente da banda Simple Minds, mas o vídeo é antiguinho e o áudio não é tão bom. Gosto desta versão de Glee - e tenho a teoria de que muitas músicas que Glee gravou são melhores que as originais gravações. É uma música que me motiva devido a ocasião em que a escutei pela primeira vez, que foi no meu filme favorito, cuja versão para o português se chama "Clube dos Cinco", e sempre que vejo referências do filme em outros filmes, como no primeiro  de A Escolha Perfeita e em A Mentira, eu fico muito feliz, num sentimento quase inexplicável. 

3. A música que me lembra alguém que eu amo


Dispenso explicações a respeito do porquê da música, mas gosto muito, muito dela e é a música que eu escuto todos os dias da minha vida desde que a conheci. Acho que John Mayer pode ser a trilha sonora de todas as fases de um relacionamento: início, meio e fim. 

4. A música que eu gostaria de ter escrito


Não só esta música, mas qualquer outra do Teatro Mágico eu gostaria de ter escrito. Se você já assistiu a algum vídeo ao vivo deles sabe o quão eles são dinâmicos, o quanto a poesia transborda em seus shows, e todas as músicas possuem um toque especial, uma rima diferente, estrofes bem pensadas e até uma brincadeira com a semântica das palavras. Eu escolhi esta música para a pergunta, pois é a minha favorita da banda, mas qualquer outra eu gostaria de ter escrito, inclusive um texto deles chamando "Sintaxe à vontade", que eu acho que é o tipo de texto que todo mundo deveria ler.

5. A música que me lembra a infância


É lógico que não nesta versão da Maria Gadú, mas para não pagar mico nesta parte da tag, eu quis pôr essa porque é linda e hoje, confesso: eu escuto muito essa versão e gosto bastante. Contudo, quando era criança, eu era muito fã da Kelly Key e amava todas as músicas, os clipes, e quem não? Ninguém? Ok.


6. A música que lembra minha adolescência


Eu ainda nem saí desta fase para dizer que alguma música me lembra ela, mas uma que eu tenho escutado bastante e que a letra combina também é esta do Imagine Dragons, uma das minhas bandas favoritas. A música fala exatamente que mesmo com toda a bagunça que a vida é, com os problemas, dificuldades e com todas as incertezas que temos ao longo dos anos, nós nunca devemos parar de sonhar - e eu acho que é o que eu mais tenho pensado durante estes dias.

7. A música da qual eu gosto da letra


Eu poderia ter colocado qualquer música da Jessie J aqui, eu adoro as letras da maioria, sempre trazem alguma lição. Mas esta que fora lançada recentemente para o segundo filme de A Escolha Perfeita é a que mais tenho escutado dela e a letra é realmente linda! Sem falar na voz dela que é fantástica.

8. A música que eu admito gostar, mas com vergonha


Mesmo que hoje em dia o preconceito com determinados tipos de música seja gritante na diferentes classes sociais, e que a minha família não seja do tipo que goste de pagode/samba para ouvir em qualquer horário do dia, em qualquer ocasião, esta música do Só Pra Contrariar é uma de que gosto muito, e na verdade não tenho tanta vergonha de admitir isso. Gosto de ouvi-la sim, e ponto.

9. A música que com a qual eu gosto de acordar


Não que eu consiga acordar com despertador... Mas se tem uma banda que eu gosto de ouvir assim que acordo é Maroon 5! Sempre fico muito agitada, alegre quando ouço e poderia colocar qualquer outra deles aqui. Mas decidi por esta que tenho escutado bastante ultimamente. 

10. A música que me lembra minha melhor amiga



Aqui, eu tive que fugir um pouco da pergunta, pois não tenho uma melhor amiga. Eu tenho vários amigos, e estas duas músicas marcaram uma boa época com meus amigos. Foram em ocasiões distintas que elas se tornaram importantes, mas sempre que as ouço (mesmo que a segunda não me encha de orgulho por me lembrar deles) eu lembro dos meus amigos, de 2014 e de como aquela turma foi boa.

11. A música que me faz chorar


We Remain, Beautiful, You Lost Me... Definitivamente, Christina Aguilera possui o dom de me fazer chorar só de ouvir os primeiros versos de suas músicas. Em outra tag, também sobre músicas, também coloquei Christina na parte das músicas que me fazem chorar, e aqui não podia ser diferente.

12. A música que eu adoro cantar


As músicas da Clarice Falcão, assim como as do Teatro Mágico, são muito bem feitas, muito inteligentes e só quem presta bastante atenção as compreende de verdade. Oitavo Andar é uma das minhas favoritas, ao lado de Eu Me Lembro, e ambas eu gosto de ouvir, de cantar, de perceber o que querem dizer nas entrelinhas.

13. A música que marcou um momento da minha vida


O compositor desta música é Belchior, mas fez sucesso mesmo na voz de Elis Regina, e quando sua filha, Maria Rita, fez o show com todos o sucessos da mãe, Como Nossos Pais tornou-se uma das minhas músicas nacionais favoritas. Em uma das minhas viagens à casa da minha tia em São Paulo, logo quando ela se mudou, todos os dias íamos de Campinas ao ABC paulista e voltávamos, e sempre ouvíamos o álbum inteiro, quando essa música se tornou a que mais gosto do show.

14. A música que você dançaria agora


O último texto que postei no blog foi justamente baseado nessa música, e até coloquei o clipe oficial no final. Contudo, para não trazer o clipe de novo, escolhi esta versão da Lady Gaga, que eu gosto muito e adoro a voz dela na canção, que sempre que dá vontade de dançar, pular pela casa, gritar a letra da música. É a que mais tenho escutado ultimamente, e que ficaria como resposta da pergunta "a música que é a minha favorita do momento" se houvesse.

Bom, é isso, espero que tenham gostado da tag, e sintam-se a vontade para fazê-la também. É antiguinha, mas gostei muito de fazer! Com certeza existem diversas outras músicas que também poderiam estar aqui, mas por hoje é só. Até a próxima,






Atualmente finalizei o primeiro livro da série Fazendo meu filme, e durante a leitura encontrei quotes maravilhosos, e me identifiquei muito com eles. Então, para fazer um post diferente, eu e a Letícia decidimos trazer apenas um quote que nos chamou atenção, para dá esse gostinho do livros, e torna esse post semanal no blog, trazendo sempre as nossas leituras e dicas de livro. Além de que já vi esse tipo de post em vários blogs, como o Memórias de uma leitora. Espero que gostem desse novo estilo de post que está entrando agora no blog.

''É tão estranho como uma pessoa fica diferente aos nossos olhos quando o sentimento da gente muda...Eu já vi o Leo milhões de vezes, mas de repente ele ficou muito mais bonito! É certo que eu sempre o achei uma gracinha, o sorriso dele é um dos mais charmosos que eu já vi, mas de uma hora para outra parece que ele ficou iluminado.'' Fani, Fazendo meu filme, Paula Pimenta. 

                                                         




         Adentrei ao bar, e logo ouvi um louco, provavelmente bêbado, cantando no karaokê. Naquele meu mau humor matinal no qual eu me encontrava, de cara quis ir embora. Já ia dar meia volta e esquecer aquela ideia idiota de tomar um porre só porque me encontrei numa confusão impossível de ser organizada que alguns conhecidos chamam de "vida". Mas algo me fez olhar ao redor; não era possível que apenas eu estivesse incomodada com aquele som. E eu estava enganada, para variar. Todo mundo ali estava curtindo a música, mesmo que alguns estivessem no auge da bebedeira e outros estivessem sóbrios o suficiente para cantar junto com o cara. Uma mulher com um copo de uísque na mão dançava incontrolavelmente, como se aquela fosse a sua última chance de dançar algo tão contagiante. Sim, contagiante! Em alguns segundos que observei as pessoas ali, eu já estava querendo dançar, beber e me divertir com elas, o que era muito estranho: eu não gostava de socializar nem com conhecidos, dirá pessoas que eu vejo pela primeira vez.
         Pedi ao barman algo muito forte e, seja lá o que fosse aquilo, desceu queimando pela minha garganta, o que me fez sentir viva depois de muito, muito tempo na minha vida. E logo, como vê que não sou muito de beber, já estava alucinada o suficiente para estar sentada em um dos bancos do bar dançando ao som da voz um tanto estridente do cantor do karaokê, sussurrando o refrão da música "What's Up" junto com ele. Uma tristeza profunda começou a bater no meu peito. E eu, em minhas alucinações, disse a mim mesma: ei, o que está acontecendo? Eu sabia que era momentâneo. Sabia que amanhã vou acordar de manhã e sair, respirar profundamente e, então, ficar bem. E mesmo que ainda não fique totalmente bem, irei gritar do máximo dos meus pulmões para pôr pra fora tudo isso.
         Depois que eu permiti que algumas lágrimas caíssem, vendo que algumas pessoas ficavam de pé ao meu redor e dançavam, preparando-se para o refrão mais uma vez, eu me juntei a elas. Ríamos, cantávamos, dançávamos, bebíamos e ríamos novamente, e nem mesmo sabíamos o nome dos que estavam ao nosso redor. Com as mãos levantadas e num súbito ato que só gente bêbada comete, eu sussurrei aquela estrofe da música, que dizia: e eu oro meu Deus, eu oro todo dia por uma revolução... "Revolução na minha vida", completei, apenas para mim.
         E antes que a música acabasse e eu voltasse a chorar, voltei a sorrir e a gritar, alegre demais para deixar a depressão chegar. Foi então que eu percebi que apesar de que no dia seguinte as coisas podiam se acertar (ou simplesmente continuar da mesma forma horrível em que se encontram), eu precisava deste momento com pessoas que nunca vi na vida, mas que estão na mesma situação em que eu: procurando esquecer o mundo do outro lado da porta do bar por meras duas horas e focar ali, naquele único e suficiente motivo. Por fim, mesmo que não as conhecesse, eu sabia de uma semelhança gritante entre todos nós, que exalava de nossos corações e vozes no finzinho da música: felicidade.

Nota: Não sei se recordam-se do post que fiz falando sobre Sense8, que é atualmente a minha série favorita (caso não, veja aqui). Um dos meus episódios favoritos é o quarto, devido a uma cena em que todos os sensates cantam juntos a música "What's Up", da banda 4 Non Blondes. Eu já conhecia esta música, já havia escutado em rádios. Mas, depois de ouvir no episódio, sempre que escuto a música, eu tenho vontade de dançar, gritar o refrão, sair pulando por onde quer que eu esteja. E foi escutando-a que eu quis escrever este texto. :) Como sempre fazia, também existem trechos da música em alguns parágrafos. Eu ia trazer o vídeo em que eles cantam juntos, mas algumas cenas não me permitiram tal ato. Então, fiquem com o clipe original (que não é tão bom quanto eles cantando - na verdade, é bem louco -, mas é o que a censura permite):





Sério? Eu sei que o Bernardo tava olhando pra minha bunda, mas isso não quer dizer que eu vá vestir uma burca só por que você quer. Já te disse: eu ando como eu quiser. E não adiantar dizer que me ama e o diabo a quatro, eu sei que aquela vadia da Natália, queria muito mais do que saber da prova, quem manda ser tão gostoso? Você, sim, devia vestir uma burca. Não aguento mais aquelas taradas, esfregando os peitos em você. Ta chegando o dia que vou arrancar cada fio de cabelo, daquelas vacas.
E sério, você ta doente? Eu te disse que não era pra sair na chuva na sexta-feira, tinha certeza que a sua rinite ia atacar, mas lá vai você, todo machão. Não me escuta, tá vendo o que dá. Tem um remédio naquela caixa dos Beatles, toma ele e ver se si aquieta, se piorar, liga pra sua médica. Sabe, não sei porquê eu to dizendo isso? Afinal, você não vai ligar! Aí a idiota aqui fica preocupada, enquanto você se diverte as minhas custas. E não escuta música alta, senão vai dá dor de cabeça. 
Não sei porquê eu tô falando isso. Eu devia era me arrumar e sair pra balada. Usar aquele vestido vermelho que você diz que odeia, mas eu sei que adora. 
Mas antes, não esquece de pegar uma compressa de gelo e colocar no joelho, se lembra que o meu médico disse que mesmo depois dele colocar o seu músculo no lugar, ainda ia precisar de cuidados?
Aí meu Deus do céu, você não vai fazer nada disso, seu idiota! E eu sei que a sua mãe não ta em casa. Aí eu mereço!
Tô saindo agora de casa, e nem venha querer falar no meu ouvido que sentiu minha falta quando eu chegar ai, e nem ouse encostar em mim! Já chego aí. 
Tá, tá, tá. Eu te amo. 
E de novo a ridícula se lasca. Eu deveria ter continuado namorando o Adam Levine, mesmo sem ele saber, não me dava tanta dor de cabeça.
Mas sabe, eu não consigo. Como você mesmo disse, não dá pra esquecer, parece que você marcou alguma coisa em mim, que eu não consigo não me preocupar com você, ou, chorar por que sinto sua falta. Não gosto de brigar, meu coração fica apertado e eu lembro do seu abraço, da sua voz que é ridiculamente boa, sussurrando aquela música, que se tornou não apenas uma música, é como se ela nos unisse à tudo, o que sentimos um pelo outro. E quando você não consegue dizer que me ama, ou tá com vergonha, se aconchega no meu colo e diz esses pequenos versos, que me fazem chorar como uma boba. E você adora! Então a gente briga, e eu penso que nunca mais vou ter isso, e coloco a música pra tocar.
Não sei porquê tô lembrando disso tudo. Então me deixa! Tô aqui dentro do ônibus, morrendo de medo de ser assaltada, mas não consigo parar de escrever essa mensagem. Me bateu aquela famosa nostalgia, dos tempos que você era o babaca que adorava pregar chiclete no meu cabelo, do tempo que eu andava de maria chiquinha e a sua face era muito mais cheinha.
São nesses momentos, que percebo que não consigo mais dizer não, ou ficar longe. Dói, e não quero mais sentir essa dor, já senti demais, quando você sofreu aquele acidente e eu pensei que nunca mais escutaria o som da sua risada. Então não me culpe, por ser tão chata e controladora. Só tenho medo de te perder, e isso inclui a Natália e seus peitos, apesar de que eu mataria ela se chegasse um milimetro mais perto de você.
Então, só me desculpa e me abraça apertado, por que já to com saudade dessa sua cara amassada de eterno sono. Pode me beijar também, não vou ligar. E acorda, por que eu já to na tua porta.


Nota: Ae! Depois de "Atrás do meu sorriso'', tive pedidos para fazer a resposta dela. Então, está ai, e tenho que dizer que gostei dele. Principalmente pois sou uma romântica de mão cheia. Vih, está ai a sua resposta, para usar com o boy.


                                                         




Descobri agora, que o livro ''Como eu era antes de você'', ganhará uma sequência, intitulada After You, que é Depois de Você, em português.
A notícia é meio velha, mas realmente só soube agora e tive um pequeno surto. Pois em absoluto, Como eu era antes de você é um dos meus livros favoritos, que eu nunca vou superar.
E fico extremamente feliz em saber que veremos o que aconteceu com Lou depois dos episódios do primeiro livro, e já estou me preparando para chorar muito, assim como rir. Acho que esse é o post com mais alegria que escrevi, pois Jojo conseguiu fazer uma história que só de lembrar, fico com os olhos cheio de lágrimas.
E para aproveitar a deixa, não poderia deixar de falar sobre o filme que já finalizou as gravações, e será lançado em 2016. E eu tenho que dizer que já amo! Vi umas fotos de bastidores, e está simplesmente incrível, e a fofa da Emilia Clarke tatuou uma abelha do dedo.
Desculpem, mas eu não consegui fazer um post ''sério'' por que eu estou simplesmente surtando, e já chorando de antecipação.
Lembrando que tem resenha de ''Como eu era antes de você'' aqui no blog.

Trailer Book do livro:

                    


Algumas fotos dos bastidores:




Neville cresceu. Não vou conseguir sentir raiva dele.

QUERO TATUAR ESSA FOTO NA TESTA!

Quero pegar o Sam/Will colocar num potinho e trazer pra casa.

Minha vida acabou. Fim.


                                                                                                


Hoje, 23, foi liberado o trailer de A Esperança: Parte 2, que havia sido exibido na Comic-Con 2015.
A Esperança: Parte 2, é o último filme da franquia e irá ser lançando em 20 de novembro de 2015.


                        

Opinião: 

Apesar de não ser fã mesmo da trilogia e não ter lido -ainda- o último livro, fiquei bastante feliz com esse trailer. Principalmente por causa do tom mais pesado que ele trás, mostrando que realmente o fim chegou. Além de ter muita ironia, em certas falas e cenas, para quem leu o livro ou já ouviu alguns spoilers. E eu simplesmente amo isso.



                                                           








Eu já devo ter te ligado umas mil vezes. E agora inutilmente mando outra milésima mensagem. Tentando fazer de tudo para não ir na sua casa e gritar com você. Eu sei que fui um idiota. Mas ela tava querendo apenas saber o dia da prova! Só que você é maluca e não acredita em mim. Sério, hoje não é um bom dia da gente tá brigado. Eu tô doente, e só você sabe cuidar de mim, e impedir a minha mãe de me fazer tomar aquela sopa horrível. Então, pelo amor de Deus, para com isso, e vem para cá, ou melhor, me deixa ir para sua casa, ou só atende minhas ligações. Cara, essa sensação de vazio não é legal, e eu não quero nunca mais sentir. Você sabe como eu sou péssimo com palavras, só que ver você sair daquele jeito da escola, me fez perceber que orgulho ou vergonha alguma, pode tirar você de mim. Os caras disseram que era para esperar a poeira baixar, para falar com você, e não sofrer um assassinato. A diferença é que sei como você é, deve ter colocado a música no volume máximo e está dançando no quarto, tentando esquecer tudo isso. A última coisa que você disse foi ''Me esquece!", eu apenas não citei que isso é impossível, sei que pareço um cachorro se arrastando aos pés de sua dona, e provavelmente eu nunca pensaria em fazer isso na minha vida antes de conhecer a explosão que é você, e essa boca que não para de falar um instante. E apesar de você ser insuportável a maioria das vezes, não consigo mais me imaginar vivendo sem essa sua voz escandalosa, suas músicas pops e suas danças malucas. Por que eu sou louco por você, mesmo quando você não liga para mim e prefere um livro, amo cada parte doida e doente de você, mesmo quando você rouba minha comida, e eu odeio quem rouba minha comida! Então, acho que já me humilhei demais, e com certeza perdi meu posto de macho alfa, mas sabe, dane-se. O que vale em ser um macho alfo, sem ter você? Meu Deus, isso ficou um texto! E eu realmente espero que não tenha erros gramáticas, pois cansei de ouvir sobre a regra de ''mas e mais'' e aquele monte de ''por que''. Bem, não me odeie. Se você não me retornar em 5 minutos, melhor 1, eu estarei indo para a sua casa, pois eu preciso que você cuide de mim, e daquele brownie que você roubou mais cedo. P.S: você estava muito sexy com aquela saia hoje, percebeu que o Bernardo olhou pra sua bunda? Espero que ande de burca perto dele.

Nota: Meloso IS BACK! Sinceramente, não sei se amo ou odeio esse texto, ta muito Isabelle 2013. Dedico à Maris, que pediu um texto mais amorzinho e paz com a vida, e eu acabei fazendo isso. Desculpa. Lembrando que você pode fazer pedidos de textos nos comentários. 
                                             





                                                     Autor(a): C.C Hunter
                                                       Editora: Jangada
                                                        Páginas: 320


Sinopse:

Kylie Gale está na pior. Seus pais se divociar, seu namorada acaba de romper com ela e, uma noite depois de ser presa por estar errada, com as pessoas erradas e na hora errada, sua mãe a manda para Shadow Falls - um acampamento adolescente problemáticos, localizado numa cidade chamada Fallen no meio de uma misteriosa floresta, e isso muda sua vida para sempre.
Poucas horas depois de chegar, ela descobre, assustada, que seus colegas não são apenas problemáticos. Kylie nunca se sentiu normal, mas também não se considera uma daquelas aberrações paranormais. Ou será que é? Em Shadow Falls, vampiros lobisomens, metamorfos, bruxas e fadas aprendem a juntos desenvolver seus poderes, controlar sua magia e viver no mundo normal. No entanto, as coisas tomam um rumo diferente quando Derek e Lucas entram em cena.
Derek é um fae que possui poderes mágicos e quer a todo custo namorar Kylie, e Lucas, um lobisomem com quem ela partilha um passado secreto. De início, tudo o que Kylie deseja é sair de Shadow Falls e voltar para casa. Porém, com Derek e Lucas ocupando um lugar cativo em seus coração, e depois de descobrir que ela própria tem estranhos poderes, talvez sua vida nunca mais
volte a ser a mesma...


Resenha:

"Nascida à Meia-Noite" é o primeiro livro da saga "Acampamento Shadow Falls", que estava na minha lista desde o ano passado.
O tema central da história é o sobrenatural, com um acampamento repleto de seres mitológicos, como vampiros, lobisomens, fadas e metarfomosos. E é nesse círculo que Kylie se encontra, tentando desvendar o que ela é, e muitas vezes se negando a acreditar que é uma sobrenatural, pensando que pode ser louca ou ter um tumor no cérebro por ver espíritos. 
E claro que dentro dessa história, surgiria um triângulo amoroso, entre um lobisomen e um meio fae (meio fada, mas ele não quer ser chamado assim. Fazer o quê?). Eu tenho que admitir que me apaixonei pelos dois, mas Lucas Parker conquistou meu coração, e olha que ele nem apareceu tanto quando o Derek, só que a presença dele é bem forte. Vou parar de falar, por que senão vou parecer uma tarada aqui. Esse homem!
A jornada de descoberta de Kylie é incrível, e deixa aquela ponta de quero mais para o leitor, pois no final do livro ainda não sabemos o que Kylie é. O que me faz gerar milhões de teorias, principalmente na qual, penso que um grande evento irá acontecer e Kylie pode ser a grande ''guerreira''. Mas isso são só teorias da minha cabeça. Durante essa jornada, não conhecemos apenas o passado de Kylie, mas de outros personagem. O que torna a ligação do leitor com personagens secundários mais forte. E como falei deles, tenho que dizer que a C.C Hunter soube desenvolver as histórias dos personagens secundários muito bem, deixando-as bem quadradinhas, mas com linhas soltas, para nos próximos livros poder usar-las.
A história tem um arco bom para um livro de apresentação da saga, e com um ritmo que pode levar a saga a um destino promissor. Principalmente por falar de um assunto tão levemente e o tornando bem teen, mas sem ser algo que agride a mitologia de cada criatura.
O único ponto que tenho que reclamar é das pequenas falhas que a edição possui, que realmente me incomodaram, mas não cortou o prazer de ler a história.




Dessa vez não tive tempo de separar quotes, pois o livro era da biblioteca e por isso que também não coloquei a foto do livro físico, pois ele tava bem acabado.
E para finalizar, recomendo um post que fiz sobre a saga toda há um tempo atrás, só clicar aqui.

                                                                  




          Estamos vivendo a fase mais difícil de nossas vidas! Fase em que odiamos nossa aparência e todas as roupas que temos em nossos armários, de uma vez só. Fase em que ninguém nos entende e nos sentimos perdidos, confusos, sem rumo. Eu estou nessa fase e sei que o momento é dos mais complexos que eu já vivi. Inclusive, acho que é uma fase para se errar. Fase para errar muito! Escolher o errado de propósito só para ver no que dá. Fase de aprender que aquele cara é só um cara, mesmo que ele seja o cara mais incrível que você tenha conhecido, ele vai continuar sendo apenas um cara e existem muitos outros por aí. Fase para refletir os momentos bons e ruins da fase passada e planejar a próxima, mas sem se prender tanto ao passado e nem imaginar demais o futuro; o imprevisto é sempre mais gostoso.
          Esta é a fase certa para se fazer escolhas. É nela que escolhemos certas coisas que vão nos levar ao caminho que queremos no futuro, não necessariamente o certo ou o errado. A única coisa que podemos dizer que temos com toda certeza é o agora. Use-o com proveito! Fazer o que tiver que fazer para no futuro saber se aquilo foi bom ou não. Não quero nem pensar em chegar nos meus trinta e poucos anos e descobrir que eu não aproveitei o agora, que pensei demais no futuro e esqueci que o meu presente é o mais importante. E eu quero que o meu presente seja inesquecível, que eu possa me lembrar dos dias em que estou vivendo e ser feliz por tê-los vivido.
          Digo isso, pois sei que não sou a única. Sei que em qualquer outro lugar existem pessoas com este mesmo pensamento, com estas mesmas vontades. E o quão fantástico seria poder tornar isso realidade? Sei que é só uma fase e que posso estar sendo utópica demais, mas não quero tomar atitudes frívolas. Tudo o que eu fizer, valerá a pena e terá um propósito especial. Afinal, se nada der certo, é apenas mais uma fase que eu posso superar em breve. Nem que tenha que abrir mão de muita coisa, no final, é só mais uma fase.

Nota: Ei, você viu? É só mais uma fase. Você supera, você a vive como se fosse a última e você aprende que a vida, assim como a lua, tem das suas fases - algumas que são muito queridas por uns e outras que são ignoradas por outros. Mas, ainda assim, são fases. Até a próxima! 


Cinderela Pop

Autora: Paula Pimenta
Editora: Galera
Edição:
Número de páginas: 156
Narração: 1ª pessoa
Sinopse: Cintia é uma princesa dos dias atuais: antenada, com opiniões próprias, decidida e adora música! Essa princesa pop morava com os pais em um castelo enorme de onde via toda a cidade. Todas as noites ela olhava pela janela, de onde ficava admirando a vista e sonhando... com um príncipe que ainda não conhecia.
Porém, um dia, o castelo de Cintia desmoronou e com ele tudo à sua volta. Desiludida, ela deixou de acreditar em romances e teve que reconstruir cada parte de sua vida, sem deixar o mínimo de espaço para o amor.
Ela só não contava com um detalhe... Havia mesmo um belo príncipe em sua história. E tudo o que ele mais queria era descongelar o coração da nossa gata (nada) borralheira!

Sabe aquela família que, no seu aniversário, te dá livros como presentes, mas não sabem o que comprar e vão na linha "livros infanto-juvenis que abordem temas adolescentes"? É a minha! Recentemente fiz aniversário e ainda estou ganhando presentes (não que esteja reclamando disso, de forma alguma!) e o último livro que ganhei fora Cinderela Pop, que, sem nenhuma surpresa, li em um dia e meio. Também não é novidade que tenha sido um livro de fácil leitura, porque são nesse estilo os livros da Paula: você pega e não consegue largar antes do fim.
Cinderela Pop é o segundo livro de contos adaptados que ela faz, sendo o primeiro "Princesa Adormecida". Quem lê Paula Pimenta sabe que os livros dela têm muito de princesas, Disney, contos de fadas, mas com toques modernos e situações da vida em que realmente nos encaixam (exceto nos romances, queria eu ter um Fredy Prince!). 
Bom, nesta história, a personagem principal é Cintia, uma garota que passou a morar com a tia artista depois que seu pai traiu sua mãe com a sua atual madrasta e a mãe dela foi morar no Japão a trabalho. Você já começa a perceber as semelhanças com Cinderela a partir daí: Cintia destesta a madrasta e vice versa, mas o pai é cego de amores pela mulher e não vê o mal que ela faz a filha. Cintia só conversa com a mãe uma vez ao dia e sente muito a falta dela.
Após mudar-se para a casa da tia, passou a conviver com o namorado dela, Rafa, que é DJ e trabalha numa empresa do ramo. Cintia se interessa pela profissão e passa a mixar algumas músicas com a ajuda de Rafa e ele acaba arranjando algumas festas para ela tocar, com algumas regras específicas da tia: 1. Só poderia trabalhar aos finais de semana; 2. deveria sempre estar acompanhada de um adulto; 3. teria que voltar para casa à meia-noite em ponto (mais uma semelhança com a história da princesa que baseou esta). 


Cintia já não tem mais contato com o pai porque ela simplesmente não aceita a traição, mas acaba precisando ligar para ele depois que a diretora do colégio proibiu o uso de celulares em qualquer local da escola, independente de ser intervalo ou não, e então ela precisa que o pai, influente como é, peça a diretora liberar o uso do aparelho eletrônico, pois o intervalo é o único momento em que Cintia pode conversar com a mãe durante a semana (tendo em vista que do outro lado do mundo o fuso horário é completamente diferente). Em troca deste favor, o pai pede para que a filha vá ao aniversário de quinze anos das filhas de sua esposa (ou melhor, das bruxinhas, como Cintia e sua tia as chamam). Mas a festa em questão seria mais uma das festas em que Cintia já estava contratada para ser DJ e abrir o show de Fredy Prince, ídolo teen da história, e sua banda.
E no desenrolar da coisa, o cantor cujo nome é Frederico, é alguém que a personalidade é totalmente julgada por Cintia, mesmo que ela nem o conheça. É só na festa, enquanto ambos estavam mascarados, que conversam um com o outro e até gostam do diálogo, mesmo sem saber quem são. Cintia acaba indo embora à meia-noite e deixa um de seus pares de all star (mais uma ligação com Cinderela). 


O lado moderno da história é perceptivelmente visto quando no lugar de sapatinhos de cristal, a princesa usa um par de all star preto com notas musicais e símbolos de naipes de baralho; os protagonistas usam Twitter e tem todo um lado moderno e diferente de outros contos já visto tanto na literatura quanto na cinematografia. 
A questão é que quem está acostumado com aquelas histórias com mais de 300 páginas, vai com muita vontade de ler o livro e o termina ainda com vontade, esperando por mais. Mesmo que a maioria das pessoas que tiveram uma infância já imaginassem o final, fica um vazio no fim, esperando por mais. A ideia do conto fora captada pela autora e o livro não é tão detalhado quanto os outros, de fato; e podem me julgar, mas Cinderela é uma das minhas princesas favoritas e por isso eu fui ainda com mais vontade para ler o livro e terminei com este vazio. 


Dou três lua não por não ter gostado ou nada assim. Mas eu queria ler o livro e ter alguns toques um pouco mais diferentes, porque de adaptações de contos fantásticos já temos tantas... Talvez eu quisesse que este fosse um pouco mais, só um pouco mais, detalhado como são os outros livros dela. 
É o segundo, mas não é o último! De acordo com a autora, ainda haverão mais dois livros com bases em contos de princesas e eu estou ansiosa para os seus lançamentos. Lerei também Princesa Adormecida para, quem sabe, fazer resenha.
Espero que tenham gostado e prometo que a próxima resenha não será mais Paula Pimenta! Até a próxima!

"(...) Um dia, seu castelo desmoronou, e com ele, toda sua vida. A princesa teve que reconstruir tudo. Pedrinha por pedrinha. Tijolo por tijolo. Ilusão por ilusão. Porém, ao abrir uma nova janela, ela viu que não havia sobrado nenhum sonho. Apenas a realidade. Que ela percebeu que podia ser ainda melhor..."

Update:

Vasculhando as profundezas do blog, descobri que temos uma resenha de Princesa Adormecida postada por uma ex-postadora nossa, Amanda. A resenha é de quando a Paula estava fazendo turnê de lançamento por todo o Brasil e veio para Fortaleza. Caso queira ler, clique aqui.



                   

Eu não quero mais isso. É difícil começar assim, mas é verdade. Não quero ser só mais uma na sua lista. E vi que estou fazendo tudo aquilo que prometi que nunca ia fazer: mudar por alguém. Tentei me moldar à você de todas as formas, mas você não tentou se moldar à mim, e não enxergou nos meus olhos que eu só sentia dor, raiva. Não sou tão mente aberta, para ficar em casa sabendo que você está com outras, e não gosto da ideia de está com outros, quando a minha mente está com você. Não gosto disso de ''caso'' ou uma relação sem compromisso. Na verdade, eu nunca acreditei nisso, pelo simples fato de acreditar que só me envolveria com quem eu amasse e isso fosse recíproco, e quem eu não dividisse com mais ninguém, pois quando se ama, a pessoa supre todas as suas necessidades, e a partir do momento que eu não sou o suficiente para você, prova que você não me ama. Eu sempre quis ter isso para mim, saber que eu podia contar com alguém, que eu tinha exclusivamente, o meu próprio lar em alguém, que não importava se eu estava com a maior crise alérgica do mundo, alguém estaria comigo. E aí eu entendi, eu não podia mudar você. Percebi que apesar de todos os "opostos se atraem", nós queríamos coisas diferentes. Eu sou uma pessoa, e você é outra, e ao invés de sermos completos, somos incompatíveis.

Vi que era uma romântica, que ler todos os dias antes de dormir, que gosta de escutar música no último volume, não se preocupando se sou sensual ou se é vergonhoso pra alguém, porque eu sou assim, e não essas mulheres de capa de revista que fazem uma pose e ficam sexy. Sinceramente, para conseguir tirar uma foto boa, eu tenho que bater umas 20 antes, e sabe, isso não me incomoda. Você já é um homem, daqueles tipos que bebem whisky meio-dia, e eu sempre odiei bebida. Que vai para as festas e pode pegar todas e não ser narrado como puta, como todas as mulheres são, se fossem você. Eu sempre me valorizei acima de tudo. Sempre soube que sou minha, e não de ninguém, e isso inclui você. Queria alguém para compartilhar meus sonhos e me sentir livre, não alguém para regrar quais eu deveria seguir. Você não muda a vida de alguém, por que tem dinheiro suficiente pra me dá um carro ou um apartamento. Isso não é sexy. E muitas vezes vejo sorriso mais verdadeiros e sonhadores, do rapaz que me atende na cafeteria. Nenhum estilo de vida, ou corpo, pode comprar quem eu sou. Outras podem fazer isso, mas são apenas mentiras. 
Aprendi a seguir meu coração, mas nunca fui burra para não saber usar a mente. 
Meu maior erro foi ter me apaixonado por  você, mesmo sendo do estilo dos babacas que eu tenho nojo, e a minha maior virtude, foi fugir, não me entregando a você, mas me entregando a mim mesma.
E sabe, você me disse que eu nunca iria embora, e que eu não conseguiria viver sozinha. Só que tenho que dizer que ter você ou não, é a mesma coisa de está sozinha. Sério, pegar o meu carro, colocar a música no volume máximo e sair por ai, com as minhas amigas ou mesmo com meu cachorro, não será sinônimo de viver sozinha. Você não nem é nem era, a única pessoa da minha vida.

Nota: Acredito que nunca tinha feito um texto desse jeito. E estou muito feliz com o resultado, além de ser um obvio termino de relacionamento, existe a crítica. Dos tipos de caras que as meninas idealizam atualmente, e que os livros mostram, como se eles fossem os príncipes encantados, o que obviamente não é. Nós somos nossas, não de seu ninguém. Pensem nisso!  
                                                                    



Sinopse: 

A vida de Percy Jackson é assim mesmo: uma grande bagunça de deuses e monstros que, na maioria das vezes, acaba em problemas. Filho de Poseidon, o deus do mar, um belo dia Percy desperta sem memória e acaba em um acampamento de heróis que não reconhece. Agarrado à lembrança de uma garota, só tem uma certeza: os dias de jornadas e batalhas não terminaram. Percy e seus novos colegas semideuses vão enfrentar os misteriosos desígnios da Profecia dos Sete. Se falharem, as consequências, é claro, serão desastrosas. Com início no ''outro'' acampamento meio-sangue e se estendendo para além das terras dos deuses, está sequência da série ''Os Heróis do Olimpo'' apresenta novos semideuses e criaturas incríveis, além de trazer de volta alguns monstros bastante conhecidos.

Depois de séculos, finalmente li ''O Filho de Netuno'' e admito quando eu acabei disse um belo: ufa. Não pelo livro ser ruim, pelo contrário, mas por que ele se tornou muito extenso e eu não conseguia acabar ele de fato. Quem me conhece sabe que sou completamente apaixonada pelos livros de PJO e agora dos Os Heróis do Olimpo, mas admito que em uma balança, entre até agora dos livros que eu já li, a saga do PJO ainda ganha.
Quando eu estava lendo O Herói Perdido, já pensava em O Filho de Netuno, e agora eu to na Marca de Atena e pensando no Sangue do Olimpo. Bem, como todos os livros dessa saga, os capítulos são divididos por personagem, mas narrado em 3 pessoa. E nesse livro nós somos apresentados há outros personagens, Frank e Hazel, fora os outros personagens do Acampamento Júpiter  e são com eles que Percy intercala a narração. E eu tenho que falar que sempre vou preferir os capítulos do Cabeça de Alga, principalmente porque é bem mais engraçado e familiar.




Tenho que falar que a edição do livro está lindíssima! Com as páginas amareladas e o mapa do Acampamento Júpiter, além que ele tem uma capa linda que dá vontade de colocar bem na frente da estante. 
A ação continua sendo bem escrita e criativa, com coisas que eu tenho que voltar pra ver se aquilo realmente é sério. Percy continua um lerdo, mas percebemos o seu nítido amadurecimento. Não só em relação a ele, mas sobre o relacionamento dele com a Annabeth. Que por acaso era única coisa que ele conseguia se lembrar. 
O Rick continua sabendo interligar muito bem os livros, colocando umas profecias pra lá de malucas, e conseguindo colocar o humor certo. Mas apesar de ser um livro infanto-juvenil, eu senti falta de amadurecimento, não dos personagens, mas da escrita do autor, e isso infelizmente pesou na leitora, principalmente porquê certas cenas você ler e não consegue entrar de fato na história e acreditar naquilo. 
Só que Percy Jackson é o meu xodó, e o Rick pode lançar quantos livros quiser, que eu vou continuar lendo e amando.
Agora assim, eu entendo o livro ser cansativo, pois ele é a parte final da apresentação dessa saga, e aí sim,eu acredito que nos próximos livros, com todos reunidos, seja muito mais legal. Principalmente porquê agora já nos apegamos aos outros personagens, e não fica aquela correria pra chegar o capítulo que nosso personagem favorito narra. 
                                                                                                                                                                                                                                   

Nota: Ae! Finalmente a resenha saiu! Espero que tenham gostado, e me desculpem a falta de post, mas estou em período de prova e sem notebook. 



                                                                    


E finalmente chegou o período de férias (não no meu caso), para a maioria dos estudantes. E não sei você, mas quando fico de férias, quero colocar minha lista de livros em dia, e ler tudo. E como não estou de férias, nem vou ficar, decidir fazer essa lista para vocês que já estão curtindo os dias de folga, enquanto não posso trazer a minha própria lista.
Decidi trazer uma lista diferente, trazendo só sagas, principalmente pois com o tempo livre dá para ler tudo de uma vez. E separei exclusivamente só as que prendem o leitor e você não consegue dormir sem terminar de ler. 

1. Saga Acampamento Shadow Falls

                      
Li recentemente Nascida à Meia-Noite, primeiro livro da saga, - estou preparando a resenha -, e simplesmente me apaixonei pelo mundo sobrenatural que a C.C Hunter construiu. Não sendo muito pesado em relação à violência ou coisa do tipo, mas tendo uma linguagem bem de adolescente que está fazendo a transição para adulto. Então se prepare, pois tem bastante referência a sexo, seios e blá blá. Mas a leitura não deixa de ser leve e instigante. E eu estou alucinada para ler, e simplesmente na biblioteca da minha escola não tem o 2 volume! 

       

2. Fazendo meu filme 


       
Exatamente hoje eu aluguei o primeiro volume de "Fazendo meu filme". Ele está aqui pôs é a saga, - - - série, não sei, - que vou ler, mas tenho muitas recomendações, e minhas amigas são totalmente alucinadas pela história de Fani. Fora que eu já dei uma olhada na lista de filmes preferidos dela, e eu super me indentifiquei. Esse é o tipo de série, para o leitor realmente se ver na pele dos persoangens. Fora que a história se passa no Brasil, e é bem nessa fase que a adolescência pulsa nos poros. 
    

3. Hush, Hush 


O que falar da série Hush, Hush? É apenas o meu amor atual. Por causa dele eu brigo todo dia com a mulher da biblioteca, e xingo todas que pegaram o livro antes de mim! Pois eu preciso ler Crescendo! Já passou a ser necessidade fisiológica. Calma, Isabelle! Bem, li somente Sussuro e fiquei completamente apaixonada. Para você que grita lendo um livro, como eu, essa saga é perfeita, principalmente pois a autora trabalha a angeologia muito bem, e a cada página é um mistério que você descobre é uma dúvida que nasce. Eu preciso desse livro! 







Aqui vos escreve uma pessoa que acaba de chegar do cinema e que não está se aguentando de tanta felicidade! Um dos filmes mais esperados de 2015 por mim estreou, e as Adormecidas estavam lá na estréia, chorando horrores (bom, pelo menos eu estava). Mesmo que todo mundo saiba que estreias são quase impossíveis de realmente assistir ao filme, eu tentei prestar atenção em tudo para armazenar o máximo possível no meu cérebro para escrever aqui. E uau! Na sala, haviam pessoas tão eufóricas quanto eu (e até mais!) e gritávamos a cada cena, torcíamos pelos personagens (apesar de que a maioria sabia exatamente pelo menos o que era para acontecer), e ríamos (muito) de cada toque cômico que há no filme. Não é justo comparar, mas das duas adaptações dos livros de John Green, Cidades de Papel é o meu favorito (inclusive o livro, também).



É lógico que tem muuuuita coisa diferente do livro. E a primeira delas e mais perceptível para quem leu é que ao invés de 11 coisas que fazem parte do plano dela de vingança, são 9 e, na verdade, para quem apenas assistiu o filme, não consegue ver exatamente as nove coisas que deveriam acontecer. A noite deles, na verdade, parece ser bem curta e ficamos até esperando por mais - mesmo que só o que eles fizeram já tenha me satisfeito bastante.
Não sei nem o que falar dos atores! Sou apaixonada pelo Natt Wolf desde que ele interpretou o Isaac, em A Culpa é das Estrelas. A sua interpretação de Quentin Jacobsen foi extremamente extraordinária para mim, e eu me apaixonei completamente agora.


Sobre a Cara Delevine, não sei muito o que falar. A verdade é que eu tenho uma certa raiva da Margo Roth Spiegelman desde o momento em que ela simplesmente saiu da vida do Q, quando eles ainda eram crianças. Mas, apesar disso, eu sinto como se a Cara tivesse nascido pra ser uma Margo. Ela é tão misteriosa quanto ela, tão geniosa e fantástica quanto. Tenho raiva dela, mas só alguém tão fantástico (ou tão louco) para deixar todas aquelas pistas tão bem colocadas.




Sobre os outros atores, adorei todos! Todos mesmo! Apesar de que o Quentin e a Margo são os protagonistas, não haveria história sem um Radar e sua família com Papais Noéis negros, ou um Ben louco por uma parceira para o baile. Gostei muito dos atores que os fizeram, e não sei porque, mas é como se estes papéis fossem os da vida deles, como se eles sempre tivessem vivido a vida dos personagens e pudessem fazer tudo aquilo que li em dezembro de 2013 voltar à minha mente (mesmo que muita coisa tenha sido diferente).



O filme é rapidinho, mas o suficiente para se saber que finais felizes nem sempre são da forma que nós esperamos, assim como nada do que planejamos; mas deixa a marca de que o inesperado, uma loucura vez ou outra, estar do lado dos nossos amigos, é o que mais vale a pena! Em um pouco mais de uma hora e meia, o filme me deu a maior vontade de pegar um carro e sair por aí em busca do meu milagre. Rindo, arriscando-me naquilo que com certeza é incerto, mas com muita coragem. E acho que é por isso que gosto tanto da história: ela me dá vontade de vivê-la.



Dou cinco luinhas para o filme, que amei tanto, apesar de que a cronologia é diferente do livro e muita coisa deixou de acontecer. Gostei muito, muito mesmo e saí do cinema chorando horrores, mesmo que soubesse do final há mais de um ano. Estou satisfeita, ainda que não tenha conseguido ouvir quase nada do filme. Foi muito bom não só por ir na estréia e ver tanta gente gritando feito louca como eu, mas porque ganhei pôster e, principalmente, porque estava com amigas. Valeu a pena! :)



Se você ainda não viu o trailer e se interessa pela história, dá uma olhada aqui:

Nota: Para os/as que amaram o Augustus Waters na pele de Ansel Elgort em A Culpa é das Estrelas, vão pirar quando assistirem Cidades de Papel! Sério! Eu pirei, todo mundo no cinema pirou, tenho certeza de que todo mundo que for ver vai pirar também. Fica no ar... Até a próxima!







                Fortaleza, 7 de julho de 2015.
                Excelentíssimo senhor leitor,
            Eu não sou fã de heróis ou ficção científica, como são aquelas garotas que se passam por geeks ou nerds (nunca soube a diferença disso e nem quero saber; é só mais um rótulo que fujo a todo momento), achando que estão sendo diferentes de muitas e sendo exatamente iguais. Não sou daquelas que é fã indiscutível de romances com finais certos e felizes - assisto-os, confesso, mas não são os meus favoritos. O que eu gosto mesmo são aqueles filmes que trazem consigo o realismo, que são capazes de transparecer aquilo para o qual fechamos os olhos, que preferimos evitar (como se, até, tivéssemos esse poder de escolha), e por ser um filme, continuamos achando aquilo totalmente impossível. Mesmo que eu fale demais, que eu pareça ser das pessoas mais transparentes de todas, ninguém me conhece por inteira. Pra falar a verdade, ninguém nunca quis me conhecer. 
            Durante todos os dias da minha vida, por todos estes quinze anos e quase um mês que vivo, ou simplesmente existo, eu já passei por momentos memoráveis, dos mais bobos até os mais intensos. De cada um deles, tirei alguma lição, algum aprendizado que devo levar para sempre. Uma das filosofias que adotei ao longo disso fora que uma prova não define quem você é, ela não quer dizer que você é burro ou nada disso; esta avaliação pode ter sido feita num momento difícil e você não pôde dar o seu melhor. Outra filosofia é que as pessoas só fazem aquilo que as convém - ah, essa é a minha favorita! Eu sei que uma década e meia é pouco para uma vida inteira, mas muita gente já veio e já se foi, numa rapidez quase não notável. Mas de cada uma dessas que me viera e logo foi embora, eu pude perceber como as pessoas realmente só fazem aquilo que lhes dão retorno e ponto final. Não se engane. Até quando o gesto é altruísta, ele dará um retorno ao seu feitor e é exatamente isso que ele visa ao fazê-lo. Mas a questão aqui não é essa; a questão é que as pessoas que vieram queriam algo em troca e as que se foram, só foram porque viram que eu já não podia oferecer mais nada pelo qual se interessassem. 
            Não sei o que eu fiz para ter que ouvir tanta asneira de gente que não sabe de nada sobre a minha vida e quer dar opinião - que, cá entre nós, não existe coisa mais chata do que aquilo de "dane-se, essa é a minha opinião"; pegue a sua opinião e... Bom, texto não apropriado para palavras de baixo calão. Mas como eu ia dizendo, eu não sei o que fiz para ter que aguentar tantos "amigos" falando coisas que é óbvio que se fossem amigos mesmo, saberiam que não é verdade. Porém, eu como cristã (não das mais fiéis, mas acredito), sei que Deus escreve certo por linhas tortas. Eu posso estar reclamando agora, até com muita raiva de tudo o que está acontecendo e tudo isso me cega ao que realmente importa: e se os acontecimentos sejam uma forma de me livrar do que realmente trará meu mal? 
            Sou muito grata por tudo. Bom, pelo menos agora eu sou, porque sei que algo melhor acontecerá. E se não acontecer, se somente piorar, eu nada poderei fazer. Detesto tudo aquilo que é imutável. Leis de Newton, ditados, especificaçoes, leis de sobrevivência ou qualquer coisa assim. Mas se você notar, vê que eu mesma entrego a minha própria hipocrisia quando, no decorrer do texto, utilizei-me de ditados e citei leis da vida. É como eu disse: odeio o que não pode ser mudado. Neste exato segundo eu posso amar coisas que no segundo seguinte eu irei odiar. 
            A verdade? No mínimo cômico perguntar isso. A verdade é que muita gente reclama não me entender e acaba por tornar-se igual a mim. Quero dizer, muita gente reclama. Ponto final. Ao tentarem ser diferentes, tornam-se uma coisa só e chatas demais, enjoativas e tediosas ao extremo. Falam coisas que ninguém quer ouvir além de si mesmos. É quase como conversar com um espelho; só aceitam aquilo que para eles é o certo e fim de papo. Quando desviam os olhos do próprio umbigo é apenas para olhar o outro da forma que quiser olhar, e a partir disso julga-o por não seguir costumes que os próprios decidiram ser o correto. Como diz o meu filme favorito de todos os tempos, você (pessoa que durante todo o parágrafo eu citei) nos enxerga como você deseja nos enxergar, em termos mais simples e com definições mais convenientes. E eu aprendi a não me importar! Eu aprendi a olhar na cara de todos estes que gostam de falar e rir deles. Rio muito. É o que eles mais odeiam: ver-me rindo enquanto eles queriam me ver chorar, o que nunca vai acontecer - pelo menos não na frente deles. E enquanto eles ainda estiverem preocupados demais com tudo o que se passa na minha vida, basta saber que enquanto eu estiver sorrindo nada vindo deles virá me atingir. Quem eu sou? Pouco importa. Eu sou quem eu quiser ser, sou amiga de quem eu quiser ser e nada, ouviram?, absolutamente nada mudará isso. 
            Atenciosamente,
            Letícia Lobo.
Nota: Estou colando este texto na minha testa, e não, isso não é por egocentrismo ou nada disso. Ah, não importa. A citação é do filme Clube dos Cinco, dos anos 80, cujo enredo, trilha sonora, personagens, e tudo aquilo que compõe o longa são os meus favoritos de todos os tempos. Não escrevo mais com base em músicas, mas decidi trazer um pouquinho de outra coisa de que gosto muito, além de conseguir descrever algumas coisas que estão rondando minha mente há alguns dias. Até a próxima!



          Tem gente que faz o outro rir com piadas e brincadeiras criativas. Tem gente que prefere não rir de qualquer bobagem e guarda seus sorrisos para ocasiões especiais. Tem gente que chora por tristeza e ainda mais por felicidade. Tem gente que o coração está tão machucado, frio, que as lágrimas até congelaram. Tem gente de bem com a vida, tranquilo, vendo o prazer que se é viver. Tem gente que prefere ficar com seu existencialismo e dramas derivados, perguntando-se várias vezes ao dia o que diabos está fazendo ali. Tem gente sem pressa, calmo, que deixa o vento dizer qual será o rumo da sua vida, que respira e medita no maior silêncio. E tem gente que não consegue ficar parado, o tempo todo está fazendo milhões de coisas, pensando em mil e uma possibilidades, planejando o futuro enquanto faz um presente sem falhas.
          Tem gente que ama com simplicidade, que cuida sem nem perceber. Tem gente que acha o amor a coisa mais complicada do mundo, que não sabe cuidar daquele que ama e sempre erra quando o assunto é sentimentos. Tem gente que é altruísta e humilde sem trabalho algum. Tem gente que não consegue pensar no outro sem querer algo para si. Tem gente que é feliz se tiver as pessoas que mais gosta ao seu redor e tem gente que desejar por mais.
          Ruim mesmo, nisso tudo, é ser todas essas coisas sem ter controle algum sobre si. Consigo ser toda essa gente, uma de cada vez, e ter a perspectiva de vida de querer ser um só. Alguns têm medo de aranhas, de escuro, de serem roubadas ou até mesmo da morte, enquanto que o meu maior medo é nunca conseguir responder às seguintes perguntas: "quem eu sou?", "o que eu quero para minha vida, para o meu futuro?" e "para onde vou?". Essas são as questões mais instigantes da minha vida inteira. Um dia, sei que vou olhar para isso tudo, para todas essas coisas que eu consigo ser, e verei que é uma grande bobagem, que o que importa para ser feliz não é nem um terço disso. Mas por ora, essas questões são tão vivas dentro de mim, tão intensas, que chegam a ser o pior tipo de suicídio.
          Eu encaro o nada e penso no agora. Eu vejo objetos com valores sentimentais e penso no passado. Eu vejo as pessoas fazendo planos e penso no futuro. E apesar de ser um alguém perfeitamente confuso, o meu presente está muito bem organizado, o passado está absolutamente superado e o meu futuro, prazerosamente planejado. São as dúvidas que me matam, e tendo em mente que a vida é como um sopro, e que o tempo é uma dádiva divina, eu quero esclarecê-las antes que seja tarde. Eu quero resolver os meus paradoxos e minhas antíteses entre o coração e a mente. Porque, bem, você sabe, entre o bem e o mal, o certo e o errado, o bom e ruim, quem decide isso para nós somos nós mesmos e mais ninguém.
          Enquanto tudo for pedra, eu serei flor. Enquanto tudo for ventania, eu serei uma brisa leve e tranquila. Enquanto tudo for utópico e distante, eu serei a mais plena realidade. Enquanto tudo for trevas, eu serei luz. E mesmo que eu me encaixe em todos os rótulos de toda a gente, eu serei uma eterna contradição.

Nota: Não sei se outras pessoas são assim ou se isso é uma demência só minha, mas de vez em quando eu faço uma análise para dentro de mim, buscando respostas para perguntas retóricas (como as que coloquei no texto) e coisas assim saem - mas que não trazem resposta alguma, muito menos uma conclusão sensata do que eu quero saber. Ah, tanto faz. Até a próxima!