Música é equivalente a viver. Se não vive, não ouve música. Se não sente música, não vive. Alguma vez já sentiu a música alcançar sua alma? Já sentiu que podia entrar numa dimensão onde só houvesse você e a música? Isso acontece quando você consegue sentir cada emoção que o cantor transpassa e isso pode ser considerado uma mágica. Um toque ali, outro ali. E boom! Mágica.
Quem nunca ouviu um cover e se apaixonou? Eu sou um pouco suspeita para falar, uma das minhas bandas favoritas é de cover e eu me orgulho disso. Boyce Avenue faz gravações sensacionais e há músicas que eu prefiro na voz deles do que original. E não só eles, mas há muita gente arrasando por esse mundo do Youtu que tanto gostamos e viciamos. Vamos lá á alguns covers?


All Of Me, de John Legend, é uma das minhas músicas preferidas de minha atual fase da vida. Tanto a versão original quanto a versão do Boyce me agradam (eu sou realmente viciada), mas essa da Sofia Karlberg é sensacional, e me causa sessações semelhantes ás outras versões.


Queen B não se compara, e Love On Top é uma das preferidas minhas... Mas concordem comigo que esse cover é um amor só! Não resisti, tive que pôr aqui.


Sou completamente apaixonada por Imagine Dragons, e olha só esse cover! Morte na certa. Boyce Avenue arrasa sempre, e dessa vez não foi diferente. Olha a delicadeza, olha a classe, gente! Demons já é linda, nessa versão então... Ai Jesus. Aconselho que procurem todas os outros covers de Boyce, não vão se arrepender!


Essa aqui foi escolha da Isabelle, e tem coisa mais linda? Stay With Me já é linda de natureza, e vem essas duas pra acabar com meu emocional de domingo á noite que já não é lá essas coisas todas.


Ouçam esse cover com toda a sensibilidade possível porque é Ed tocado em ukulele, amor na certa! A voz da garota é tão meiga e a aparência dela transpassa uma coisa totalmente diferente. Vontade de entrar no vídeo e abraça-la porque as músicas do Ed, principalmente The A Team, fazem isso com as pessoas.


Peguei essa porque depois que o trailer de 50 Shades of Grey fora lançado, os covers acústicos de Crazy in Love estão rolando solto por todo o mundo. E o Studio62 é um projeto de covers com vários artistas, maioria brasileiros. Estava no canal procurando alguma música pra trazer pra cá (a próxima) e dei de cara com esse. Tinha que trazer mais Queen B pra lista!


Trouxe Tempo Perdido por N motivos, mas os que posso citar: disse á cima que traria um cover brasileiro do Studio62; é, talvez, minha música favorita de Legião; esse cover é só amor! Iorc parece entender a música, parece sentir as emoções dela e nos passar os mesmo sentimentos que sente ao ouvi-la. 


Estava escolhendo alguma música do canal do Alex, e escolhi We Are Young porque é das minhas favoritas da vida. Eu amo essa música de uma forma inexplicável e ela "veio" num momento que eu estava necessitada. Indico todos os covers desse canal, também não decepciona!

Se eu pudesse, traria todos os covers sensacionais que existem. Mas como não posso, deixo minhas indicações. São esses que começam com um canal no Youtube e um trabalho aqui ou ali que são grandes apostas para grandes cantores mundiais. E a prova disso são os clipes que já são bastante profissionais e todos eles têm atitude para viver de música. Eu torço por isso. xoxo,




"Ela achou meu cabelo engraçado. Proibida pra mim, no way... Disse que eu não podia ficar, mas levou á sério o que eu falei. Eu vou fazer de tudo que eu puder, eu vou roubar essa mulher pra mim."

           Não é só meu cabelo, é meu jeito inteiro. Ela ri e me olha com aquela cara fofa que eu tanto gosto de encarar. Não é do tipo que eu possa pegar pra mim, mas ela ainda vai ser minha. Porque eu consigo olhar pra ela e me ver tendo filhos. Olhar seus cachos caindo sob os ombros e imaginar minha filha com o mesmo cabelo e o mesmo sorriso. E a gente vai se casar. Ela vai usar um vestido branco lindo, que ela vai escolher sozinha por pura intuição feminina. O cabelo amarrado num coque alto, que facilitará minha visão aos seus olhos.
           Mas o engraçado vai ser quando eu disser que eu fiz de tudo para tê-la. Eu literalmente a roubei, de seus pensamentos sórdidos e sem esperança. Busquei-a quando estava quase no fundo do poço (enquanto eu imaginava nossas situações opostas) e depositei esperança naqueles um metro e sessenta de puro amor. Digo essas coisas porque eu sei o que passa pela cabeça dela nas noites de verão, que ela não tem nada a fazer e fica mudando de humor conforme a lua, uma com tantas fases quanto a outra, senão mais.
           A minha única certeza é de que é ela. É e sempre será. Porque eu só sei pensar nela, e pensando nela eu me perco nos meus próprios pensamentos. Só sei pensar no sorriso dela que é o meu sol de cada dia. Só sei querer beijá-la e abraçá-la quando tudo parece estar difícil. Eu sou dela. E ela, mesmo sendo proibida pra mim, é minha. Tão minha que não sei medir. Dizer eu te amo não seria suficiente, então... Eu apenas digo que preciso. Não só preciso, eu necessito.
           Meu amor, amo-te tanto que preciso de ti para prosseguir. O pedido procede?
N/A: Comentei no twitter que começaríamos um "quadro" novo por aqui. Toda semana, no máximo isso, trarei um texto que produzi á partir de um trecho de música. Hoje, começamos com Proibida Pra Mim, do Zeca Baleiro (mas que vocês devem ouvir na versão do Charlie Brown porque é muito mais sucesso!). É isso, próxima semana tem mais. xoxo,


 



    A vida não é uma comedia romântica. Não é um livro de auto-ajuda. As pessoas tentam usar esses artificioso ou nomes mais ''bonitinhos'', para ver se desfaçam os problemas e sorriem. Mas vamos combinar que um maço de cigarro não vai substituir o dinheiro que falta no bolso da sua mãe todo final de mês. Só que a vida também não é um eterno sermão. Espera, eu também não sei explicar a vida.
    Não consigo descrever tudo isso na verdade, é como se todos nós fossemos papel higiênico e com uma esfregadinha de alguma pessoa se é rebaixado ao lixo, depois dependendo, pode ir pro lixão ou se reciclar de uma forma mágica, mas sem nunca deixar de existir aquele resquícios da esfregadinha. Mas pode ser o contrario, você pode colocar alguém ao nível de um papel higiênico sem utilidade, pode se tornar a tesoura e picotar tudo aquilo que lhe aflige. Por que algumas pessoas são melhores que outras. Uma é a tesoura e o outro o papel higiênico sem utilidade. Uma é o cigarro e outro é a bala. Só que ninguém percebe que todos se apodrecem por dentro, não importa o que dizem ou fazem.
     Talvez por isso que me sinta estranha aqui, nessa festa que não merecia o titulo de ''festa'', pelo simples fato de ver pessoas engolindo nicotina como se fosse ar, rindo descontroladamente do nada. Só que vendo por outro lado, isso é definição de festa, definição de vida na verdade. Só não sei se isso tudo é dor, "curtição'' ou magoa. Afinal, todos tem seus motivos para se drogar, mesmo que sejam os mais banais. Mas não pense que estou falando de apenas drogas como: cigarro, bebida, maconha, pó, ou qualquer outra coisa do tipo, estou falando da droga generalizada. Por exemplo: Tem um menino encostando na mesa, com a cabeça entre os mãos, seus olhos estão vidrados em uma menina que dança distraidamente na pista, ela sorrir, ele sorrir, ela estar feliz, ele também, e essa é a conhecida droga do amor. A droga mais clichê da história da humanidade, aquela que é impossível não sentir, a não ser que você tire o coração de você, mas bem, você morreria. Tem uma menina na mesa do fundo que passa batom repetidas vezes, como se nunca estivesse no tom certo. Ninguém está na mesa dela. Ela própria se afastou do mundo e agora só existe o batom, que ela pensa fazer companhia, só que ela mesma não faz companhia a si mesma. Essa é a solidão. Em outra mesa a vários amigos reunidos rindo dos outros, posso dizer que estou incluída no meio, nos rimos dos outros para não chorar por nos mesmo, pode ser depressivo mas é a verdade. Todos tem suas drogas, seja bebendo ate cair por que, quer se sentir livre, quando sequer não tem asas, outros com o cigarro entre os dedos tentando voar para outro mundo, por que já está doendo de mais ficar aqui, existe aquele que olha pra menina e sente o coração se despedaçar por não possui-la e tem medo de se correr atrás. O grupo na pista se ''pegando'' só quer ser lembrando, ter lembranças, poder dizer alguma coisa, como: eu peguei 3, cara - o absurdo é que eles não pensam que podem ter herpes -, as meninas que estão na pista dançando só querem esquecer, esquecer de qualquer coisa que lhe fizeram mal, que lhe seguraram de viver, é aquele o momento de ser feliz, mesmo que seja durante algumas musicas.
      E assim se repete, e eu volto para a tesoura e o papel higiênico. Todos querem ser algo mais, superior a alguém, todos querem ser a ''tesoura'' e sair cortando qualquer um que entrar em seu caminho. E então é em coisas simples assim, como uma festa que vemos que todos são seres humanos, não papel higiênico e uma tesoura, são nesses momentos que vemos que todos podem ficar bêbados, falar da vida aleia, se frustar, dançar, por ali entre várias pessoas, só o que todos querem é sorrir, não importa o que você tem contra aquela pessoa, vocês todos são iguais. Cabe a você perceber que a vida pode ser uma eterna festa, com todos usando um tipo de droga para se sentirem, para sentir algo, para se sentir, e para não ter o peso do mundo das costas de ser melhor do que alguém.
                                                                                                                                                                                                
Nota: Hello, depois de um tempo sem a nossa querida Aquela Do Cabelo Azul, ela ta festeira em. Mostrou agora o seu lado especialista, montando metáforas com a vida. Espero que tenham gostado, já estava com saudades dessa louquinha. 
                                                                 



"Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo."

         Meu pai viveu a melhor época da música popular brasileira. Melhor que isso: em Brasília! Assistiu shows em bares do próprio e em carne osso, Renato Russo. Ele diz, sempre que o assunto é rock nacional e heróis do Brasil que assistiu aos shows de pertinho, num bar qualquer da capital do Distrito Federal e lembra que até bilhetinho em guardanapo mandou, pedindo música específica. Sobre o bar, ele só explica que Renato bebia álcool demais, mas ainda assim era o cara. Ele continua a história, pulando para dois anos depois, em um show que Renato já era Legião Urbana, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. 
         Queria eu ter nascido nessa época, ter vivido a melhor época. Do tempo que, quase no fim das censuras, Faroeste Caboclo tocava nas rádios com restrições de algumas palavras. Maldita ditadura! Mas onde foram parar os sonhos? Onde estão aqueles que se divertiam vendo seus heróis, muitos deles que morreram de overdose? Quase sem querer, a presença deles e de suas loucuras começa a sumir, e só restam as cinzas dos melhores anos da música.
         Falo como se tivesse presenciado cada momento, e eu bem que queria. Sonho tanto com uma reprise dessa época. Os anos 80 e 90 estão tão vivos que nem parecem permanecer no século passado. E hoje, só temos os discos gravados, alguns pais ou tios que fizeram parte desses anos e o sentimento de saudade de uma coisa que nunca presenciamos. O sentimento de nostalgia que se contagia daqueles que contam.
         Se eu pudesse voltar no tempo, para algum lugar que eu ainda não havia nascido e meu pai ainda era uma metamorfose ambulante, iria até Brasília, no Frangão, em um dos shows do Renato, e diria... Bom... Não sei o que diria, mas até eu complementar e ter sucesso em minha máquina do tempo, eu saberei o que dizer. 

N/A: Momento corrido, achando um computador do além para digitar esse texto. Loucura, loucura, loucuraaa! Espero que gostem desse texto. Fiz ele ontem á noite (29/Agosto), quando meu pai estava realmente contando essa história então... É verídica. xoxo,

 



Livro: A Seleção
Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Narração: 1º Pessoa
Sinopse: Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis a vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade impostas a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma - e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futura que ela nunca tinha ousado imaginar.

"Não queria ser da realeza.  
Não queria ser Um. Não queria nem tentar."

A capa sugere um livro de princesas apaixonadas - ou não - que têm uma vida de luxo e riqueza em um castelo. A sinopse, para os que não captam as entrelinhas, só confirma o que a capa nos sugere e ainda acrescenta a ponta do romance. Mas, para nós que lemos as entrelinhas, as letrinhas miúdas e principalmente o que tem depois da capa, A Seleção é um livro sobre princesas, mas que não para por aí.
É um livro que nos leva a crer que realmente nem tudo tem um final feliz - até porque A Seleção não é o final da história. Como qualquer outro livro de (quase) contos de fadas, nos faz criar a ilusão de príncipes encantados, cavalheiros e perfeitos, cujo todas sonham possuir. Mas nos mostra uma realidade totalmente diferente da que lemos nos nossos queridos clássicos: a protagonista não morre de amores pelo príncipe, á princípio, e o próprio príncipe tenta conquistar a plebeia. Pode isso, produção? Claro que pode!
No primeiro livro da trilogia, America Singer é apenas uma garota como qualquer outra, cidadã do país de Illéa, que sofre tantas desigualdades sociais. America é uma Cinco. Isso significa que ela pertence á uma das castas mais inferiores, mas não a pior. Sua família sobrevive na medida do possível e assim permanece até o dia que seu nome é chamado para a seleção - na qual, o príncipe escolherá dentre trinta e cinco garotas, apenas uma, que será a sua futura esposa e, consequentemente, rainha de Illéa.



Inscrever-se na seleção - mesmo que contra sua vontade, mas a pedido de seu namorado secreto, Aspen - significa dar uma reviravolta em sua vida. É a chance de mudar um futuro que estava prescrito desde o berço, e se tornar uma Um, da realeza. Entretanto, para America, significava deixar para trás seu grande amor, que é um Seis, com o qual divide suas dificuldades todas as noites em que se encontram. Após ser chamada para a seleção, e já não ter o relacionamento que tinha com Aspen, America vai para o palácio ciente de que não durará muito tempo. Entretanto, quando conhece Maxon Schreave, o tão desejado príncipe de Illéa, todos os seus princípios são jogados ralo á baixo. Seus pensamentos negativos sobre Maxon são destruídos quando ela descobre que ao invés de prepotente e ganancioso, o príncipe não passa de um rapaz extremamente educado e muito atencioso. 
A competição fica cada vez mais acirrada. America, apesar de ter Maxon ali, á sua procura, mantém-se presa ao passado, presa á Aspen, mesmo sabendo que jamais poderia voltar a ser uma Cinco e que, á partir disso, seu relacionamento com Aspen jamais seria aceito. Mas a competição tem que ter um fim. Tem que haver uma escolhida, e está na hora de selecionar A Elite, seis garotas disputando a coroa. Teria espaço para America nesse grupo?
Nesse best-seller, que estourou e fez sucesso em 2012, pude ver que aquela ideia fixa de que todo romance de realeza deve ser retratado como os contos clássicos de costume, fora quebrada. Os tabus que dizem que toda garota sonha em ser princesa é estraçalhado quando America conta em primeira pessoa todas as dificuldades que são apresentadas ás princesas e todas as responsabilidades que tem uma rainha. Das centenas de vezes que America dispensou Maxon, vi na história uma essência antes não vista: os contos de fadas já não são os mesmos. Tudo já parece estranho, mudado. E A Seleção é só o início de tudo.

N/A: Olá! Essa é a primeira resenha da trilogia A Seleção que eu prometi postar. Logo, logo estarei postando os próximos livros e resenhas dos contos. Espero que tenham gostado, porque deu um trabalhão pra fazer. xoxo,


(foto minha, nota-se pela qualidade)

A Seleção é uma trilogia da digníssima rainha Kiera Cass. O "último" livro fora publicado ainda esse ano, e a trilogia é composta por três: A Seleção, A Elite e A Escolha. Como se não bastasse a perfeição desses três mais contos que Kiera publicou sobre personagens da trilogia pela editora Seguinte, fora anunciado essa semana que serão lançados mais dois livros da trilogia (o quarto cujo nome já fora anunciado, "The Heir", com data de lançamento para Maio de 2015), sem contar com contos sobre Rainha Amberly (A Rainha) e sobre Marlee (A Favorita). Pra matar o coração de selecionada que eu tenho! Por conta dessas novidades, decidi postar resenhas que eu tenho prontinhas de cada um dos livros, e eu estava só esperando alguma oportunidade interessante para postar. Acho que essas novidades são um ótimo motivo, não é verdade? 



Pra me deixar ainda mais louca, Kiera Cass vem ao Brasil esse ano! Sim, sim e sim! Eu já sabia que ela viria para a Bienal do Livro de São Paulo, mas não imaginava que ela fosse dar uma voltinha por outros estados. São quatro: São Paulo, na Bienal, dia 23 de Agosto; Recife, dia 27, na Saraiva MegaStore do Shopping Recife; no Rio de Janeiro, dia 29, na Saraiva MegaStore do Shopping Rio Sul; e, no que me deixou mais feliz, em Fortaleza! Ela estará aqui dia 25 de Agosto, na Livraria Cultura, para uma sessão de autógrafos, o qual eu já confirmei presença. Mais informações no site da Editora Seguinte.

(minha também)

Melhor do que isso, eu não sei o que pode ser. Estou muito, muito ansiosa e contando as horas pro dia 25.
Sobre ela: Kiera nasceu em 1981, na Carlina do Sul, Estados Unidos. Formou-se em história na Universidade de Radford, na Virginia, e publicou seu primeiro livo, The Siren, em 2009, em uma edição independente. 
Não preciso dizer mais nada, e só me resta esperar! Fiquem ligados que estarei postando as resenhas logo, logo.



(Foto by Isabelle Maciel)

Titulo: "Extraordinário"
Autor: R.J Palacio
Editora: Intrínseca
Skoob
Número de Páginas: 320
Lido até: 145
Acabamento: Brochura
Profundidade: 1 cm
Largura: 16 cm
Altura: 23 cm
Tradutor: Rachel Agavino
Sinopse: August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer  os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.




   Oi, adormecidas. No blog Livros, a Janela da Imaginação , vi um post super legal, e achei interessante trazer para vocês. O post se trata da sua opinião sobre o livro que você está lendo, se está gostando ou não, os melhores quotes e etc.
   Durante essas últimas semanas peguei o livro Extraordinário da autora R. J Palacio, e estou apaixonada. O livro é dividido em partes, cada parte é um personagem narrando a história do seu ponto de vista. Primeiramente vemos August, depois sua irmã Via, depois Summer, Jack, que foi onde eu parei, mas existem outras partes depois da parte do Jack. O interessante do livro ser dividido em partes, e que não se prende apenas ao que Auggie sente ou ver, mas também o que outras pessoas sentem e acham sobre tudo o o que passa ao seu redor. Mas em nenhum momento foge do foco da história.
    É comovente ver o dia a dia, de Auggie, é como se fizéssemos uma viagem para outro corpo, e vivêssemos o que Auggie passa, desde os momentos bons até os mais tristes, parece que sentimos na pele todo aquele preconceito. Por que apesar de todos os anúncios, protestos, etc, o diferente incomoda, e provavelmente sempre vai incomodar. E lendo o que Auggie passa e sente, é como se nós fossemos ''o esquisito''.
    ''O esquisito'', ''e.t'', é um dos inúmeros apelidos que Auggie recebe quando pela primeira vez entra no colégio, no 5° ano, até então Auggie era ensinado pela mãe, Isabel, em casa. Até isso, Auggie não tinha esse contato tão direto com tantas pessoas. Ele sabia desde então que seria difícil, que as pessoas olhariam para ele e afastariam o rosto por um segundo, para depois colocar um sorriso falso na face.
   Até agora estou seguindo a trajetória do livro e estou amando, tenho uma leve ideia que algo de diferente vai acontecer para reforça mais essa ideia de comoção e aceitação da sociedade.

Melhores Quotes:
"Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil" Pág. 55 

"O legal de crianças pequenas é que elas não dizem coisas para tentar magoar você e, mesmo que às vezes façam isso, não sabem o que estão falando. Quando elas crescem, por outro lado... sabem muito bem o que estão dizendo." 

"Disse palavras gentis, que, eu sabia, eram para me ajudar, mas palavras não vão mudar meu rosto." Pág. 67 "Esse preceito significa que deveríamos ser lembrados pelas coisas que fazemos. Elas importam mais que tudo. Mais do que aquilo que dizemos ou do que nossa aparência. As coisas que fazemos sobrevivem a nós. São como os monumentos que as pessoas erguem em honra dos heróis depois que eles morrem. Como as piramides que os egípcios construíram para homenagear os faraos. Só que, em vez de pedra, são feitas das lembranças que as pessoas têm de você. Por isso nossos feitos são nossos momentos. Construídos com memorias em vez de pedra."Pág. 72
       Separei os quotes da primeira parte de Auggie, para vocês descobrirem mais sobre o personagem principal.

 Primeira frase da página que você parou:
   "Eu me lembro de tê-lo visto pela primeira vez em frente á sorveteria Carvel, na Amesfort Avenue, quando tinha uns cinco a seis anos."Pág. 145

        Estou adorando o livro, e espero acabar com uma boa mensagem para a minha vida. Espero que tenham gostado do post! Comentem o que acharam. Quem já leu, o que acharam do livro, quem não leu também. Em breve a resenha de Extraordinário aqui no Adormecidas.