Não necessariamente precisamos está sozinhos para nós sentirmos sozinhos. Ok, eu disse muitas vezes que o drama não faria mais parte de mim, bem, eu menti. É impossível não ter um pouco de drama na vida. Principalmente quando se  sai do âmbito de conforto. As pessoas são diferentes, você se torna diferente e digamos que as vezes insuportável. Admito que me tornei meio assim. Mudei de escola, fiquei longe daquele cara que eu beijei e prendi meu anel em seu cabelo. Meu cabelo perdeu a cor, e agora está normal. To até com vontade de pintar tudo de novo, mas sabe como anda a inflação. Nunca fui muito sociável com alguns tipos de pessoas, mas aqui ta sendo pior. Apesar de as pessoas julgarem as outras pela cor do cabelo, eu necessariamente não usava maconha e virava shorts de tequila, na realidade tenho aversão a tudo isso. Conviver com pessoas que tratam tudo de forma banal, enche o meu peito de disgosto. Nisso eu estive analisando como tudo mudou de uns anos para cá, e na verdade não mudou. A sociedade continua com o mesmo esteriotipo. O homem o pegador, que pega todas as meninas que quer, e a mulher a fraca de sempre. Ok, que muitas coisas mudaram, e que bom, mas né nem a missa metade. É nesses reflexos de sociedade, vemos como a nossa imagem é imposta mundo afora, como o preconceito está enraizado em nós mesmos. A mulher brasileira é vista como "putinha" em outros países, como se só soubesse sambar e mostrar a bunda, nesse ponto que eu ligo a onde estou. A mulher pode fazer o que bem entender com o corpo, pode até vender, não temos nada haver com isso, mas para mim a mulher as vezes se desvaloriza, e não me entenda mal. Da mesma forma que acho ridículo um homem pegar 10 numa festa, também acho ridículo a mulher fazer isso, afinal, são pessoas, e sinceramente não sabemos se alguma daqueles 10 vai se machucar, mas o ponto ainda não é aí. É incrível que mesmo depois de tantos séculos a mulher ainda julga si mesmo, falando coisas que chegam ao machismo. Quando eu julgo, por que sim, é impossível não julgar, não to julgando pela forma, cor ou blá blá, mas sim pela pessoa. Nisso eu levo aos meninos, "homens" de hoje, que tratam a mulher ou qualquer coisa como um objeto de "penetração", algo descartável que não merece nem ter o nome lembrado, e aí eu acho feio a mulher se submeter a ser tratada como um objeto com um cara que as vezes só pensa no próprio prazer, no ego gigante que gira em torno de si.
Agora eu relembro por que eu sinto falta daquele cara que eu beijei, que riu comigo, mesmo com meu anel machucando seu coro cabeludo. Sinto falta por que eu via nos olhos dele, que ele realmente me queria e não era só desejo, que ele enxergava as minhas formas escondidas, via uma pessoa, e não só alguém taxada pela sociedade. Bem, a distância acaba com as pessoas, mas eu ainda fico de madrugada trocando mensagens e mensagens de trivialidades que me enchem o sorriso, que eu não consigo ter com pessoas que estão do meu lado e só vêem aquela casca. 
E aqui, chegamos ao fim. To bem chateada, diria puta, pois eu não nasci para viver nesse desconforto de calças jeans apertadas, de olhos curiosos observando as manchas na pele, o cabelo raspado, o olho roxo ou mesmo as lágrimas, que pessoas insistem em intitular, e não olhar que a vida não se remete há fotos com um cigarro na boca.

                                                              


Tenho muitos, muitos motivos para fazer essa postagem. Além de estar apaixonada pelos livros dela, estou encantada com a forma como cada um é retratado, como cada um tem uma história única e surpreendente, que narra vidas cotidianas com desfechos maravilhosos. 


Pauline Sara Jo Moyes Arthur, ou Jojo Moyes como vem nos livros, tem 45 aninhos (apesar de que na foto dos livros ela parece ser mais jovem, rs) e é britânica. Jornalista e romancista desde 2002, ela publicou seu primeiro livro neste ano e dedica-se a carreira de escritora desde então. A Intrínseca é a editora de alguns de seus livros aqui no Brasil, e eu vi muitos, muitos deles na Bienal, mais precisamente um que tenho uma resenha guardada, e que logo, logo postarei. Vamos aos livros?

A garota que você deixou para trás


A garota que você deixou para trás

Sinopse: "Durante a Primeira Guerra Mundial, o jovem pintor francês Édouard Lefèvre é obrigado a se separar de sua esposa, Sophie, para lutar no front. Vivendo com os irmãos e sobrinhos em sua pequena cidade natal, agora ocupada pelos soldados alemães, Sophie apega-se às lembranças do marido admirando um retrato seu pintado por Édouard. Quando o quadro chama a tenção do novo comandante alemão, Sophie arricar tudo - a família, a reputação e a vida - na esperança de rever Édouard, agora prisioneiro de guerra.
Quase um século depois, na Londres dos anos 2000, a jovem viúva Liv Halston mora sozinha numa moderna casa com paredes de vidro. Ocupando lugar de destaque, um retrato de uma bela jovem, presente do seu marido pouco antes de sua morte prematura, a mantém ligada ao passado. Quando Liv finalmente parece disposta a volta à vida, um encontro inesperado vai revelar o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. Ao mergulhar na história da garota do quadro, Liv vê, mais uma vez, sua própria vida virar de cabeça para baixo.
Tecido com habilidade, A garota que você deixou para trás alterna momentos felizes e alegres, sem descuidar dos meandros das grandes histórias de amor e da delicadeza dos finais felizes."
Nem preciso falar que a curiosidade fica do tamanho do mundo, não é? De que forma uma pintura, um retrato de alguém, pode causar tanta polêmica no período da Primeira Guerra e vir a transtornar a vida de alguém em pleno século XX? Adoro a forma como ela pega um assunto que poderia fazer um livro totalmente voltado à Guerra, como vemos em tantos outros, mas o próprio enredo faz com que esse não seja o foco, mas sim uma história completamente diferente.


Como eu era antes de você


Como eu era antes de você

Sinopse: "Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Além disso, trabalho como garçonete num café, um emprego que ela adora e que, apesar de não pagar muito, ajuda nas despesas. E namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou se vê obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, a ex-garçonete consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto e planeja dar um fim ao seu sofrimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia que irá mudar para sempre a história um do outro."
Esse foi um dos que eu via na Bienal e reconhecia como da Jojo, assim como o anterior, porque os desenhos das capas são parecidas e assim que eu batia o olho, identificava. Também fiquei encantada com a sinopse por não ser aquele romancezinho qualquer com finais felizes perfeitos. Tudo bem que pode até conter um final feliz, mas não perfeito. As pessoas não são perfeitas. Ela quebra os estereótipos. O rico é infeliz, a menina que tinha tudo pra ser alguém com uma boa vida, perde o emprego de garçonete que já não é lá essas coisas todas. Eu gosto desse tipo de coisa. E vale lembrar que, como a Isabelle postou aqui no blog, o livro será adaptado para os cinemas com previsão de lançamento para esse ano! Uhu! Estava na hora dos livros dela terem seu espaço nos telões.

A última carta de amor


A última carta de amor

Sinopse: "Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. De volta a casa com o marido, ela tenta, em vão, recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por "B", e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante.
Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido - em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado -, Ellie começa a procurar por "B", e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas do seu próprio relacionamento. 
Com personagens realisticamente complexos e uma trama bem elaborada, A última carta de amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico."
Pontuei algumas coisas para falar sobre este. 1. Fora um livro que eu via na prateleira das livrarias e não dava importância por achar que seria um livro como qualquer um de romancezinho, então, confesso, julguei pela capa e nem sequer li a sinopse; 2. Percebemos aqui como Jojo gosta de relacionar épocas, de forma que as histórias tenham alguma ligação entre elas e tornem a história especial e criativa - como no primeiro livro da lista, que também se trata de duas épocas; 3. Assim que li a sinopse, não conseguia tirar o filme Cartas para Julieta da cabeça (quem não conhece a história, recomendo que dê uma lida nessa sinopse e que, se lhe interessar, até assista o filme - mas pra quem conhece, com certeza vai entender o porquê da minha lembrança), mesmo que o filme não se passe em duas épocas, mas possui toda essa pegada de cartas, descobrir o remetente etc.

Um mais um


Um mais um

Sinopse: "Há dez anos, Jess Thomas ficou grávida e largou a escola para se casar com Marty. Dois anos atrás, Marty saiu de casa e nunca mais voltou. Com dois empregos e ganhando mal, ela precisa sustentar a filha Tanzie e o enteado Nicky, que ela cria há oito anos. Tanzie, o pequeno prodígio da matemática, acabou de receber uma generosa bolsa de estudos em uma escola particular, mas Jess não tem condições de pagar a diferença. Sua única esperança é que a menina vença uma Olimpíada de Matemática que será disputada na Escócia. Mas ela não sabe como chegará até lá. Enquanto isso, um dos clientes de faxina de Jess, o gênio da computação Ed Nicholls, decide se refugiar em sua casa de veraneio por causa de uma denúncia de práticas ilegais envolvendo sua empresa. Entre ele e Jess ocorre o que pode ser chamado de ódio à primeira vista.
Mas quanto Ed fica bêbado no pub em que Jess trabalha, ela faz questão de deixá-lo em casa, em segurança. Em parte agradecido, Ed oferece carona a Jess, os filhos e o enorme cão da família até a cidade onde acontecerá o torneio. Começa então uma viagem repleta de enjoos, comida ruim e engarrafamentos. A situação perfeita para o início de uma história de amor entre uma mãe solteira falida e um geek milionário."
Qualquer ideia de clichê que eu tenha criado sobre as histórias escritas por Jojo é destruída ao ler essa sinopse! Creio eu que seja o livro mais recente dela, e o que me dera até uma certa curiosidade a mais. Eu fico naquela coisa de "será que a Tanzie vai conseguir?", "será que esse romance vai progredir?" e "será que vai ter um final feliz?!". Ela além de gostar muito de escrever sobre esse âmbito familiar, sempre traz esse lado de dificuldades do dia-a-dia, personalidades diferentes e dezenas de outras coisas que eu tenho me identificado em seus livros.

Me privei a falar somente sobre esses quatro dela, que são os mais famosos e os da Intrínseca. São livros com uma leitura fácil, com bastante diálogo e que sempre retratam bastante sobre as personalidades de cada um, de forma que nos faça passar a observar mais as pessoas ao nosso redor. É um dos tipos de livro que eu gosto, além de ficções cientificas e os clássicos que, bem... São clássicos. Os livros da Jojo me fazem pensar na forma como ela trata cada um, na forma como os diálogos são feitos e vejo como aquilo é, ao mesmo tempo, paralelo à minha realidade, mas que se encaixaria perfeitamente nela. Por fim, recomendo seus livros e, se você leu os quatro da lista e se interessa pelo restante, vale a pena dar uma procurada nos outros, mesmo que sejam um pouco mais difíceis de se encontrar. É isso! Logo, logo apareço aqui com a resenha de um dos quatro. xoxo,



Também conhecido como "fim do mundo",
Perdas sempre são doloridas. Seja um amigo que se afastou, seja um grande próximo que partira dessa pra melhor, seja aquela pulseira linda que você quase nunca tirava do braço. Toda perda dói, pois vai fazer falta, pois vai deixar marcas, pois vai fazer sofrer. Há aquelas que os culpem e aquelas que sejam totalmente contra a vossa vontade. Mas toda perda tende a doer. De acordo com o dicionário, perder significa não possuir mais, embora possa ocorrer por uma questão de escolha ou não. Quando fora por uma atitude mal tomada, a dor vinda já é esperada, a perda já é imaginada. Entretanto, quando é aquela perde repentina, de uma hora pra outra sem nem pensar em aviso prévio, um buraco se abre no peito e ali fica por um bom tempo, até ser preenchido por outra coisa, ou nunca se preencher, de fato.
Uma vez, me disseram que: "a pior perda é quando a pessoa está ali e sabemos que não a temos mais". Eu fiquei com essa ideia fixa e levo isso para mim hoje, porque vi nessa pequena frase uma realidade que vivo, que vivemos ao longos dos anos. Uma perda presente, uma falta de algo que está contigo o tempo todo, mas não se pode sentir, não se pode dizer que tem. Odiamos perder fácil demais, pois significa que não pudemos ser fortes o suficiente para segurar, escapa por nossos dedos sem que possamos pensar em guardar no peito, onde é mais seguro. E por mais que às vezes a perda tenha sido por nossa culpa, o sentimento é o mesmo. Saudade. Arrependimento. Querer que volte. Tudo isso num misto de tristeza. Perder é a pior coisa que se pode acontecer num relacionamento, e dói. 
Mas a vida é isso mesmo, nós perdemos, procuramos, deixamos, e mesmo com aquela saudade nostálgica permitimos viver, mesmo que naquele momento triste quissemos o colo de quem já se foi. No momento pre-festa não acharmos aquele anel, o primeiro que seu pai de teu. As fotografias se amassam, as roupas se desgastam, o ferro enferruja, mas as memórias permanecem, mesmo aquelas que tentamos esquecer e permitimos achar que perdemos. 
É chato, dá nervoso, as lágrimas lavam o rosto. Temos que assumir que perdemos, que aquele sentimento não vai voltar, que ninguém merece a nossa amargura por perdemos algo, afinal, todo mundo perde, imagine todos se lamentando? Mas como John Lennon dizia: "Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí."

 Nota: Teremos perdas ao longo da vida, mas nada que não se erga a cabeça e não se siga em frente.  

                                                                                   




''Red Queen'' é um best-seller, que estrou em 1 lugar no New York Times, que agora será lançado no meio do ano pela Editora Seguinte. 
Na hora que li a sinopse de ''Red Queen'' me apaixonei, por me lembrar muito de outras sagas que sou completamente enlouquecida. Só para vocês terem noção, foi comparada como uma mistura de ''As Crônicas de Fogo e Gelo'', ''Divergente'' e ''A Seleção'', além de que parece que seu contrato com a HarperCollins foi em torno dos 6 dígitos. É incrível que - (não sei se é a informação é certa), o livro estava previsto para lançar dia 26 de março nos EUA, mas como já esta na lista do New York Times, deduzo que já foi lançado-, o livro estava fazendo um maior alvoroço muito antes de seu lançamento, seja pelas criticas positivas e pelo fato que os produtores de ''Divergente'' e a Universal Pictures compraram o direito dessa futura trilogia que promete fazer muito sucesso.

Confira a sinopse e fique ansiosa como eu:
O mundo de Mare Barrow é definido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são Vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite Prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver, mas quando seu melhor amigo é recrutado para o exército, ela arrisca tudo para tentar libertá-lo. Uma reviravolta do destino faz com que ela entre no palácio real, onde, em frente ao rei e toda a nobreza, ela descobre que tem um até então desconhecido...mas como, se seu sangue é vermelho? 
Para ocultar essa impossibilidade, o rei a obriga a assumir o papel de uma princesa Prateada desaparecida, e anuncia o noivado de um de seus próprios filhos com a garota.
Conforme Mare se infiltra no mundo dos Prateados, ela se arrisca para ajuda a Guarda Escarlate - os líderes de uma revolução Vermelha. Suas ações desencadeiam uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração.


Espero muito que ''Red Queen'' cumpra suas expectativas. Tenho certeza que ainda vamos ouvir falar muito dessa trilogia e de Victoria Aveyard.

                                                               






Já são 02:58 da manhã e eu não consigo dormir, sério, eu não consigo. São nesses momentos que eu começo a pensar sobre tudo num intuído que minha cabeça dê uma pane e eu consiga dormir.
Mas não tem jeito, agora já são 03:00 da manhã e eu tenho exatamente 3 horas de sono se eu dormir agora. Sinceramente, o pior não é não conseguir dormir, o pior é o medo de descobrir o motivo dessa insônia. Talvez eu só quisesse deitar a cabeça no travesseiro e não pensar mo futuro, presente, passado, não pensar na pressão que as pessoas colocam em mim e os dedos que elas apontam. Amanhã começa uma nova série de julgamentos e rótulos, aí eu vou sentir falta do meu travesseiro. Aquela dorzinha da saudada vai se apertar contra o meu peito e me fazer segurar as lágrimas. O desconhecido é incerto e temível. Mas o que podemos fazer? Senão colocar o leite no café quente, levar aos lábios e fingir até aquilo fará o dia melhor. O que adianta ler versos, livros, placas na rua, e na hora não saber soar um "a" corretamente. É, talvez o medo tenha me invadido, mas que o suficiente.     
Bem, são 03:08 da manhã e eu tenho que voltar a deitar e tentar fazer essa insônia passar.


Nota: Texto guardado nos rascunhos, esquecido, que encontrei e resolvi postar. É incrível ler algo de um momento vivido e sentir tudo aquilo de novo.

                                                                    


    Tenho o péssimo hábito de começar a ler um livro, ver as pessoas falando sobre outro livro ou até mesmo por curiosidade, e começar a ler este. Por isso parei para pensar e percebi quantos livros não li ainda, por causa dessa mistura toda de leitura-mal-resolvida. Então resolvi trazer uma lista com 4 livros ''reservados'' que tenho na minha estante.


1- Dark Divine: O Santo Perdido                                                 

Comprei Dark Divine: O Santo Perdido, na Bienal do Livro em Fortaleza, até então nunca tinha ouvido falar sobre. Depois de uma leve pesquisada - admito que feito agora -, descobri que esse é o segundo livro da trilogia. Dark Divine: O Santo Perdido entrou para a minha lista pelo fato de que quando comprei ele, estava lendo outro, depois outro e assim por diante.

Sinopse: A família Divine está desconsolada com o desaparecimento de Jude, o irmão mais velho de Grace. Por isso, ela sai em busca dele por um caminho obscuro e cheio de surpresas, reunido todas as pistas possíveis para reencontrá-lo. Em meio a esta perigosa procura pelo irmão, Grace conhece Talbot, um homem cheio de mistérios que abalará seu romance com Daniel. Ela terá de ser forte e resistir ao mal contra a maldição do lobisomem. Agora ela terá que decidir entre o bem e o mal para se livrar da terrível maldição.

(P.S: Por que sempre triangulo amoroso?)


2- A Maldição do Espelho 
 A Maldição do Espelho foi outro livro que comprei na Bienal e admito que comprei apenas por ser da Agatha Christie. E novamente admito que não sabia que o livro tem um filme de 1980. Como comprei o livro junto com o Dark Divine, o motivo de está na minha lista de ''reserva'' é o mesmo.                                                                 Sinopse: Num instante, a pobre Heather Badcock tagarelava com seu ídolo, a fascinante atriz de cinema Marina Gregg. No outro, sofreu um ataque fulminante. Mas quem realmente se destinava o veneno mortal? A expressão petrificada de Marina fazia crer que ela fora testemunha de algo terrível. Mas, enquanto os outros procuram uma prova concreta, Miss Marple conduzia uma investigação bem diferente - sobre a natureza humana.






3 - O Filho de Netuno 
4- A Marca de Atena 
 Percy Jackson e todo esse mundo mitológico sempre são minha primeira opção quando tenho em mãos, mas por causa de tempo e outros livro que tive que ler. Mas O Filho de Netuno sempre anda na minha mochila e eu vou acabar e finalmente ler A Marca de Atena, A Casa de Hades e o Sangue do Olimpo.

(Sinopse O Filho de Netuno) 
SinopseA vida de Percy Jackson é assim mesmo: uma grande bagunça de deuses e monstros que, na maioria das vezes, acaba em problemas. Filho de Poseidon, o deus do mar, um belo dia Percy desperta sem memória e acaba em um acampamento de heróis que não reconhece. Agarrado à lembrança de uma garota, só tem uma certeza: os dias de jornadas e batalhas não terminaram. Percy e seus novos colegas semideuses vão enfrentar os misteriosos desígnios da Profecia dos Sete. Se falharem, as consequências, é claro, serão desastrosas. Com início no “outro” acampamento meio-sangue e se estendendo para além das terras dos deuses, esta sequência da série "Os heróis do Olimpo" apresenta novos semideuses e criaturas incríveis, além de trazer de volta alguns monstros bastante conhecidos.

(Sinopse A Marca de Atena) 
Sinopse: Annabeth está apavorada. Justo quando ela está prestes a reencontrar Percy após seis meses afastados por culpa de Hera , o Acampamento Júpiter parece estar se preparando para o combate. A bordo do Argo II com os amigos Jason, Piper e Leo, ela não pode culpar os semideuses romanos por pensarem que o navio é uma arma de guerra grega: afinal, com um dragão de bronze fumegante como figura de proa, a fantástica criação de Leo não parece mesmo nada amigável. Annabeth só pode torcer para que os romanos vejam seu pretor Jason na embarcação e compreendam que os visitantes do Acampamento Meio-Sangue estão ali em missão de paz. Os problemas de Annabeth não param por aí ela carrega no bolso um presente da mãe, que veio acompanhado de uma ordem intimidadora: Siga a Marca de Atena. Vingue-me. A guerreira já carrega nas costas o peso da profecia que mandará sete semideuses em busca das Portas da Morte. O que mais Atena poderia querer dela? O maior medo de Annabeth, no entanto, é que Percy tenha mudado. E se ele já estiver habituado demais aos costumes romanos? Será que ainda precisará dos velhos amigos? Como filha da deusa da guerra e da sabedoria, Annabeth sabe que nasceu para liderar no entanto, também sabe que nunca mais vai querer viver sem o Cabeça de Alga. Na aguardada sequência da série "Os heróis do Olimpo", do best-seller Rick Riordan, Percy Jackson e seus amigos semideuses mais uma vez correm em direção ao perigo para tentar salvar seus acampamentos, os deuses e o mundo inteiro. Narrado por Percy, Annabeth, Piper e Jason, A Marca de Atena é uma jornada inesquecível até Roma, recheada de importantes descobertas, sacrifícios surpreendentes e terrores indescritíveis.


                                                                           





Dizem que na nossa vida sempre teremos um momento maravilhoso para guardar na memória, assim como um ruim. Acredito que só teremos a certeza desses momentos no nosso leito de morte, ou até nunca. Talvez eu tenha presenciado um hoje, mas como diz uma amiga: ''tudo passa''.
Odeio o fato da TPM me deixar frágil e todo o choro contido se derramar, aquele tipo de choro que demora para passar, que se pensa que nunca vai acabar e que a cabeça não aguenta mais de tantos pensamentos negativos. É quando nos permitivos sentir esse gosto de ''o pior momento'', que der repente tudo significa nada, que a palavra amor se torna ódio.
Sinceramente, eu não gostaria de escrever isso aqui, muito menos voltar a esse ponto. O mesmo problema, descrito em palavras diferentes. A mesma boca, recebendo uma dose diferente, em um dia diferente. E olha, a dor sobre os olhos continua, minha garganta fecha mais a cada briga. E a questão é: por que eu ainda não desisti? Pior que sei a resposta. Amor. Quando se ama é difícil pensar em deixar as coisas irem. Mas como hoje mesmo disse: não é por que amo que tenho que aceitar tudo.
As pessoas cometem o erro de pensar que sempre estaremos aqui, que todas as brigas, dores de cabeça, não machucam, não fazem deixarmos as pessoas para trás. A vida nem sempre vai ter um ''Feliz para sempre'', então sinceramente não faça as pessoas desistirem de você. Por que mesmo com o cérebro alcoolizado, as palavras ditas, machucam o coração e as memórias atormentam a mente.
 



Pode ter vários significados,
Assim como é visto de milhares de formas diferentes. O ciúme existe pra isso, para ser incompreensível. E, por isso, é fácil de se compreender quando alguém está com ciúme. Uma coisa tão boba, tão singelo, mas que as pessoas acabam tornando complexo e estrondoso. Que machuca. Que quebra. Pra mim, é um sinônimo de insegurança. O que é estranho, porque só se sente ciúmes daquilo que se ama. E só se ama quando se tem certeza. Pelo menos pra mim é assim. Mas nós insistimos em duvidar, pois nunca estamos satisfeitos com as demonstrações de sentimento do outro. E aí, passamos a encontrar defeito em tudo, e por toda essa desconfiança, os olhares do outro te causam ciúmes até quando são direcionados para o nada.
O ciúme cega e proporciona alucinações nada saudáveis. Das suas várias justificativas, podemos citar: gostar demais; tédio na relação; insegurança. Sobressalto, sobre o primeiro, que vai passar. Tudo vai passar, desde que se compreenda que tudo demais é veneno. Deve-se saber moderar, pôr na balança antes que comece a doer. Pode acontecer de você gostar mais do que o outro, ao ponto de querer que ele goste tanto de você, que o prive de gostar de outras coisas, outras pessoas - não no mesmo nível que você, mas como amigos, por exemplo. No caso do tédio, todo esse ciúme bobo é justificado pelo simples fato de você estar atrás de "sarna para se coçar". Será mesmo que você tem motivos para desconfiar? Será mesmo que você possui razões para achar que o outro gosta menos de você do que realmente gosta? Você tem posto em dúvida os seus próprios sentimentos. E, em relação á insegurança, pode ser que você mesmo não esteja deixando o outro muito seguro nisso tudo. Pode ser que o outro sinta a falta de "eu te amo" ao acordar, ou de um "estou com você" nos momentos ruins, ou de simplesmente um abraço quando não souber o que falar. Sentir ciúmes faz parte disso. E de todos os motivos, não consigo ver um que seja exatamente correto, que me convença que vale a pena sentir esse ciúme doentio.
Mas, e quando é o outro que sente o ciúme? Descubra qual o motivo. Reverta. Faça-o sentir-se único e verá que o ciúme torna-se inexistente. Algo tão inútil e tão destruidor, podia subitamente deixar de existir, desde que você queira, que você faça por onde, que prove que você só tem a sua pessoa no seu mundo, que você só tem os olhos vidrados nela e que ela é a razão dos seus sorrisos mais sinceros, que ela é o motivo do seu brilho no olhar, é a sua motivação de todos os dias para continuar tentando. Ser ciumento faz parte de amar, mas ser demais acaba se tornando ruim. E assim como tudo na vida, o equilíbrio deve existir. Por fim, ainda vale ressaltar que, dependendo do ciúme, de como é e de como acontece, é bom, sabe? Por mais que nos faça sentir muita raiva, que nos faça jurar que vamos parar de amar aquele alguém, ou simplesmente desejamos gostar menos, eu gosto disso. Aquele ciúme que se sente de coisinhas bobas, mas que é resolvido de forma mais boba ainda: um beijo com muito amor e palavras sussurradas com carinho: eu te amo.
Na verdade, a pessoa que diz que não sente ciúme está mentindo. Todo mundo sente ciúme, mesmo que de um amigo, e cabe a nós ver a que ponto chegamos. Tá que aquela colega dele é uma atirada, e aquele amigo só leva ele para beber ou vice-versa, mas não temos direto de tirar nada na pessoa que convivemos, apenas temos que confiar, afinal se ele for te trocar, nada nem ninguém vai impedir isso. Então, nada de paranoia.

       Nota: Essa é uma carta para aqueles que sentem e vêem demais além do real, e que sentir ciúme pode ser saudável ou não saudável - depende da dose. Tudo demais é veneno.                                                                      

                                                                                 


                                  
Sinopse: Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras - e está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o 'Grande Talvez'. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, engraçada, problemática e extremamente sensual, Alasca levará Miles para o seu labirinto e o catapultará em direção ao Grande Talvez.
 

Muitas pessoas já haviam comentado sobre ''Quem é você, Alasca?" comigo, as opiniões se divergiam, então quis ler para ter minha própria opinião.
Como todo filho de John Green, o livro começa despretensioso com uma ideia de objetivo de encontrar o ''Grande Talvez'' - eu viajo muito nas ideias, mas não tanto. Se fosse meu filho eu ia mandar ele fazer algo da vida. Mas eu entendo a ideia desse objetivo, invés de o ''Grande Talvez'' eu diria que é algo como: ''Qual o sentindo da vida?O que eu vou fazer da minha vida? Quem eu sou?'', ai sim conseguimos nos identificar, principalmente
quem ta na adolescência e ta na pilha de concurso/balada/enem/paixões, e não sabe para onde ir e o que ta fazendo/vai fazer.
Então Miles, com poucos amigos e em busca de um significado para a vida, entra para a Culver Creek, um internado, onde conhece Coronel, Takumi e Alasca Young, bem, ai as coisas começam a virar de ponta a cabeça. Para o então Miles ''Gordo'' Halter, festas, bebidas, cigarros, namoros e trotes, nunca haviam sido constantes na sua vida, e quando este entra na Culver Creek, todo o emaranhado chamado de ''juventude rebelde'' cai sobre suas costas com um ''KABUM''. Querido Gordo, antes de aceitar um cigarro de um colega de quarto, que por acaso você mal conhece, pense.
Bem, Miles conhece Alasca Young, e ver tudo de certo e errado em uma garota, claro que ele se encantou pelo seu jeito e peitos e queria ter algo mais, porém para a tristeza de Miles, ela tem namorado, - bom, nunca é bom ser visto como amante-, e Alasca pode ser até aquele tipo de garota que ''fuma para morrer'', mas ela realmente tem seus valores e não ficaria com um magricela enquanto tem um namorado lindo na faculdade.
Não posso me esquecer de citar o Águia, o inspetor do internato que fica correndo atrás dos garotos, quando os trotes invadem o campus, e batendo na porta de infratores que insistem em beber e fumar em ambiente escolar. Águia me proporcionou boas risadas, assim como toda a turma do Coronel, inclusive Laura, que deu uns beijinhos em Miles.
''Quem é você, Alasca?", não é só um livro sobre cigarros e trotes, é um livro sobre como a vida pode mudar num segundo, como nem tudo tem explicações e que as vezes nossas dúvidas nunca serão respondidas. Foi um livro que me surpreendeu com todo o seu ar jovial e catastrófico que as coisas podem ser. Bem, mas claro sem perder aquele tom de humor. Fora que tem ótimos trechos que você para, pensa e dá até aquela pesquisada básica no Google.
Se eu fosse de 0 a 5 estrelas, daria 4 luas. Por quê? Como todo livro de John Green ele acaba de um modo que me deixa pensando, com dúvidas e questões que acredito que não serão respondidas NUNCA, e essa ideia de não obter respondas me deixa insana.



Melhores quotes:
  ''François Rabelais. Era poeta. Suas últimas palavras foram: Saio em busca de um Grande Talvez. É por isso que estou indo embora. Para não ter de esperar a morte para procurar o Grande Talvez.'' - Pág 5 

''Chega uma hora em que é preciso arrancar o band-aind. Dói, mas pelo menos acaba de uma vez e ficamos aliviados.'' - Pág 7.

''Vocês fumam para saborear. Eu fumo para morrer.'' - Pág 45.

''Cruzes! Não posso ser uma dessas pessoas que ficam sentadas falando que pretendem fazer isso e aquilo. Eu vou fazer e pronto. Imaginar o futuro é uma espécie de nostalgia.
Como assim? 
Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em quanto será legal. Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para a frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente." Pág 55 e 56.

'Simples assim. De centenas de quilômetros por hora ao repouso em um nanossegundo. Eu queria tanto me deitar ao lado dela, envolvê-la emaeus braços e adormecer. Não queria transar, como nos filmes. Nem mesmo fazer amor. Só queria dormir com ela no sentido mais inocente da palavra. Mas eu não tinha coragem. Ela tinha namorado. Eu era um palerma. Ela era apaixonante. Eu era irremediavelmente sem graça. Ela era infinitivamente fascinante. Então voltei para o meu quarto e desabei no beliche de baixo, pensando que, se as pessoas fossem chuvas, eu era garoa e ela, um furacão.'' - Pág 91.














   




   O livro de Jojo Moyes, será adaptado para o cinema, com os atores Sam Claflin - conhecido como Finnick Odair na Série Jogos Vorazes -  e Emilia Clarke - que é Daenerys Targaryen, em Game Of Thornes -, como Will Traynor e Louisa Clark.
        A adaptação está prevista para esse ano, mas não há nenhuma previsão ou novidade sobre o filme. Vi que o livro seria adaptado no Adoro Cinema, em uma lista de adaptações para este ano e fiquei impressionada como a indústria anda rápido, pegando livros que mal foram lançados e comprando seus direitos. Um exemplo disso é ''Por Lugares Incríveis'' ,que foi lançado este ano no Brasil, e já tem até uma atriz confirmada para viver a protagonista.
        Mas voltando, não li ''Como eu era antes de você'', mas já tenho ele comigo, e estou ansiosa para o filme, por causa das críticas que o livro recebe e por os livros que a Jojo já escreveu.
        Mais um ponto positivo, é que os roteristas serão Scott Neustadter e Michael H. Weber, os mesmos de ''A culpa é das estrelas''.

Sinopse: Aos 26 anos, Louisa Clak não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia que irá mudar para sempre a história do outro.



Nota: Olá adormecidas, feliz carnaval! Esse meu carnaval não vai ser nada badalado, mas fico muito feliz em poder - finalmente - trazer novos posts para vocês. Li alguns livros nesses dois meses - to no 8 - e vou preparar algumas resenhas para acompanhar essa semana. 


Assim como a tecnologia não fica parada sequer um instante, o universo literário também está sempre mudando. E não me refiro apenas aos livros que todo dias são lançados, mas, sim, às novas edições dos nossos queridos best-sellers que estão sendo lançadas, estão me arrancando suspiros e estão me deixando nervosa, pois possuo as antigas. O mais frustrante é quando as edições estrangeiras são mais bonitas e o sofrimento é ainda maior. 

Harry Potter
Edição americana:


Na primeira imagem, a lateral dos livros. Na segunda, uma comparação entre os novos (primeira fileira) e os antigos (segunda fileira). Não tem como ser potterhead e não pirar com essa edição! Fico imaginando na coisa linda que seria ter Hogwarts na minha estante! <3 Sem falar que eu amo as capas e estou muito apaixonada por esse relança. Não canso de sonhar com essas coisinhas linda acima! Creio que dos livros do post, essas edições são as que foram lançadas há um pouco mais de tempo.

Edição britânica


Essas edições não ficam para trás! São mais recentes que as americanas (2014) e foram criadas pelo artista premiado Jonny Duddle. São capas mais modernas, que, na minha opinião, trazem um ar mais estiloso para os livros - mesmo ar esse que sinto nos livros da saga Percy Jackson e Os Olimpianos. De acordo com J. K. Rowling, o relançamento aconteceria com o intuito de dar uma face diferente para uma nova experiência para uma nova geração de leitores.

Percy Jackson e Os Olímpianos


Sou sincera quando digo que gostei das capas terem meio que um desenho só. Se você prestar bem atenção, o desenho de uma capa é continuação do outro. Achei essas edições bastante elaboradas, com muito mais detalhes nos desenhos. As capas que tenho são bem mais simples, aquelas que todo mundo conhece, de uma cor única cada uma, simples e bonitinhas. Mas essas trazem cor, espelham, de certa forma, a real aventura que são os livros. Há quem não goste, quem ache exagero o lançamento das novas, mas acho interessante que vez ou outra haja essa mudança.

Game of Thrones


Achei as novas capas lindas, é fato. Mas a questão é que, ao contrário das anteriores, não vi aquela mudança radical, sabe? Eu vejo o mesmo tipo de desenho, a mesma fonte no título e a mesma ideia que as capas anteriores me passam. São lindas, sim. Mas não são inovadoras, na minha opinião. É claro que uma capa não muda um conteúdo, mas, diferente das sagas anteriores, essa fora a que eu menos tive aquele desejo de obter. (E o fato de esperar até a morte o sexto livro? Temo que George R. R. Martin tenha matado todos os personagens antes de terminar o próximo livro, e não sobrou ninguém para contar a história, literalmente.)

Nota: Então é isso, esses são alguns livros que estão passando por suas mudanças e dividindo opiniões em todo o mundo. Espero que essa história de relançamento não vire moda e me enlouqueça de vez com a mudança de capas dos meus livros favoritos! xoxo,




          Só quero que as pessoas entendam que a minha dor de cabeça não é passageira; que estou há mais de uma hora parada, olhando pro nada, apenas tentando parar de pensar na causa disso tudo. Eu só não me conformo com a forma como as pessoas conseguem ser tão egoístas ao ponto de querer recolher coisas do passado para infernizar o presente; e que qualquer forma com que me peçam, eu não pedirei perdão. E os outros podem me chamar do que quiserem: boba, rancorosa, infantil. Mas eu já me arrependi. Eu já me desculpei por um erro meu que assumi e que quis me retratar. Contudo, se o egoísmo fora maior do que o não-querer de ficar só, eu não posso fazer mais nada. Eu não sou feita de ferro pra ficar intacta quando algo me afeta de tal forma, como também não sou tão tola ao ponto de aceitar tudo o que me pedem. Por isso, eu não posso mais.
          Tenho sentido dores que não deveria. Tenho chorado, preocupada se a culpa é minha, quando na verdade eu canso de chega à conclusão de que eu sou mesmo muito burra por sentir dor de cabeça por algo que não merece nem um terço da atenção que dou. E acontece que eu odeio esse sentimento de obrigação. Odeio quando me obrigam a fazer qualquer coisa, que dirá pedir perdão. Pedir perdão de novo. Pedir perdão por uma coisa que, hoje, eu já não sinto tanto arrependimento. Às vezes, acho que as pessoas merecem realmente ouvir o que não querem para, de vez em quando, perceber as burrices que andam fazendo. Existe muito aquela questão de "cada um cuida da sua vida"e que, obviamente, cada um sabe das atitudes que toma. Mas e quando essas atitudes passam a mexer com outros? E quando o que você fala, o que você faz e o que você é simplesmente passa a ser incômodo para todos? Continuar com isso não seria um ato de egoísmo? Ok, eu posso estar sendo babaca demais dizendo essas coisas. O que tem a ver se incomodar com a vida do outro, não é verdade? Só que quando há amizade no meio, ou somente os resquícios dela, tudo saí dos trilhos, desanda. 
          Aceito que é tolice me preocupar tanto. Pus na cabeça que não vou me desculpar novamente. Seria muito ridículo, num nível de humilhação que nem sei como explicar. Sei que errei, mas não fui a única. Sei que quem pede desculpas são aqueles que mais possuem conhecimento em relação a vida, mas, sendo assim, prefiro continuar com a minha mesma sabedoria de sempre. Os meus princípios dizem que eu não devo pedir por perdão mais uma vez, não sendo a pessoa que ela é, não sendo aquele tipo de caráter que tenho abominado. Se for pra conviver com a dor, convivo. Se for pra viver com esse assunto indo e voltando à minha vida, tudo bem. Me pedem para virar a página, mas uma hora ou outra irão perceber que buscar coisas no passado é o jeito mais fácil de dizer que tudo o que se vive é uma grande hipocrisia. Por mim, tudo bem. Contanto que essas dores do além passem e que eu possa viver bem. 
- May, 14.
Nota: Às vezes, pedir perdão é uma das coisas mais difíceis a se fazer. E quando se faz e não se é lembrado por isso, é ainda pior. A dor do rancor e a própria raiva criada pela suposta "vítima" são suficientes para tornar tudo ainda mais difícil, trazendo consigo dores de cabeça e outras indescritíveis. Até o próximo diário.




Para a minha mais plena felicidade, Cidades de Papel está encaminhando tudo corretinho para o lançamento do filme previsto para julho de 2015 nos Estados Unidos. E, pra ficar ainda mais feliz, a Intríseca postou algumas fotos dos bastidores das gravações, com a ilustre presença de John Green, autor do livro, que também se fez presente nos bastidores de A Culpa é das Estrelas, incluindo uma participação no mesmo filme. Creio que nesse também haja a participação - no aguardo. 


Na foto, Green e Nat Wolff, que interpretará o protagonista, Quentin Jacobsen. Pra quem ainda não identificou, Nat interpretou Isaac, melhor amigo de Augustus Waters na adaptação cinematográfica de A Culpa é das Estrelas, também de John Green - o que torna tudo ainda mais apaixonante. Eu fiquei encantada com a sua atuação em ACEDE, completamente apaixonada pelo ator, e aí ele me vem fazer o papel principal do filme adaptado do meu livro favorito do Green?! É pra morrer de amor de vez?


Green e Cara Delevigne, que muitos não concordaram em viver Margo Spiegelman. Eu, sinceramente, gosto da Cara e acho que toda essa recusa em relação a ela pode ser da mesma forma em que aconteceu um certo desprezo com o Ansel Elgort quando fora confirmado que ele faria o Augustus, em ACEDE. À princípio, ninguém gostava dele, mas depois de ver o filme, todos se apaixonaram por sua interpretação única de Gus. Assim espero que seja com Cara.


O autor decidiu que apresentaria mesmo todos os personagens, e assim fez. Acima, ele apresenta Jaz Sinclair, que fará Angela, namorada de Radar, que será interpretado por Justie Smith. Achei ela linda e acho que a imaginava mais ou menos assim. Já no caso de Radar... Não sei ao certo se o veria dessa forma, mas não fiquei nem um pouco decepcionada.
Além das fotos com o elenco, também foram liberados vídeos e gifs de muita palhaçada entre eles e algumas outras fotos deles:




Por favor, preciso dizer que amei eles juntos? Nem sei como será a atuação dos próprios, mas só de estarem juntos, só de ver as palhaças dos dois, eu já estou apaixonadíssima e louca pra assistir! 


Cidades de Papel fora o meu favorito porque não sinto aquela apelação pro romance. Margo é louca, e Q quer conhecer essa loucura. Ele quer entrar nessa por ela. Fora um livro que peguei num dia e não consegui mais largar. Preciso ler de novo para relembrar cada partezinha antes de assistir, mas quero que saia logo, e vou estar lá, na estreia, pra xingar qualquer um que venha dizer "ACEDE é melhor", e blá blá blá. Ok... Nada contra você preferir o outro livro, mas Cidades de Papel realmente é do tipo de livro que eu quero ver em filme.


Salvando esse gif na memória, porque ele é um amorzinho só. <3 O diretor escolhido para o longa fora Jake Schreier, e outros veterenos em adaptar livros de Green para o cinema também foram selecionados, tais como os roteiristas Scott Neustadter e Michael H. Weber, assim como os produtores Wyck Godfrey e Marty Bowen
E mesmo que tenha previsão para a estreia nos EUA, aqui no Brasil ainda não há uma data prevista, mas espero que isso se resolva logo, porque estou contando cada minuto para esse filme. Tenho grandes expectativas, grandes esperanças de que seja tão fiel ao livro quanto ACEDE foi. Creio que não tenha como ficar mais apaixonada pelo Nat, mas não duvido nada de que isso aconteça. Mais novidades, postarei aqui. xoxo,


Alguns podem está ansiosos para a estreia de 50 tons de cinza no cinema, assim como outros não. Mas uma coisa que não podemos negar é que a trilha sonora está impecável, para todos os gostos. Sendo assim, resolvi trazer a playlist completa que foi divulgada nessa quinta-feira (05). O lançamento do álbum está previsto para 09/02.
Se quiser conferir, clique em Leia Mais.


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Não é só uma dose, 
         Não será provavelmente a última vez. Sabe, você se embriagando nas festas, com seus "amigos", não significa que você é melhor ou especial, não significa que as pessoas vão gostar mais de você, nem mesmo que você vai ganhar alguma coisa gratificante. Significa, apenas, que você está sendo idiota, antecipando uma etapa da sua vida que em pouco tempo chegaria. Mas não. Você prefere ser ansioso demais, passar por cima de tantas outras experiências e momentos que poderia viver, porque não consegue esperar alguns poucos anos para ser um adulto de verdade. E aí, você não vê que pulando todos esses anos a partir do momento em que põe uma gota de álcool na boca, você está deixando de viver. Pode ser divertido na hora, pode te dar uma sensação maravilhosa de adrenalina misturada com finalmente sentir-se livre. Mas e depois? E o que você vai sentir depois? Não me refiro á ressaca do dia seguinte. Me refiro ao resto da vida.
         Você faz da vida o que bem quiser. É sua. Mas entenda que você só tem essa e que se fizer besteira, vai ter que assumi-la pro restante dos seus dias aqui na Terra. Entenda que um copo de cerveja não vai te fazer pegar mais meninas - pra mim, vai te fazer parecer mais babaca. Uma vida a base de álcool vai te tornar doentio, Vai te afastar de quem realmente gosta e se preocupa com você, e vai te fazer se arrepender de cada gole que deu naquele uísque. E esse arrependimento pode te assombrar pro resto da tua vida. Você pode e deve exagerar, desde que saiba no que deve colocar essa intensidade. Seja exagerado no número de sorrisos, no número de amigos, no número de beijos. Exagere no quão é o seu desejo de ser feliz. Seja intenso ao amar, se perca nos seus próprios sonhos e corra atrás daquilo que te faça bem e te faça ser alguém melhor.
         As pessoas têm uma fome pelo que é "proibido", têm um desejo por saber da possibilidade de quebrar a cara, de saber que se pegar no volante pode morrer. "Assim as pessoas se preocupam", eles devem pensar. Enganado! É pura babaquice se embriagar e no outro dia não se lembrar do que houve, olhando para a sua mãe com cara de tacho. Não te faz mais idiota ou "da turma" não fazer isso, eles são os errados, e você vai querer ser? Não é por conveniência que em uma festa todos estão enchendo a cara e você não quer passar de careta, que deva encher também. Muitas vezes, as pessoas bebem para se soltar mais, para esquecer dos problemas. Só que elas não percebem esse ato de soltar, essa tranquilidade quem vem com a bebida, vai embora assim que o efeito passa, ao mesmo passo em que os problemas voltam - bom, na verdade, eles nunca nem se foram, você apenas os esquece por algumas horas. Não seja babaca ao pensar que isso tudo é diversão e que você não sofrerá, não seja idiota de dizer que a vida tem que ser "vivida", quando isso não quer dizer que você estará mais vivo. Seja sincero consigo mesmo e não deixe que a bebida te engane: ela não é sua amiga e não vai te levar à lugar algum, exceto que você tenha escolhido esse jeito para morrer.

Nota:  Uma carta diretamente escrita para aqueles que acham que numa noite dessas de festa, com o intuito de se divertir, devem beber como se não houvesse o amanhã, para que assim, seja alguém melhor ou mais feliz. Esperamos que tenha sido uma grande ajuda, ou que tenha servido apenas para abrir os olhos. Até a próxima!