Autor(a): Gayle Forman
 Editora: Novo Conceito
 Páginas: 224 


Sinopse:

A última coisa de que Mia se lembra é a música. Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera...e o seu amor luta para ficar perto dela. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas. 





Resenha: 

Já faz algumas semanas que li Se eu ficar, e nessa semana assisti de novo o filme que curiosamente tava passando no Telecine (não, não é merchan) e pude ver claras diferenças. que eu logicamente não tinha visto antes, quando assisti a adaptação pela primeira vez. E estou falando isso pois a minha relação com a duologia de Gayle Forman é bem complicada, pois eu assisti o filme primeiro, depois li o segundo livro e só agora li Se eu ficar.
Definitivamente eu posso dizer que prefiro o livro mil vezes, apesar que não senti todas as coisas que todo mundo diz que sentiu, não escorreu nenhuma lágrima, nem no filme, e olha que eu sou coração mole. Acontece que nada especificamente me pegou de surpresa.
O livro definitivamente é mais violento, principalmente na cena do acidente, onde Mia descreve que metade do cérebro de seu pai está num canto, que sua mãe bateu a cabeça tão forte que ficou de outra cor, e que uma grande mancha de sangue está sobre o corpo de Mia, sua perna tão machucada que é possível ver o osso.
O mais importante da história em si é a família de Mia, com lembranças que me fizeram me afeiçoar com seus parentes, trazendo uma certa tristeza pois sempre há a imagem que poderia ser nossos pais. O irmão, Teddy, também é uma importante parte disso, e vemos ele crescer conforme as memórias e nos apegamos cada vez mais.
Adam se torna apenas mais uma parte, não o centro como no filme, e eles nunca se separaram, ele não tem problemas com a família nem nada do tipo. Ele é apenas um garoto normal, e é muito natural como eles se envolvem, como se sempre fossem um casal, mas nada que nos faça ter uma embatia direta com o Adam. A presença de Kim também é muito maior, e vemos diferentes conflitos que ocorrem que lembraram muito minhas amigas e como a nossa média de namoro parece ser na faculdade mesmo.
O livro eu poderia classificar como muito mais indie do que pop, no caso do filme, e ele realmente mexe com você. Sobre perspectivas de morte e vida, questionamentos sobre o que valem realmente a pena.





Nota: Ah Isabelle por que você deu só 3 luas? Bem gente, eu acho Se eu ficar um livro bom, que eu li rápido, consegui entrar na história, mas é só isso: bom. Mas futuramente tentarei postar a resenha de Pra onde ela foi, o segundo livro, que maravilhoso. É isso, espero que tenham gostado. 


                                                                       



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