Sinopse:

Em A Herdeira, o universo de A Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria Seleção. Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças...E agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil - e importante - do que esperava.


Resenha: 

Quem me conhece sabe que amo "A Seleção", e até conheci a autora, Kiera Cass. Li "A Herdeira"(resenha aqui) e com certeza o livro não me causou o que os três primeiros causaram. Com "A Coroa" foi pior.
Começamos que o que mais me prendeu para ler-lo foi saber o destino da América depois dos acontecimentos de "A Herdeira". A Eadlyn não tem o carisma necessário e ouvi muitas falando que se tratava mais de "feminismo", de todas as cargas que ela tem que carregar, mas sinceramente, ser feminista ou um livro ser, não significa que a personagem tem que ser chata. Falando assim, parece que eu odiei o livro com todas as minhas forças, mas não, eu gostei.
Gosto muito dos personagens masculinos da Kiera, a maioria sempre são apaixonantes. E desde do último livro eu não havia escolhido um preferido, e nesse simplesmente continua, por que eu não vi muito destaque neles em si. Não quero dá spoiler, nem nada do tipo, por isso não vou dizer quem ela escolhe. Porém tenho que ressaltar que tudo acontece muito rápido, é algo que acontece e eu não acredito naquele amor.
Me admirei em como os capítulos são curtos e eu realmente li tudo muito rápido. O que eu achei estranho, pois a Kiera sempre foi bem detalhista.
Outro ponto é que eu realmente não gostei da capa, não tem aquele ar realmente de " A Seleção". Por ser o último livro da série, tinha que ser algo "bapho", que você olhasse na livraria e quisesse pregar na testa. Tinha que ser nesse estilo aqui:

Os fãs arrasam mais que a editora. 
                     
"Mas, Isabelle, não podemos nos prender a América e o Maxon, e tudo o que aconteceu.", sim, eu posso me prender, pois a Kiera fez livros tão fantásticos que eu criei uma expectativa alta.
Mas vamos falar dos pontos positivos! Houve um amadurecimentos dos personagens, principalmente da Eadlyn e podemos ver um pouco mais de seus irmãos. O circulo familiar é muito bom e conseguimos nos apegar a todos eles, foi lindo ler a admiração que os filhos tem pelos pais e como cada um tinha sua particularidade. Também foi bom saber que nem tudo são flores, e que pra Lucy e o Aspen as coisas não deram tão certo. Existe problemas concretos ali. A Eadlyn recebe outro tipo de responsabilidade e é interessante ver como ela lida com tudo, mostrando que ela não é só uma patricinha fútil.
O vilão em si, praticamente não existe, pois ele não aparenta uma ameça de fato. Eu queria ver realmente a ameça, como vi em "A Escolha", daquele tipo que me faz soltar um belo palavrão. Pareceu tudo fácil demais. Resumindo: faltou tiro, porrada e bomba.
Para terminar, tenho mais uma reclamação. O nome do Carter nem foi citado! Qual a dificuldade de explicar? Ele ta morto? Sumiu? Ou simplesmente não vai mais em evento nenhum? Nem no epílogo extra ele é citado! Apenas queria desabafar. (Eu errei, ele foi citado. Em apenas uma linha, mas foi. Ainda continuo com raiva, ele devia aparecer mais.)
Por fim, o livro é bom. Depois de tudo que falei parece que eu vou queimar o livro, mas não. Provavelmente minha expectativa foi muito alta.

                                           


Nota: Fiquei estressada fazendo essa resenha, por isso nem coloquei os quotes. Espero que quem gostou não me xingue. Mas é a minha opinião.


                                                                           





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