Bliss

Autora: Kathryn Littlewood
Editora: Salamandra
Edição:
Número de páginas: 406
Narração: 3ª pessoa, onisciente

As pessoas muito confundem fantasia com ficção científica. A nossa saga favorita que traz a fantasia como sua principal base é Harry Potter, cuja magia constitui o fantástico mundo em que nossos personagens favoritos vivem. E destas sagas favoritas que fazem sucesso hoje, poucas são as que trazem a magia assim, algo fantástico que nos faz querer viver naquele mundo. Mas eu venho até aqui apresentá-los à trilogia Bliss, de Kathryn Littlewood, com a resenha do primeiro dos três livros desta história empolgante e muito, muito doce. 
Encontrei este livro na estante da minha tia, perdido, mas lembro-me bem de quando ela o comprou e muito me recomendou. Eu não havia o lido antes por sei lá qual motivo, e por isso eu me arrependo. Peguei-o agora e li mais rápido que achei que conseguiria. É tão fácil, uma leitura tão leve e gostosa que eu não podia deixar de comentá-lo aqui.

Sinopse

"Todo mundo na pequena cidade de Calamity Falls adora a confeitaria Bliss. E por uma razão: as receitas da família Bliss são mágicas. Elas vêm de um livro da família - o Tomo de Culinária Bliss - que vem passando de geração em geração desde a Idade das Trevas. As receitas mágicas do livro são tão poderosas que os produtos da confeitaria são responsável pela felicidade que reina na cidade.
Isto é, até o dia em que papai e mamãe Bliss são chamados para resolver um problema em outra cidade, e as quatro crianças da família ficam sozinhas com a confeitaria por uma semana. Uma semana apenas, mas que acaba virando a vida da cidade de cabeça para baixo. 
Uma misteriosa e sedutora tia Lily aparece, e as crianças ficam até felizes em receber uma ajudinha. Mas parece  que essa charmosa tia não veio bem interessada em ajudar..."


O livro traz a história da família Bliss, narrada principalmente na confeitaria Follow Your Bliss ("Siga Seu Deleite"), propriedade da família Bliss, composta pela mãe, pelo pai, dois filhos e duas filhas, sendo uma delas Rosemary Bliss, a principal personagem, ou seja, é nela o foco maior do narrador. Rose, como é chamada, é uma garota de treze anos com todos os conflitos que uma pré-adolescente pode conter: crises existenciais, carência por atenção, dúvidas a respeito de seu próprio corpo e primeira paixão. 
No início, devo confessar que a história é um pouco lenta. Depois que os pais viajam, e as crianças devem cuidar da confeitaria, torna-se um processo lento para que as coisas comecem a acontecer, mas sempre deixando esse ar misterioso e mágico do qual a história é bastante recheada. Achei bastante criativo, pois o livro lida com receitas de doces mágicos, e a cada nova receita, os ingredientes mais diferentes e incomuns são inseridos à história e te faz imaginar mil e uma aparências para os doces produzidos. 


Não posso estender muito o assunto a respeito do livro, senão acabo dando alguns spoilers. Bliss é o primeiro da trilogia, e os seguintes são "Uma pitada de magia" e "Um bocado de magia", respectivamente. Pelo que li dos dois últimos, percebi que a história parece ser mais corrida, menos apegada à detalhes desnecessários, mas sem perder esse jeito mágico com que Littlewood perceptivelmente colocou e exagerou (de uma forma positiva) na dose do primeiro livro.
A história é bastante criativa, nunca vi nada igual ou sequer parecido em outros livros, mas dou 4 luas devido à lentidão em momentos que poderiam ser mais rápidos, mais resumidos. De qualquer maneira, eu gostei bastante e pretendo ler os outros para trazer suas resenhas. Até a próxima!




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